Romance Histórico

  • CATARINA DE BRAGANÇA – A coragem de uma Infanta portuguesa que se tornou Rainha de Inglaterra

     

    Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. No coração um misto de tristeza e alegria. Saudades da sua Lisboa, de Vila Viçosa, do cheiro a laranjas, dos seus irmãos que já haviam partido deste mundo e dos que ficavam em Portugal a lutar pelo poder. Mas os seus olhos escuros deixavam perceber o entusiasmo pelo casamento com o homem dos seus sonhos, Charles de Inglaterra, um príncipe encantado que Catarina amava perdidamente ainda antes de o conhecer.
    Por ele sofreu num país do qual desconhecia a língua, os costumes e onde a sua religião era condenada. Assistiu às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro. Catarina não conseguiu cumprir o único objetivo que como mulher e rainha lhe era exigido. Se ao menos não o amasse tanto!, pensava nas noites mais longas e tristes…

    22.00
  • Catherine of Braganza

    ‘What are little girls made of? Sugar and spice and all things nice, 

    that is what little girls are made of.’ — English rhyme inspired by Catherine of Braganza, who brought the habit of drinking tea to the English court.

    And so much more…

    At the age of twenty-three, the Infanta Catherine of Braganza, daughter of Luísa of Gusmão and king João IV of Portugal, left behind all that was dear to her to become Queen of England. A pawn in a larger political scheme,

    certainly, but those who knew Catherine perceived her eagerness for this marriage to Charles II, a prince charming who she loved passionately, even before having met him.

    She fought bravely for king and country, in a court so different from her own, in a world where her religion was proscribed. Catherine had to watch her husband’s infidelities and the births of his illegitimate children, while her womb remained incapable of fulfilling the only goal set out for her, to bear an heir to the throne. And Charles rewarded her courage with unwavering loyalty.

    After the success of Philippa of Lancaster — English Princess, Queen of Portugal, Isabel Stilwell brings us a new and thrilling novel about the only Portuguese princess who rose to the English throne. She leads us on a voyage through the Portuguese court of the 17th century, the turmoil of the Restoration, and the controversial reign of Charles II of England. As we turn the pages, we suffer, laugh and cry along with characters who will remain with us forever.

    24.90
  • D. AMÉLIA – A Rainha exilada que deixou o coração em Portugal

      Última rainha de Portugal, D. Amélia viveu durante 24 anos num país que amou como seu, apesar de nele ter deixado enterrados uma filha prematura que morreu à nascença, o seu primogénito D. Luís Filipe, herdeiro do trono, e o marido D. Carlos assassinados em pleno Terreiro do Paço a tiro de carabina e pistola.

     

    Uma rainha não foge, não vira costas ao seu destino, ao seu país. D. Amélia de Orleães e Bragança era uma mulher marcada pela tragédia quando embarcou, em Outubro de 1910, na Ericeira rumo ao exílio. Essa palavra maldita que tinha marcado a sua família e a sua infância. O povo acolheu-a com vivas, anos antes, quando chegou a Lisboa. Admirou a sua beleza, comentou como era alta e ficou encantado com o casamento de amor a que assistiu na Igreja de São Domingos. A princesa sentia-se uma mulher feliz. Mas cedo começou a sentir o peso da tragédia. O povo que a aclamou agora criticava os seus gestos, mesmo quando eram em prol dos mais desfavorecidos. O marido, aos poucos, afastava-se do seu coração, descobriu-lhe traições e fraquezas e nem o amor dos seus dois filhos conseguiu mitigar a dor. Nos dias mais tristes passava os dedos pelo colar de pérolas que D. Carlos lhe oferecera, 661 pérolas, cada uma símbolo dos momentos felizes que teimava em não esquecer.

    21.00
  • D. MARIA II – Tudo por um Reino

    Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de um reino que não conhecia. Esta é a história de uma mãe dedicada e política de pulso forte que durante dezanove anos comandou os destinos de Portugal.

    22.00
  • D.Maria II – Tudo por um Reino | Edição Comemorativa

    Edição comemorativa do bicentenário do nascimento da Rainha D. Maria II. Uma nova imagem, em versão capa dura e um prefácio especial escrito pela autora para assinalar esta data.

     “Sempre preferi celebrar os nascimentos às mortes. Faço-o em memória dos meus pais e de todas as pessoas que me são tão queridas mas que já cá não estão, e quero muito que também seja assim com as “minhas” rainhas.

    E há tanto de único na vida de D. Maria II, como vai descobrir da primeira à última página deste livro, publicado agora numa edição mesmo muito especial para assinalar o bicentenário do seu nascimento, a 4 de abril de 1819. Tanto de tão extraordinário aconteceu na vida daquela que foi a segunda rainha em funções em Portugal, e a última mulher a reinar por direito (e não por casamento) — e que prazer teve em governar! “

    Isabel Stilwell

    24.90
  • FILIPA DE LENCASTRE A Rainha que mudou o mundo

    Filipa de Lencastre Mulher de uma fé inabalável, conhecida pela sua generosidade, empreendedora e determinada a mudar os usos e costumes de uma corte tão diferente da sua, Filipa de Lencastre deu à luz, aos 28 anos, o primeiro dos seus oito filhos – a chamada Ínclita Geração, que um dia, como ela, partiria em busca de novos mundos e mudaria para sempre os destinos da nação.

    Num romance baseado numa investigação histórica cuidada, Isabel Stilwell conta-nos a vida de uma das mais importantes rainhas de Portugal, desde a sua infância em Inglaterra, onde conhecemos a corte do século XIV, à sua chegada de barco a Portugal, onde somos levados numa vertigem de sentimentos e afetos, aventuras e intrigas.

    21.00
  • ISABEL DE BORGONHA – Ínclita Geração

    Um feito de luzes, outro feito de sombras. Isabel, tal como a sua mãe, D. Filipa de Lencastre, casava tarde. E a ideia de deixar Portugal, o pai envelhecido, os cinco irmãos em constante desacordo, e Lopo, irmão de leite e melhor amigo, para partir para um país longínquo e gelado atormentava-lhe o coração. Era a terceira mulher de Filipe, já duas vezes viúvo, esperava vir a dar-lhe o herdeiro legítimo de que Borgonha tanto precisava. A sua fama de mulherengo atravessava fronteiras… Mas Isabel sabia que nascera para cumprir um destino, ser a Estrela do Norte, que firme no céu indica o caminho. Saberia mudá-lo, torná-lo num homem diferente, acreditava Isabel. Na manga levava um trunfo que apenas partilhava com o seu irmão Henrique e com o seu fiel Lopo, na esperança de se tornar senão amada, pelo menos indispensável. Mas ao longo da sua vida, as sombras foram ganhando terreno e os acontecimentos precipitaram-se numa espiral que Isabel não conseguia travar, e de que apenas o seu filho a podia salvar.

    21.00
  • Maria II

    The queen of Portugal’s correspondence with queen Victoria gives us a fantastic insight into the private life of two powerful women, both married to princes of Saxe-Coburg-Gotha, who are struggling to conciliate motherhood with the responsibility (and pleasure) of power.

    When only seven years old, Maria da Gloria became queen of Portugal. A country, on the other side of the ocean, where she had never been. She grew up in Brazil, spending the long warm days between the green hillocks and the white sandy beaches, secure in the love of her dearest mother, Leopoldina of Austria.
    The only shadow cast over this happiness was her father’s mistress, Domitília, the favourite and most famous mistress of D. Pedro, the emperor of Brazil. In 1828 she departed for Vienna to be educated in her grandfather’s court, but when she lost the throne to her uncle Miguel, she ended up in London. She became
    King George IV’s protégé and he commissioned Lawrence to paint her portrait (on this book’s cover). During her stay in London she met the heir presumptive, Alexandrina Victoria, and they forged a close bond that lasted a lifetime. When she was fourteen, the civil was coming to an end and D. Maria set foot, for the first time, on her country’s soil. Finally on the throne, she promised herself that she would be a good queen, and a happier one than her dearest mother had been. Her marriage to D. Fernando of Saxe-Coburg-Gotha, father of her eleven children, was truly a blissfull, as she confides in her letters to her “Dear cousin Victoria” – now a queen herself, and married to Fernando’s first cousin, Albert.

    24.90
  • Philippa of Lancaster

    Daughter of John of Gaunt, granddaughter of the great Edward III, Philippa of Lancaster left behind her much loved England to marry the Portuguese King João I.  Mother of Henry, the Navigator, and of five other children, together known as the “Illustrious Generation”, this is the story of love and enmity, adventure and intrigue of the only English princess who became queen of Portugal.

    A woman of unwavering faith, known for her generosity and strong will, she was determined to change the Portuguese court, so different from the one she had grown up in. Philippa gave birth to her first child when she was 28 years old. That was the beginning of the Ínclita Geração, the “Illustrious Generation”, which would one day sail away in search of new worlds, forever changing the destiny of Portugal, and of the world. Friar John, her tutor, had foreseen her future in the stars. The first daughter of John of Gaunt and Blanche of Lancaster, granddaughter of the great Edward III, she left behind her beloved England to marry the Portuguese King João I. On February 11, 1387, the people of Porto filled the streets of the city to enthusiastically acclaim Filipa de Lencastre, Queen of Portugal. In this historical novel, based on a careful historical research, the bestseller author Isabel Stilwell tells us the story of one of Portugal’s most important queens.

    24.00