Product Tag - Lisboa

  • Em Volta da Torre de Belém II – Pedrouços e Bom Sucesso

    Tratadas já no primeiro volume a evolução geral da parte ocidental de Lisboa e a defesa da barra do Tejo nas vertentes militar e sanitária, inicia-se agora a focagem mais em pormenor dos diferentes “sítios” da zona. Optou-se por um tipo de trabalho em que interessaram bastante as pedras, mas mais ainda as motivações das pessoas que as levantaram e entre elas se moveram ao longo dos séculos. Abordou-se concretamente neste volume o processo, longo e complexo, da transformação das terras agrícolas de uma parte do Reguengo de Algés da Idade Média no actual bairro residencial da grande urbe a poente de Belém. Logicamente deu-se especial ênfase ao esclarecimento das fases e aspectos que se afiguraram mais significativos dessa corrente evolutiva: quintas de recreio renascentistas, área de repouso pouco densa, zonas industriais, primeiro de Pedrouços e depois do Bom Sucesso, habitação operária, banhos de mar e praia da moda da segunda metade do século XIX, actividades piscatórias e de construção naval e, finalmente, a indiferenciação urbana como consequência da acção conjunta da revolução nos transportes e das pressões demográficas.

    19.56 13.69
  • Lisboa em Obras

    Este livro apresenta uma colectânea de textos publicados na sua maioria em jornais e publicações diversas, nos últimos 6 anos. Tal como na edição da anterior colectânea «Lisboa, Arquitectura & Património», de 1989, os temas fundamentais desta abordagem são os do urbanismo, da arquitectura e do património construído, centrados na cidade de Lisboa. São assim referidos e analisados temas concretos, conceitos e questões gerais ou acontecimentos «jornalísticos», que pela actualidade ou pertinência de que continuam revestidos, nos surgem como apelativos, numa edição conjunta e agora ordenada em livro. Os temas da obra apresentam-se agrupados em sete capitulos principais: A CIDADE – VISÕES, HISTÓRIA(S); O VELHO CENTRO; AS NOVAS PERIFERIAS; LISBOA ORIENTAL, ARQUITECTOS E OBRAS; ECOLOGIA E PATRIMÓNIO.

    18.50 12.95
  • A Capella de S. João Baptista

    Um dos mais importantes tesouros artísticos pertencentes à Santa Casa da Misericórdia de Lisboa é, incontestavelmente, a Capela de S. João Baptista, da Igreja de S. Roque, assim como todo o seu tesouro de paramentos e preciosas alfaias litúrgicas. Na véspera das Comemorações do V Centenário da Misericórdia de Lisboa, é com grande satisfação que reeditamos a obra de Sousa Viterbo e Vicente d’Almeida, A Capella de S. João Baptista erecta na Egreja de S. Roque, editada por esta Instituição por ocasião do IV Centenário da sua fundação, no já distante ano de 1898. Esgotada há muito e apenas disponível, por vezes, em livrarias/alfarrabistas, consideramos de grande interesse a sua reedição, que, a um preço de venda ao público acessível, permitirá que muitos desfrutem de uma das obras maís importantes sobre a arte ornamental em Portugal pertencente ao relevante acervo patrimoníal, artístico, hístórico e cultural da Misericórdia de Lisboa. A PROVEDORA Maria do Carmo Romão

    14.80 10.36
  • Em Volta da Torre de Belém I

    A primeira parte do volume aborda, de forma pouco comum em estudos sobre Lisboa, a formação e desenvolvimento do ocidente da cidade. Mais concretamente é uma perspectiva, tendencialmente cronológica, da evolução urbana da zona entre as ribeiras de Alcântara e Algés em que tanto interessaram as pedras como as pessoas que se moveram entre elas, tanto as pressões do crescimento demográfico da grande urbe como os condicionalismos – económicos, técnicos e outros – determinantes do rumo de tal evolução. A segunda metade trata da defesa da barra do Tejo nas vertentes militar e sanitária. Militar, focando os vários sistemas fortificados construidos ao longo do tempo no estuário e à sua volta, com incidência especial na Torre de Belém. Sanitária, contando a larga história das tentativas para evitar o contágio das terríveis epidemias vindas do exterior e dos principais pontos de apoio permanentes dessas tentativas: Casa de Saúde de Belém e Lazaretos da Trafaria e do Porto Brandão.

    12.74 8.92
  • Lisboa: O Que o Turista Deve Ver-11ª.Edição

    A publicação deste inédito de Fernando Pessoa revela um texto que, ao contrário da maior parte dos seus inéditos, estava completo, dactilografado e pronto para ser publicado. Trata-se de um guia de Lisboa, o Universo fundamental de Pessoa a que chama o seu “lar”, escrito em inglês, propositadamente turístico, despojado de retórica, onde se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, artístico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado visitar Lisboa pela mão do grande poeta e verificar que, apesar dos anos que passaram e de todas as alterações urbanas, ainda podemos desfrutar esse prazer de passear pelas ruas melancólicas da cidade branca e reconhecer os locais de que ele fala. Este guia, provavelmente datado de 1925, inseria-se num amplo projecto de publicações a editar por Pessoa para dignificar Portugal, que ele considerava “descategorizado” face à civilização europeia e, no caso presente, dignificar a sua capital. Em edição bilingue e com Prefácio de Teresa Rita Lopes é com satisfação que Livros Horizonte dá à estampa este original de Fernando Pessoa.

    14.50 10.15
  • Conquista de Lisboa aos Mouros-2ªEdição

    Estamos perante uma reportagem velhinha de cerca de 840 anos, redigida por um cruzado inglês que participou na expedição que em 1147 colaborou com D. Afonso Henriques na conquista de Lisboa aos Mouros. Enviou o seu relato a um senhor de Brawdsey, povoação inglesa do condado de Suffolk, cujo nome seria Osberno, ou Osberto, ou Osborne… O autor da reportagem é desconhecido. Apenas conhecemos a primeira letra do seu nome: um R [será acaso Rogério?!]. Além de testemunha presencial dos acontecimentos, teve a preocupação de se documentar: até integrou o texto latino dum sermão pronunciado pelo bispo do Porto em 17 de Junho de 1147! E também o texto oficial do pacto de convenção celebrado entre D. Afonso Henriques e os Cruzados. Sobressaem preocupações de rigor objectivo e de dignidade moral. Não nos diz tudo quanto desejaríamos saber sobre esse acontecimento capital que marcou Lisboa em 1147: mas em parte nenhuma encontramos melhor.

    9.89 6.92
  • Descrição da Cidade de Lisboa

    A edição em latim deste livro foi editada pela primeira vez em Évora, no ano de 1554. É uma saborosa descrição que reproduz o ritmo da viagem de um visitante chegado a Lisboa por via marítima, que circunda a cidade e vai pousar ali para a Costa do Castelo. Depois faz uma visita selectiva aos sete principais edifícios da capital. O autor é um cicerone de escol: salpica o percurso com apontamentos pitorescos e por vezes satíricos. Esta obra serviria para enviar aos seus numerosos amigos – literatos, comerciantes, altas personalidades –que ele contava por essa Europa fora e com os quais mantinha contactos epistolares. Talvez fosse utilizada também pelos frequentes e ilustres visitantes estrangeiros que em Lisboa procuravam o humanista, aureolado de prestígio pelas amizades que contraíra: na sua residência da Costa do Castelo gozavam do acolhimento principesco do patronus incomparabilis.

    6.86 4.80
  • Lisboa Setecentista Vista por Estrangeiros

    Os relatos dos estrangeiros constituem uma fonte histórica de reconhecida importância para o estudo da sociedade portuguesa. O olhar admirado dos homens que visitam Portugal na segunda metade de Setecentos dá-nos uma outra visão da capital do Reino. Mais distanciada, embora nem sempre destituída de preconceitos. Justificam-no diferenças de índole cultural, religiosa e de comportamento social que, no entanto, não invalidam o inegável valor histórico do seu testemunho. Este texto permite conhecer algo mais da Lisboa de Setecentos: como se organizava o espaço citadino, que gentes o habitavam, quais os seus costumes. Contribuindo, certamente, para uma nova perspectiva sobre a vida quotidiana da capital portuguesa nos finais do Antigo Regime.

    8.98 6.29