Product Tag - História

  • Senhorias Laicas Beirãs no Seculo XV

    O autor apresenta o quadriculado da Comarca da Beira dos séculos XIV e XV, onde, na sua grande maioria, em alargados conjuntos de terras e partículas várias de solo se agrupavam os Beirões de então, uns aí nascidos, outros residentes ou com grande número de bens imóveis. Fala da Nobreza tão-só, dos feudos respectivos, do alargamento dos mesmos por modos irregulares e da sua primitiva aquisição por doação régia, como forma de recompensa pelo protagonismo nas múltiplas conjunturas dos ditos séculos. Refere ainda como nasceram por lá os primitivos núcleos de propriedade dos filhos segundos que, por lei, não tinham direito a quinhão familiar. Discrimina as produções alimentares e “industriais”, os monopólios, nomeações e privilégios daqueles cujos filhos e netos veremos depois nas Ilhas, no Brasil, na Índia, na China e no Japão.

    22.16
  • As Politicas Portuguesas na Índia e o Foral da Goa

    Em As Políticas Portuguesas na Índia e o Foral de Goa, o autor foge aos lugares comuns e diverge das interpretações tradicionais, apresentando uma visão dos Descobrimentos Portugueses distinta das teorias consagradas. Fazendo uma investigação criteriosa e uma análise fria dos acontecimentos, chega à conclusão de que, se do ponto de vista científico e técnico a empresa comandada por Vasco da Gama foi um dos maiores sucessos mundiais, do ponto de vista político, diplomático e comercial foi um rotundo falhanço. Confrontando os interesses das mais diversas forças em presença no teatro de guerra em Goa, descortina a razão principal que levou Afonso de Albuquerque a entregar o comando das forças locais a estrangeiros e não a originários de Goa, depois da segunda conquista daquela importante cidade da costa ocidental indiana. Estudando minuciosa e cuidadosamente o Foral de Goa, considera-o, não como uma dádiva do monarca português mas como um documento negociado e acordado entre os portugueses e goeses, indispensável para uma convivência equilibrada entre vencedores e vencidos. Retira a Afonso Mexia a importância que tradicionalmente lhe é atribuída e chega à conclusão de que, embora os forais portugueses tenham servido de guia ao redactor ou redactores portugueses do Foral de Goa, o principal modelo que lhe serviu de base foi o documento ou documentos que existiam antes da conquista de Goa pelos portugueses, bem como os livros das leis antigas de Goa e das terras firmes.

    16.11
  • A República de Sebastião de Magalhães Lima

    Este livro apresenta um estudo sobre Sebastião de Magalhães Lima, uma das figuras que, nos finais do século XIX e inícios do século XX, mais se destacou no combate pela hegemonização da cultura republicana. Em vésperas da comemoração do centenário da República, esta obra ilustra como alguns dos temas centrais à utopia republicana – liberdade de pensamento e laicismo, educação e cultura republicana, descentralismo, federalismo europeu, pacifismo e feminismo – conservam toda a sua actualidade.

    19.99
  • Diplomatas e Diplomacia

    No imaginário do mundo ocidental a figura do diplomata surge com contornos mais ou menos míticos e a diplomacia como uma actividade com o seu quê de misterioso, de secreto, senão de mágico. Sobre os diplomatas, como representantes de soberanos e encarregues por estes de missões específicas junto dos seus pares, recaiu ao longo da História o prestígio que ali alcançavam, por mérito próprio, e também por configurarem o poder de quem os enviara. A queda do Antigo Regime e a génese do Estado Contemporâneo, com a desfulanização da soberania e a crescente profissionalização dos servidores do Estado, configurou de modo diferente o mundo diplomático. Com o tempo foram sendo introduzidas alterações mais ou menos significativas que contribuíram para a substituição do imaginário e do mítico, pelo concreto e objectivo, sem que o anulassem completamente. Os investigadores do Projecto Ciência Política e Relações Internacionais, do Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa, ao organizarem o Colóquio Internacional Diplomatas e Diplomacia – Retratos, Cerimónias, Práticas, tiveram em mente salientar simultaneamente o carácter temporal da diplomacia e a temporalidade que a acompanha na sua prática e nos seus «agentes». E quiseram chamar a atenção para as incidências do devir histórico na condução dos negócios estrangeiros por Governantes e Estados, e na arte de negociar com o objectivo da defesa dos seus interesses e direitos perante outras sociedades politicamente organizadas. Para isso, foram delimitadas as balizas cronológicas das intervenções do século XVII aos nossos dias, período marcado pelo despontar da modernidade e da contemporaneidade, assim como pela crescente configuração dos Estados e das Nações. Autores: Adriano Moreira António Vitorino Daniela Frigo Isabel Cluny Luís Nuno Rodrigues M. Victoria López-Cordón Cortezo Maria Filomena Mónica Nuno Severiano Teixeira Pedro Cardim Zília Osório de Castro

    24.23
  • Henrique, O Navegador

    O Infante D. Henrique é uma figura basilar, diríamos mesmo mítica, da História Medieval ocidental. Há muito que se impunha a edição de uma nova biografia do Navegador à luz da mais recente documentação disponível. O conceituado historiador britânico Peter Russell recorreu a muitos desses estudos documentais para elaborar um testemunho eloquente e de leitura agradável da vida do Infante. Ao mesmo tempo que atenta em todos os aspectos das suas viagens de descobertas na costa atlântica africana – incluindo as consequências económicas e culturais e as difíceis questões de legislação internacional e jurisdição papal – Russell examina em pormenor as outras esferas de actividade que contribuíram para a notoriedade do Infante ou que a questionaram.

    32.00
  • A Carbonária em Portugal, 3.ª edição

    O estudo das organizações secretas está limitado, como é natural, pelo seu carácter reservado, pela quase inacessibilidade ou inexistência de documentos que nos permitam olhá-las como simples objecto de investigação. Se não é fácil escrever sobre a Maçonaria, ainda é mais difícil estudar a complexa trama de sociedades secretas que, inspirando-se nela, no plano formal, tinham objectivos diferentes, situando-se até em pólos diametralmente opostos. Uma dessas organizações foi a Carbonária, que terá nascido em Nápoles, em plena Restauração, fundada por Pierre Joseph Briot, antigo conselheiro de Joaquim Mura, e que fizera parte da Associação dos Bons-Primos Carbonários, possivelmente com ligações ao Iluminismo bávaro e à Maçonaria. Fortemente implantada em Itália e em França, a Carbonária arregimentou elementos descontentes com o rumo da Europa depois do Congresso de Viena. Em Portugal, é assinalada a existência de uma organização carbonária no início da década de trinta do século XIX, possivelmente com origem em emigrados liberais refugiados em Paris. Intermitentemente, ao longo da centúria de Oitocentos, surgem referências mais ou menos difusas à existência da Carbonária, nas décadas de quarenta e de cinquenta, tendo como centro irradiador a cidade de Coimbra. Procuramos, neste livro, estudar, com as limitações já referidas, duas organizações carbonárias, ambas fundadas nos finais do século XIX, e que tiveram um papel determinante na preparação do advento da República: a Carbonária Portuguesa e a Carbonária Lusitana.

    16.43
  • Portugal

    Portugal oferece ao geógrafo um manancial de meditações fecundas. Em contacto com o mundo atlântico e o mundo mediterrânico, pedaço do antigo soco da Meseta Ibérica, mas agitado por abalos sísmicos procedentes dos abismos oceânicos, Portugal é realmente uma região singular de geografia física zonal. Mas é princi-palmente pela riqueza e variedade da vida regional que nos prende a atenção.

    18.02 12.61
  • A Questão Religiosa na I República

    A 5 de Outubro de 1910 era proclamada a República em Portugal. Corroída por uma profunda crise a monarquia cedia. Iniciava-se a perseguição às ordens religiosas e aos seus membros, acusados de responsáveis pelo atraso do País. Três dias depois da vitória republicana o Governo Provisório ordenava a aplicação integral da legislação do Marquês de Pombal e de Joaquim António de Aguiar sobre associações religiosas e conventos. Rapidamente o novo Executivo suprimia o juramento religioso e os actos civis na Faculdade de Teologia da Universidade de Coimbra, extinguia o ensino da doutrina cristã nas escolas primárias, ordenava que deixassem de existir os feriados em dias santificados, decretava o divórcio e novas leis sobre o casamento e a protecção dos filhos, etc. A 20 de Abril de 1911 chegava a hora de ser publicada a tão desejada, por uns, e a tão temida, por outros, Lei da Separação do Estado das Igrejas. A 1.ª Guerra mudou muita coisa. As crenças e a fé religiosa revigoraram. As quaren-tenas espirituais, as procissões, os abaixo assinados para que o Corpo Expedicionário que seguia para França incorporasse capelães militares, etc., intensificaram-se. Depois surgiram as aparições de Fátima. Com Sidónio Pais a Igreja Católica ganhou espaço e viu a Lei da Separação ser suavizada e as relações diplomáticas entre Portugal e o Vaticano restabelecidas. Depois de Sidónio e da Monarquia do Norte, a Igreja tomou consciência que seria de outra forma que teria de defender os seus interesses. A 18 de Dezembro de 1919 Bento XV dizia aos católicos portugueses que a Igreja não devia estar sujeita a facções nem servir os partidos políticos, antes lhe competia exortar os fiéis a obedecerem ao Governo, “seja qual for a Constituição Política”. Os bispos, o clero e o Centro Católico adaptaram os seus comportamentos e discursos a essa orientação. A Igreja e as suas organizações passavam a defrontar os grupos radicais anticlericais, e os monárquicos-católicos, que os acusavam de apoiarem a República maçónica e laica. Por entre revoltas, conspirações, greves, assaltos a estabelecimentos comerciais, atentados à bomba e a tiro, etc., a República agonizava. A desordem persistia e com ela novos tempos se anunciavam. A Igreja, por processos constitucionais, aproveitava esse caos e movimentava-se para reassumir o peso que tivera na sociedade portuguesa.

    25.44
  • Estudos Medievais

    Dos estudos reunidos neste volume desprende-se pleno de vigor o ser humano, dividido entre o corpo e o espírito, entre o sagrado e o profano, entre a norma e o desvio, entre a representação e a realidade. Aspectos fundamentais como a sexualidade e o erotismo, a alimentação, o lazer, a doença, a devoção religiosa são elucidados mas sempre tendo presente que estavam condicionados, nas suas formas e interpretações, pela hierarquia social predominante e pelas concepções em vigor sobre a natureza, o homem e Deus. O estudo do quotidiano surge então como uma forma aliciante de compreender e interpretar a sociedade medieval. Na análise das suas práticas, da sua regulamentação, dos seus vestígios podem ler-se as tensões, equilíbrios, poderes, angústias, medos e esperanças dos homens e mulheres que tiveram a Idade Média como tempo e espaço da sua vivência terrena. Autores: José Mattoso Iria Gonçalves Maria Adelaide Miranda Teresa Botelho Serra Rosa Varela Gomes Eugénia Cunha

    15.14
  • Horizontes Urbanos Medievais

    A leitura dos textos reunidos neste livro pode ser encarada como um percurso em busca de uma paisagem perdida: a da cidade medieval portuguesa. Com efeito, apesar de as cidades e vilas portuguesas ainda apresentarem muitos vestígios da especial organização do espaço desses tempos já tão recuados, o pleno reencontro com a cidade medieval é sobretudo possível a partir de um lento e minucioso trabalho de reconstituição realizado a partir de informação, na maior parte dos casos não intencional, conservada nos documentos escritos coevos. E foi exactamente a partir desses documentos que a autora conseguiu reaver os principais contornos dessa tão complexa e viva tessitura urbana, feita de ruas, casas, igrejas, edifícios notáveis, muralhas e castelos. Mas também de gentes, que através da vivência dos seus quotidianos lhe imprimiam uma identidade própria. Um reencontro com a cidade medieval portuguesa que, todavia, não se deve esperar que seja luminoso e definitivo. Tal como as damas a quem os trovadores dedicavam as cantigas de amor, a cidade medieval deixa-se apenas vislumbrar, para que não esmoreça a curiosidade de quem a visita.

    15.14
  • História Diplomática de Portugal. Uma Cronologia

    Grandes historiadores, como Marc Ferro e Joel Serrão, subscreveram títulos de história cronológica. Quer isto dizer que continuam a justificar-se, inequivocamente, obras de referência desta natureza e com estas características. (Não é a história a “ciência dos homens no tempo”?) A História também se tece com estes fios. Não nos iludamos: são tão necessários os trabalhos com um pendor mais explicativo, como estes que vivem essencialmente de factos e de aconteci-mentos. Até porque esta história factual (à falta de melhor palavra) é fundamental para a construção de uma outra mais “complexa”, mais conceptual. São duas dimensões que se complementam. E se é importante encontrar uma certa lógica das evoluções e procurar grandes explicações (estruturais), é também essencial reafirmar “o papel do Acontecimento”, da curta duração, do que se agita à superfície, em suma, “reabilitar o fortuito, restituir importância ao singular” e reafirmar o protagonismo dos indivíduos (René Remond). É esta dimensão da história que se cultiva, exemplarmente, neste trabalho do Embaixador Castro Brandão. Na sequência da já extensa lista bibliográfica do autor – com especial ênfase em títulos relacionados com a cronologia e as relações internacionais –, eis mais uma obra de referência e de consulta obrigatória. “Uma cronologia”… – aceita-se o subtítulo, por justificados receios… De facto, se a história é sempre uma escolha – e escrever é seleccionar e optar –, inevitáveis ausências e silêncios detectam-se ainda mais em trabalhos como este. Mas, ao pensarmos no fôlego da obra, no manancial e quantidade de elementos, de dados e de pormenores, na qualidade e na diversidade da informação e das informações – desde os grandes tratados às (só aparentemente) singelas efemérides –, ao pensarmos em tudo isto, creio que estamos, neste momento, no campo da história diplomática, na presença de a cronologia… Não sabemos que mais admirar neste escrito (uma vez mais pioneiro): se o infatigável labor, se o trabalho de pesquisa e de inventariação, se a riqueza, se o rigor, se a minúcia… Obra essencial, que tem tanto de valiosa como de útil, para historiadores e especialistas – sobretudo para os que privilegiam as relações internacionais –, mas também para o grande público que não deixará de encontrar respostas para muitas perguntas… As cronologias de qualidade continuam a ser preciosos instrumentos de trabalho para todos os que se interessam pela História. Augusto José Monteiro

    34.98
  • Da Vila Cercada à Praça de Guerra

    «A reconstituição histórica começa naturalmente pela reconstituição do tecido urbano que a autora consegue redesenhar recorrendo a todos os elementos diligentemente buscados e encontrados. Dir-se-ia que, paciente como Penélope, faz, desfaz e refaz a teia urbana de Almeida. Desde logo a reconstituição da vila medieval e das muralhas, hoje virtuais, mas bem presentes na morfologia urbana. Uma boa leitura tanto dos dados no terreno como de Duarte de Armas permitem entrever a passagem para a Idade Moderna, núcleo duro da pesquisa. O estudo da conformação do espaço conduz a um entendimento totalizante da vila nos finais do século XVIII, concluindo a autora pela sua “progressiva militarização”, de que serve de exemplo a marcante transformação dos espaços-praça: a Praça Velha feita Praça de Armas e o Terreiro de S. João feito Praça de S. João depois de herdar o pelourinho, instrumento visível de um poder muni-cipal secundarizado. Chega-se pois a uma leitura iconológica da vila cercada no seu caminhar para a Praça de Guerra. É ainda estudada com rigor a actuação dos engenheiros militares durante os séculos XVII e XVIII e as marcas por eles deixadas no tecido urbano em arquitectura e urbanismo. (…) conseguiu, ao estudar um “caso” em toda a sua complexidade e com uma perfeita adequação metodológica, oferecer à comunidade científica e aos leitores em geral, um texto/exemplo de como se deve fazer História do Urbanismo.» JOSÉ EDUARDO HORTA CORREIA

    27.41
  • Sexualidade, Família e Religião na Colonização do Brasil

    Foi a Igreja que, mais ainda do que o Estado, se debruçou sobre a vida sexual e familiar dos colonos da América portuguesa. A colonização fez-se com a transferência das normas eclesiásticas, bem como das leis civis, em vigência no Reino de Portugal e todos, índios, negros, mestiços e brancos, a elas deviam obedecer. Mas as transgressões ocorreram na colónia e neste volume avalia-se em que medida os vários grupos étnicos se afastaram dos padrões de comportamento impostos pela metrópole.

    18.50
  • A Construção Medieval do Território

    Os textos reunidos nesta colectânea pretendem ser uma chamada de atenção para alguns aspectos da construção medieval do território. Com efeito, os séculos medievais surgem como tempos fulcrais para a ocupação e ordenamento do território português uma vez que nessa cronologia teve lugar não apenas a estabilização espacial que permitiu a obtenção dos limites que, grosso modo, continuam ainda a ser os seus, como também ocorreu um complexo processo de consolidação do espaço ocupado e da tentativa de melhor inserção das áreas periféricas. Tendencialmente protagonizado e dirigido por uma realeza interessada em obter espaços politicamente equipados e susceptíveis de apoiarem a afirmação da sua autoridade, o seu desenvolvimento foi responsável pelo emergir de variadas tensões, algumas das quais ainda hoje são detectáveis, como a gerada pela distinção entre centro e periferia. Um processo que decorreu num tempo longo, estendendo-se muito para além da Idade Média, mas que permitiu a emergência de Portugal como um território unificado sob o ponto de vista político-administrativo, aspecto que não deixou de contribuir para a construção da identidade nacional.

    13.08
  • A Formação Histórica do Salazarismo

    Quando tomou posse da pasta das Finanças a 28 de Abril de 1928, Oliveira Salazar não trazia consigo uma brilhante e intensa carreira política. Surgia apenas como um reputado especialista financeiro a quem era pedido que equilibrasse o orçamento e as contas públicas e reformasse a administração. Nada mais. Cansada de hipocrisias e especulações, muita gente apoiou este homem distante e reservado, a quem não se conheciam ambições políticas porque sempre dissera que as suas ambições se limitavam às aulas e ao convívio com os amigos. Depressa os resultados do seu trabalho se viram. Em pouco tempo cumpria os desígnios para os quais tinha sido chamado. Ao fazê-lo, conquistava pessoas e influências. Aos poucos os seus apoios multiplicaram-se, estendendo-se dos meios monárquicos e católicos até um importante grupo republicano-maçon da zona centro de Portugal. Com este trabalho procura-se estudar as circunstâncias históricas que levaram Oliveira Salazar de ministro das Finanças a chefe de Governo, com poderes que desde o fim da Monarquia mais nenhum ministro teve. Propomo-nos assim conhecer e compreender o curso dos acontecimentos e as discussões ideológicas, políticas e económicas, que sacudiram o país de 1928 a 1932.

    11.07
  • D. Luís da Cunha e a Ideia de Diplomacia em Portugal

    A presente obra debruça-se sobre a actividade diplomática de D. Luís da Cunha ao longo da sua estada nas cortes europeias (1696-1749) e, simultaneamente, reflecte sobre os manuscritos que deixou. A leitura da correspondência do embaixador porá o leitor em contacto com um pensamento perfeitamente elaborado sobre a natureza dos interesses do estado, um conhecimento profundo da vida política internacional do tempo, bem como perante uma correcta avaliação do sentir das opiniões públicas das cortes frequentadas e das sensibilidades dos seus governantes. D. Luís da Cunha e a ideia de diplomacia em Portugal, não deixará de aproveitar ao leitor que se interesse pela actividade social dos embaixadores e que pretenda aprofundar os conhecimentos sobre a época Joanina.

    17.44