Catálogo

  • Anões aos Ombros de Gigantes: Desafios contemporâneos na comunicação de ciência

    Comunicar ciência é um dos principais desafios que os investigadores portugueses hoje enfrentam. As unidades de investigação nacionais sentem que o paradigma da produção científica está a mudar e nas palavras dos seus presidentes, diretores e coordenadores urge comunicar melhor e em meios com mais impacto a ciência que se faz em Portugal.

    É a partir de entrevistas feitas aos coordenadores de algumas das melhores e mais representativas unidades de investigação portuguesas, de um vasto espetro de áreas científicas; e de um inquérito à comunidade científica lançado a nível nacional que se traçam neste livro os desafios e o rumo da comunicação da ciência em Portugal.

    A partir dos dados recolhidos nas entrevistas e nos inquéritos, reconstruímos o que os investigadores portugueses têm a dizer aos seus pares e à comunidade relativamente ao modo como comunicam e se responsabilizam pelo seu trabalho.

    Através desta multiplicidade de contributos, é possível traçar uma radiografia sobre a conceção de ciência, sua prática, comunicação e avaliação por parte de quem a produz em Portugal hoje. A diversidade da amostra, abrangendo múltiplos campos disciplinares, permite perscrutar as diferentes sensibilidades em função da área científica, os problemas que a investigação enfrenta, os desafios que se colocam aos investigadores na era do capitalismo científico, e os novos modelos de difundir o conhecimento, a partir da perspetiva daqueles que, diariamente, fazem da ciência a sua luta quotidiana.

    17.30
  • Aprenda a Poupar Já!

    PREPARE O SEU FUTURO COM UM PLANO DE POUPANÇA E INVESTIMENTO

    Este livro é um guia prático que o apoia em todas as vertentes no caminho para a independência financeira e, porque não, no seu plano de reforma, desde o diagnóstico das suas finanças pessoais, passando por um conjunto de estratégias para adaptar o seu orçamento mensal ao objetivo da poupança e, finalmente, como acelerar o seu crescimento através do investimento.
    O objetivo é que estas páginas sejam também um contributo para uma melhor perceção do papel essencial que o investimento desempenha nas nossas poupanças, desmistificar alguns conceitos e mitos, bem como despertar a consciência para uma gestão criteriosa das nossas despesas.

    16.40
  • Armando Torre do Valle

    Armando Torre do Valle foi um pioneiro da aeronáutica portuguesa. Foi o primeiro piloto civil de Moçambique e principal incentivador da aviação naquela colónia, deixou marcas profundas na sociedade local antes de morrer, vítima de um acidente de caça aos 54 anos, depois de uma vida em busca de aventuras.

    Vasco Torre do Valle d´Avillez viveu grande parte da sua vida sem saber nada do seu avô. Inconformado, levou a cabo uma investigação que resultou neste livro, que conta a história emocionante e surpreendente de um verdadeiro herói português, que assim merece ser recordado.

    13.60
  • Arrumado

    O Pedro gosta de ter tudo arrumado e organizado – mas às vezes é bom saber quando parar.

    Nesta história original e engraçada, escrita por uma das autoras mais talentosas da atualidade, um texugo adorável aprende a gostar da sua casa na floresta tal como ela é.

    Mesmo que esteja um bocadinho desarrumada.

    13.90
  • As aventuras do Papa Chico e os Três Pastorinhos

    A magia ternurenta dos três pastorinhos numa narrativa ilustrada com excertos da história de alguns dos Papas mais próximos de Fátima e em particular do atual Papa Francisco, ainda antes deste abraçar a vida eclesiástica.
    Uma viagem que respira ares de fantasia que vai encantar pequenos e grandes.
    Uma homenagem à fé das crianças e dos homens.

    13.30
  • NOVIDADE

    As Lágrimas de D. João VI

    As Lágrimas de D. João VI é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI.

     A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida.

    Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI – que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono –, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.

    18.90
  • AUDIÊNCIAS CATIVAS ?

    Sabia que em Portugal nos manuais escolares aparece publicidade encapotada sob a forma de imagens de produtos comerciais com as marcas? Em manuais de matemática por exemplo, pede-se às crianças que se some figuras – até aqui tudo normal –, mas sucede que essas figuras são latas de um determinado refrigerante ou ovos de chocolate de determinada marca.

    Fotografias de refrigerantes, chocolates, biscoitos, ou então a materiais escolares como determinada marca de cola, são alguns dos muitos exemplos do Estudo que saiu a público na edição de “Audiências Cativas – as imagens-marca no Manual Escolar”. Um estudo científico que denuncia uma prática tão frequente quanto polémica.

    O marketing produz um impacto cada vez maior no consumidor infantil, tem repercussões fortes na formação das crianças que, também na escola, têm de ser já capazes de agir face aos media e ao consumo. Nesta obra, a autora, Isabel Farinha, capta de modo arguto e pertinente, mas sem tecer juízos de valor, as considerações contraditórias dos discursos dos agentes sociais intervenientes neste processo didáctico-pedagógico.

    A autora, Isabel farinha é licenciada em Sociologia e mestre em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação pelo Iscte, onde desenvolve actualmente o doutoramento em Sociologia da Comunicação. Iniciou o seu percurso profissional em Agência de meios, tendo sido paneadora de Meios na Opimedia/Grupo Publicis e Executiva de media na Team, SA. No campo do ensino, leccionou na Escola de Comércio de Lisboa; no ISMAG – Universidade Lusófona, extensão de Torres Vedras e ainda na Escola Superior de Educação Jean Piaget.

    13.36
  • Autonomia conflitual na hipoteca e reforço da cooperação internacional: Removendo obstáculos ao mercado europeu de garantias imobiliárias

    Nas relações de crédito internacionais intracomunitárias, a hipoteca é praticamente irrelevante, correspondendo a menos de 1% de todo o crédito concedido. Trata-se de um dado estatístico surpreendente, que indicia uma compartimentação dos mercados hipotecários nacionais, em desfavor da realização das liberdades fundamentais garantidas pela União Europeia.

    Na presente obra, começam por identificar-se os principais obstáculos à aceitação internacional de hipoteca. Assim, analisa-se a sua sujeição necessária à lei da situação da coisa, desenhando os respectivos fundamentos; demonstra-se a disparidade das leis substantivas e tabulares; testemunham-se as dificuldades de execução de uma coisa situada noutro Estado-Membro; e sublinha-se a onerosidade de constituição de uma hipoteca em país estrangeiro.

    De seguida, faz-se um estudo crítico das sugestões até agora aventadas para superação do problema, como a unificação ou harmonização do direito hipotecário, a introdução de uma euro-hipoteca, a titularização do crédito hipotecário e a mobilização do princípio do país de origem.

    Por fim, avançam-se propostas de solução. Em primeiro lugar, a consagração da autonomia conflitual na hipoteca, condicente com o movimento de especialização do direito internacional privado dos direitos reais e com o propósito de integração europeia; em segundo lugar, o estabelecimento de mecanismos de cooperação entre Estados-Membros em matéria de contratação internacional da hipoteca; por fim, a introdução de uma cirúrgica intervenção no domínio do registo predial.

    50.00
  • Autoritarismo e Democracia

    Esta primeira edição em Portugal dos ensaios de Juan Linz pretende ser representativa do seu percurso na ciência política. A sua investigação inicial sobre os movimentos e regimes autoritários levou-o a questionar os limites da dicotomia Democracia vs. Totalitarismo, dominante desde a Segunda Guerra Mundial na classificação dos regimes políticos. Inspirado no seu profundo conhecimento sobre o regime franquista, Linz publicou em 1964 o artigo “Uma teoria do regime autoritário: o caso de Espanha”, que abre este livro. De longe o mais seminal dos seus artigos, foi aqui que ele formulou o conceito de “regime autoritário”, uma categoria que permitiu analisar a gigantesca maioria dos regimes que não eram nem totalitários nem democráticos.

    Esta obra chega-nos através de Pedro Tavares de Almeida, coordenador da nossa coleção de Estudos Políticos e Professor Catedrático na FCSH, Universidade Nova de Lisboa.

    23.90
  • Aventura

    Este livro, uma edição da Italiana Edizioni del Baldo publicada agora em português, é um manual ilustrado, um atlas para explorar, conhecer, viver, respeitar a Natureza e para aprender a ultrapassar os imprevistos. Para brincar com as mãos e com a mente; para fazer novas amizades e aprender a estar sozinho; para lançar um papagaio no céu ou falar com linguagem gestual, para construir um formigueiro ou um barco de papel…

    Um manual para meninas e meninos curiosos, rumo a um “futuro verde”.

    Um livro com mais de 1500 ilustrações para amar o mundo que nos rodeia.

     

    22.00
  • Aventuras do Zé Peninha: o dia em que perdeu o esqueleto

    Era uma vez um rapaz tão magrinho, tão magrinho, tão magrinho que só tinha pele e osso. Como não tinha dinheiro para ir ao supermercado, comia a relva dos jardins, as folhas das árvores, as pétalas das flores. Até que, um dia, os seus olhos se arregalaram diante dum grande anúncio.

    FACULDADE DE MEDICINA COMPRA ESQUELETO EM BOM ESTADO PARA ESTUDO.PAGA-SE BEM.

    “E se eu vendesse o meu esqueleto?”, matutou ele. Não lhe servia para nada e ainda tinha de o carregar…

    13.90
  • NOVIDADE

    Belém e a Exposição do Mundo Português

    Em 1940 decorreram em Portugal as Comemorações dos Centenários – da Independência de Portugal e da sua Restauração –, de cujo programa sobressai a Exposição do Mundo Português, um dos eventos culturais mais destacados do Estado Novo. Belém foi o local estabelecido para a implantação do certame e em vez de o assumir como um dado adquirido, questionámo-nos sobre o que existia em Belém previamente, e mais concretamente sobre como se agiu sobre essas pré-existências no momento da sua edificação. Quais as modificações operadas naquele lugar? E de acordo com que critérios se interveio? E qual o impacto da Exposição no futuro urbano de Belém? Entendendo que estas e outras questões correlativas não estavam suficientemente desenvolvidas, enveredámos pelo caminho que relaciona a edificação da Exposição do Mundo Português com os universos da cidade, da urbanidade e do património urbano.

    16.90
  • Bispos e Arcebispos de Lisboa

    Direcção: João Luís Inglês Fontes

    Coordenação: António Camões Gouveia, Maria Filomena Andrade, Mário Farelo

    “Nas comemorações do tricentenário do Patriarcado de Lisboa inclui-se a publicação desta obra coletiva sobre bispos e arcebispos que o antece-deram. De Potâmio, no século IV, a D. João de Sousa, falecido em 1710, sucederam-se os prelados lisbonenses em várias épocas e contextos sociais e religiosos, aqui biografados por reconhecidos historia-dores de várias Universidades e Centros de Investigação. […]

    Que importam ao que nos liga aos outros, como humanidade, ao mesmo tempo tão igual e tão diversa de contexto a contexto.

    É nisto que a boa historiografia nos ajuda, sem anacronismos nem extrapolações. Sobra o que sobra, para além das diferenças e muitas vezes por contraste, já que por ali não se podia nem devia prosseguir. Sobrará mais humanidade e certamente mais cristianismo. Mas só depois se soube, dando razão póstuma aos profetas.”

    (D. Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa)

    46.00
  • Blá, Blá, Quá, Quá!: Como os Animais comunicam … e porquê

    Como os animais fazem as coisas que fazem e Porquê. Como é que um peixe-elefante diz «Onde é que estás?», como é que uma abelha dá ordens ou um panda avisa «Fora daqui!»? Os seres humanos não são as únicas criaturas capazes de comunicar umas com as outras sem dizer palavra!

    Este é um livro divertido, colorido e informativo sobre biologia animal, que explica como os animais comunicam e porquê.

     

    13.90
  • NOVIDADE

    Bonita

    Olá, eu sou a Bruxa.

    Estou muito contente porque tenho um encontro.Eu acho-me muito BONITA, mas nem todos pensam o mesmo.
    Não param de me dar conselhos e eu não sei o que fazer.Será que têm razão?
    É possível agradar a todos e sentir-me bem ao mesmo tempo?

    Livro Vencedor Prémio Apila Primera Impresión 2016 e do Prémio Fundación Cuatro Gatos 2018 (Espanha)

    13.30
  • NOVIDADE

    Cabeça de Andorinha

    12.20