Obras de Arte

  • Costumes Portugueses

    São 160 postais ilustrados da primeira metade do século xx, seleccionados por este importante coleccionador que, através da sua reprodução em livro, quer manter vivo na memória colectiva o melhor da nossa tradição. É assim que ante os nossos olhos desfilam o Gaiteiro, a Tricana de Coimbra, as pequenas Vindimadeiras de Évora, as Ovarinas de Lisboa, a Cegadeira de Caldelas, entre muitos outros personagens típicos de outros tempos. Mas de costumes trata esta obra e por isso aqui vamos encontrar os característicos trabalhos rurais – a tralhoada, a apanha da cortiça, a descamisada, a monda, a colheita da azeitona –, e marítimos – a apanha do sargaço, a arrematação da sardinha, a chegada do barco carregado de peixe, o transporte do vinho do Porto… pedaços da alma portuguesa que urge preservar.

    32.78 13.11
  • Cidades e Arquitecturas

    Década e meia de viagens de estudo. trabalho ou simples passeio levaram o autor aos mais diversos locais do mundo, entre mares, ilhas e continentes; através dessas viagens pôde conhecer e comparar inúmeras cidades e suas arquitecturas, antigas ou modernas, construídas anonimamente ou por arquitectos consagrados. Descrever e analisar o espaço urbano e as obras nele construídas, comparar as cidades e suas arquitecturas, constitui desde sempre um exercício empolgante, pois deste modo se podem compreender aspectos das culturas envolvidas, as suas características profundas, até mesmo os contrastes civilizacionais que elas enfrentam, num tempo de desenvolvimento tão extraordinário como contraditório. Esta colectânea de artigos e textos diversos, redigidos desde 1985, inclui temas como o dos espaços trans-oceânicos de histórica influência portuguesa, a visita a diversas urbes da europa, e às vastas metrópoles da América, Ásia e África.

    37.01 14.80
  • O Urbanismo Português, Séculos XIII-XVIII

    O tema deste livro é a História Urbana portuguesa até ao final do século XVIII. Nele se abordam as principais etapas do urbanismo planeado em Portugal, através do estudo detalhado de núcleos urbanos que constituem exemplos significativos das principais fases de evolução e dos principais tipos de traçados urbanos em Portugal. Estes estudos de casos abrangem também cidades brasileiras, tendo em conta que a história urbana portuguesa e brasileira são indissociáveis e complementares entre si. A pesquisa foi baseada fundamentalmente na recolha e na leitura de cartografia histórica, com base na qual se representaram graficamente as sucessivas fases de evolução dos núcleos urbanos estudados. A principal cartografia que serviu de base ao estudo é também reproduzida, de forma a fornecer aos leitores instrumentos suplementares para a compreensão da evolução das formas urbanas de origem portuguesa.

    62.93 25.17
  • Mater Misericordiae

    A obra que o Museu de S. Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa agora publica tem um objectivo bem simples. Trata-se, fundamentalmente, de abordar o tema iconográfico da Virgem da Misericórdia, Mater Misericordiae, conhecida na arte cristã ocidental desde o século XIII. Apesar da simplicidade da representação simbólica de Nossa Senhora, com o manto protector, aberto sobre a humanidade, não será tão simples precisar a origem deste modelo.

    24.84 9.94
  • Croquis de Viagem

    Este é um livro de croquis que não nasceram para se expor, mas plenos de riqueza no mundo sensível da mão que olha mas não vê, e sente mas não fala. Trata-se de um belo testemunho de aprendizagem e reflexão, que sentimos o dever de fixar, para que outros leiam o que se ‘esconde’ atrás da evidência simples da obra acabada e pronta para consumo. Quando em Portugal se fala de Design, o nome de Daciano da Costa é incontornável. Os exemplos da sua obra e do seu percurso enquadram-se nessa sábia Utopia “fazer aprender” sobre um projecto que nunca acaba…

    26.44 10.58
  • Anos de Ruptura – Uma perspectiva da arte portuguesa nos anos sessenta,

    Anos de Ruptura – Uma Perspectiva da Arte Portuguesa nos Anos 60 reúne vinte e sete artistas que concretizaram uma nova cultura visual na arte portuguesa. A situação de ruptura então criada não se verifica no plano das condições sócio-materiais da vida artística portuguesa, apesar das mudanças significativas, mas no posicionamento cultural das obras e dos seus autores. O isolamento do regime totalitário, obrigando a maioria dos artistas à emigração ou a longos estágios em Londres, e as alterações profundas na vida artística internacional, foram factores decisivos na ruptura definida por: entendimento da actividade artística de um ponto de vista mundial; consciência do sujeito individual como centro da criação artística e a realização desta em função do momento histórico; o livre trânsito das referências indissociável de um relacionamento electivo e integrante com a tradição das artes.

    37.01 14.80
  • Anos de Ruptura – Arquitectura portuguesa nos anos sessenta

    Este catálogo centra-se numa escolha de dez autores/obras a arquitectura portuguesa. São trabalhos produzidos à volta da década de 1960, que traduzem expressões contrastantes e geografia díspares – deixando entrever um desejo de diversidade, ou uma vontade de renovação, que tanto caracterizaram esse tempo de mudança. Efectivamente, depois da reafirmação universal da arquitectura moderna no pós-guerra. Institucionalizada como «Estilo Internacional», segue-se o período das dúvidas, das divergências e da procura por novos caminhos. É o tempo da recusa universal de regras unificadoras; do combate à uniformização das linguagem(s) arquitectónica(s); e da prática individualista, assumidamente anti-totalitárla. Os «anos 60» foram em todo o mundo ocidental uma época de «afirmação das diferençaa» com o despontar da «nova cultura» de uma desenvolvida classe trabalhadora e média. Mas em Portugal a modernização da arquitectura. dos seus programas e escala de intervenção, vai ainda colidir, em tensão permanente, com as barreiras da «conjuntura» política e do isolamento cultural.

    21.43 8.57
  • Carlos Botelho – Os Anos Diferentes

    Neste catálogo a riqueza de conteúdos e a simplicidade tiveram um encontro faliz. O período abrangido é, fundamentalmente, composto por um surpreendente conjunto de trabalhos, com grande incidência nos anos 50 e desconhecido do público. Só por si, e sem repetir iniciativas anteriores em torno da obra de Botelho, este conjunto que agora se apresenta é um inequívoco contributo não só para o conhecimento crítico e especializado, como também para todos os que têm a paixão da cidade e dos seus pintores.

    21.43 8.57
  • Ver pelo Desenho

    33.83 13.53
  • Solares Portugueses

    O autor não pretende apresentar a história das residências – tarefa quase sempre difícil pela escassez de elementos informativos – mas sim caracterizar a casa nobre portuguesa e apresentar um esboço da sua evolução através dos tempos, tarefa que não fora tentada ainda com tal desenvolvimento. Além disso, o livro não se dirige apenas a historiadores de arte mas sim a todos os que se interessam pelo estudo do nosso património artístico. Assim, o texto tem por objectivo fornecer dados essenciais para se «ver» a nossa arquitectura doméstica de carácter erudito, expressão insuperada do temperamento e sensibilidade do posrtuguês. É, portanto um livro que no seu alcance didáctico e na forma como se apresenta, sai fora da linha de certos trabalhos que temos apresentado.

    51.27 20.51
  • O Palácio de Queluz

    Este estudo propõe-se reconstituir a história do Palácio de Queluz relevando a sua importância estética não só para a história da arte em Portugal como também para a história da arte europeia. Numa primeira parte faz-se uma introdução sobre os estilos considerados fundamentais para a compreensão do estilo adoptado em Queluz, elaborando-se depois a descrição histórica das diferentes fases construtivas. Conclui-se com uma parte dedicada à projecção artística do Palácio.

    39.65 15.86