DIA DO PAI

  • 28 – Crónica de um percurso | 28 – Chronicle of a journey

    O ELÉCTRICO 28, verdadeiro ex-líbris de Lisboa desde 1985, larga do Martim Moniz e nos Prazeres vai a enterrar, ressus­citando ali para regresso da cir­culação. É a linha mais longa e complexa da cidade, e riquíssima de informação urbana — subin­do à Graça, descendo pela Sé até à Baixa para trepar à Estrela, de colina para colina. E, como deve ser, “vendo por onde se vai antes de lá chegar”.

     

    THE 28, real ex-libris of Lisbon since 1985, departs from Martim Moniz and is buried in Prazeres, and is in turn resurrected there for the return trip. It is the lon­gest and most complex tour of the city, as well as rich in urban information — up to Graça, down past the Cathedral to the Baixa to then climb up to the Estrela, hill by hill. As it should be, “seeing where you’re going before you get there”.

    24.90 17.43
  • Adotar em Portugal, um Guia para Futuros Pais

    A burocracia, a legislação, o começo da avaliação, os testes e a visita a casa, a ida a tribunal são alguns dos temas discutidos neste livro: responder com verdade a estas perguntas, explicar como é o processo de adoção em Portugal, como se pode desencadeá-lo,  como é que uma criança passa de institucionalizada a adotável. E histórias. Muitas histórias de quem já viveu a adoção.

    17.90 12.53
  • Aprenda a Poupar Já!

    PREPARE O SEU FUTURO COM UM PLANO DE POUPANÇA E INVESTIMENTO

    Este livro é um guia prático que o apoia em todas as vertentes no caminho para a independência financeira e, porque não, no seu plano de reforma, desde o diagnóstico das suas finanças pessoais, passando por um conjunto de estratégias para adaptar o seu orçamento mensal ao objetivo da poupança e, finalmente, como acelerar o seu crescimento através do investimento.
    O objetivo é que estas páginas sejam também um contributo para uma melhor perceção do papel essencial que o investimento desempenha nas nossas poupanças, desmistificar alguns conceitos e mitos, bem como despertar a consciência para uma gestão criteriosa das nossas despesas.

    16.40 11.48
  • As Lágrimas de D. João VI

    As Lágrimas de D. João VI é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI.

     A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida.

    Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI – que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono –, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.

    18.90 13.23
  • Celebrar – O melhor vinho para cada data especial do ano

    As datas importantes são para celebrar. O especialista Vasco d’Avillez, diz-lhe qual é o vinho certo para cada ocasião, envolvendo-o nas suas histórias.

    16.90 11.83
  • Como Tornar Verdes os Teus Pais

    Que horror! É o Terrível Aquecimento Global! O clima anda estranho. Os ursos polares andam ansiosos. O Terrível Aquecimento Global anda no ar. Mas não entres em pânico. Nem tudo está perdido. Sim, alguém está prestes a salvar o planeta e adivinha quem? Tu mesmo! Só tu podes levar os culpados a modificar os seus comportamentos. E quem são eles? Tu? Os teus amigos? Não! São os adultos trogloditas – os Troguis – e estão prestes a levar um pavoroso abanão! Vamos ajudar-te a criar uma Carta do Glorioso Verde para eles assinarem, e ensinar-te a castigá-los – oh sim – se eles não mudarem os seus comportamentos trogloditas. Está na hora de tornar Verdes os teus pais!

    9.71 6.80
  • Defender o Futuro

    Em Defender o Futuro – Manual para o Cidadão Consciente vai encontrar dicas simples e práticas que irão ajudá-lo a adotar comportamentos rumo a um mundo mais sustentável, bem como linhas orientadoras para poder definir o caminho a seguir. Afinal, está do seu lado dar o primeiro passo. Aceita o desafio?

    A autora fala sobre este livro aqui 

    16.60 14.94
  • Esquecidos em Abril – Os mortos da revolução sem sangue

    Prefácio de Miguel Real

    Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos.

    A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, qua-tro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-mos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa.

    Esquecidos em Abril é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional.

    13.90 9.73
  • HENRIQUE, O NAVEGADOR – 2.ª edição

    Nova Edição com Prefácio de Luís Miguel Duarte

    “Acredito que, para nos aproximarmos o pouco que nos é permitido da vida de um homem extraordinário como foi o Infante D. Henrique, não podia haver ninguém melhor do que outro homem extraordinário, o historiador Peter Edward Russell.”

    Luís Miguel Duarte, Professor de História Medieval

    Mas diz mais: “Este é um dos dez livros de História que eu levaria para uma ilha deserta. É uma obra de maturidade de um investigador de exceção, escrita com uma elegante economia de palavras, com inteligência e com humor, estimulante nas interrogações, sedutora nas propostas. Para nós, portugueses, sobretudo os da minha geração e os de gerações anteriores, que tiveram de conviver assiduamente com um Infante heroico, visionário, quase santo – e profundamente maçador, para não dizer enjoativo – esta biografia é uma lufada de ar fresco e de vivacidade. Destrói o que ainda resta do mito, sem matar a nossa curiosidade.

    Fala-nos de um homem que se sentia como um verdadeiro cruzado, que levou muito a sério o seu horóscopo e que tentou fazer com que a sua vida concretizasse as respetivas previsões, que sonhava ser rei: das Canárias, de Granada, do que fosse, já que de Portugal era impossível. Como descreveria o Infante?, perguntam ao historiador em 1994: como ‘uma pessoa interessante mas muito enigmática’.”

    32.00 22.40
  • Histórias de Pais, Filhos e Animais

    «Também vos dou todas as ervas com sementes que existem à superfície da Terra, assim como todas as árvores de fruto com semente, para que vos sirvam de alimento. E a todos os animais da terra, a todas as aves dos céus e a todos os seres vivos que sobre a Terra existem e se movem, igualmante dou por alimento toda a erva verde que a terra produzir» Gen. I, 29-31

    9.09
  • Horácio Roque

    Cinco anos depois da morte do banqueiro Horácio Roque, esta é a história do rapaz que partiu aos 14 anos para Angola, que trocou o Mogadouro por Luanda quando Portugal estava em vésperas das primeiras revoltas em Angola que acabariam numa desastrosa descolonização. Compensou a falta de berço com o engenho e determinação que o colocariam na lista dos mais ricos do mundo, à custa de saber estar próximo de todos os regimes que lhe permitiram construir essa fortuna assinalável. Da UNITA de Savimbi ao MPLA de José Eduardo dos Santos, passando pelo apartheid de Botha e pelo inesquecível Mandela, Horácio Roque juntou-se a todos eles. É também uma história de mulheres, da ativista Fátima Roque, do amor por Paula Caetano e de um banco, o Banif, que hoje procura a sobrevivência, depois da crise financeira internacional da qual já só viu o início. Dizem que teria rescrito este último capítulo da história do banco que fez nascer se tivesse vivido para contá-la. Nunca o saberemos.

    16.90 11.83
  • José Maria Espírito Santo Silva

    Filho de pais incógnitos, é um padre que lhe dá o nome que marcaria a Economia portuguesa. Alexandra Ferreira conta a vida do homem que veio do nada e que acabou a fundar um Império.

    16.90 11.83
  • José Saramago: Rota de Vida Uma Biografia

     Esta biografia traça o percurso de uma personalidade única da cultura portuguesa, debruçando-se tanto sobre a sua intensa atividade criativa como sobre a sua atribulada vida privada.

    25.60 17.92
  • Lisboa: O Que o Turista Deve Ver-11ª.Edição

    A publicação deste inédito de Fernando Pessoa revela um texto que, ao contrário da maior parte dos seus inéditos, estava completo, dactilografado e pronto para ser publicado. Trata-se de um guia de Lisboa, o Universo fundamental de Pessoa a que chama o seu “lar”, escrito em inglês, propositadamente turístico, despojado de retórica, onde se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, artístico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado visitar Lisboa pela mão do grande poeta e verificar que, apesar dos anos que passaram e de todas as alterações urbanas, ainda podemos desfrutar esse prazer de passear pelas ruas melancólicas da cidade branca e reconhecer os locais de que ele fala. Este guia, provavelmente datado de 1925, inseria-se num amplo projecto de publicações a editar por Pessoa para dignificar Portugal, que ele considerava “descategorizado” face à civilização europeia e, no caso presente, dignificar a sua capital. Em edição bilingue e com Prefácio de Teresa Rita Lopes é com satisfação que Livros Horizonte dá à estampa este original de Fernando Pessoa.

    14.50 10.15
  • Não Berres Comigo Pai !

    O pai da Helena não sabia falar normalmente. Tudo o que dizia saia-lhe da boca aos berros. A Helena estremecia mas, só por dentro. Até que um dia tomou uma decisão que deixou o pai mudo e calado. Ou quase…. Uma história que mostra como às vezes, muitas vezes aliás, os filhos também podem ensinar os pais.

    13.25 9.27
  • O Príncipe Piloto

    D. Afonso de Bragança, o menos conhecido membro da última família real portuguesa, deixou-se contagiar pela magia que irradiava dos novos veículos que a Revolução Industrial do último quartel do século XIX fizera surgir além-Pirenéus. O popular «Arreda» nunca se conformou com a monotonia palaciana e sempre que podia trocava os salamaleques de salão pelo óleo sujo dos motores dos automóveis que colecionava. Por cada vénia que o protocolo lhe exigia, imaginava uma perigosa aventura aos comandos do seu batalhão de bombeiros. Preferia o sobressalto do momento ao calendário repetitivo da agenda real. A paixão fugaz ao amor eterno. A popularidade à  reverência. A aprendizagem prática ao estudo clássico. Trocava, enfim, as fastidiosas partituras musicais do piano da sua mãe, Maria Pia, e do barítono paterno, o rei D. Luís, por um simples mas virtuoso golpe de volante numa qualquer ruela lisboeta. Ao descobrirem-se os caminhos tortuosos da vida de Afonso, é Portugal que se desenha nas suas virtudes e nas suas misérias. Um país dividido entre a bancarrota da Monarquia e a falência da Primeira República.

    18.20 12.74
  • Pais à Escolha Num Centro Comercial

    Existem pais que escolhem filhos. E se fosse ao contrário: haver crianças a poderem escolher os seus pais? Dois irmãos órfãos procuram o pai e a mãe ideais num centro comercial muito especial. Aqui, distribuídos por várias lojas em 100 pisos, há pais para todos os gostos: magros, altos, ricos, carecas, descontraídos, inteligentes… Uns ralham, outros deixam as crianças comer doces… Uns até frequentam as aulas de Como ser um Super Pai! Mas, quanto mais montras veem, mais confusos os irmãos ficam. Afinal encontrar o pai e a mãe que se idealiza não é tarefa fácil…

    12.72 8.90
  • Reis procuram Príncipes

    Reino das Sete Cores procura príncipes

    Reis bondosos e apaixonados procuram herdeiros para encher as gavetas do seu coração.

    Promete-se amor incondicional, beijinhos a qualquer hora e muitos abraços apertados.

    11.90 8.33
  • Sem Medo dos 50

    Tudo o que deve saber para aproveitar em pleno os 50!

    Dezassete figuras de diferentes áreas explicam-lhe como tirar partido da década mais importante da sua vida.

    Deixe de lado as preocupações com o futuro e abandone a nostalgia do passado, porque os 50 são o momento perfeito para realizar as coisas que sempre quis fazer. Aprenda uma língua nova, arrisque um projeto, deixe de se dar com quem não gosta, perca a barriga, descubra a espiritualidade e … muito mais.

    O nutricionista Humberto Barbosa revela o segredo da longevidade. Alexandre Castro Caldas, neurologista, ensina a desafiar o cérebro.

    António Pires de Lima garante que o prazer da “obra feita” não é só para os políticos. O sexólogo Vasco Prazeres assegura que o sexo não tem idade, desmascarando os mitos sob os lençóis.  João Quadros convida a manter um olhar crítico sobre si mesmo.

    Ao longo de sete capítulos temáticos, orientados pela experiência e pelas palavras de quem sabe do que fala, descubra o que os 50 trazem de novo ao nosso corpo e à nossa mente.

    16.90 11.83
  • Sou Pai, e Agora-A Arte da Paternidade-Guia Fund Homens

    Acabou de ser pai ou vai sê-lo em breve? Boa! É a melhor coisa do mundo, etc., etc.. Agora a vida pode retomar o seu rumo… ou quase… Com Sou pai, e agora? ficará a saber como vai ser a vida daqui em diante. Repleto de informações e dicas práticas, de leitura fácil, eis um livro divertido que lhe explica tudo o que precisa de saber para sobreviver ao próximo ano, nomeadamente: – Sono: Está provavelmente a perceber porque é que a privação de sono é usada como tortura. Com o que pode contar, em que alturas, e como aguentar? – Sexo: Quando recomeça? A amamentação funciona mesmo com meio de contraceção? Como e quando recuperar a relação privilegiada com a sua companheira? – Dinheiro: Tem consciência de ter gasto uma pequena fortuna antes do nascimento do seu filho? As despesas vão continuar – mas em que medidas? Haverá soluções que não impliquem mandar o seu bebé lavar pratos? – O seu bebé: Por enquanto o fruto das suas entranhas não faz muito mais do que comer e dormir. O que pode esperar dele e quando? Graças a este livro, no fim do primeiro ano não só conseguirá mudar uma fralda a dormir (se é que consegue arranjar algumas horas para tal) mas também, e mais importante, dominará a arte de ser um excelente pai.

    16.00 11.20
  • Teoria das Relações Internacionais

    A teoria das relações internacionais é indispensável para compreender a natureza do sistema de Estados e tornar a racionalidade possível nas decisões dos responsáveis políticos, que podem fazer a diferença entre a guerra e a paz na era nuclear. Para lá das divergências entre as escolas da teoria política internacional, nenhuma das figuras maiores do realismo, do liberalismo ou do idealismo desistiu de ordenar as relações entre os Estados para a aventura humana poder continuar.

    23.90 21.51
  • Zé de Bragança Sem Papas na Língua!

    18 ANOS – crónicas, histórias e coisas assim… Do Zé de Bragança e do seu criador.
    “(…) Nasceu o Zé de Bragança. Desde então escreveu com a dureza e a ironia que a capacidade do criador lhe consentiu.
    Sem constrangimentos e em total liberdade. Verberando os unanimismos, o politicamente correto, os «dogmas» da «modernidade». Criticou muitos protagonistas do poder.
    Denunciou equívocos e sofismas. Publicitou o sentimento popular que não tinha eco na Imprensa. Expôs opiniões e nunca recusou a controvérsia. Terá sido, porventura, incorreto e injusto, como foi hiperbólico e encomiástico. Exagerou umas e acertou noutras. Parodiou situações, satirizou comportamentos, ironizou atitudes. Foi cáustico com alguns e indulgente com outros. Por vezes contraditório e incoerente, mas nunca indiferente. Houve crónicas em que descobriu a alma, deixou fluir sentimentos e correr a lágrima. Mas o criador do personagem tem pais – e que orgulho em tê-los –, é pai – e que orgulho em sê-lo –, marido – e que bênção a recebida –, amigo de bons amigos – e que privilégio sabê-lo. É filho de uma terra prodigiosa, onde se procura quando perdido e se reencontra em tranquilo repouso no regaço maternal dos montes que o cercam (…).”

    15.90 14.31