Horizonte Histórico

  • A Vida e Obra dos Reis e Rainhas de Portugal

    Este livro dá-nos a conhecer a vida e os principais feitos e algumas curiosidades de cada um dos 35 monarcas que marcaram parte da História de Portugal, apresenta-nos quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.

    15.90
  • A Vida na Corte Portuguesa

    Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os hábitos do dia-a-dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos reis e rainhas.

    14.90 13.41
  • Amores, Caprichos e Segredos dos Reis e Rainhas de Portugal

    A História e as pessoas que a fizeram e construíram chegam-nos através dos manuais e dos documentos.

    São-nos longínquas e podem parecer-nos até um pouco «artificiais»; afinal «habitam» nos livros, em imagens e em obras, e pertencem a uma realidade distante, diferente da nossa. Só que foram mu­lheres e homens de carne e osso, com aspirações, caprichos, gestos, atitudes, desejos e vontades, como todos temos.

    Vamos entrar nesta máquina do tempo, através das páginas deste livro e dar uma espreitadela a alguns destes momentos menos conhecidos, curiosos, inesperados, e ler histórias e circunstâncias de várias pessoas que fizeram parte da História de Portugal.

    14.90 13.41
  • As Lágrimas de D. João VI

    As Lágrimas de D. João VI é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI.

     A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida.

    Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI – que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono –, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.

    18.90
  • Esquecidos em Abril – Os mortos da revolução sem sangue

    Prefácio de Miguel Real

    Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos.

    A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, qua-tro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-mos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa.

    Esquecidos em Abril é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional.

    13.90
  • HENRIQUE, O NAVEGADOR – 2.ª edição

    Nova Edição com Prefácio de Luís Miguel Duarte

    “Acredito que, para nos aproximarmos o pouco que nos é permitido da vida de um homem extraordinário como foi o Infante D. Henrique, não podia haver ninguém melhor do que outro homem extraordinário, o historiador Peter Edward Russell.”

    Luís Miguel Duarte, Professor de História Medieval

    Mas diz mais: “Este é um dos dez livros de História que eu levaria para uma ilha deserta. É uma obra de maturidade de um investigador de exceção, escrita com uma elegante economia de palavras, com inteligência e com humor, estimulante nas interrogações, sedutora nas propostas. Para nós, portugueses, sobretudo os da minha geração e os de gerações anteriores, que tiveram de conviver assiduamente com um Infante heroico, visionário, quase santo – e profundamente maçador, para não dizer enjoativo – esta biografia é uma lufada de ar fresco e de vivacidade. Destrói o que ainda resta do mito, sem matar a nossa curiosidade.

    Fala-nos de um homem que se sentia como um verdadeiro cruzado, que levou muito a sério o seu horóscopo e que tentou fazer com que a sua vida concretizasse as respetivas previsões, que sonhava ser rei: das Canárias, de Granada, do que fosse, já que de Portugal era impossível. Como descreveria o Infante?, perguntam ao historiador em 1994: como ‘uma pessoa interessante mas muito enigmática’.”

    32.00
  • Homens, Espaços e Poderes Séculos XI-XVI – I – Notas do Viver Social

    Reúnem-se agora estudos de um viver quotidiano medieval. Durante vinte anos a decifração de antigos escritos, o diálogo demorado com velhos documentos, fizeram a autora avistar-se com momentos ancestrais que seduzem hoje o homem do nosso tempo.

    Enriquece-se a historiografia portuguesa, com esta profunda abordagem de temas pouco versados, onde estão presentes a alimentação, o trabalho, a pobreza, a morte, a contestação anti senhorial.

    Evoca-se o homem na sua multidimensionalidade e quase intemporalidade ao expor que o pão nosso de cada dia, ontem como hoje, não e igual para todos”, ao referir que na luta do campesinato “fortalecidas saiam, sem dúvida, as solidariedades horizontais dos homens que num todo se opunham às exigências verticais” ao particularizar o papel das mulheres nas cidades, labutando “no âmbito doméstico para a renovação e crescimento dos cidadãos, no publico para a reprodução e mantimento da sociedade”.

    Numa ampla cronologia abrangente dos séculos XI a XV, eleva-se a afirmação de comunidades, através da implantação dos poderes concelhios analisam-se cartas de foral; desbravam-se inquirições.

    Todo um aturado trabalho que transmite aos nossos dias a vivência, as regras, os modos de ser e de pensar de gentes que o tempo passou à memória.

    12.79
  • Homens, Espaços e Poderes Séculos XI-XVI – II – Domínio Senhorial

    O mundo rural medievo é o campo de especialização da autora. A ele dedicou as teses de licenciatura e doutoramento que constituem um marco determinante na historiografia da Idade Média Portuguesa.

    Permite-se a autora, neste volume, trazer aos nossos olhos paisagens agrárias, terras de cultura e pastagens, modos vários de exploração da terra.

    Faz-nos saber preços, rendas e tributos dominiais e senhoriais, contabilidades monásticas.

    Percorrem-se dois mundos: o dos que mandam e recebem e o dos que obedecem e pagam, retrato nítido de um viver social.

    Com uma sólida erudição, e um profundo sentido histórico, a autora contribui decisivamente para a construção do sonho da história total.

    12.41
  • Imagens do Mundo Medieval

    História Social

    Que os assuntos, agora aqui reunidos, possam contribuir para um melhor conhecimento dos nossos antepassados medievais e, através deles, de nós próprios.

    9.59
  • Lisboa em Festa – Uma viagem pelas cerimónias que marcaram a história da cidade (sécs. XII-XIX)

    Uma Festa anuncia-se sempre com um convite e esta não será exceção. Um convite ao Leitor para assistir à Lisboa em Festa, acompanhando a história da cidade a partir de dez cerimónias.

    É o ponto de partida para a descoberta de uma Lisboa diferente, de outros tempos e outras gentes, mas com uma euforia e emoções talvez não muito diferente dos dias de hoje… Encontrar a cidade e o seu pulsar, o viver das suas gentes, não é tarefa fácil e foi este projeto movido pelo sonho e desafio, na ótica da «visita guiada a um mundo possível».

    15.90 14.31
  • O Príncipe Piloto

    D. Afonso de Bragança, o menos conhecido membro da última família real portuguesa, deixou-se contagiar pela magia que irradiava dos novos veículos que a Revolução Industrial do último quartel do século XIX fizera surgir além-Pirenéus. O popular «Arreda» nunca se conformou com a monotonia palaciana e sempre que podia trocava os salamaleques de salão pelo óleo sujo dos motores dos automóveis que colecionava. Por cada vénia que o protocolo lhe exigia, imaginava uma perigosa aventura aos comandos do seu batalhão de bombeiros. Preferia o sobressalto do momento ao calendário repetitivo da agenda real. A paixão fugaz ao amor eterno. A popularidade à  reverência. A aprendizagem prática ao estudo clássico. Trocava, enfim, as fastidiosas partituras musicais do piano da sua mãe, Maria Pia, e do barítono paterno, o rei D. Luís, por um simples mas virtuoso golpe de volante numa qualquer ruela lisboeta. Ao descobrirem-se os caminhos tortuosos da vida de Afonso, é Portugal que se desenha nas suas virtudes e nas suas misérias. Um país dividido entre a bancarrota da Monarquia e a falência da Primeira República.

    18.20
  • Ordens Religiosas em Portugal – Das Origens a Trento. Guia Histórico – 3.ª edição

    Consciente da importância que as ordens religiosas tiveram nos mais variados aspectos da história medieval de Portugal, não posso deixar de me regozijar pela publicação deste Guia. Estou firmemente convencido que prestará serviços inestimáveis tanto a historiadores como a investigadores interessados na conservação do património e no estudo da história local. Trata-se de um Guia que reúne informações de base com indicações do que o leitor, desejoso de saber mais, precisa de ter em conta para avançar com segurança nas suas pesquisas. Também estou em condições privilegiadas para poder recomendar uma obra cujos méritos sei apreciar com objectividade, porque conheço as numerosas dificuldades que os seus autores tiveram de vencer e posso garantir as suas qualidades de rigor e de crítica, no trabalho que têm vindo a desenvolver.

    JOSÉ MATTOSO

    39.50
  • Uma viagem aos bastidores do casamento de D. Filipa de Lencastre e D. João I

    A 2 de Fevereiro de 1387, celebrou-se na cidade do Porto o casamento entre D. João I e D. Filipa de Lencastre, o primeiro da nova dinastia de Avis.

    Foram dias de preparativos e animação: as ruas engalanaram-se com um luxo que jamais se vira, e no dia 14 de fevereiro as gentes desceram à rua para aclamar a nova rainha de Portugal. O rei, em panos de ouro, montando um magnífico cavalo branco, acompanhava a sua esposa. Estava oficialmente decretado: a festa começara.

    Selava-se a aliança entre Portugal e Inglaterra, a mais antiga do mundo que permanece em vigor, e uma união que daria ao reino uma geração de príncipes ilustres, imortalizados como Ínclita Geração. Henrique, o Navegador, nasceria 7 anos mais tarde, na cidade episcopal onde os pais casaram.

    O historiador Vitor Pinto leva-nos numa viagem aos bastidores deste grande acontecimento.

    23.00
  • Ceuta 1415

    “Completam-se este ano seis séculos sobre a conquista portuguesa de Ceuta. Excelente pretexto não para comemorar (comemorar o quê?), mas para evocar o acontecimento, para o repensar, para renovar as perguntas ao passado, aproveitando algumas sugeridas pelas sombrias inquietações do presente-futuro e, desse modo, tentar compreender melhor esse presente-futuro.” É assim que o historiador Luís Miguel Duarte, especialista em Idade Média neste período da nossa História, dá o tiro de partida para um livro único, que pela primeira vez pretende descentrar o olhar de Portugal, e procurar ver este episódio, em primeiro lugar, a partir de dentro da cidade muçulmana, mas também das aldeias e montanhas que a cercam, pelos olhos dos muçulmanos de Gibraltar e dos castelhanos de Tarifa, sem fugir ao desafio de examinar a empresa na ótica portuguesa, sem fugir ao desafio de examinar o protagonismo específico do Infante D. Henrique.

    22.00
  • Salazar a instauração da Ordem

    Entre 1932 e 1934, período capital para a instauração da “Nova Ordem”, Salazar monta cirurgicamente os pilares daquela que viria a ser a mais longa ditadura europeia do século XX. Seguindo o implacável plano arquitectado por Salazar, Arnaldo Madureira, investigador de História Contemporânea, desconstrói um a um os mecanismos que levaram à consolidação do seu poder.

    25.13
  • Consciência Histórica e Nacionalismo

    “Consciência Histórica e Nacionalismo” envolve a memória que os intelectuais portugueses foram construindo sobre a nação em que viveram e o seu passado, bem como a reflexão que foram empreendendo sobre o seu próprio ofício. A consciência histórica é consciência de que todo o presente tem uma anterioridade e de que todos os pontos de vista são relativos. O que remete para o sentido reflexivo da modernidade. Num outro sentido, trata-se de contributos para alargar o conhecimento de uma memória histórica construída e sedimentada por historiadores, tendo em conta a sua função na estruturação da consciência nacional. Reúne-se neste livro um conjunto de textos escritos desde 1992 , incluindo dois inéditos, agora revistos e ampliados.

    29.18