Estudos de Arte

  • O Romantismo em Portugal

    OS ANOS DE INOCÊNCIA (antes de 1835) OS ANOS DE LOUCURA (1835-1850) OS ANOS DA RAZÃO (1850-1865) OS ANOS DA CONTESTAÇÃO (1865-1880) OS ANOS DA SOBREVIVÊNCIA (após 1880)

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  • A Real Abadia de Alcobaça

    Artur de Gusmão conseguiu dar-nos […] um estudo que, além de abordar problemas cuja importância tem passado despercebida é, dentre os trabalhos publicados, o mais pormenorizado e rigoroso.

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  • O Retrato na Arte Portuguesa-2ª.edição

    Marcada pelas criações de Nuno Gonçalves e Sequeira, Columbano e Soares dos Reis ou Almada Negreiros, a prática do retrato assume uma importância especial na história da Arte em Portugal. A partir do programa de uma exposição malograda em 1967 no Museu Nacional de Arte Antiga, José-Augusto França esboçou o percurso estético e social d’ O Retrato na Arte Portuguesa, publicado agora em 2.ª edição revista e aumentada desta obra há muito esgotada. Índice: Dos Túmulos Góticos a Nuno Gonçalves O Retrato Humanista O Retrato de Aparato De Sequeira ao Romantismo Do Realismo a Columbano Do Modernismo à Actualidade Possível Sobre o Sentido do Retrato em Portugal Índice Onomástico Extratexto com reproduções de mais de 90 retratos

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  • A Arquitectura Gótica em Portugal

    A época da expansão da arquitectura gótica é uma das mais brilhantes da arte europeia. É a época em que em França e em Inglaterra, nos países escandinavos e na Península aparece um estilo que é novo sob os aspectos da estrutura e da decoração e que constitui uma das manifestações mais originais da civilização ocidental. A essa época pertencem em França as catedrais de Paris, Laon, Bourges, Chartres e Amiens e em Portugal os grandes conventos de Alcobaça, Batalha e Santa Maria de Belém, as catedrais de Évora, Viseu, Silves e Guarda e numerosos mosteiros e castelos edificados no centro e no sul do país. Depois de descrever os monumentos que representam a fase inicial da Arte Gótica no nosso país, o Professor Mário T. Chicó estuda as igrejas das ordens mendicantes e a sua influência no Mosteiro da Batalha e em numerosas igrejas manuelinas. Analisa ainda as construções renascentistas em que se mantêm vestígios estruturais e decorativos do novo estilo e a escultura que aparece nos princípios do século XIII e adquire considerável importância no fim da Idade Média e no reinado de D. Manuel.

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