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  • [Re]inventar Alqueva – Do turismo de luxo dos resorts à reinvenção de um lugar com identidade

    O aumento do turismo em torno das albufeiras é o fator que mais tem concorrido para o desenvolvimento da urbanização turística em Portugal e Espanha. Este livro revela os resultados de um caminho de investigação que percorreu todas as albufeiras desses dois países, nas quais a urbanização turística se sedimentou, criando assim um impacto social e económico profundo em territórios ávidos de um desenvolvimento sustentável.

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  • 28 – Crónica de um percurso | 28 – Chronicle of a journey

    O ELÉCTRICO 28, verdadeiro ex-líbris de Lisboa desde 1985, larga do Martim Moniz e nos Prazeres vai a enterrar, ressus­citando ali para regresso da cir­culação. É a linha mais longa e complexa da cidade, e riquíssima de informação urbana — subin­do à Graça, descendo pela Sé até à Baixa para trepar à Estrela, de colina para colina. E, como deve ser, “vendo por onde se vai antes de lá chegar”.

     

    THE 28, real ex-libris of Lisbon since 1985, departs from Martim Moniz and is buried in Prazeres, and is in turn resurrected there for the return trip. It is the lon­gest and most complex tour of the city, as well as rich in urban information — up to Graça, down past the Cathedral to the Baixa to then climb up to the Estrela, hill by hill. As it should be, “seeing where you’re going before you get there”.

    24.90 17.43
  • Today I feel – Diary of an Azulejo | Hoje Sinto-me – Diário dum Azulejo

    Cada estrangeiro que chega a Lisboa descobre-se de repente azulejófilo por vocação e caminhante por profissão, gastando as suas solas para percorrer toda a cidade e conseguir captar a variedade de cores e desenhos colados nas fachadas.

    Eu também tive esta iniciação à cidade e à azulejaria portuguesa. Nos meus passeios caminhava com um ar maravilhado achando que ali, naquela fachada, tinha encontrado o mais lindo azulejo de Lisboa… até ao prédio seguinte. Alguns sapatos depois, comecei a reconhecer os azulejos de longe, como amigos que há algum tempo não vemos, e a notar as pequenas diferenças entre os padrões, tal como os mesmos amigos que, no tempo em que não os vemos, mudaram de óculos ou deixaram crescer o bigode. Assim o estrangeiro azulejófilo em Lisboa começa a desenhar na sua cabeça um mapa personalizado da cidade, inspirado nos desenhos e cores que encontra nos azulejos: aos bairros dá o nome de Ponta de Diamante, Padrão Camélias, e ainda outros.

    Naqueles passeios, naquelas horas de maravilha ótica, comecei a tirar fotos dos azulejos, tentando batizar cada um deles, e parecia que só um sentimento ou uma situação emotiva conseguiam explicar os azulejos, as suas cores, os seus padrões, as mudanças que o tempo e os habitantes da cidade tinham exercido sobre eles. Foi aí que comecei a ler o Diário dum azulejo, este diário, em que as aventuras sentimentais dum azulejo branco serão narradas por ele mesmo, que cada dia tira uma foto do seu estado emocional e tenta traduzir em sensações as cores, as imagens, o brilho que esta arte portuguesa soube produzir.

    8.90 6.23