Product Tag - Lisboa

  • Monte Olivete, Minha Aldeia

    “Monte Olivete, minha aldeia” é um roteiro histórico e artístico, em urbanismo, arquitectura e paisagem, humana também, através das vivências de um antigo local de Lisboa que Fernão Lopes já mencionou. José-Augusto França, autor de vasta obra de historiador da cidade, passeou lentamente por estas ruas, largos e jardins, calçadas e escadinhas, entre igrejas e conventos, universidades e indústrias, palácios, casas e casebres, com a experiência de lá viver há meio século. E com sociologia aplicável… Um triângulo com vértice no Rato, lados nas descidas do Salitre e de S. Bento, base numa sequência de três jardins, da Alegria, do Príncipe Real e das Flores, e mediana na linha de festo da rua da Escola Poltécnica, define-se claramente na topografia da cidade – tendo adquirido personalidade ao longo de mais de quatro séculos, em transformações naturais e artificiais, conservações e restauros. Depois de ter escrito a “crónica de um percurso” do carro eléctrico “28” (1999, 2.ª ed. 2000) e de ter publicado “Memórias para o Ano 2000” (2000, 2.ª ed. 2001), José-Augusto França deu-se, com gosto, a este “divertimento literário” – que Pedro Soares mais uma vez acompanhou com as suas fotografias.

    27.69 17.00
  • Exposições do Estado Novo – 1934-1940

    A Exposição do mundo Português foi, em 1940, um facto cultural da maior importância no quadro da política do Estado Novo em que se explica, programada que foi pelo próprio Oliveira Salazar no âmbito de vastas comemorações nacionalistas do regime. Mas a exposição de Belém ultrapassa o seu propósito pela qualidade artística da sua realização, apogeu da criação dos artistas portugueses das duas primeiras gerações “modernistas”, após uma série coerente de manifestações que a preparam – desde 1934, na exposição do 1.º Congresso da União Nacional. A Professora Margarida Acciaiuoli consagrou uma parte importante da sua tese de doutoramento (UNL, 1991) à história da Exposição de 1940 estudando minuciosamente as que a precederam, numa recolha inédita de informações, e passando daí ao estudo original da arquitectura e do urbanismo, da pintura e da escultura dos anos 40 em Portugal.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia do Património Industrial

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património industrial existente na zona Oriental de Lisboa na continuação das transformações urbanas introduzidas pela preparação da EXPO 98. A área oriental da cidade experimentou uma vocação industrial, cujas marcas ficaram traçadas na paisagem, desde a época da expansão. Oficinas, manufacturas, fábricas, chaminés, fornos, grandes conjuntos industriais, bairros operários, trabalho, greves… Este guia procura contribuir para o reconhecimento e salvaguarda dos valores industriais e dos seus edifícios notáveis, da caracterização do valor patrimonial artístico-arquitectónico e técnico das unidades sobreviventes na cidade oriental.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia Histórico II

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património existente na zona Oriental de Lisboa. É um projecto de estudo urbano da Zona Oriental de Lisboa com vista ao seu conhecimento para uma coerente intervenção e transformação na preparação da EXPO 98.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia Histórico I

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património existente na zona Oriental de Lisboa. É um projecto de estudo urbano da Zona Oriental de Lisboa com vista ao seu conhecimento para uma coerente intervenção e transformação na preparação da EXPO 98.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia do Azulejo

    Lisboa produziu e consumiu quantidades prodigiosas de azulejos, sobretudo nos séculos XVII, XVIII e XIX e apesar de parte desse património ter desaparecido muito ainda pode ser visto na zona oriental. Veremos duas vertentes da arte o azulejo: a dos interiores que cria ambientes requintadíssimos dentro dos edifícios, e a azulejaria concebida para o exterior como forma de arte urbana. Lisboa foi desde o século XVI, o grande centro produtor e exportador de azulejo, inventando uma forma muito especial de viver com ele, multiplicando as suas hipóteses decorativas e significativas que vão evoluindo ao mesmo tempo que as mentalidades e as preocupações da sociedade. O “Guia do Azulejo” resulta de uma longa investigação feita no Caminho do oriente, passeio que se propõe ao leitor desde o Largo do Museu Militar ao Convento de Marvila.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia do Olhar – Fotografias da Zona Oriental de Lisboa,

    Este álbum de fotografias corresponde a uma parte do levantamento patrimonial e histórico efectuado no denominado “Caminho do Oriente”, zona oriental de Lisboa, antes da requalificação urbana então efectuada para preparação da Expo 98. A proposta feita a quatro finalistas do curso de fotografia do ARCO foi aceite, e o resultado é a captação de vários olhares com alma própria sobre uma área esquecida de Lisboa, com uma história feita de sobreposições, mal-entendidos e desencontros.

    18.50 14.00
  • Lisboa 1821 – A Cidade e os Políticos

    “Lisboa 1821” procura caracterizar a Lisboa e os políticos de 1821, captar o o perfil do deputados das Cortes Constitucionais, localizar as casas em que habitaram, reconstituir os trajectos que os “pais da Pátria” efectuavam diariamente, enfim, captar os mais diversos elos de ligação que se estabeleceram entre a cidade e esses políticos oriundos das mais diversas partes de Portugal, os quais animaram e apaixonaram, incontestavelmente a capital, no plano das ideias e das lutas políticas.

    34.36 19.00
  • Sete Olhares

    Procura-se neste livro apresentar sete dos mais sigificativos olhares que fixaram imagens de Lisboa através de uma câmara fotográfica: Francesco Rocchini, Paulo Guedes, Joshua Benoliel, Augusto Bobone, Armando Serôdio, Eduardo Portugal e José Artur Bárcia. A Lisboa de finais do século XIX de Francesco Rocchini, o quotidiano de Paulo Guedes, os lisboetas de Joshua Benoliel e de Augusto Bobone, os trabalhos deíndole variada encomendados pela CML a Armando Serôdio, parte dos documentários exaustivos de Eduardo Portugal como olissipógrafo e, ainda, os mais diversos aspectos da cidade vistos pela objectiva de José Artur Bárcia.

    14.99
  • A Sétima Colina

    Este livro é um roteiro histórico-artístico do percurso romântico de Lisboa que parte do Cais do Sodré até ao Largo do Rato, passando pela cerca fernandina, Largos das Duas Igrejas e Camões, o Chiado, Largo de S. Roque, jardim de São Pedro de Alcântara e do Príncipe Real, Escola Politécnia, Imprensa Nacional, etc. Ao longo do pecurso é feita referencia histórica e cultural ao mais importante património aí existente: palácios, edifícios notáveis, personagens históricos, influências culturais, museus, monumentos escultóricos, etc.

    20.14 17.00
  • Lisboa em Movimento

    Como se modernizou Lisboa, ao longo da segunda metade do século XIX (até ao seu “final”, que, como se sabe, foi surgindo com a Grande Guerra e o seu rescaldo já em plenos anos 20), depois de, com a Regeneração, se ter garantido por várias décadas a estabilidade política, económica e social? Quais os meios materiais, técnicos, formais que, apesar de todas as contrariedades do caminho, permitiram à capital afirmar a sua contemporaneidade com a restante Europa, com as dinâmicas Américas? Constata-se que essa modernização material se efectuou em várias “frentes”, todas elas unidas pela ideia de movimento: Lisboa cresceu, alargando para mais do dobro ou do triplo a extensão dos seus limites; a cidade reestruturou as suas redes distribuindo água, luz, gás, e transportes. Finalmente dos 210 000 habitantes dos anos 1860 mais que dobrou em meio século, contando em 1910 com mais de 430 000, pouco para a Europa, muito para Portugal.

    34.36 19.00
  • Bilhetes Postais Antigos do Largo do Rato à Praça D. Luís

    Percorrer o caminho que vai do Rato à Praça D. Luís, através da Politécnica, da Rua D. Pedro V, do Largo da Misericórdia, dando um salto ao Chiado, passando na Ribeira e em S. Paulo é um passeio extremamente agradável, seja qual for o meio de transporte. Hoje iremos fazer esse percurso de um modo diferente, através de bilhetes postais ilustrados, editados ao longo do século passado, que nos levam a conhecer uma Lisboa que já desapareceu e que deixou saudades; a relembrar espaços, transportes, modos de vestir; a reviver tipos populares que fazem parte do nosso imaginário, as varinas, as vendedeiras…

    21.14 14.00
  • Lisboa – What The Tourist Should See

    Trata-se de um guia de Lisboa em inglês (idioma do texto original), o universo fundamental de Pessoa, a cidade a que chama lar, provavelmente datado de 1925, propositadamente turístico, despojado de retórica, em que se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado verificar que apesar dos anos que passaram ainda podemos desfrutar do prazer de passear pelas ruas da cidade e reconhecer os locais de que Pessoa fala. Esta obra de Fernando Pessoa é agora reeditada pela 10ª vez, revisitada pelo Designer Fernando Coelho, que enriqueceu o guia com fotografías da Lisboa dos días de hoje, a cores, um novo desenho gráfico da capa e do interior, enaltecendo esta obra já por si única e grandiosa,

    16.90 11.83
  • Lisboa – O Que o Turista Deve Ver

    Trata-se de um guia de Lisboa, o universo fundamental de Pessoa, a cidade a que chama lar, provavelmente datado de 1925, propositadamente turístico, despojado de retórica, em que se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado verificar que apesar dos anos que passaram ainda podemos desfrutar do prazer de passear pelas ruas da cidade e reconhecer os locais de que Pessoa fala. Esta obra de Fernando Pessoa é agora reeditada pela 10ª vez, revisitada pelo Designer Fernando Coelho, que enriqueceu o guia com fotografías da Lisboa dos días de hoje, a cores, um novo desenho gráfico da capa e do interior, enaltecendo esta obra já por si única e grandiosa.

    16.90 11.83
  • Nova Ordem Industrial no Estado Novo-1933-1968

    Fruto de uma rigorosa investigação, que serviu de base à tese de doutoramento da autora, esta obra permite acompanhar o desenvolvimento da indústria portuguesa no período de 1933 a 1968 e compreender as transformações urbanas e sociais que as fábricas provocaram na cidade de Lisboa. A obra é enriquecida pela reprodução de imagens de inegável valor histórico, nomeadamente fotografias da época, retiradas dos arquivos de empresas e revistas entretanto extintas, e planos de urbanização e plantas arquitetónicas, fisicamente dispersas em vários arquivos de difícil acesso pelo grande público. Inclui um prefácio da arquitecta Ana Tostões, professora no Instituto Superior Técnico e Presidente do DoCoMoMo Internacional, e uma nota introdutória da autoria de Maria João Neto, professora na Faculdade de Arquitectura. «Uma leitura clara e absorvente, que importa ao especialista mas também ao leitor comum interessado no processo de modernização da sociedade portuguesa e em particular da industrialização da área de Lisboa.» in Prefácio, de Ana Tostões «Uma obra que prova, com a competência e engenho da sua autora, a possibilidade de ser trilhado um caminho seguro e sério no levantamento, estudo e classificação destes exemplares [fábricas], permitindo a sua selecção num contexto de preservação e salvaguarda.» in Nota introdutória, de Maria João Neto

    27.56 19.29
  • Lisboa e Amesterdão 1640 – 1705

    Nesta obra, Cátia Antunes identifica os agentes globalizadores que auxiliaram, influenciaram e determinaram as relações económicas e diplomáticas entre as Províncias Unidas dos Países Baixos e o Reino de Portugal. Segundo a autora, negócios e diplomacia foram elementos vitais nas relações socioeconómicas entre Lisboa e Amesterdão. Estes dois portos detinham um papel central no funcionamento de extensas e complexas redes de comércio, crédito e investimento, bem como sob vários mercados de trabalho, quer a nível local e regional, quer a nível intercontinental e global. Consequentemente, os mercadores, agentes económicos, representantes políticos e diplomatas que operavam a partir de Lisboa e Amesterdão foram importantes agentes da globalização expansionista da Idade Moderna.

    20.09 14.06