Catálogo

  • Educação Social na Escola Básica

    Este livro destina-se aos docentes do ensino básico e aos alunos dos Cursos de Formação de Professores. Ao longo das suas páginas, é dada ênfase à descrição e análise das teorias da aprendizagem, faz-se uma apresentação de algumas funções do professor na perspectiva das teorias maturacionista, comportamentalista e desenvolvimentista, faz-se uma referência ao problema da disciplina na sala de aula, dão-se a conhecer formas de adaptação do currículo às diferenças étnicas e culturais e descrevem-se métodos e actividades que permitam a concretização de uma abordagem construtivista no ensino dos estudos sociais. Um livro particularmente útil para os professores que necessitam de informação sobre novas metodologias do ensino das áreas de estudo do meio e de desenvolvimento pessoal e social.

    5.99
  • Escola, Professoras e Processos de Mudança

    Escola primária, professoras, representações sociais, meios populares, mudança de práticas, construção do sucesso escolar, formação para a mudança, são alguns dos temas-chave deste trabalho de pesquisa. Todos os parceiros da Educação – entre os quais Porfessores, Estudantes, Psicólogos, Investigadores, Decisores – poderão encontrar neste estudo elementos de compreensão da complexidade escolar, dados e interrogações, problemas e propostas que lhes serão úteis, tanto para a reflexão como para a intervenção.

    17.44
  • A Casa da Praia – O Psicanalista na Escola-2ª.Edição

    O Centro de Pedagogia Experimental – Casa da Praia – que depende do Centro de Saúde Mental Infantil de Lisboa, foi criado em 1975. Destina-se ao estudo, diagnóstico e tratamento das crianças que, embora inteligentes, têm dificuldades de iniciação à aprendizagem escolar. O presente livro é o resultado dessa experiência de 12 anos que João dos Santos orientou até aos últimos momentos da sua vida. As conclusões a que chegou, juntamente com os técnicos que com ele trabalharam, foram as de que quase todas as crianças que à Casa da Praia recorreram eram instáveis ou bloqueadas, havendo sempre por detrás uma depressão acentuado, mais ou menos disfarçada por sintomas comportamentais diversos; de que uma grande parte das mães destas crianças eram muito deprimidas e de que os seus pais estavam frequentemente ausentes (do lar ou do país, doentes ou inválidos). Porque as festas são anti-depressivas, a Casa da Praia é uma casa em festa, considerando-se festa como a vivência colectiva duma ideia que tem a ver com circunstâncias vividas por toda a comunidade onde a escola se situa, por alguns pequenos grupos ou colectividades. Toda a actividade das crianças da Casa da Praia é orientada pela ideia de que o movimento e a actividade externa virão a ser, mesmo antes da escola, progressivamente interiorizados sob a forma de pensamento e de actividade tendente ao desenvolvimento mental e portanto, à compreensão da actividade simbólica.

    8.08
  • Para o Ensino e Aprendizagem da Língua Materna

    O presente trabalho procura oferecer, a todos aqueles que têm a missão de estimular e desenvolver a aprendizagem linguística na criança, alguns motivos de reflexão e de orientação, a partir da análise contreta da experiência pedagógica. As Autoras tentam dar respostas a muitas das interrogações dos professores de ensino primário, carecidos de meios e de apoio pedagógico e ciéntífico que lhes facilite a docência da língua materna. O conhecimento da criança e o conhecimento de como funciona a língua, propiciados pela psicologia a linguística e a psicolinguística, bem como pela prática educativa escolar, são elementos inseparáveis da relação pedagógica. Na actividade diária da escola, haverá oportunidade de associar a dinâmica infantil a acções valorativas que permitam à criança expressar-se, comunicar e aprender a dominar a leitura e a escrita.

    8.45
  • Testes Sociométricos

    Como adultos a trabalhar no meio de crianças, damo-nos conta de que algo de vital acontece à nossa volta, mas não somos capazes de decifrar o seu significado. Desorientados pela rápida acção recíproca das 30 ou 40 crianças duma turma, temos tendência para evitar aquilo que não percebemos. Sempre que tentámos ajudar as crianças a darem-se bem umas com as outras vimos que as nossas tentativas não foram eficientes, embora as crianças tivessem tentado aceitar bem os nossos esforços desajeitados. O desenvolvimento vital duma criança entre outras aproximadamente da mesma idade tem feito parte daqueles factos da experiência infantil que não se nos revelam directamente. Por isso tivemos de esperar que a investigação científica descobrisse os métodos de chegarmos até eles. O aparecimento do teste sociométrico é, portanto, bem acolhido por todos aqueles que são responsáveis pela vida de crianças em grupo. Este teste é uma surpresa. Não se trata dos aspectos do comportamento social normalmente focados, tais como a cooperação e consideração, agressão e submissão. Na realidade, ele vai ao âmago da questão – as relações entre crianças. Juntamente com outros factos, ele tem-nos ajudado a avaliar o grau de integração duma criança no grupo; a descobrir a maneira como ela está a tentar integrar-se; e a ver se a sua experiência social se está a realizar dum modo natural, ou não.

    6.86