Product Tag - História

  • D. Carlota Joaquina 2.ª Edição

    17.44
  • Centros Urbanos no Alentejo Fronteiriço

    A faixa territorial de várias dezenas de quilómetros que de ambos os lados percorre a raia entre Portugal e Espanha exibe, desde época que não se pôde precisar com exactidão, um traço comum – reúne parte considerável das regiões económica e socialmente mais deprimidas, de que o Alentejo e a Extremadura espanhola constituem exemplos significativos, de dois dos estados menos desenvolvidos da Europa ocidental. O estudo que apresentamos mostra, contudo, que o subdesenvolvimento das regiões fronteiriças não foi fenómeno generalizado no espaço e no tempo. O crescimento populacional e urbano, o dinamismo económico, social e cultural detectados, ao longo do século XVI e primeiras quatro décadas do século seguinte, em Campo Maior, Elvas e Olivença contrariam as tão propaladas visões depreciativas sobre a região e as suas gentes.

    20.14
  • Origens e Formação das Misericórdias Portuguesas

    Esta reedição de Origens e Formação das Misericórdias Portuguesas reveste-se de particular importância pois trata-se de um livro clássico, desde há muito esgotado, e de consulta incontornável para todos aqueles que se dedicam ao estudo da génese e história desta importante instituição de assistência. Este livro permanece, em muitos aspectos, de grande actualidade mercê de uma correcta e aturada pesquisa de fontes históricas, constituindo uma base sólida para os investigadores, continuando ainda hoje a ser citada como obra de referência. O autor, que se dedicou com especial agrado ao estudo e divulgação da vida e obra da rainha D. Leonor, a quem se atribui a fundação das Misericórdias, dá-nos uma síntese da evolução do conceito de Assistência, isto é, auxílio, socorro, desde os tempos anteriores ao Cristianismo, atravessando várias civilizações, sociedades e religiões, para acabar com a fundação das Misericórdias em Portugal, ponto de partida de uma verdadeira rede de instituições de assistência que se espalhou por todo o País. Este vasto estudo sobre a génese e evolução da Assistência vem de novo chamar a atenção para a vastidão do tema e, sobretudo, para a história de uma Instituição que teve importância fundamental na História portuguesa dos últimos cinco séculos.

    31.72
  • Setúbal – Economia, Sociedade e Cultura Operária

    Este livro pretende contribuir para um melhor conhecimento do aglomerado urbano de Setúbal. Dada a sua localização geográfica privilegiada, que provocou um rápido desenvolvimento económico, desde sempre atraiu gentes do Norte e Sul do país portadoras de culturas diversas que interpenetrando-se fizeram desta cidade um pólo cultural com características próprias. O seu porto, situado na margem norte do estuário do Sado, deu origem a um dos principais centros portugueses de pesca, de extracção de sal e, posteriormente, da indústria de conservas de peixe. No entanto, a sua importância para a economia nacional e para a indústria sociocultural tem sido menosprezada. Recorrendo aos mais diversos tipos de fontes de forma extensa e pormenorizada, o presente livro é uma contribuição essencial para situar a importância da cidade de Setúbal no contexto nacional do final do século XIX e princípio do século XX, bem como para fornecer novas pistas para estudos macro-históricos sobre a zona da península de Setúbal.

    33.83
  • Poder e Iconografia no Antigo Egipto

    Numa sociedade como a do antigo Egipto, aliás, como actualmente, o impulso do poder é particularmente notório nas elites. A realeza egípcia de todas as épocas procurou sempre influenciar a sociedade no sentido de garantir a sua supremacia, para o que desenvolveu e aplicou ao longo dos séculos uma tipologia mais ou menos rígida de práticas e ritos para alcançar esse pretendido efeito. Na época dos Ptolomeus, as suas representações, as suas pinturas e os seus baixos-relevos pretenderam, de igual forma, impor concepções e práticas de poder. Utilizando um vocabulário artístico-iconográfico milenar, os Ptolomeus reivindicaram o antigo prestígio da noção de faraó através de atitudes político-ideológicas de total identificação e assunção dos dogmas, rituais e emblemas egípcios mais ortodoxos. A sua iconografia carrega uma indisfarçável carga ideológica e propagandística.

    19.08
  • As Multiplas Faces da História

    Este livro é constituído por uma série de ensaios que andavam dispersos, escritos ao longo de mais de vinte anos de investigação. As reflexões sobre o método histórico e as análises do pensamento de historiadores e cientistas sociais articulam-se, em As Múltiplas Faces da História, com um trabalho de questionamento das cinco áreas pelas quais o autor tem dividido o seu labor de historiador: a cultura política do período moderno; a história da cultura escrita; a expansão europeia e a história do colonialismo numa perspectiva globalizante; o trabalho de análise da historiografia e a história das ciências sociais; e a sociologia da literatura e da leitura. Trata-se de um panorama amplo e diversificado onde os diversos modos de fazer e escrever história são objecto de uma permanente vigilância crítica e reflexiva.

    30.18
  • Estudos de Egiptologia

    18.66
  • A História da Energia. Portugal 1890-1980

    A história do consumo de energia, na vertente do impacto económico e na vertente da transformação dos modos de vida é o tema deste livro. A vida moderna é aqui descrita como um tempo de espanto e banalização onde se assiste a uma explosão de interesse e à criação de sentido com o aparecimento de uma novidade tecnológica, seguida pela passagem para a quase invisibilidade e para trivialização à medida que ela se torna comum: a trajectória histórica da energia é deste modo semelhante a um “big-bang” com um momento inicial forte, que deixa todos atónitos, e uma transição rápida para o domínio das coisas em que ninguém repara, de tal modo estão impregnadas nos automatismos do quotidiano. Acender a luz, atender o telefone, ligar o aparelho de música foram gestos heróicos que se tornaram gestos banais. A obra está organizada em sete capítulos: ciclos de desenvolvimento energéticos, políticas públicas, consumo familiar, consumo industrial, telegrafia e telecomunicações, iluminação pública, gravação sonora e telegrafia sem fios.

    14.84
  • Crime e Castigo no Liberalismo em Portugal

    No Portugal do século XIX, os modos legítimos de punir surgiram como questão governativa de primeiro plano. Em nome de ideais de regeneração social, civilização e modernidade, foram importados modelos prisionais e desenvolvidas ciências para estudar o crime, o criminoso e o castigo. Instituições e saberes convergiram no sentido de dotar o país de um sistema penitenciário moderno, próprio do que se entendia ser uma nação «civilizada». Nas suas formas históricas, esse programa desenhou um trajecto de reformas – penais e prisionais – que, apesar da diversidade dos seus graus de aplicação, deixaram marcas na história portuguesa. Este livro trata precisamente dessas marcas, visíveis quer nos conceitos e formas de pensar o acto criminoso (a culpa, as causas do crime, a personalidade do delinquente) e o papel do Estado na construção da ordem social (as funções do castigo), quer nas modificações institucionais efectivamente produzidas. Nesse sentido, são observados os momentos cruciais da história penal oitocentista: do movimento de reforma das prisões, impulsionado pela revolução liberal de 1820, aos gorados projectos penitenciários das décadas de 1830 e 1840; do primeiro código penal português, em 1852, à abolição da pena de morte e simultânea criação do sistema penitenciário, em1867. Conclui-se com uma análise da difusão do positivismo jurídico e criminológico em Portugal, já na década de 1880.

    15.93
  • Revistas, Ideias e Doutrinas

    As revistas constituem uma das principais fontes da história cultural e política do século passado, mormente durante as primeiras décadas. Nas suas páginas – só na aparência efémeras – definiram-se correntes de pensamento, movimentos literários e artísticos, combates cívicos fundamentais. Quase todos os pensadores relevantes da época foram seus redactores ou colaboradores, tendo publicado sob a forma de artigo muito do que de mais interessante e de mais marcante os distinguiu. Com a realização do ciclo de conferências, que agora se editam, combinou-se o estudo e a reflexão sobre as principais orientações programáticas e doutrinárias das revistas das três primeiras décadas do século XX com a diversidade disciplinar e metodológica da sua abordagem. José Augusto Seabra relaciona as principais revistas com os movimentos culturais. Manuel Braga da Cruz aborda as revistas católicas. António Reis e Rogério Fernandes ocupam-se da Seara Nova. Eduardo Lourenço retoma a problemática da relação entre a Presença e o primeiro modernismo. Paulo Samuel fala-nos de A Águia e dos contornos da “Renascença Portuguesa”. Paulo Archer de Carvalho analisa os dois grandes títulos do Integralismo Lusitano. João Freire inventaria as revistas anarquistas e interpreta os seus discursos. José-Augusto França detém-se na Contemporânea e nos magazines do seu tempo.

    15.14