Product Tag - Lisboa

  • O Mosteiro de São Vicente de fora

    O Mosteiro de São Vicente de Fora tem a idade de Lisboa. É uma testemunha histórica e mítica; começou por ser cemitério dos primeiros combatentes e ermida de Nossa Senhora da Enfermaria, mas foi-se refazendo e reincorporando as formas anteriores. A presente obra oferece uma leitura dos espaços, das decorações e evocações, que dão testemunho desse percurso, o percurso de Lisboa, ao longo dos séculos. Ao aspecto fortemente simbólico, o autor, José da Felicidade Alves, associou uma ordenação cronológica simples e clara. Deste modo, é condensada no livro toda a investigação relevante anterior, constituindo-se como guia obrigatório para todos os visitantes. O livro inicia-se precisamente com a “Cronologia dos Principais Acontecimentos Relativos à Vida do Mosteiro de São Vicente de Fora”, seguida de um anexo que contém a “Carta de Felipe II, de 26 de Janeiro de 1582”, na qual este transfere a Igreja de São Sebastião, do Terreiro do Paço, para São Vicente de Fora. A segunda parte da obra desenvolve uma cuidadosa descrição do Edifício da Igreja e do Mosteiro. Na terceira parte, são apresentadas e transcritas as inscrições tumulares no Mosteiro de São Vicente de Fora, seguida de bibliografia e 24 páginas de extra-texto, com plantas, planos e fotos do interior e do exterior da Igreja da São Vicente de Fora. Sobre o autor: A produção literária de José da Felicidade Alves é ampla e variada. De entre as publicações de natureza teológica e pastoral avultam: Católicos e Política (1969), Pessoas Livres (1970), É Preciso Nascer de Novo (1970) e, sobretudo, Jesus de Nazaré (Livros Horizonte, 1994). Foi também em Livros Horizonte que publicou a extensa bibliografia premiada pela Academia Nacional de Belas Artes, que o fez académico em 1994. Redigiu uma série de estudos originais sobre o Mosteiro dos Jerónimos (três volumes publicados entre 1989 e 1994); coordenou e anotou a colecção «Francisco de Holanda» (seis obras entre 1984 e 1989) e a colecção «Cidade de Lisboa» (cinco obras, entre 1987 e 1990). O Mosteiro de São Vicente de Fora figura na lista dos trabalhos que José da Felicidade Alves deixou concluídos e que agora se publica.

    18.17 12.72
  • Lisboa – História Física e Moral-2ª.Edição

    “Lisboa, História Física e Moral” é um livro de enorme fôlego que traça o perfil vivo e o carácter de uma cidade contínua no tempo. A esperada obra do historiador e crítico de arte José-Augusto França unifica as visões fragmentárias sobre Lisboa a partir do comportamento, vaidades e devoções dos lisboetas, tecendo uma história humanizada, vibrante e coerente. São 850 páginas de informação rigorosa e fascinante, que nos levam do Paleolítico à Expo 98, unindo o urbanismo e a economia à política e à cultura. «Intitula-se “História Física e Moral” esta História de Lisboa – e assim crê o autor que devem ser as histórias de todas as cidades, feitas de ruas e casas, tanto quanto de gentes que as percorrem e habitam. As pedras mortas, que se acumulam por protecção e as vivas (“ce sont hommes”, Pascal), que lhes dão sentido e necessidade, devem ser correlativas, para que a cidade exista em sua coerência. No tempo que a atravessa, os homens afeiçoam-se em engenhos e intrigas, procuram a felicidade possível, comportam-se, em suma, como seres humanos, bons e maus, ou nem isso, em seus costumes que os séculos mudam em morais e modas. E constroem por comodidade e lucro, por vaidade também, e devoção, quando foi caso disso; por necessidade de criação, nos mais nobres casos». É deste modo que abre o livro de José-Augusto França, abrindo também as portas a uma reflexão que o autor propõe: «A civilização tem origem na cidade-civitas e por isso deve sempre pôr-se em questão a própria cidade – como o é, para que o é. E se o é. Antes de contar a história de Lisboa, fica bem perguntá-lo, como o autor, aliás, já fez, em título de um primeiro curso universitário que fundou, há exactamente trinta anos». Nesta cidade, segundo o autor, «Em oito séculos e meio de história” os lisboetas foram e vão vivendo a sua mansa continuidade, com benefício do clima – e do Tejo da sua necessidade de transporte e de recuperada ecologia, se o for, numa sociedade de consumo, mais físico e financeiro que moral». E desengane-se quem supuser que «por ir tendo, desde o século XIX, mais factos e dados registados, na abundância de informação disponível, a Lisboa de 2000 é mais importante do que a de 1500 (…). A todo o momento da leitura isso deve estar presente no espírito – como o esteve à responsabilidade do historiador», afirma José-Augusto França no prefácio da obra. Lisboa, História Física e Moral cobre a existência contínua da cidade de Lisboa, abordando inicialmente o sítio geográfico e os seus primeiros habitantes, e depois as cidades romana, visigótica, muçulmana e depois cristã até ao século XXI. Sete capítulos tratam dos períodos culturais das Lisboas sucessivamente “Medieval”, “Manuelina”, “Maneirista”, “Filipina”, “Barroca”, “Joanina”, “Pombalina” e “Oitocentista” e “Novecentista”. Os dois séculos finais são designados mais directamente pela sua situação cronológica, dada a variedade e variação dos seus conteúdos culturais e orgânicos. O discurso histórico é conduzido sempre num plano geral, atento ao urbanismo e à arquitectura, com o inventário necessário, e às práticas políticas, sociais e culturais. As partes “física” e “moral” da cidade, no seu todo. Vinte e três subcapítulos, inseridos cronologicamente, tratam com maior pormenor de factos históricos e políticos, ou de criações e eventos culturais de especial significado – até à exposição mundial de 1998.

    49.97 28.00
  • O Terramoto de 1755. Impactos Históricos-2ª.Edição

    24.21 16.95
  • Lisboa Barroca e o Barroco de Lisboa

    20.04 14.03
  • Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa

    Com o presente tomo, completa-se o V volume de Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa. Este tomo é dedicado à zona de Lisboa que, com razoável aproximação, poderíamos designar por Lisboa Oriental. Além da descrição de cada monumento, o livro inclui a documentação fotográfica correspondente, o que em muito o valoriza.

    27.86 19.00
  • Lisboa Histórias e Memórias

    «Este livro constitui efectivamente uma selecção crítica, poética e apaixonada a um tempo, de textos e imagens referentes à época analisada. A autora soube encontrar para isso o registo e o tom certos: alimentando uma interacção constante entre imagem e texto, aberta e interdisciplinar; aceitando relatos e contributos tanto de autores estrangeiros como nacionais; integrando, num discurso gráfico fluente, fotos das mais distintas proveniências (de álbum, avulsos e postais), com os respectivos textos associados; elegendo os olisipógrafos, mas também os novelistas, romancistas e cronistas, sejam os que viveram a época estudada, ou os que, mais recentemente, a reinventaram ou romancearam; finalmente, elegendo os críticos e os defensores, as visões mais negativas e as mais positivas, no quadro do seu roteiro» José Manuel Fernandes, in Prefácio Lisboa: Histórias e Memórias surge como um convite para revisitarmos a cidade pelos olhos de escritores e de poetas, de olisipógrafos e de fotógrafos, que nela viveram ou que por ela passaram. São histórias e memórias que aqui nos ficam: de Eça de Queirós e de Ramalho Ortigão, de Bulhão Pato e de Fialho de Almeida, de Aquilino Ribeiro e de José Rodrigues Miguéis e de muitos outros. São histórias e memórias de Lisboa, que cobrem um período de cerca de cem anos, de 1850 até aos finais dos anos 40 do século passado, contadas pelos seus protagonistas, muitas delas, outras por personagens fictícias – como Severino Zambujeira, de Rodrigues Miguéis, ou Ricardo Reis criado por Saramago –, acompanhadas por imagens captadas pelas câmaras de José Leitão Bárcia, de Joshua Benoliel, de António Novais, de Cunha Moraes, de Eduardo Portugal, e de muitos outros fotógrafos.

    38.36 19.00
  • Os Planos da Avenida da Liberdade e Seu Prolongamento

    Regista-se neste livro a quantidade de produção dos arquitectos e urbanistas que, ao longo do século XX, idealizaram o prolongamento da Avenida da Liberdade, procurando resolver as suas descontinuidades e tirar partido do seu potencial. Optou-se pela divulgação sequencial dos Projectos, recorrendo sempre que possível à transmissão directa de registos de fontes e comentários dos seus autores. Pede-se ao leitor que faça uma viagem pelo imaginário destes protagonistas para que não passe despercebida a relevância do prolongamento da Avenida no processo de construção de uma identidade para a Lisboa do novo século.

    18.37 12.86
  • 7 Anos de Lisboa

    Na continuidade das duas colectâneas anteriores (“Lisboa, Arquitectura e Património” e “Lisboa em Obra(s)”, editadas por Livros Horizonte), José Manuel Fernandes organiza uma “memória” recente dos temas relacionados com a Arquitectura, o Património e o Urbanismo em Lisboa, entre 1997 e 2005. Este livro é constituído, sobretudo, por uma compilação de textos escritos pelo autor para o jornal “Expresso”, textos esses com origem muitas vezes em polémicas ocorridas, quer por ameaça de destruição de edifícios (com valor histórico e arquitectónico) quer pelo aparecimento de espaços qualificados, arquitectónicos ou urbanos, em Lisboa. Numa visão geral destes sete anos que a leitura dos textos permite, realçam-se temas urbanísticos como a Expo 98, as questões da Baixa e do Chiado (e da degradação/recuperação do centro de Lisboa) e a evolução de alguns bairros da capital, do Bairro Azul a Campo de Ourique. Destacam-se também assuntos de âmbito arquitectónico, como a ameaça ou o real desaparecimento dos edifícios dos últimos cinemas (São Jorge, Olímpia, Odeon, Europa…). Há, contudo, espaço ainda para os aspectos positivos como a recuperação de edifícios “vulgares”, no quadro do prémio RECRIA, ou de arquitecturas mais luxuosas, como a do palacete Valle Flor.

    16.75 11.73
  • Lisboa 1898. Estudo de Factos Socioculturais

    LISBOA1898 segue-se a O ROMANTISMO EM PORTUGAL (1974, 3.ª ed. 1999) e a OS ANOS 20 EM PORTUGAL (1992), três “estudos de factos socioculturais” de José-augusto França, que cobrem períodos de um século, de um decénio e de um ano, num programa metodológico que foi reduzindo o campo operatório em longa, média e curta “durées”. História sociológica aplicada a objectos de civilização, da poética às artes e aos costumes, no caso desta LISBOA 1898, cobrem-se factos nacionais importantes, como o centenário da viagem de Vasco da Gama, a crise de Moçambique com a envolvência de Mouzinho de Albuquerque, a “conversão” da dívida interna-cional, as crises do D. Maria e do São Carlos; e, fora das fronteiras de Lisboa, a guerra de Cuba e o caso Dreyfus, no seu reflexo numa imprensa portuguesa de cento e oitenta periódicos…

    19.19 13.43
  • Os Engenheiros em Lisboa. Urbanismo e Arquitectura (1850-1930)

    Estudo pioneiro sobre as concepções, a actividade e o papel dos Engenheiros no urbanismo da cidade de Lisboa, entre 1850 e 1930, como reflexo de um ordenamento do território comandado pela definição de uma rede de comunicações nacionais e internacionais. Na base de um acervo documental em grande parte inédito, a investigação lança nova luz sobre a actividade dos Engenheiros na introdução e adaptação das novas tipologias construtivas necessárias à sociedade moderna. Neste contexto desenha-se o modo como o Estado aproveitou e fomentou as capacidades técnicas e de realização destes profissionais – já anteriormente provadas no campo da Engenharia Militar –, transfor-mando-os em elementos fundamentais na consecução do programa de obras públicas que deveria modernizar o país.

    26.50 18.55
  • O Emblema da Cidade de Lisboa

    Muitas cidades adoptaram nos seus emblemas os feitos mais importantes do seu passado e da sua história, como marcas de identidade local e como afirmação do poder autárquico. O emblema de Lisboa com raízes profundas na lenda, na história e no mito, apresenta uma nau com dois corvos. Na sequência dos séculos, estes elementos têm sofrido alterações ao gosto de cada época: avultam os navios representados, desde a nau romana até ao navio do século de seiscentos e havendo exemplos de navios a vapor. A posição e número de corvos também tem variado ao longo dos tempos. A Câmara Municipal de Lisboa não é uma empresa, não está no mercado concorrencial. A sua imagem não se destina a vender bens e produtos mas tem, justamente, como objectivo, o reconhecimento dos munícipes naquela organização. A imagem municipal reforça o sentido de pertencer a uma comunidade, estimulando as relações afectivas. Das análises e considerações feitas no corpo deste estudo decorre a formulação de três critérios fundamentais cuja aplicação se julga eficaz para conseguir os fins desejáveis para uma imagem coordenada municipal. Um critério funcional, um critério histórico e um critério técnico.

    11.61 8.13
  • Esmola e Degredo. Mendigos e Vadios em Lisboa (1835-1910)

    Quem eram, como viviam, como eram observados os mendigos e os vadios de Lisboa, de meados do século XIX até à República. Que atitudes e directivas assistenciais ou repressivas o Estado liberal adoptou face a esta realidade social. Devido à dimensão do pauperismo Oitocentista, onde mendigos e vadios se confundiam com as classes laboriosas (pobres), a sociedade reclamou novas medidas para a resolução dos problemas de miséria e exclusão social. Da caridade individual à beneficência pública, do licenciamento da mendicidade à sua opressão. A pena máxima infligida aos vadios foi o degredo, expulsão física do território continental dos cidadãos indesejáveis. A repressão da ociosidade dos mendigos/vadios, legitimada pela valori-zação do trabalho, atingiu os desempregados, categoria social criada no final do século XIX. As leis sociais permitiram uma mudança efectiva da situação que culminou na criação de um sistema de segurança social. Pretende-se que o leitor equacione as analogias entre o Passado e o Presente. No século XXI os debates sobre o «Estado Providência» e as novas formas de exclusão social, nomeadamente dos trabalhadores estrangeiros, migrantes, torna premente a História destes sujeitos sociais.

    15.14 10.60
  • Lisboa e a Guerra – 1367-1411

    Apesar de apresentar frequentes abordagens de âmbito político, económico e social, Lisboa e a Guerra (1367-1411) é, acima de tudo, um estudo de História Militar Medieval, onde se analisam as formas como a principal cidade do reino sentiu os conflitos militares que ocorreram nesse período e as respostas dadas às situações daí decorrentes. Da organização militar concelhia até às consequências da guerra, passando pelas intervenções das milícias nos confrontos bélicos e pelos cercos de 1373 e de 1384, pretende-se dar a conhecer uma faceta ainda pouco estudada da Lisboa medieval. Com este estudo, o autor recupera, aliando-as, a História Militar e a Olisipografia, áreas de investigação durante tantos anos arredadas dos horizontes dos historiadores e para cuja revitalização também se pretende contribuir.

    15.10 10.57
  • A Baixa Pombalina – Passado e Futuro-2ª.Edição

    A Baixa Pombalina, o coração da cidade de Lisboa, é um conjunto arquitectónico monumental de excepção. Foi classificado em 1978, mas desde então não foi adoptado nenhum Plano de Conservação e Restauro. Esta obra começa com uma breve descrição da evolução da cidade, desde a Antiguidade até ao presente, em particular a sua área central. O terramoto de 1755 destruiu uma grande parte da cidade com origem medieval. O Plano de Reconstrução de Lisboa, um exemplo do Urbanismo Iluminista do século Dezoito, estabeleceu um novo traçado urbano regular e ordenado, e uma nova arquitectura. As características e os problemas que este conjunto apresenta hoje em dia são objecto de uma análise pormenorizada. Um quarteirão representativo é objecto de estudo, e num dos seus lotes é feito um levantamento e análise mais detalhados. A abordagem da Conservação da Baixa Pombalina é dirigida para os principais aspectos relativos à futura elaboração dum Plano. São apresentadas sugestões para desenvolver o processo de Reabilitação: a realização de um Relatório como uma base essencial para fornecer informação organizada; um enquadramento legal apropriado para implementar o processo; recomendações gerais para dar resposta aos problemas mais urgentes. Várias hipóteses são apresentadas e discutidas para serem tomadas em consideração num futuro Plano de Conservação, que se deseja possam ser uma contribuição útil.

    20.09 14.06
  • Lisboa Manuelina

    O autor, já com larga experiência no estudo da História de Lisboa, consegue pela primeira vez reconstituir a história urbana da cidade medieval, onde nos aprarecem importantes novidades interpretativas, e sobre ela ancorar a leitura das inovações da urbe manuelina. Dissertação notável pela investigação, pela metodologia e pela novidade, onde é visível a aliança entre a máxima erudição (com importantíssima investigação de arquivo) e a mais inteligente interpretação histórico-cultural. Donde resulta um salto epistemológico assinalável na História do Urbanismo em Portugal. A velha “escola portuguesa de arquitectura e urbanismo” que até agora era entrevista sobretudo nas suas afinidades com as teorias renascentistas, parece radicar também, para além da teorização tratadística e da influência da arquitectura militar, num pragmatismo manuelino onde convergem prática e ciência náutica, matemática, centralização política administrativa e nova gestão económica.

    18.50 12.95
  • Os Indigentes – Entre a Assistência e a Repressão

    Numa perspectiva de história do quotidiano, o presente livro propõe-se estudar quem eram e como viviam os indigentes na Lisboa do 1.º terço do século XX. Ao abordar o estudo de uma categoria social marginalizada e, por isso, sem capacidade de se autorepresentar, o seu retrato é esboçado através do olhar de outros indivíduos, de classes sociais diferentes e a partir da análise de dois sistemas que lhe servem de enquadramento social: a assistência e a repressão. Os valores herdados do século XIX, como a valorização do trabalho e a rejeição da ociosidade, bem como a crescente importância da família como célula-base da sociedade favorece o aparecimento de vadios, vagabundos, mendigos, sem meios e sem abrigo. Os “pobres” são estigmatizados e tornam-se alvo de atitudes de condenação e medo, o que dificultava a sua reinserção social. Face a esta situação subsistiam duas atitudes básicas: a caritativa e a repressiva, que frequentemente se entrecruzavam, sendo por vezes de difícil distinção, particularmente no caso das camadas mais jovens, pois a instituições não tinham um carácter repressivo mas de reeducação e de reinserção. Este livro pretende dar o retrato do indigente no seu meio, fazendo simultaneamente a análise das diferentes formas de assistência e das medidas de repressão e/ou regeneração então aplicadas a esta categoria social.

    12.68 8.88