Cidade de Lisboa

  • 28 – Crónica de um percurso | 28 – Chronicle of a journey

    O ELÉCTRICO 28, verdadeiro ex-líbris de Lisboa desde 1985, larga do Martim Moniz e nos Prazeres vai a enterrar, ressus­citando ali para regresso da cir­culação. É a linha mais longa e complexa da cidade, e riquíssima de informação urbana — subin­do à Graça, descendo pela Sé até à Baixa para trepar à Estrela, de colina para colina. E, como deve ser, “vendo por onde se vai antes de lá chegar”.

     

    THE 28, real ex-libris of Lisbon since 1985, departs from Martim Moniz and is buried in Prazeres, and is in turn resurrected there for the return trip. It is the lon­gest and most complex tour of the city, as well as rich in urban information — up to Graça, down past the Cathedral to the Baixa to then climb up to the Estrela, hill by hill. As it should be, “seeing where you’re going before you get there”.

    24.90
  • Bispos e Arcebispos de Lisboa

    Direcção: João Luís Inglês Fontes

    Coordenação: António Camões Gouveia, Maria Filomena Andrade, Mário Farelo

    “Nas comemorações do tricentenário do Patriarcado de Lisboa inclui-se a publicação desta obra coletiva sobre bispos e arcebispos que o antece-deram. De Potâmio, no século IV, a D. João de Sousa, falecido em 1710, sucederam-se os prelados lisbonenses em várias épocas e contextos sociais e religiosos, aqui biografados por reconhecidos historia-dores de várias Universidades e Centros de Investigação. […]

    Que importam ao que nos liga aos outros, como humanidade, ao mesmo tempo tão igual e tão diversa de contexto a contexto.

    É nisto que a boa historiografia nos ajuda, sem anacronismos nem extrapolações. Sobra o que sobra, para além das diferenças e muitas vezes por contraste, já que por ali não se podia nem devia prosseguir. Sobrará mais humanidade e certamente mais cristianismo. Mas só depois se soube, dando razão póstuma aos profetas.”

    (D. Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa)

    46.00
  • Invocações a Nossa Senhora na cidade de Lisboa

    Invocações a Nossa Senhora na Cidade de Lisboa é uma obra singular sobre a veneração a Nossa Senhora ao longo da história da cidade, desde a sua conquista até ao século XX, uma recolha das suas principais invocações em imagens, altares, capelas, ermidas, igrejas, conventos e mosteiros, e também no nome de instituições como confrarias, irmandades, paróquias e freguesias.

    As invocações são, na sua maioria, acompanhadas de pequenas notas históricas que ajudarão o leitor a compreender a razão da sua existência e a enquadrá-las no seu lugar e no seu tempo.

    16.90
  • Lisboa: Espaços Teatrais Setecentistas

    Estudar a dramaturgia de uma época implica estudar a forma ou formas que o espaço teatral apresentou desde uma estrutura «para-arquitectónica» até à concepção do edificio teatral. Foi nosso objectivo traçar num percurso cronológico, as metamorfoses do lugar teatral, desde a rua ao edifício construído para esse fim. Procuramos entender a génese de um modelo do teatro urbano, analisando a evolução da construção dos diferentes espaços teatrais até à edificação do Teatro São Carlos.

    Para além do edifício (arquitectura de pedra assumida como tal), abordamos a vertente plástica do espectáculo, ou seja a materialidade do espaço teatral, agrupando as diversas «cenas-tipo» conhecidas da cenografia barroca, expressa nos desenhos da escola italiana.

    12.55
  • O Mosteiro dos Jerónimos I

    11.51
  • O Mosteiro dos Jerónimos II

    16.28
  • O Mosteiro dos Jerónimos III

    16.28
  • Today I feel – Diary of an Azulejo | Hoje Sinto-me – Diário dum Azulejo

    Cada estrangeiro que chega a Lisboa descobre-se de repente azulejófilo por vocação e caminhante por profissão, gastando as suas solas para percorrer toda a cidade e conseguir captar a variedade de cores e desenhos colados nas fachadas.

    Eu também tive esta iniciação à cidade e à azulejaria portuguesa. Nos meus passeios caminhava com um ar maravilhado achando que ali, naquela fachada, tinha encontrado o mais lindo azulejo de Lisboa… até ao prédio seguinte. Alguns sapatos depois, comecei a reconhecer os azulejos de longe, como amigos que há algum tempo não vemos, e a notar as pequenas diferenças entre os padrões, tal como os mesmos amigos que, no tempo em que não os vemos, mudaram de óculos ou deixaram crescer o bigode. Assim o estrangeiro azulejófilo em Lisboa começa a desenhar na sua cabeça um mapa personalizado da cidade, inspirado nos desenhos e cores que encontra nos azulejos: aos bairros dá o nome de Ponta de Diamante, Padrão Camélias, e ainda outros.

    Naqueles passeios, naquelas horas de maravilha ótica, comecei a tirar fotos dos azulejos, tentando batizar cada um deles, e parecia que só um sentimento ou uma situação emotiva conseguiam explicar os azulejos, as suas cores, os seus padrões, as mudanças que o tempo e os habitantes da cidade tinham exercido sobre eles. Foi aí que comecei a ler o Diário dum azulejo, este diário, em que as aventuras sentimentais dum azulejo branco serão narradas por ele mesmo, que cada dia tira uma foto do seu estado emocional e tenta traduzir em sensações as cores, as imagens, o brilho que esta arte portuguesa soube produzir.

    8.90
  • O Rossio em Postal Antigo

    Rossio significa “praça pública”. Tem o mesmo sentido que a Ágora para os gregos ou o Forum, para os romanos. Este grande centro viu passar quase toda a História da cidade, as alegrias do povo em festa, as procissões lancinantes das vítimas inquisitoriais, as revoltas, os comícios, os corsos de carnaval. Descendo pelo vale que se fez avenida e pelas encostas que emolduram a praça, os acontecimentos vieram parar ao Rossio. Acontecimentos aqui evocados em 115 postais ilustrados antigos, que constituem belíssimas representações da Praça D. Pedro IV, em Lisboa.

    38.36 14.00
  • Caminho do Oriente – Guia Histórico I

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património existente na zona Oriental de Lisboa. É um projecto de estudo urbano da Zona Oriental de Lisboa com vista ao seu conhecimento para uma coerente intervenção e transformação na preparação da EXPO 98.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia do Olhar – Fotografias da Zona Oriental de Lisboa,

    Este álbum de fotografias corresponde a uma parte do levantamento patrimonial e histórico efectuado no denominado “Caminho do Oriente”, zona oriental de Lisboa, antes da requalificação urbana então efectuada para preparação da Expo 98. A proposta feita a quatro finalistas do curso de fotografia do ARCO foi aceite, e o resultado é a captação de vários olhares com alma própria sobre uma área esquecida de Lisboa, com uma história feita de sobreposições, mal-entendidos e desencontros.

    18.50 14.00
  • Lisboa – What The Tourist Should See

    Trata-se de um guia de Lisboa em inglês (idioma do texto original), o universo fundamental de Pessoa, a cidade a que chama lar, provavelmente datado de 1925, propositadamente turístico, despojado de retórica, em que se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado verificar que apesar dos anos que passaram ainda podemos desfrutar do prazer de passear pelas ruas da cidade e reconhecer os locais de que Pessoa fala. Esta obra de Fernando Pessoa é agora reeditada pela 10ª vez, revisitada pelo Designer Fernando Coelho, que enriqueceu o guia com fotografías da Lisboa dos días de hoje, a cores, um novo desenho gráfico da capa e do interior, enaltecendo esta obra já por si única e grandiosa,

    16.90
  • Lisboa – O Que o Turista Deve Ver

    Trata-se de um guia de Lisboa, o universo fundamental de Pessoa, a cidade a que chama lar, provavelmente datado de 1925, propositadamente turístico, despojado de retórica, em que se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado verificar que apesar dos anos que passaram ainda podemos desfrutar do prazer de passear pelas ruas da cidade e reconhecer os locais de que Pessoa fala. Esta obra de Fernando Pessoa é agora reeditada pela 10ª vez, revisitada pelo Designer Fernando Coelho, que enriqueceu o guia com fotografías da Lisboa dos días de hoje, a cores, um novo desenho gráfico da capa e do interior, enaltecendo esta obra já por si única e grandiosa.

    16.90
  • Nova Ordem Industrial no Estado Novo-1933-1968

    Fruto de uma rigorosa investigação, que serviu de base à tese de doutoramento da autora, esta obra permite acompanhar o desenvolvimento da indústria portuguesa no período de 1933 a 1968 e compreender as transformações urbanas e sociais que as fábricas provocaram na cidade de Lisboa. A obra é enriquecida pela reprodução de imagens de inegável valor histórico, nomeadamente fotografias da época, retiradas dos arquivos de empresas e revistas entretanto extintas, e planos de urbanização e plantas arquitetónicas, fisicamente dispersas em vários arquivos de difícil acesso pelo grande público. Inclui um prefácio da arquitecta Ana Tostões, professora no Instituto Superior Técnico e Presidente do DoCoMoMo Internacional, e uma nota introdutória da autoria de Maria João Neto, professora na Faculdade de Arquitectura. «Uma leitura clara e absorvente, que importa ao especialista mas também ao leitor comum interessado no processo de modernização da sociedade portuguesa e em particular da industrialização da área de Lisboa.» in Prefácio, de Ana Tostões «Uma obra que prova, com a competência e engenho da sua autora, a possibilidade de ser trilhado um caminho seguro e sério no levantamento, estudo e classificação destes exemplares [fábricas], permitindo a sua selecção num contexto de preservação e salvaguarda.» in Nota introdutória, de Maria João Neto

    27.56
  • Lisboa e Amesterdão 1640 – 1705

    Nesta obra, Cátia Antunes identifica os agentes globalizadores que auxiliaram, influenciaram e determinaram as relações económicas e diplomáticas entre as Províncias Unidas dos Países Baixos e o Reino de Portugal. Segundo a autora, negócios e diplomacia foram elementos vitais nas relações socioeconómicas entre Lisboa e Amesterdão. Estes dois portos detinham um papel central no funcionamento de extensas e complexas redes de comércio, crédito e investimento, bem como sob vários mercados de trabalho, quer a nível local e regional, quer a nível intercontinental e global. Consequentemente, os mercadores, agentes económicos, representantes políticos e diplomatas que operavam a partir de Lisboa e Amesterdão foram importantes agentes da globalização expansionista da Idade Moderna.

    20.09
  • O Mosteiro de São Vicente de fora

    O Mosteiro de São Vicente de Fora tem a idade de Lisboa. É uma testemunha histórica e mítica; começou por ser cemitério dos primeiros combatentes e ermida de Nossa Senhora da Enfermaria, mas foi-se refazendo e reincorporando as formas anteriores. A presente obra oferece uma leitura dos espaços, das decorações e evocações, que dão testemunho desse percurso, o percurso de Lisboa, ao longo dos séculos. Ao aspecto fortemente simbólico, o autor, José da Felicidade Alves, associou uma ordenação cronológica simples e clara. Deste modo, é condensada no livro toda a investigação relevante anterior, constituindo-se como guia obrigatório para todos os visitantes. O livro inicia-se precisamente com a “Cronologia dos Principais Acontecimentos Relativos à Vida do Mosteiro de São Vicente de Fora”, seguida de um anexo que contém a “Carta de Felipe II, de 26 de Janeiro de 1582”, na qual este transfere a Igreja de São Sebastião, do Terreiro do Paço, para São Vicente de Fora. A segunda parte da obra desenvolve uma cuidadosa descrição do Edifício da Igreja e do Mosteiro. Na terceira parte, são apresentadas e transcritas as inscrições tumulares no Mosteiro de São Vicente de Fora, seguida de bibliografia e 24 páginas de extra-texto, com plantas, planos e fotos do interior e do exterior da Igreja da São Vicente de Fora. Sobre o autor: A produção literária de José da Felicidade Alves é ampla e variada. De entre as publicações de natureza teológica e pastoral avultam: Católicos e Política (1969), Pessoas Livres (1970), É Preciso Nascer de Novo (1970) e, sobretudo, Jesus de Nazaré (Livros Horizonte, 1994). Foi também em Livros Horizonte que publicou a extensa bibliografia premiada pela Academia Nacional de Belas Artes, que o fez académico em 1994. Redigiu uma série de estudos originais sobre o Mosteiro dos Jerónimos (três volumes publicados entre 1989 e 1994); coordenou e anotou a colecção «Francisco de Holanda» (seis obras entre 1984 e 1989) e a colecção «Cidade de Lisboa» (cinco obras, entre 1987 e 1990). O Mosteiro de São Vicente de Fora figura na lista dos trabalhos que José da Felicidade Alves deixou concluídos e que agora se publica.

    18.17