Product Tag - Romance Histórico

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  • Catherine of Braganza

    ‘What are little girls made of? Sugar and spice and all things nice, 

    that is what little girls are made of.’ — English rhyme inspired by Catherine of Braganza, who brought the habit of drinking tea to the English court.

    And so much more…

    At the age of twenty-three, the Infanta Catherine of Braganza, daughter of Luísa of Gusmão and king João IV of Portugal, left behind all that was dear to her to become Queen of England. A pawn in a larger political scheme,

    certainly, but those who knew Catherine perceived her eagerness for this marriage to Charles II, a prince charming who she loved passionately, even before having met him.

    She fought bravely for king and country, in a court so different from her own, in a world where her religion was proscribed. Catherine had to watch her husband’s infidelities and the births of his illegitimate children, while her womb remained incapable of fulfilling the only goal set out for her, to bear an heir to the throne. And Charles rewarded her courage with unwavering loyalty.

    After the success of Philippa of Lancaster — English Princess, Queen of Portugal, Isabel Stilwell brings us a new and thrilling novel about the only Portuguese princess who rose to the English throne. She leads us on a voyage through the Portuguese court of the 17th century, the turmoil of the Restoration, and the controversial reign of Charles II of England. As we turn the pages, we suffer, laugh and cry along with characters who will remain with us forever.

    24.90
  • D. AMÉLIA – A Rainha exilada que deixou o coração em Portugal

    Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.

     

     

    Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleães e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 661 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer.

    21.00
  • D. MARIA II – Tudo por um Reino

    Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal.

    22.00
  • D. TERESA – Uma Mulher que não abriu Mão do Poder

    O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: anisisapta.
    Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo, de quem herdou os olhos verdes e a astúcia, e de Afonso VI de Leão e Castela que, legitimando-a, lhe sussurrou ao ouvido: «Teresa, filha minha.» Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha.
    Isabel Stilwell, a autora de romances históricos mais lida em Portugal, traz-nos um romance emocionante sobre esta personagem fundamental na nossa história. Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações.
    Pelo seu Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival rainha Urraca de Castela, o pai, a Igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o próprio filho D. Afonso Henriques. A cavalo, de espada em riste, enfrentou-o na lendária Batalha de São Mamede, em 1128.
    Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado com tanta esperança, tantos sonhos, via-se obrigada a fugir, derrotada pelo seu próprio sangue, traída…O seu único consolo era ter ao lado o seu amor Fernão Peres de Trava e a certeza de que em Sahagún, Alberto, fiel amigo, escreveria com verdade a sua história. Imortalizada.

    22.00 19.80
  • D.Maria II – Tudo por um Reino | Edição Comemorativa

    Edição comemorativa do bicentenário do nascimento da Rainha D. Maria II. Uma nova imagem, em versão capa dura e um prefácio especial escrito pela autora para assinalar esta data.

     “Sempre preferi celebrar os nascimentos às mortes. Faço-o em memória dos meus pais e de todas as pessoas que me são tão queridas mas que já cá não estão, e quero muito que também seja assim com as “minhas” rainhas.

    E há tanto de único na vida de D. Maria II, como vai descobrir da primeira à última página deste livro, publicado agora numa edição mesmo muito especial para assinalar o bicentenário do seu nascimento, a 4 de abril de 1819. Tanto de tão extraordinário aconteceu na vida daquela que foi a segunda rainha em funções em Portugal, e a última mulher a reinar por direito (e não por casamento) — e que prazer teve em governar! “

    Isabel Stilwell

    24.90
  • Isabel de Aragão: Entre o Céu e o Inferno

    Isabel Stilwell traz-lhe a extraordinária e emocionante história da rainha que Portugal imortalizou como Rainha Santa.

    Cresceu a ouvir histórias de grandes conquistas, de reinos divididos por lutas sangrentas entre pais e filhos e entre irmãos. A história de Caim e Abel. Uma história que se repetiu ao longo da sua vida…

    Aos 12 anos casou com D. Dinis, rei de Portugal, e junto dele governou durante 43 anos. Praticou o bem, visitou gafarias, tocou em leprosos e lavou-lhes os pés, gastou a sua fortuna pessoal a ajudar os que mais precisavam e mandou construir o mosteiro de Santa Clara, em Coimbra. Da sua lenda fazem parte milagres, curas e feitos. Mas «a melhor rosa de Aragão», que herdou o nome de Santa Isabel da Hungria, «era boa para ser rei», como dizia muitas vezes o marido. Junto dos seus embaixadores e espiões, com a ajuda da sua sempre fiel Vataça, jogou de forma astuta no tabuleiro do poder. Planeou e intrigou. Mas a história teimava em repetir-se. Caim e Abel. Pai contra filho, o seu único filho varão contra os meios-irmãos bastardos.

    Morreu aos 66 anos, depois de uma penosa viagem de dezenas de léguas de Coimbra a Estremoz, montada numa mula, para evitar mais um conflito entre Portugal e Castela. Sempre acreditou que a proteção com que nascera a defenderia de tudo, mas nos últimos tempos de vida sentia-se frágil e vulnerável. E duvidava. Onde falhara como mulher e mãe?

    22.00 19.80
  • ISABEL DE BORGONHA – Ínclita Geração

    Um feito de luzes, outro feito de sombras. Isabel, tal como a sua mãe, D. Filipa de Lencastre, casava tarde. E a ideia de deixar Portugal, o pai envelhecido, os cinco irmãos em constante desacordo, e Lopo, irmão de leite e melhor amigo, para partir para um país longínquo e gelado atormentava-lhe o coração. Era a terceira mulher de Filipe, já duas vezes viúvo, esperava vir a dar-lhe o herdeiro legítimo de que Borgonha tanto precisava. A sua fama de mulherengo atravessava fronteiras… Mas Isabel sabia que nascera para cumprir um destino, ser a Estrela do Norte, que firme no céu indica o caminho. Saberia mudá-lo, torná-lo num homem diferente, acreditava Isabel. Na manga levava um trunfo que apenas partilhava com o seu irmão Henrique e com o seu fiel Lopo, na esperança de se tornar senão amada, pelo menos indispensável. Mas ao longo da sua vida, as sombras foram ganhando terreno e os acontecimentos precipitaram-se numa espiral que Isabel não conseguia travar, e de que apenas o seu filho a podia salvar.

    21.00