Product Tag - Arte

  • A Louça de Viana

    O livro A Louça de Viana. Na época áurea da faiança portuguesa, ilustrado com mais de cem belíssimas reproduções de espécimes de cerâmica artística, surge num momento de alguma incerteza perante o futuro, em que os riscos de estagnação na área desta forma de arte se multiplicam, e no qual se augura que a recuperação da história da faiança de Viana possa contribuir para estimular a inovação e a criatividade. Deseja-se, com este livro, contribuir para o futuro da cerâmica artística, que já no último quartel do século XVIII e na primeira metade do século XIX, apesar das perturbações políticas, sociais e económicas que afligiram o país, ficou ligada a uma das mais singulares experiências de vivência estética, a nível da produção, não erudita, e da presença da arte no quotidiano de uma multidão de cidadãos, que não apenas os mais afortunados.

    35.33 16.00
  • Geração Africana-2ª.Edição

    Este trabalho parte da noção de que a arquitectura e o urbanismo de raiz portuguesa, afirmados ao longo do século XX – e que têm merecido amplo estudo na área europeia e ibérica, nos anos mais recentes – só serão completa e coerentemente entendidos se for estudada a sua presença e paralela afirmação nas áreas ultramarinas. Escolhendo os territórios de Angola e de Moçambique – os mais signi-ficativos no tempo considerado, entre as várias áreas ex-coloniais –, o presente ensaio pretende constituir um primeiro contributo para aquele estudo, que se deseja venha a ser cada vez mais global. É também importante referir que se entende e interpreta aqui o “Século XX” como tendo, no contexto português, o seu verdadeiro ou efectivo início após a I Guerra Mundial, aproximadamente no dealbar do segundo quartel de novecentos. Por outro lado, este estudo incide sobretudo na fase histórica até 1975 – ou seja, até ao tempo das independências dos espaços africanos considerados – pois obviamente se trata aqui de analisar a temática urbano-arquitectónica de raiz, influência e contexto cultural português, aspecto que se transforma totalmente depois dessa data. Desta forma, falar do tema arquitectura-urbanismo na “África Portu-guesa” é sobretudo falar do meio século situado entre 1925 e 1975. Na presente obra faz-se a articulação da informação histórica, publicada ou inédita, com dados mais recentes, e com uma recolha oral e audiovisual fruto de testemunhos directos procurando organizar uma reflexão e uma primeira síntese sobre essa documentação e esses testemunhos. É ainda necessário referir e justificar que o entendimento do presente estudo é o de articular a experiência urbana e urbanística com a obra e a prática arquitectónicas – tanto mais que muitos dos profissionais envolvidos e aqui referidos trabalharam nos dois campos em simultâneo – pois entendemos aqueles dois campos de criação e de conhecimento como complementares, indissociáveis e, num certo sentido, interactivos.

    31.80 18.00
  • O Mistério da Estrada de Ponte do Lima – António Feijó e Eça de Queiroz,

    Apresentam-se, nesta edição, estreitas e até agora desconhecidas relações de amizade entre o poeta António Feijó e Eça de Queiroz e até surpreendentes afinidades entre ambos. Coincidência extraordinária é Feijó, a caminho de Estocolmo, onde era diplomata, ter ido a Neuilly com a intenção de participar o seu casa-mento ao casal Queiroz, na altura em que o romancista falecia. Constituem um precioso testemunho os comentários do poeta à personalidade e à obra de Eça de Queiroz, cuja estatueta, modelada por Francisco da Silva Gouveia em 1900, ele tinha sobre a sua secretária chamando-lhe «o nosso ídolo». O motivo principal deste livro é, todavia, a publi-cação integral de O Mistério da Estrada de Ponte do Lima, ou História dos Carecas, divertida efabulação engendrada por António Feijó, em 1880, no jornal O Comércio do Lima, de evidente inspiração queiroziana, que alvoroçou a sua terra natal e permanece, ainda hoje, na memória de muitos pontelimenses. A carta de António Feijó a João Gomes (cap. III), onde o poeta evoca a criação dos «Carecas», 32 anos mais tarde, constitui um dos mais interessantes e mais vivos documentos da sua extensa correspondência. Complementa a edição uma antologia de poemas de António Feijó e algumas cartas inéditas.

    21.14 12.00
  • Ilustrações e Ilustradores na Obra de Eça de Queiroz

    A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, que abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de As Farpas, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas –, constitui nos estudos queirozianos uma absoluta novidade, de que a sua bibliografia carecia. A escrita eminentemente imagética do autor de A Relíquia facilita expressões plásticas de forte recorte visual, que vêm complementar o seu estilo inconfundível. Este álbum contém cerca de 600 gravuras que recriam personagens, episódios, diálogos e cenas, de que cada leitor terá já construído, mentalmente, uma imagem, que pode agora confrontar com estas interpretações. Assim se irá coroar, indelevelmente, o surto enorme de publicações que as comemorações queiro-zianas do ano 2000 suscitaram, evidenciando, uma vez mais, a qualidade única desse grande artista que foi Eça de Queiroz.

    47.58 18.00
  • Costumes Portugueses

    São 160 postais ilustrados da primeira metade do século xx, seleccionados por este importante coleccionador que, através da sua reprodução em livro, quer manter vivo na memória colectiva o melhor da nossa tradição. É assim que ante os nossos olhos desfilam o Gaiteiro, a Tricana de Coimbra, as pequenas Vindimadeiras de Évora, as Ovarinas de Lisboa, a Cegadeira de Caldelas, entre muitos outros personagens típicos de outros tempos. Mas de costumes trata esta obra e por isso aqui vamos encontrar os característicos trabalhos rurais – a tralhoada, a apanha da cortiça, a descamisada, a monda, a colheita da azeitona –, e marítimos – a apanha do sargaço, a arrematação da sardinha, a chegada do barco carregado de peixe, o transporte do vinho do Porto… pedaços da alma portuguesa que urge preservar.

    32.78 15.00
  • Cidades e Arquitecturas

    Década e meia de viagens de estudo. trabalho ou simples passeio levaram o autor aos mais diversos locais do mundo, entre mares, ilhas e continentes; através dessas viagens pôde conhecer e comparar inúmeras cidades e suas arquitecturas, antigas ou modernas, construídas anonimamente ou por arquitectos consagrados. Descrever e analisar o espaço urbano e as obras nele construídas, comparar as cidades e suas arquitecturas, constitui desde sempre um exercício empolgante, pois deste modo se podem compreender aspectos das culturas envolvidas, as suas características profundas, até mesmo os contrastes civilizacionais que elas enfrentam, num tempo de desenvolvimento tão extraordinário como contraditório. Esta colectânea de artigos e textos diversos, redigidos desde 1985, inclui temas como o dos espaços trans-oceânicos de histórica influência portuguesa, a visita a diversas urbes da europa, e às vastas metrópoles da América, Ásia e África.

    37.01 18.00
  • O Urbanismo Português, Séculos XIII-XVIII

    O tema deste livro é a História Urbana portuguesa até ao final do século XVIII. Nele se abordam as principais etapas do urbanismo planeado em Portugal, através do estudo detalhado de núcleos urbanos que constituem exemplos significativos das principais fases de evolução e dos principais tipos de traçados urbanos em Portugal. Estes estudos de casos abrangem também cidades brasileiras, tendo em conta que a história urbana portuguesa e brasileira são indissociáveis e complementares entre si. A pesquisa foi baseada fundamentalmente na recolha e na leitura de cartografia histórica, com base na qual se representaram graficamente as sucessivas fases de evolução dos núcleos urbanos estudados. A principal cartografia que serviu de base ao estudo é também reproduzida, de forma a fornecer aos leitores instrumentos suplementares para a compreensão da evolução das formas urbanas de origem portuguesa.

    62.93
  • Mater Misericordiae

    A obra que o Museu de S. Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa agora publica tem um objectivo bem simples. Trata-se, fundamentalmente, de abordar o tema iconográfico da Virgem da Misericórdia, Mater Misericordiae, conhecida na arte cristã ocidental desde o século XIII. Apesar da simplicidade da representação simbólica de Nossa Senhora, com o manto protector, aberto sobre a humanidade, não será tão simples precisar a origem deste modelo.

    24.84 15.00
  • Croquis de Viagem

    Este é um livro de croquis que não nasceram para se expor, mas plenos de riqueza no mundo sensível da mão que olha mas não vê, e sente mas não fala. Trata-se de um belo testemunho de aprendizagem e reflexão, que sentimos o dever de fixar, para que outros leiam o que se ‘esconde’ atrás da evidência simples da obra acabada e pronta para consumo. Quando em Portugal se fala de Design, o nome de Daciano da Costa é incontornável. Os exemplos da sua obra e do seu percurso enquadram-se nessa sábia Utopia “fazer aprender” sobre um projecto que nunca acaba…

    26.44 18.00
  • Anos de Ruptura – Uma perspectiva da arte portuguesa nos anos sessenta,

    Anos de Ruptura – Uma Perspectiva da Arte Portuguesa nos Anos 60 reúne vinte e sete artistas que concretizaram uma nova cultura visual na arte portuguesa. A situação de ruptura então criada não se verifica no plano das condições sócio-materiais da vida artística portuguesa, apesar das mudanças significativas, mas no posicionamento cultural das obras e dos seus autores. O isolamento do regime totalitário, obrigando a maioria dos artistas à emigração ou a longos estágios em Londres, e as alterações profundas na vida artística internacional, foram factores decisivos na ruptura definida por: entendimento da actividade artística de um ponto de vista mundial; consciência do sujeito individual como centro da criação artística e a realização desta em função do momento histórico; o livre trânsito das referências indissociável de um relacionamento electivo e integrante com a tradição das artes.

    37.01 22.00
  • Anos de Ruptura – Arquitectura portuguesa nos anos sessenta

    Este catálogo centra-se numa escolha de dez autores/obras a arquitectura portuguesa. São trabalhos produzidos à volta da década de 1960, que traduzem expressões contrastantes e geografia díspares – deixando entrever um desejo de diversidade, ou uma vontade de renovação, que tanto caracterizaram esse tempo de mudança. Efectivamente, depois da reafirmação universal da arquitectura moderna no pós-guerra. Institucionalizada como «Estilo Internacional», segue-se o período das dúvidas, das divergências e da procura por novos caminhos. É o tempo da recusa universal de regras unificadoras; do combate à uniformização das linguagem(s) arquitectónica(s); e da prática individualista, assumidamente anti-totalitárla. Os «anos 60» foram em todo o mundo ocidental uma época de «afirmação das diferençaa» com o despontar da «nova cultura» de uma desenvolvida classe trabalhadora e média. Mas em Portugal a modernização da arquitectura. dos seus programas e escala de intervenção, vai ainda colidir, em tensão permanente, com as barreiras da «conjuntura» política e do isolamento cultural.

    21.43 15.00
  • Carlos Botelho – Os Anos Diferentes

    Neste catálogo a riqueza de conteúdos e a simplicidade tiveram um encontro faliz. O período abrangido é, fundamentalmente, composto por um surpreendente conjunto de trabalhos, com grande incidência nos anos 50 e desconhecido do público. Só por si, e sem repetir iniciativas anteriores em torno da obra de Botelho, este conjunto que agora se apresenta é um inequívoco contributo não só para o conhecimento crítico e especializado, como também para todos os que têm a paixão da cidade e dos seus pintores.

    21.43 18.00
  • Ver pelo Desenho

    33.83 15.00
  • Solares Portugueses

    O autor não pretende apresentar a história das residências – tarefa quase sempre difícil pela escassez de elementos informativos – mas sim caracterizar a casa nobre portuguesa e apresentar um esboço da sua evolução através dos tempos, tarefa que não fora tentada ainda com tal desenvolvimento. Além disso, o livro não se dirige apenas a historiadores de arte mas sim a todos os que se interessam pelo estudo do nosso património artístico. Assim, o texto tem por objectivo fornecer dados essenciais para se «ver» a nossa arquitectura doméstica de carácter erudito, expressão insuperada do temperamento e sensibilidade do posrtuguês. É, portanto um livro que no seu alcance didáctico e na forma como se apresenta, sai fora da linha de certos trabalhos que temos apresentado.

    51.27 22.00
  • O Palácio de Queluz

    Este estudo propõe-se reconstituir a história do Palácio de Queluz relevando a sua importância estética não só para a história da arte em Portugal como também para a história da arte europeia. Numa primeira parte faz-se uma introdução sobre os estilos considerados fundamentais para a compreensão do estilo adoptado em Queluz, elaborando-se depois a descrição histórica das diferentes fases construtivas. Conclui-se com uma parte dedicada à projecção artística do Palácio.

    39.65
  • Mulher das Cidades Futuras

    Mulher das Cidades Futuras reúne mais de uma centena de textos oferecidos, por personalidades conhecidas das Artes e Ofícios deste país, a Maria de Lourdes Pintasilgo por ocasião do seu septuagésimo aniversário, no ano 2000. Poder-se-á dizer que é uma antologia de instantâneos de vários tempos: uns já algo distantes, outros mais recentes, contribuindo para configurar momentos da trajectória de uma Mulher singular. Uma Mulher que marcou, sem dúvida, o século XX, na vida internacional e nacional: pela sua inovadora visão dos problemas mundiais e articulação dos vários saberes; pela sua criatividade intelectual e imaginação política; pelo seu sentido ético e coragem cívica; pelo seu respeito pela memória e envolvimento no futuro; pela sua coerência e intensa afectividade; pela sua visão espiritual da Vida.

    19.13