• As Minas do Rei Salomão

    Uma edição paralela do romance inglês – traduzido expressamente para este fim – e da “versão” de Eça de Queiroz, com um estudo comparativo de José-Augusto França, permite confrontar pela primeira vez os dois textos, e sub
    linhar o valor total da obra do grande escritor português.Plano Nacional De Leitura

    22.65 15.86
  • Carta ao Cavaleiro de Nada

    Menção Honrosa no Prémio Branquinho da Fonseca 2018 (jornal Expresso e Fundação Caloste Gulbenkian)

    Numa carta ao seu misterioso amigo Cavaleiro de Nada, o pequeno Fernando Pessoa conta a fantástica aventura que viveu a bordo de um barco chamado Castelo, a caminho da África do Sul.

    Aí, perseguiu um gato ladrão, desvendou enigmas e conheceu três novos amigos, todos especiais e diferentes – o Alberto, o Álvaro e o Ricardo.

    Nesta história, pensada para apresentar aos mais novos o maravilhoso mundo de Fernando Pessoa, o sonho mistura-se com a realidade, a obra do poeta espreita a cada esquina e os seus heterónimos mais famosos ganham vida.

    12.90 9.03
  • Que Monstros Fabricamos?

    Autor vencedor do Prémio Hans Christian Andersen 2010. Que monstros fabricamos? foi shortlisted para o Costa Children’s Book Award e a Carnegie Medal, e também adaptado a longa-metragem pela BBC. Davie e o seu melhor amigo Geordie assistem, fascinados, à chegada de um misterioso rapaz à aldeia: Stephen Rose não tem pais nem amigos, o seu rosto é pálido, o seu olhar sombrio, e vai viver para a casa de Crazy Mary. A sua ocupação favorita é esculpir figuras de barro… Sem se aperceberem, os dois rapazes encontram-se de repente num caminho escorregadio, numa engrenagem terrível que dará vida a um monstro ameaçador; enquanto aos poucos o passado de Stephen surge, as suas vidas mudam para sempre. Um livro poderoso e inquietante, por vezes perturbador, em que, subtilmente, a fronteira entre o real e a alucinação se torna dúbia.

    Plano Nacional De Leitura

    13.45 9.42
  • 5 de Outubro por Quem Viveu

    Pela primeira vez num só volume, colocamos à disposição do público um conjunto pouco vulgar de fontes escritas pelos mais conhecidos jornalistas coevos e pelos militares e civis actores do 5 de Outubro, desde os mais destacados elementos da revolução até ao mais obscuro voluntário da Rotunda. Com organização e notas de António Ventura, professor catedrático da Faculdade de Letras e director do Centro de História da Universidade de Lisboa, aqui se reconstituem as jornadas revolucionárias de 3, 4 e 5 de Outubro de 1910, através de testemunhos que nos ajudam a compreender os antecedentes, o curso dos acontecimentos e as motivações daqueles que tudo arriscaram em nome da mudança de regime.

    43.99 30.79
  • A Caracóis de Ouro, os Três Ursos e a Banheira

    Todos sabemos que a Caracolinhos de Ouro foi passear para a floresta e viu uma casinha.
    O que não sabíamos é que a casa não tinha portas. E é claro que vivem lá três ursos, e que na mesa estão três tigelas de papa, uma grande, uma média e uma pequena. Mas já alguém vos tinha falado em banheiras? E de quem estava lá dentro? Ah, bem me parecia que não! Porque esta não é bem, bem a história da Caracolinhos que as pessoas crescidas conhecem.

    Um clássico intemporal da literatura infantil revisitado por Isabel Stilwell e pela sua neta Marta, e enriquecido com as ilustrações únicas de João Vaz de Carvalho.
    Cada página é um convite à aventura de redescobrir A Caracóis de Ouro e os três ursos.

    13.90 12.51
  • A Importância da Nutrição na Gravidez

    Adotar uma alimentação adequada e bem orientada, desde a preconceção ao aleitamento materno, é fundamental para uma gravidez e um bebé saudáveis.
    A nutricionista Mónica Pitta Grós Dias, em colaboração com uma equipa pluridisciplinar e baseada na sua experiência diária, esclarece de forma muito prática as principais dúvidas, propõe também planos nutricionais, receitas saudáveis e equilibradas e orientações para a atividade física mais adequada para cada uma destas fases – preconceção, gravidez, pós-parto, bem como uma visão diferenciada sobre aleitamento materno.

    Um livro útil para as futuras mães, obstetras, pediatras e enfermeiros de saúde materna.

    A autora fala sobre o livro aqui

     

    16.50 14.85
  • A Incrível Viagem de Ulisses

    A Odisseia, de Homero, interpretada e ilustrada de forma admirável. A leitura fascinante de um clássico da Antiguidade tornada num verdadeiro prazer…

    16.96 11.00
  • A Louça de Viana

    O livro A Louça de Viana. Na época áurea da faiança portuguesa, ilustrado com mais de cem belíssimas reproduções de espécimes de cerâmica artística, surge num momento de alguma incerteza perante o futuro, em que os riscos de estagnação na área desta forma de arte se multiplicam, e no qual se augura que a recuperação da história da faiança de Viana possa contribuir para estimular a inovação e a criatividade. Deseja-se, com este livro, contribuir para o futuro da cerâmica artística, que já no último quartel do século XVIII e na primeira metade do século XIX, apesar das perturbações políticas, sociais e económicas que afligiram o país, ficou ligada a uma das mais singulares experiências de vivência estética, a nível da produção, não erudita, e da presença da arte no quotidiano de uma multidão de cidadãos, que não apenas os mais afortunados.

    35.33 16.00
  • A Luz e a Paisagem. Criar Paisagens Nocturnas

    Roger Narboni prossegue aqui a sua reflexão sobre a luz urbana, tarefa na qual se vem empenhando há quinze anos. Fá-Io ao colocar a questão da relação da luz urbana com a paisagem, domínio em constante mutação. Nesta obra se explica como a correcta iluminação de uma paisagem pode desempenhar um verdadeiro papel de catalisador, ao revelar toda a sua beleza e diversidade e ao encorajar, simultaneamente, a sua redescoberta ao cair da noite. As montanhas, as colinas, o mar, os rios, as florestas ou, ao invés, as paisagens urbanas ou industriais: todos têm um imenso potencial de encenação nocturna. Produzido a partir do olhar de um designer de luz, este livro é dirigido a todos os que trabalham neste campo e apresenta-se como um valioso auxiliar para todos os donos de obra e responsáveis técnicos.

    63.60 22.00
  • A Menina que não queria Livros

    OBRA DISTINGUIDA COM O PRÉMIO DE ILUSTRAÇÃO Belas Artes/ Livros Horizonte 2019

    A Leonor tinha um pai muito sabichão, que queria, por força, que  ela aprendesse a ler. Assim, resolveu que iria oferecer-lhe um livro todos os dias. Outras crianças ficariam contentes com tal presente, mas esta  menina torcia logo o nariz e inventava mil e uma formas de dar uso aos livros sem os ler…
    Será que algum dia vai descobrir o prazer da leitura?

    12.90 11.61
  • A Migração das Alforrecas

    As alforrecas são animais marinhos. Ou eram, até eu ter começado a vê-las em sítios bem diferentes do que seria de esperar. Talvez fossem migratórias, mas isso não explicava tudo. Se calhar, as alforrecas eram animais marinhos até precisarem de ser outra coisa, e “coisa” é uma palavra que dá para quase tudo.

    14.90 13.41
  • A Praça do Comércio em Postal Antigo

    Como afirmam diversos investigadores, a maior parte da memória da cidade de Lisboa e dos portugueses passa pela Praça do Comércio, ou Terreiro do Paço. Ali foi o primeiro porto de Lisboa, local da ascensão dos judeus, espaço das estruturas do poder real manuelino, ex-libris filipino, cenário inquisitorial, sítio de entradas reais, da celebração do simbólico e do poder de estado iluminista, lugar do regicídio de D. Carlos, das festas republicanas… Corporizou, na sua enseada, o anco-radouro – porto que serviu a actividade de salga de peixe – e serviu depois como escoador de produtos artesanais medievos. Este álbum revela-nos a Praça do Comércio por um horizonte temporal de 30 a 40 anos, desde a última década de oitocentos à terceira década do século findo.

    37.10 14.00
  • A Sétima Colina

    Este livro é um roteiro histórico-artístico do percurso romântico de Lisboa que parte do Cais do Sodré até ao Largo do Rato, passando pela cerca fernandina, Largos das Duas Igrejas e Camões, o Chiado, Largo de S. Roque, jardim de São Pedro de Alcântara e do Príncipe Real, Escola Politécnia, Imprensa Nacional, etc. Ao longo do pecurso é feita referencia histórica e cultural ao mais importante património aí existente: palácios, edifícios notáveis, personagens históricos, influências culturais, museus, monumentos escultóricos, etc.

    20.14 17.00
  • A Verdadeira Dieta Low Cost-2ª.edição

    Emagreça poupando Apesar da crise que nos afecta a todos, é possível viver e alimentar-se de forma saudável, sem gastar rios de dinheiro em suplementos, alimentos dietéticos ou ginásios caríssimos. Para além de um programa de exercício físico a custo zero, na VERDADEIRA DIETA LOW-COST vai encontrar 45 receitas a baixo custo, com um plano alimentar diferenciado para homens e mulheres. E algumas regras de ouro para 45 dias de prazer mas que não dêem cabo da saúde nem da carteira. «Poupar na alimentação não significa comer menos! Significa sim ter noção das prioridades e muitas vezes comer melhor por um preço muito mais baixo. Hoje em dia as pessoas, cada vez mais, procuram uma alimentação rápida e económica, sendo que as refeições de fast-food são as mais escolhidas. Mas comer nestas cadeias de restaurante nem sempre e sinónimo de comer bem e saudavelmente. Uma alimentação saudável não tem necessariamente de estar desligada dos prazeres da vida. A receita para comer bem passa por comer de forma equilibrada, de acordo com as necessidades de cada um. Por isso este livro, Dieta Low-Cost, para além das recomendações e das regras de ouro que sugiro, está planeado para ser cumprido em 45 dias seguindo um esquema alimentar (um para mulheres e outro para homens) com sete refeições diárias. Assim, por exemplo, um dia com 7 refeições pode custar a partir de 4,74 €. Associado a este plano alimentar está um conjunto de receitas económicas, saudáveis e deliciosas.» Da Introdução

    15.50 9.00
  • A Vida e Obra dos Reis e Rainhas de Portugal

    Este livro dá-nos a conhecer a vida e os principais feitos e algumas curiosidades de cada um dos 35 monarcas que marcaram parte da História de Portugal, apresenta-nos quatro árvores genealógicas das quatro dinastias que reinaram mais de sete séculos e ainda uma cronologia com os acontecimentos históricos do primeiro rei até à República.

    15.90 14.31
  • A Vida na Corte Portuguesa

    Este é um percurso histórico de 760 anos da corte portuguesa, que revela os
    hábitos do dia-a-dia, as indumentárias e a exuberância dos banquetes dos nossos
    reis e rainhas.

    14.90 13.41
  • Agenda Solidária IPO 2018

    Este Natal ofereça esperança!

    Ao adquirir este livro está a contribuir para a construção da nova Unidade de Transplante de Medula do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil. Graças a si poderão ser tratados mais doentes e em melhores condições. A Unidade de Transplante de Medula do IPO é um serviço de reconhecido mérito, muito acarinhado por doentes e seus familiares, que há 30 anos abraçou o desafi o de salvar a vida de muitas pessoas com doença grave.

    13.90 12.50
  • Agenda Solidária IPO 2019

    Ao comprar esta agenda está a ajudar o Hospital de Dia do IPO de Lisboa.

    Textos de 12 personalidades Alice Vieria • António Barreto • Carlos Fiolhais • Cristina Ferreira • Eduarda Abbondanza • Fernando Santos • José Gameiro • Júlia Pinheiro • Laurinda Alves • Luís Marques Mendes • Maria Antónia de Almeida Santos • Pedro Abrunhosa

    Ilustrações de Marta Torrão

    13.90 8.00
  • Agenda Solidária IPO 2020

    Com a compra da agenda está a ajudar a construir o novo edifício de cuidados ambulatórios do IPO Lisboa.

    OFERTA PORTES DE ENVIO e -10% DESCONTO

    13.90 8.00
  • Almada Dixit

    Se quem pela primeira vez pega neste livro cuida que ele é só para “intelectuais”, desengane-se. Não raro os tais “intelectuais” são pessoas que lêem mais do que pensam e (pior que isso) perderam “o sagrado dom da Ingenuidade”. Almada não é para esses – nem esses para Almada! O célebre programa Zip-Zip foi um dos sucessos estrondosos da nossa TV. E o mais estrondoso dos seus sucessos foi (pela primeira e única vez na TV!) a comparência de Almada em cena. Não foi nenhum “intelectual” quem lá o levou. Creio que nenhuma das pessoas que enchiam o Teatro Villaret, nem os apresentadores do programa, eram “intelectuais”. Eram “gente do povo” – do “nobre povo”, que isto de verdadeira nobreza não tem assim tanto a ver com classes sociais. E Almada falou e, no seu estilo peculiar, logo cativou e rendeu os presentes que, com a sua sagrada Ingenuidade, claramente viram que, ali defronte, se perfilava um grande e autêntico Homem. E logo nos dias seguintes, na Feira do Livro, que então corria, se esgotou Nome de Guerra, um dos maiores romances do nosso século xx. Felizmente há muitos que, lendo menos nos Livros, lêem mais na Vida. E esses “sentiam” e “sentem” Almada. É claro que os genuínos intelectuais, os homens de “honesto estudo” (Camões), cujos espíritos, sem embargo, não ficaram áridos de Poesia e de Ingenuidade, também aqui encontrarão muito e bom alimento. Esses também terão (e a seu modo) “alma até Almada”. Uns e outros aqui encontrarão, entre outras coisas, um saber antiquíssimo e eterno, em formulações tão originais quão actuais. Pode dizer-se que, pela primeira vez, aqui se oferece ao Povo, em forma compacta, abreviada e ordenada, uma bela amostra do “Almada por escrito”. Almada pertence ao Povo Português – e à Humanidade. Mas bom será que o Povo Português se não atrase com respeito à Humanidade. No fim do volume, quatro substanciais Apostilas contextualizam e elucidam algumas afirmações de Almada, em pontos que, até agora, a crítica não havia tocado.

    23.32 11.50
  • Anos de Ruptura – Arquitectura portuguesa nos anos sessenta

    Este catálogo centra-se numa escolha de dez autores/obras a arquitectura portuguesa. São trabalhos produzidos à volta da década de 1960, que traduzem expressões contrastantes e geografia díspares – deixando entrever um desejo de diversidade, ou uma vontade de renovação, que tanto caracterizaram esse tempo de mudança. Efectivamente, depois da reafirmação universal da arquitectura moderna no pós-guerra. Institucionalizada como «Estilo Internacional», segue-se o período das dúvidas, das divergências e da procura por novos caminhos. É o tempo da recusa universal de regras unificadoras; do combate à uniformização das linguagem(s) arquitectónica(s); e da prática individualista, assumidamente anti-totalitárla. Os «anos 60» foram em todo o mundo ocidental uma época de «afirmação das diferençaa» com o despontar da «nova cultura» de uma desenvolvida classe trabalhadora e média. Mas em Portugal a modernização da arquitectura. dos seus programas e escala de intervenção, vai ainda colidir, em tensão permanente, com as barreiras da «conjuntura» política e do isolamento cultural.

    21.43 15.00
  • Anos de Ruptura – Uma perspectiva da arte portuguesa nos anos sessenta,

    Anos de Ruptura – Uma Perspectiva da Arte Portuguesa nos Anos 60 reúne vinte e sete artistas que concretizaram uma nova cultura visual na arte portuguesa. A situação de ruptura então criada não se verifica no plano das condições sócio-materiais da vida artística portuguesa, apesar das mudanças significativas, mas no posicionamento cultural das obras e dos seus autores. O isolamento do regime totalitário, obrigando a maioria dos artistas à emigração ou a longos estágios em Londres, e as alterações profundas na vida artística internacional, foram factores decisivos na ruptura definida por: entendimento da actividade artística de um ponto de vista mundial; consciência do sujeito individual como centro da criação artística e a realização desta em função do momento histórico; o livre trânsito das referências indissociável de um relacionamento electivo e integrante com a tradição das artes.

    37.01 22.00
  • Apresento-vos Klimt-2ª.edição

    Quem era Gustav Klimt? Todos sabem que pintava quadros sumptuosos decorados a ouro, com personagens capazes de exprimirem múltiplos sentimentos. Como ele não gostava de falar sobre a sua obra e da sua vida, deixemos que seja o seu gato a falar por ele…

    PNL

    15.90 11.13
  • As Lágrimas de D. João VI

    As Lágrimas de D. João VI é o resultado da recolha das notas e leituras que a autora vem fazendo, ao longo dos últimos anos, em torno da vida privada e semioficial da família real portuguesa, nomeadamente dos reinados de D. Maria I e D. João VI.

     A vida deste rei, pode dizer-se sem erro de julgamento, foi altamente condicionada e elevada a patamares nunca anteriormente vivenciados, de forma tão dramática, por um monarca português, dadas as exigências e desafios com que foi confrontado. As lágrimas que encontrará vertidas nesta narrativa são a imagem das que o rei chorou, amarga, dolorosa e sentidamente, ao longo da sua vida.

    Tendo em consideração os factos marcantes da biografia de D. João VI – que da condição de infante se viu inesperadamente projectado à de príncipe regente, face à morte prematura do irmão e à renúncia da mãe ao trono –, e não obstante as vicissitudes do seu reinado, D. João, como nenhum outro rei português, teve o privilégio de ser aclamado rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, e, de uma forma igualmente única, acabará os seus dias usando a real chancela de imperador.

    18.90 17.01
  • Belém e a Exposição do Mundo Português

    Em 1940 decorreram em Portugal as Comemorações dos Centenários – da Independência de Portugal e da sua Restauração –, de cujo programa sobressai a Exposição do Mundo Português, um dos eventos culturais mais destacados do Estado Novo. Belém foi o local estabelecido para a implantação do certame e em vez de o assumir como um dado adquirido, questionámo-nos sobre o que existia em Belém previamente, e mais concretamente sobre como se agiu sobre essas pré-existências no momento da sua edificação. Quais as modificações operadas naquele lugar? E de acordo com que critérios se interveio? E qual o impacto da Exposição no futuro urbano de Belém? Entendendo que estas e outras questões correlativas não estavam suficientemente desenvolvidas, enveredámos pelo caminho que relaciona a edificação da Exposição do Mundo Português com os universos da cidade, da urbanidade e do património urbano.

    16.90 15.21
  • Bilhetes Postais Antigos do Largo do Rato à Praça D. Luís

    Percorrer o caminho que vai do Rato à Praça D. Luís, através da Politécnica, da Rua D. Pedro V, do Largo da Misericórdia, dando um salto ao Chiado, passando na Ribeira e em S. Paulo é um passeio extremamente agradável, seja qual for o meio de transporte. Hoje iremos fazer esse percurso de um modo diferente, através de bilhetes postais ilustrados, editados ao longo do século passado, que nos levam a conhecer uma Lisboa que já desapareceu e que deixou saudades; a relembrar espaços, transportes, modos de vestir; a reviver tipos populares que fazem parte do nosso imaginário, as varinas, as vendedeiras…

    21.14 14.00
  • Birras de Mãe

    Muitos anos, muitos, depois do sucesso de 49.233$00 de telefone, Diário de uma mãe, Diário de uma filha — ainda era em escudos! —, Isabel e Ana Stilwell voltam a fazer uma parceria para falar de educação, parentalidade, e do inevitável conflito de gerações na educação das crianças.
    No BIRRAS de MÃE, uma avó/mãe (e também sogra) e uma mãe/filha, e logo de quatro filhos, escrevem cartas uma à outra, para falar dos medos, irritações, perplexidades, raivas, mal-entendidos, mas também da sensação de perfeita comunhão que — ocasionalmente! — as invade. Na esperança de que quem as leia, avó, mãe ou filha adulta, sinta que é de si que falam.

    14.90 13.41
  • Bonita

    Olá, eu sou a Bruxa.

    Estou muito contente porque tenho um encontro.Eu acho-me muito BONITA, mas nem todos pensam o mesmo.
    Não param de me dar conselhos e eu não sei o que fazer.Será que têm razão?
    É possível agradar a todos e sentir-me bem ao mesmo tempo?

    Livro Vencedor Prémio Apila Primera Impresión 2016 e do Prémio Fundación Cuatro Gatos 2018 (Espanha)

    13.30 11.97
  • Cabeça de Andorinha

    12.20 10.98
  • Caminho do Oriente – Guia do Azulejo

    Lisboa produziu e consumiu quantidades prodigiosas de azulejos, sobretudo nos séculos XVII, XVIII e XIX e apesar de parte desse património ter desaparecido muito ainda pode ser visto na zona oriental. Veremos duas vertentes da arte o azulejo: a dos interiores que cria ambientes requintadíssimos dentro dos edifícios, e a azulejaria concebida para o exterior como forma de arte urbana. Lisboa foi desde o século XVI, o grande centro produtor e exportador de azulejo, inventando uma forma muito especial de viver com ele, multiplicando as suas hipóteses decorativas e significativas que vão evoluindo ao mesmo tempo que as mentalidades e as preocupações da sociedade. O “Guia do Azulejo” resulta de uma longa investigação feita no Caminho do oriente, passeio que se propõe ao leitor desde o Largo do Museu Militar ao Convento de Marvila.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia do Olhar – Fotografias da Zona Oriental de Lisboa,

    Este álbum de fotografias corresponde a uma parte do levantamento patrimonial e histórico efectuado no denominado “Caminho do Oriente”, zona oriental de Lisboa, antes da requalificação urbana então efectuada para preparação da Expo 98. A proposta feita a quatro finalistas do curso de fotografia do ARCO foi aceite, e o resultado é a captação de vários olhares com alma própria sobre uma área esquecida de Lisboa, com uma história feita de sobreposições, mal-entendidos e desencontros.

    18.50 14.00
  • Caminho do Oriente – Guia do Património Industrial

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património industrial existente na zona Oriental de Lisboa na continuação das transformações urbanas introduzidas pela preparação da EXPO 98. A área oriental da cidade experimentou uma vocação industrial, cujas marcas ficaram traçadas na paisagem, desde a época da expansão. Oficinas, manufacturas, fábricas, chaminés, fornos, grandes conjuntos industriais, bairros operários, trabalho, greves… Este guia procura contribuir para o reconhecimento e salvaguarda dos valores industriais e dos seus edifícios notáveis, da caracterização do valor patrimonial artístico-arquitectónico e técnico das unidades sobreviventes na cidade oriental.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia Histórico I

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património existente na zona Oriental de Lisboa. É um projecto de estudo urbano da Zona Oriental de Lisboa com vista ao seu conhecimento para uma coerente intervenção e transformação na preparação da EXPO 98.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia Histórico II

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património existente na zona Oriental de Lisboa. É um projecto de estudo urbano da Zona Oriental de Lisboa com vista ao seu conhecimento para uma coerente intervenção e transformação na preparação da EXPO 98.

    32.78 19.00
  • Carlos Botelho – Os Anos Diferentes

    Neste catálogo a riqueza de conteúdos e a simplicidade tiveram um encontro faliz. O período abrangido é, fundamentalmente, composto por um surpreendente conjunto de trabalhos, com grande incidência nos anos 50 e desconhecido do público. Só por si, e sem repetir iniciativas anteriores em torno da obra de Botelho, este conjunto que agora se apresenta é um inequívoco contributo não só para o conhecimento crítico e especializado, como também para todos os que têm a paixão da cidade e dos seus pintores.

    21.43 18.00
  • Cidades e Arquitecturas

    Década e meia de viagens de estudo. trabalho ou simples passeio levaram o autor aos mais diversos locais do mundo, entre mares, ilhas e continentes; através dessas viagens pôde conhecer e comparar inúmeras cidades e suas arquitecturas, antigas ou modernas, construídas anonimamente ou por arquitectos consagrados. Descrever e analisar o espaço urbano e as obras nele construídas, comparar as cidades e suas arquitecturas, constitui desde sempre um exercício empolgante, pois deste modo se podem compreender aspectos das culturas envolvidas, as suas características profundas, até mesmo os contrastes civilizacionais que elas enfrentam, num tempo de desenvolvimento tão extraordinário como contraditório. Esta colectânea de artigos e textos diversos, redigidos desde 1985, inclui temas como o dos espaços trans-oceânicos de histórica influência portuguesa, a visita a diversas urbes da europa, e às vastas metrópoles da América, Ásia e África.

    37.01 18.00
  • Como Me Tornei Marc Chagall

    Em criança, Moshe Segal vivia encantado com o bairro judeu de Vitebsk, onde vivia. Observava os músicos, os rabinos, as cabras e as galinhas, o avô que subia ao telhado para comer cenouras. Quando cresceu, tornou-se o pintor Marc Chagall. Sem nunca deixar de reviver todas as suas memórias, deu-lhes vida nos seus quadros vivos e cheios de cor.

    15.80 13.00
  • Como ser um Médico Digital

    Como posso ser um médico digital? O que é um doente digital? Como pode uma clínica ou hospital integrar este novo tipo de doente?

    Os autores abordam igualmente a utilização das redes sociais no setor da saúde e as diferentes ferramentas disponíveis para iniciar ou melhorar a presença digital nestes canais.

    Este é um guia prático que ajudará o profissional de saúde na transformação digital.

     

    16.00 14.40
  • Continuar a ser Família depois do Divórcio

    Não há nada que nos prepare para a intensidade das emoções que surgem num processo de separação. Emergem muitas dúvidas, muitos medos, tristeza, raiva e culpa. Aquilo que pensámos que só aconteceria aos outros pode, afinal, bater à porta de qualquer família, desafiando adultos e crianças a lidar com uma perda de grande magnitude.
    O divórcio é quase sempre uma experiência demasiado dura para ser vivida sem apoio. Todas as pessoas deveriam ter a oportunidade de receber ajuda para concretizar uma separação consciente e, assim, garantir que os filhos estejam tão protegidos quanto possível.
    Neste livro, Cláudia Morais, psicóloga e terapeuta familiar, procura oferecer-lhe essa ajuda e guiá-lo(a) para a construção de um futuro no qual se possa orgulhar das suas escolhas.

    17.90 16.11
  • Costumes Portugueses

    São 160 postais ilustrados da primeira metade do século xx, seleccionados por este importante coleccionador que, através da sua reprodução em livro, quer manter vivo na memória colectiva o melhor da nossa tradição. É assim que ante os nossos olhos desfilam o Gaiteiro, a Tricana de Coimbra, as pequenas Vindimadeiras de Évora, as Ovarinas de Lisboa, a Cegadeira de Caldelas, entre muitos outros personagens típicos de outros tempos. Mas de costumes trata esta obra e por isso aqui vamos encontrar os característicos trabalhos rurais – a tralhoada, a apanha da cortiça, a descamisada, a monda, a colheita da azeitona –, e marítimos – a apanha do sargaço, a arrematação da sardinha, a chegada do barco carregado de peixe, o transporte do vinho do Porto… pedaços da alma portuguesa que urge preservar.

    32.78 15.00
  • Croquis de Viagem

    Este é um livro de croquis que não nasceram para se expor, mas plenos de riqueza no mundo sensível da mão que olha mas não vê, e sente mas não fala. Trata-se de um belo testemunho de aprendizagem e reflexão, que sentimos o dever de fixar, para que outros leiam o que se ‘esconde’ atrás da evidência simples da obra acabada e pronta para consumo. Quando em Portugal se fala de Design, o nome de Daciano da Costa é incontornável. Os exemplos da sua obra e do seu percurso enquadram-se nessa sábia Utopia “fazer aprender” sobre um projecto que nunca acaba…

    26.44 18.00
  • Dedos Com Música

    Sara é uma menina que um dia, ao passar na rua, é atraida por um som maravilhoso. Cheia de curiosidade, ela segue as notas de música… E Sara descobre que a música é a sua vida porque ela tem… Dedos com Música! Uma delicada história que tem o seu epílogo no dia de Natal. A mais recente criação da famosa autora de livros infanto-juvenis, com um público vastíssimo e fiel: Maria Teresa Maia Gonzalez.

    10.44 4.18
  • Defender o Futuro

    Em Defender o Futuro – Manual para o Cidadão Consciente vai encontrar dicas simples e práticas que irão ajudá-lo a adotar comportamentos rumo a um mundo mais sustentável, bem como linhas orientadoras para poder definir o caminho a seguir. Afinal, está do seu lado dar o primeiro passo. Aceita o desafio?

    A autora fala sobre este livro aqui 

    16.60 14.94
  • Destino de Peixe

    «O título, “Destino de Peixe”, […] abre-nos as portas da imaginação: os barcos abandonados nos sapais, as redes como espuma ao vento, o céu e os mares azuis a perderem-se no horizonte. Na complementaridade dos seus Poemas e Fotografias, as autoras transmitem-nos um olhar pleno de intimidade sobre um Portugal que os que aqui nascemos, tendemos muitas vezes a ignorar. Um olhar que é ao mesmo tempo poético e antropológico, pictural e sentimental. Não um simples retrato, afinal, mas uma procura sensível deste país e da memória histórica da sua atitude em face do “Mar – Oceano” em contraponto com o destino – o destino do peixe e o destino do homem que se cruzam: “Rezem para que as almas dos pescadores regressem”, “… peixes, cujas almas fogem a voar.” “História familiar” do peixe-alimento e do peixe-imaginário. Visão patente nos pratos de cerâmica decorativa que trazem o mar e o peixe para o quotidiano das nossas casas. As meta-fotografias de Brigitte d’Ozouville mostram-nos múltiplas dimensões desta realidade e revelam-na nas abstracções das tintas usadas pelo tempo e pela salsugem ou no entrelaçado das redes modelando a dinâmica das vagas. Universo marcado pela presença do homem como deus ex-machina, o braço que controla a chave do mundo tecnológico em que o pescado se empilha nas “…caixas metálicas bem fechadas” nas palavras de Isabelle Lebastard. » Professor Mário Ruivo

    20.14 12.00
  • Dicionário de Citações de Eça de Queiroz

    Citações de textos de Eça de Queiroz recolhidas e organizadas por A. Campos Matos.

    29.28 18.00
  • Dos Restauradores à Liberdade em Postal Antigo

    Este livro mostra-nos a cidade de Lisboa, dos Restauradores à Avenida da Liberdade, através de 106 belíssimos postais ilustrados antigos, cuidadosamente seleccionados e organizados pelos autores. Conta ainda com uma elaborada contextualização sociohistórica e cultural da Lisboa daquele tempo relatando sobre o Passeio Público, a Praça e o Monumento, os Edifícios com interesse (Palácio Foz, Palácio Anjos, Hotel Avenida Palace, Cinemas Éden, Condes e Tivoli e o Elevador da Glória), a Avenida e os Bairros, as várias estátuas ao longo do percurso e sobre as figuras mais importantes como Rosa Araújo, Ressano Garcia e José Luís Monteiro. Carlos Consiglieri e Marília Abel têm vindo a alargar o nosso conhecimento acerca da capital, com riquíssimas colecções de postais antigos. Esta colecção conta já com os seguintes títulos: Os Jerónimos em Postal Antigo, O Rossio em Postal Antigo, A Praça do Comércio em Postal Antigo e O Cais do Sodré em Postal Antigo.

    35.33 14.00
  • Duquesa

    Pack composto pelo livro D. Isabel de Borgonha (ou outro à escolha*) e um frasco de marmelada de laranja Queen Catarina’s Tea 125 g.

    Se pretende um título diferente, selecione da lista abaixo o que deseja receber e quando finalizar a encomenda indique a sua escolha em Notas da encomenda.

    *Lista de Livros:
    1. Catarina de Bragança (versão portuguesa)
    2. Catherine of Braganza (versão inglesa)
    3. Filipa de Lencastre (versão portuguesa)
    4. Philippa de Lancaster (versão inglesa)
    5. D. Maria II (versão portuguesa)
    6. D. Amélia (versão portuguesa)
    7.D. Isabel de Borgonha (versão portuguesa)

    26.50 18.00
  • Estações Ferroviárias Portuguesas

    Pode causar uma sensação curiosa a visão de estações que nos aparecem como conhecidas e, simultaneamente, desconhecidas – Amadora, Sintra, Rossio, Campanhã –, e outras, onde se reconhece algo do que estamos habituados; o relevo, por vezes exactamente os mesmos edifícios principais e até mesmo algo dos edifícios em redor, mas em que tudo o resto é bem distinto da actualidade: os comboios, as pessoas, a construção envolvente, o ambiente, até mesmo o ritmo de vida transparece das imagens. Pedaços cristalizados de um tempo totalmente outro. As estações são paragens. E estas são paragens no tempo. Através dos postais lançamos um olhar através de uma janela, para a época das grandes locomotivas e da tecnologia pesada, mas também para o modo de vestir, a Arquitectura, a publicidade, os preços. Para maior facilidade de consulta, inseriu-se na página de abertura de cada região, um mapa com a localização de todas as estações representadas no álbum.

    37.86 18.00
  • Exposições do Estado Novo – 1934-1940

    A Exposição do mundo Português foi, em 1940, um facto cultural da maior importância no quadro da política do Estado Novo em que se explica, programada que foi pelo próprio Oliveira Salazar no âmbito de vastas comemorações nacionalistas do regime. Mas a exposição de Belém ultrapassa o seu propósito pela qualidade artística da sua realização, apogeu da criação dos artistas portugueses das duas primeiras gerações “modernistas”, após uma série coerente de manifestações que a preparam – desde 1934, na exposição do 1.º Congresso da União Nacional. A Professora Margarida Acciaiuoli consagrou uma parte importante da sua tese de doutoramento (UNL, 1991) à história da Exposição de 1940 estudando minuciosamente as que a precederam, numa recolha inédita de informações, e passando daí ao estudo original da arquitectura e do urbanismo, da pintura e da escultura dos anos 40 em Portugal.

    32.78 19.00
  • Félix de Avelar Brotero. Uma História Natural

    30.29 18.00
  • Fotógrafos “à La Minuta”

    Hoje, quase desapareceram os fotógrafos “à la minuta”. Como tantas outras profissões, que os novos costumes e a tecnologia tornaram pouco rentáveis e fora de moda, eles estão em vias de extinção. E, todavia, não há muito anos era vê-los nas praças, nos jardins, junto aos monumentos mais visitados, em locais estratégicos de vilas e cidades, em sítios de encenação natural e publicidade garantida. Disparado o clique, após rápidas e atenciosas poses, mão habilidosa mergulhava na escuridão do caixote e, em poucos segundos de experientes truques e manipulações, de lá extraíam um pedaço de papel húmido e brilhante com a imagem desejada. Mais uns instantes ainda, de lavagem e secagem, e ei-la pronta para ser retrato, recordação, fetiche, página de álbum, galeria de memórias, ex-voto de promessas e devoções. Apesar do seu contributo inestimável para a popularização da fotografia, eles têm sido praticamente esquecidos. Era pois urgente que, enquanto ainda existem, fossem objecto de estudo e divulgação, como bem o compreendeu José Borges ao dedicar-lhes este livro. ARTUR GOULART

    44.52 16.00
  • Galo Gordo – É uma festa!

    O GALO GORDO tem-nos ajudado a descobrir a música que acompanha o dia a dia, que pontua a vida, que enche de alegria os momentos que marcam o crescimento – das crianças e de todos nós.
    Tem-nos feito andar à roda. Tem-nos ajudado a encontrar o silêncio, a aprender palavras novas, a saber esperar. Pela noite, pelo dia, pelo sol, pelo inverno, pelos amigos, pela mudança, pela sorte, pela lua cheia, pelo nosso dia de anos,
    pelas respostas a tantas perguntas que temos.
    E eis que, entre poemas e canções, o GALO GORDO faz 10 anos.
    Celebramos, festejamos, brindamos e respiramos.
    Este dia vale a pena. É, sem dúvida, uma festa!!

    10.90 9.81
  • Galo Gordo – Este dia vale a pena

    O GALO GORDO tem-nos ajudado a descobrir a música que acompanha o dia a dia, que pontua a vida, que enche de alegria os momentos que marcam o crescimento – das crianças e de todos nós.
    Com o GALO GORDO, crianças, pais, famílias, educadores e professores podem subir ao palco, ser autores das suas histórias e saborear a sensação ilimitada que nos confere a certeza de que há um lugar no mundo só para nós. E que é um lugar ao sol.
    Esta certeza nasce nas primeiras experiências, nos dias que valem a pena.
    E não é que são todos?!

    PNL

    10.90 9.81
  • Galo Gordo – O mundo é redondo

    O GALO GORDO tem-nos ajudado a descobrir a música que acompanha o dia a dia, que pontua a vida, que enche de alegria os momentos que marcam o crescimento – das crianças e de todos nós.
    Neste livro e CD, somos inspirados pelo melhor da vida, que está disponível se procurarmos. Os amigos. Uma viagem de comboio.
    A frescura de um banho. O momento inesquecível em que aprendemos a escrever o nosso nome.
    O céu cheio de estrelas e planetas… e mundos paralelos?
    Esperamos que este GALO GORDO possa ajudar quem o leia e quem o oiça a não abdicar das melhores coisas da vida. Elas andam aí.
    E é tão fácil encontrá-las… É que o mundo é redondo!

     

    PNL

    10.90 9.81
  • Galo Gordo – Poemas e canções para todo o ano

    O GALO GORDO tem-nos ajudado a descobrir a música que acompanha o dia a dia, que pontua a vida, que enche de alegria os momentos que marcam o crescimento – das crianças e de todos nós.
    A música brinca com os poemas: acentua-lhes o ritmo, dá-lhes uma melodia, envolve-os numa harmonia, enche-os de notas afetivas e obriga-os, definitivamente, a entrar nas nossas vidas.
    Quisemos fazer um livro que falasse do que se aprende na escola e que acompanhasse crianças, pais, avós, famílias e professores ao longo do ano.

    PNL

    10.90 9.81
  • Geração Africana-2ª.Edição

    Este trabalho parte da noção de que a arquitectura e o urbanismo de raiz portuguesa, afirmados ao longo do século XX – e que têm merecido amplo estudo na área europeia e ibérica, nos anos mais recentes – só serão completa e coerentemente entendidos se for estudada a sua presença e paralela afirmação nas áreas ultramarinas. Escolhendo os territórios de Angola e de Moçambique – os mais signi-ficativos no tempo considerado, entre as várias áreas ex-coloniais –, o presente ensaio pretende constituir um primeiro contributo para aquele estudo, que se deseja venha a ser cada vez mais global. É também importante referir que se entende e interpreta aqui o “Século XX” como tendo, no contexto português, o seu verdadeiro ou efectivo início após a I Guerra Mundial, aproximadamente no dealbar do segundo quartel de novecentos. Por outro lado, este estudo incide sobretudo na fase histórica até 1975 – ou seja, até ao tempo das independências dos espaços africanos considerados – pois obviamente se trata aqui de analisar a temática urbano-arquitectónica de raiz, influência e contexto cultural português, aspecto que se transforma totalmente depois dessa data. Desta forma, falar do tema arquitectura-urbanismo na “África Portu-guesa” é sobretudo falar do meio século situado entre 1925 e 1975. Na presente obra faz-se a articulação da informação histórica, publicada ou inédita, com dados mais recentes, e com uma recolha oral e audiovisual fruto de testemunhos directos procurando organizar uma reflexão e uma primeira síntese sobre essa documentação e esses testemunhos. É ainda necessário referir e justificar que o entendimento do presente estudo é o de articular a experiência urbana e urbanística com a obra e a prática arquitectónicas – tanto mais que muitos dos profissionais envolvidos e aqui referidos trabalharam nos dois campos em simultâneo – pois entendemos aqueles dois campos de criação e de conhecimento como complementares, indissociáveis e, num certo sentido, interactivos.

    31.80 18.00
  • Gestão de Emoções para Professores e Educadores

    «Mais de 60% dos professores sofrem de exaustão emocional» e «Professores desabafam: andamos nervosos e cansados».
    Um olhar sobre as notícias atuais nos jornais nacionais mostra-nos esta realidade. Associado à exaustão emocional assiste-se ao aumento crescente de doenças cardiovasculares, fadiga, insónia, tensão nervosa, hipertensão, ansiedade, depressão…
    Perante este cenário e a trabalhar na área desde 2003, a autora destaca três competências essenciais para melhorar a saúde mental e bem-estar dos professores e educadores: Consciência (Emocional, Cognitiva e Comportamental), Gestão de Emoções e Liderança Pessoal. Estas competências não são inatas, são adquiridas e desenvolvidas ao longo da vida, implicando um processo de desenvolvimento que deve ser feito de forma contínua, permanente e sistemática. Este livro ajudá-lo-á neste percurso com uma importante parte prática, onde o leitor é convidado a responder a um conjunto de 45 exercícios que lhe permitirão ter uma expansão de consciência, gerir melhor as suas emoções e ter um maior controlo sobre a sua vida, com a finalidade de potenciar emoções que lhe permitam sentir bem-estar.
    Lembre-se que quanto melhor cuidar de si, melhor se sentirá nas áreas pessoal, social e profissional. Sinta-se responsável pelas suas decisões e tenha coragem para assumir o controlo da sua vida.

    16.90 15.21
  • Guimarães. Património da Humanidade através do bilhete postal ilustrado

    Neste livro, José da Silva Passos evoca a cidade de Guimarães em 244 bilhetes postais ilustrados topográficos, num misto de homenagem e emoção pela sua classificação como Património da Humanidade em 2001. Através destas belíssimas reproduções é-nos possível, ainda, visitar “sítios de cultura e história” como Azurém, Caldas das Taipas, Citânia de Briteiros e São Torcato.

    46.64 16.00
  • Há por aí alguém igual a mim?

    Mimi queria ser igual a toda a gente, mas descobriu
    que não há ninguém no mundo igual a ela.
    Um livro sobre o que temos em comum com os outros, mas também sobre o que nos torna únicos e especiais.

    12.90 11.61
  • Histórias em Versos com Música e Dança

    Escolhem-se palavras com música dentro. Desenham-se figuras em movimento. Gestos vibrantes ou sossegados, a condizer. Pinta-se tudo de cores bailarinas. Assim se contam Histórias em Verso com Música e Dança.

    PNL

    10.60 4.24
  • Histórias para os Avós lerem aos Netos

    Este livro é para avós que não estragam os netos, porque sinceramente quem são os avós que querem netos estragados?, mas que lhes dão um colo sereno e um abraço apertado quando esfolam um joelho ou magoam o coração. Este livro é para avós que querem netos felizes solidários, seguros de si e sem medos. Este livro é para avós que adoram a desculpa que os netos lhes dão para voltarem a meter-se em aventuras que toda a gente jura que já não têm idade para fazer.

    Incluí Audiolivro gratuito com 15 histórias contadas por Ana Stilwell disponível para download no site ou em streaming no Youtube.

    14.90 13.41
  • Homens Sem Nome

    Um homem que não tinha filtros. Um homem que perdia tudo. Um homem que não gostava de se repetir. Um homem que mudava com o estado do tempo. Um homem que sabia fechar a cortina. Homens… homens sem nome…

    15.90 14.31
  • Ilustrações e Ilustradores na Obra de Eça de Queiroz

    A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, que abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de As Farpas, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas –, constitui nos estudos queirozianos uma absoluta novidade, de que a sua bibliografia carecia. A escrita eminentemente imagética do autor de A Relíquia facilita expressões plásticas de forte recorte visual, que vêm complementar o seu estilo inconfundível. Este álbum contém cerca de 600 gravuras que recriam personagens, episódios, diálogos e cenas, de que cada leitor terá já construído, mentalmente, uma imagem, que pode agora confrontar com estas interpretações. Assim se irá coroar, indelevelmente, o surto enorme de publicações que as comemorações queiro-zianas do ano 2000 suscitaram, evidenciando, uma vez mais, a qualidade única desse grande artista que foi Eça de Queiroz.

    47.58 18.00
  • Infanta

    Pack composto pelo livro D. Amélia (ou outro à escolha*) e uma lata de Queen Catarina’s tea (Chá Pu-erh com 10 anos de idade, extratos de canela e laranjas doces de Portugal)

    Se pretende um título diferente, selecione da lista abaixo o que deseja receber e quando finalizar a encomenda indique a sua escolha em Notas da encomenda.
    *Lista de Livros:
    1. Catarina de Bragança (versão portuguesa)
    2. Catherine of Braganza (versão inglesa)
    3. Filipa de Lencastre (versão portuguesa)
    4. Philippa de Lancaster (versão inglesa)
    5. D. Maria II (versão portuguesa)
    6. D. Amélia (versão portuguesa)
    7.D. Isabel de Borgonha (versão portuguesa)

    33.90 23.00
  • Jeremias e o Desenvolvimento Sustentável

    Jeremias, motorista de autocarro, trava conhecimento com o Professor Nuno, seu passageiro habitual. Cresce a amizade mútua, que vai estender-se à sobrinha Rita e ao seu namorado João.
    Vão conversando sobre as alterações climáticas, o ambiente e a energia. Pouco a pouco vão percebendo a importância das escolhas que todos têm de fazer para se poder caminhar rumo a um desenvolvimento sustentável. Temas muito complexos e atuais, e conceitos fundamentais da física, da energia e do clima, ficam a parecer simples e ao alcance de todos, através das explicações vivas e esclarecedoras do Professor, em diálogo com os seus interlocutores. A Rita e o João percebem que a escolha do curso universitário que estão em vias de fazer vai mesmo ser nos temas do clima (Rita) e energias renováveis (João). O próprio Jeremias aproveita a sua saúde mais fragilizada para antecipar a reforma e enveredar por uma ocupação em torno de uma atividade de reciclagem de comida, com um forte cariz social. Perspetivam com entusiasmo um futuro diferente, agora mais conscientes de que esse futuro, sustentável e de todos, está fortemente dependente do seu empenho e atitude.

     

    “Obrigado ao autor por nos proporcionar este instrumento de navegação indispensável, que é como uma bússola em tempos de nevoeiro.” in Prefácio de Jorge Sampaio

    12.50 11.25
  • Lengalengas das 4 Estações

    No outono caem folhas; o inverno é frio demais!Leio as rimas à lareira com os avós e com os pais. Na primavera há cor, no verão mergulho nos rios, e leio estas lengalengas com amigos, primos e tios.

    Lengalengas originais e divertidas, para cada uma das estações do ano, acompanhadas por deliciosas e coloridas ilustrações.

    Para ver e ler autonomamente ou, para os mais pequenos, com a ajuda dos pais e adultos. E até para aprender de cor! Uma ode às estações do ano com rimas, musicalidade e muita cor.

    Descarregue aqui uma sugestão de várias atividades para as 4 estações do ano: Propostas de Atividades Lengalengas das 4 estaçoes

    12.20 10.98
  • Lisboa – História Física e Moral-2ª.Edição

    “Lisboa, História Física e Moral” é um livro de enorme fôlego que traça o perfil vivo e o carácter de uma cidade contínua no tempo. A esperada obra do historiador e crítico de arte José-Augusto França unifica as visões fragmentárias sobre Lisboa a partir do comportamento, vaidades e devoções dos lisboetas, tecendo uma história humanizada, vibrante e coerente. São 850 páginas de informação rigorosa e fascinante, que nos levam do Paleolítico à Expo 98, unindo o urbanismo e a economia à política e à cultura. «Intitula-se “História Física e Moral” esta História de Lisboa – e assim crê o autor que devem ser as histórias de todas as cidades, feitas de ruas e casas, tanto quanto de gentes que as percorrem e habitam. As pedras mortas, que se acumulam por protecção e as vivas (“ce sont hommes”, Pascal), que lhes dão sentido e necessidade, devem ser correlativas, para que a cidade exista em sua coerência. No tempo que a atravessa, os homens afeiçoam-se em engenhos e intrigas, procuram a felicidade possível, comportam-se, em suma, como seres humanos, bons e maus, ou nem isso, em seus costumes que os séculos mudam em morais e modas. E constroem por comodidade e lucro, por vaidade também, e devoção, quando foi caso disso; por necessidade de criação, nos mais nobres casos». É deste modo que abre o livro de José-Augusto França, abrindo também as portas a uma reflexão que o autor propõe: «A civilização tem origem na cidade-civitas e por isso deve sempre pôr-se em questão a própria cidade – como o é, para que o é. E se o é. Antes de contar a história de Lisboa, fica bem perguntá-lo, como o autor, aliás, já fez, em título de um primeiro curso universitário que fundou, há exactamente trinta anos». Nesta cidade, segundo o autor, «Em oito séculos e meio de história” os lisboetas foram e vão vivendo a sua mansa continuidade, com benefício do clima – e do Tejo da sua necessidade de transporte e de recuperada ecologia, se o for, numa sociedade de consumo, mais físico e financeiro que moral». E desengane-se quem supuser que «por ir tendo, desde o século XIX, mais factos e dados registados, na abundância de informação disponível, a Lisboa de 2000 é mais importante do que a de 1500 (…). A todo o momento da leitura isso deve estar presente no espírito – como o esteve à responsabilidade do historiador», afirma José-Augusto França no prefácio da obra. Lisboa, História Física e Moral cobre a existência contínua da cidade de Lisboa, abordando inicialmente o sítio geográfico e os seus primeiros habitantes, e depois as cidades romana, visigótica, muçulmana e depois cristã até ao século XXI. Sete capítulos tratam dos períodos culturais das Lisboas sucessivamente “Medieval”, “Manuelina”, “Maneirista”, “Filipina”, “Barroca”, “Joanina”, “Pombalina” e “Oitocentista” e “Novecentista”. Os dois séculos finais são designados mais directamente pela sua situação cronológica, dada a variedade e variação dos seus conteúdos culturais e orgânicos. O discurso histórico é conduzido sempre num plano geral, atento ao urbanismo e à arquitectura, com o inventário necessário, e às práticas políticas, sociais e culturais. As partes “física” e “moral” da cidade, no seu todo. Vinte e três subcapítulos, inseridos cronologicamente, tratam com maior pormenor de factos históricos e políticos, ou de criações e eventos culturais de especial significado – até à exposição mundial de 1998.

    49.97 28.00
  • Lisboa 1821 – A Cidade e os Políticos

    “Lisboa 1821” procura caracterizar a Lisboa e os políticos de 1821, captar o o perfil do deputados das Cortes Constitucionais, localizar as casas em que habitaram, reconstituir os trajectos que os “pais da Pátria” efectuavam diariamente, enfim, captar os mais diversos elos de ligação que se estabeleceram entre a cidade e esses políticos oriundos das mais diversas partes de Portugal, os quais animaram e apaixonaram, incontestavelmente a capital, no plano das ideias e das lutas políticas.

    34.36 19.00
  • Lisboa em Movimento

    Como se modernizou Lisboa, ao longo da segunda metade do século XIX (até ao seu “final”, que, como se sabe, foi surgindo com a Grande Guerra e o seu rescaldo já em plenos anos 20), depois de, com a Regeneração, se ter garantido por várias décadas a estabilidade política, económica e social? Quais os meios materiais, técnicos, formais que, apesar de todas as contrariedades do caminho, permitiram à capital afirmar a sua contemporaneidade com a restante Europa, com as dinâmicas Américas? Constata-se que essa modernização material se efectuou em várias “frentes”, todas elas unidas pela ideia de movimento: Lisboa cresceu, alargando para mais do dobro ou do triplo a extensão dos seus limites; a cidade reestruturou as suas redes distribuindo água, luz, gás, e transportes. Finalmente dos 210 000 habitantes dos anos 1860 mais que dobrou em meio século, contando em 1910 com mais de 430 000, pouco para a Europa, muito para Portugal.

    34.36 19.00
  • Lisboa Histórias e Memórias

    «Este livro constitui efectivamente uma selecção crítica, poética e apaixonada a um tempo, de textos e imagens referentes à época analisada. A autora soube encontrar para isso o registo e o tom certos: alimentando uma interacção constante entre imagem e texto, aberta e interdisciplinar; aceitando relatos e contributos tanto de autores estrangeiros como nacionais; integrando, num discurso gráfico fluente, fotos das mais distintas proveniências (de álbum, avulsos e postais), com os respectivos textos associados; elegendo os olisipógrafos, mas também os novelistas, romancistas e cronistas, sejam os que viveram a época estudada, ou os que, mais recentemente, a reinventaram ou romancearam; finalmente, elegendo os críticos e os defensores, as visões mais negativas e as mais positivas, no quadro do seu roteiro» José Manuel Fernandes, in Prefácio Lisboa: Histórias e Memórias surge como um convite para revisitarmos a cidade pelos olhos de escritores e de poetas, de olisipógrafos e de fotógrafos, que nela viveram ou que por ela passaram. São histórias e memórias que aqui nos ficam: de Eça de Queirós e de Ramalho Ortigão, de Bulhão Pato e de Fialho de Almeida, de Aquilino Ribeiro e de José Rodrigues Miguéis e de muitos outros. São histórias e memórias de Lisboa, que cobrem um período de cerca de cem anos, de 1850 até aos finais dos anos 40 do século passado, contadas pelos seus protagonistas, muitas delas, outras por personagens fictícias – como Severino Zambujeira, de Rodrigues Miguéis, ou Ricardo Reis criado por Saramago –, acompanhadas por imagens captadas pelas câmaras de José Leitão Bárcia, de Joshua Benoliel, de António Novais, de Cunha Moraes, de Eduardo Portugal, e de muitos outros fotógrafos.

    38.36 19.00
  • Lisboetas do Século XX – Anos 20, 40 e 60

    José-Augusto França divide em três partes cronológicas – anos 1920, 40 e 60 – a sondagem feita a uma Lisboa de há poucas décadas. Num certo registo de divertimento a que nos habituou já em obras anteriores, o historiador, atento aos tempos e aos sítios, às pessoas e às imagens, descreve-nos as transformações de Lisboa – em urbanização e demografia –, o quotidiano da cidade nas pessoas dos seus habitantes, a (trasn)formação de classes sociais (“smart” em 1920, “jet set” em 1970…) com o declínio discreto de uma aristocracia com hábitos de vida herdados, a pequena e a alta burguesias emergentes a contrabalançar com o levantar dos bairros sociais. O autor apoiou-se em personagens e referências literárias de alguns escritores que criaram “lisboetas apropriados” – Luís Francisco Rebelo, André Brun, José Cardoso Pires, Luís Sttau Monteiro, João Ameal e outros – e pontuou sempre a sua pesquisa com a ilustração indirecta das sondagens feitas, através de fotos de imprensa ou arquivos, bem como de desenhos de humor. Stuart Carvalhais, Bernardo Marques, Carlos Botelho, Jorge Barradas, Almada Negreiros e o mais recente João Abel Manta são apenas alguns dos nomes pela mão de quem vamos nesta viagem intemporal a uma Lisboa de outros tempos.

    19.08 11.00
  • Lobo Bom ou Lobo Mau?

    A noite estava fria, escura, e não havia luar, por isso o Lobo Mau ficou em casa. Calçou as meias de tricô e vestiu o pijama. Preparou um chá quentinho e colocou num prato meia dúzia de bolachinhas de mel.

    Preparava-se para cear quando alguém bateu à porta incessantemente…

    Uma história divertida que fala de sentimentos e de meias de tricô!

    12.60 11.34
  • Manual do Dragonologista – Curso Prático em 21 Lições

    Livro manuseado

    Prepare-se para se tornar um Mestre Dragonologista. Após a descoberta de “Dragonologia – o mais completo livro sobre dragões”, nas estantes poeirentas de um alfarrabista, eis que surge agora o “Manual do Dragonologista”! Junte-se ao Dr. Drake neste Curso de Dragonologia em 21 empolgantes lições – com fantásticas ilustrações e trabalhos para casa úteis e práticos – que fará de si um verdadeiro perito nesta área.

    12.00 6.00
  • Maria II (Versão em Inglês)

    The queen of Portugal’s correspondence with queen Victoria gives us a fantastic insight into the private life of two powerful women, both married to princes of Saxe-Coburg-Gotha, who are struggling to conciliate motherhood with the responsibility (and pleasure) of power.

    When only seven years old, Maria da Gloria became queen of Portugal. A country, on the other side of the ocean, where she had never been. She grew up in Brazil, spending the long warm days between the green hillocks and the white sandy beaches, secure in the love of her dearest mother, Leopoldina of Austria.
    The only shadow cast over this happiness was her father’s mistress, Domitília, the favourite and most famous mistress of D. Pedro, the emperor of Brazil. In 1828 she departed for Vienna to be educated in her grandfather’s court, but when she lost the throne to her uncle Miguel, she ended up in London. She became
    King George IV’s protégé and he commissioned Lawrence to paint her portrait (on this book’s cover). During her stay in London she met the heir presumptive, Alexandrina Victoria, and they forged a close bond that lasted a lifetime. When she was fourteen, the civil was coming to an end and D. Maria set foot, for the first time, on her country’s soil. Finally on the throne, she promised herself that she would be a good queen, and a happier one than her dearest mother had been. Her marriage to D. Fernando of Saxe-Coburg-Gotha, father of her eleven children, was truly a blissfull, as she confides in her letters to her “Dear cousin Victoria” – now a queen herself, and married to Fernando’s first cousin, Albert.

    24.90 22.41
  • Mata-Pesadelos

    Nesta história, Isabel Stilwell dá-lhe uma ideia, de eficácia comprovada, para ajudar as crianças a lidar com os pesadelos.

     Conselho da autora: Não, a solução não é dizer-lhe que já está muito crescido para ter medos, nem que a cama dos pais não é o lugar onde deve procurar consolo.

    12.90 11.61
  • Mater Misericordiae

    A obra que o Museu de S. Roque da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa agora publica tem um objectivo bem simples. Trata-se, fundamentalmente, de abordar o tema iconográfico da Virgem da Misericórdia, Mater Misericordiae, conhecida na arte cristã ocidental desde o século XIII. Apesar da simplicidade da representação simbólica de Nossa Senhora, com o manto protector, aberto sobre a humanidade, não será tão simples precisar a origem deste modelo.

    24.84 15.00
  • Monte Olivete, Minha Aldeia

    “Monte Olivete, minha aldeia” é um roteiro histórico e artístico, em urbanismo, arquitectura e paisagem, humana também, através das vivências de um antigo local de Lisboa que Fernão Lopes já mencionou. José-Augusto França, autor de vasta obra de historiador da cidade, passeou lentamente por estas ruas, largos e jardins, calçadas e escadinhas, entre igrejas e conventos, universidades e indústrias, palácios, casas e casebres, com a experiência de lá viver há meio século. E com sociologia aplicável… Um triângulo com vértice no Rato, lados nas descidas do Salitre e de S. Bento, base numa sequência de três jardins, da Alegria, do Príncipe Real e das Flores, e mediana na linha de festo da rua da Escola Poltécnica, define-se claramente na topografia da cidade – tendo adquirido personalidade ao longo de mais de quatro séculos, em transformações naturais e artificiais, conservações e restauros. Depois de ter escrito a “crónica de um percurso” do carro eléctrico “28” (1999, 2.ª ed. 2000) e de ter publicado “Memórias para o Ano 2000” (2000, 2.ª ed. 2001), José-Augusto França deu-se, com gosto, a este “divertimento literário” – que Pedro Soares mais uma vez acompanhou com as suas fotografias.

    27.69 17.00
  • Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa

    Com o presente tomo, completa-se o V volume de Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa. Este tomo é dedicado à zona de Lisboa que, com razoável aproximação, poderíamos designar por Lisboa Oriental. Além da descrição de cada monumento, o livro inclui a documentação fotográfica correspondente, o que em muito o valoriza.

    27.86 19.00
  • Nos Bastidores das Eleições de 1881 e 1901

    A correspondência aqui publicada é uma importante fonte para o estudo das eleições e do mundo da política no liberalismo monárquico, dando-nos a conhecer um valioso acervo de informações inéditas e pormenorizadas sobre os bastidores das campanhas eleitorais de 1881 e 1901. A selecção dos candidatos, o comportamento dos caciques locais, as transacções clientelares, as negociações e alianças partidárias, as finanças e os “métodos” eleitorais, são alguns dos temas documentados. As duas eleições parlamentares retratadas têm perfis políticos distintos. A eleição de 1881, a última que se realizou em Portugal sob o regime exclusivo dos pequenos círculos uninominais, foi palco de uma inusitada luta sem tréguas entre o governo regenerador e a oposição progressista, em que o partido no poder não hesitou em recorrer a todo o tipo de expedientes para impor uma severa derrota ao seu principal adversário. A eleição de 1901, a primeira em que vigorou em todo o país o escrutínio plurinominal de lista incompleta, inscreve-se, pelo contrário, na tradição dominante da “política de acordos” entre os dois partidos da rotação, que combinaram entre si a repartição dos mandatos electivos e uniram esforços para barrar o acesso de potenciais intrusos à arena parlamentar.

    17.63 12.34
  • O Cais do Sodré em Postal Antigo

    O velho sítio dos Remolares, denominado posteriormente Cais do Sodré, foi local de inspiração de fotógrafos desde que esta profissão/actividade adquiriu estatuto e destaque. A colecção de postais ilustrados antigos presente neste livro revela ao leitor a importância urbana do Cais do Sodré e da Avenida 24 de Julho que abriram a vertente da Lisboa Ribeirinha, a partir da área pombalina consolidada para a urbanização dos novos espaços conquistados ao Tejo, em resultado de demorado processo de aterros e de arranjos citadinos. Através de 108 belíssimas representações deste importante espaço lisboeta é possível, aqui, ganhar uma visão completa do evoluir da zona do ponto de vista construtivo.

    37.10 14.00
  • O Cuquedo – Livro de Atividades

    ALTO LÁ?!
    Chegou o livro de atividades do Cuquedo! 

    Muitos jogos e atividades divertidas, para pintar, rabiscar, descobrir, criar
    e aprender, sempre a brincar com… o Cuquedo!

    Jogos, Labirintos, Rimas, Desenhos, Procura e Encontra, Grafias… e outros desafios que o Cuquedo, os cuquedinhos e os animais da selva vão propôr às crianças para se divertirem, ao mesmo tempo que aprendem;

     

     

     

    7.60 6.84
  • O Cuquedo – Livro de Autocolantes

    Um livro de autocolantes do Cuquedo? Alto lá! Diverte-te com todos os animais da selva.

    Tens mais de 150 autocolantes para colares em todo o livro e no final um cenário assustador!

    9.90 8.91
  • O Cuquedo – Livro Puzzle

    Um dos livros infantis mais vendidos em Portugal chega agora aos mais pequeninos em formato puzzle.

    Um livro muito divertido para ler com quatro puzzles para fazer.

    Joga com o Cuquedo e os animais da selva.

    14.90 13.41
  • O Cuquedo e os Pequenos Aprendizes do Medo 2.ª Edição

    Um, dois, três Cuquedinhos, Quatro, cinco, seis Cuquedinhos, Sete, oito, nove Cuquedinhos, Dez Cuquedinhos e mais! Socorro !!! São milhares e estão prontos para te assustar!

    A terceira história do carismático personagem Cuquedo, chegou à livrarias.

    Compre um exemplar e participe no passatempo para ganhar bilhetes para o Jardim Zoológico!

    12.60 11.34
  • O Gato Malhado

    Certa noite, dormia a Lua profundamente, o gato Malhado foi surpreendido por um estrondo vindo do fundo do quintal. O cão Patudo também acordou e pôs-se a ladrar feito um louco desvairado. Alguma coisa tinha caído ali, mesmo no meio do jardim da D. Alzira. Cão e gato deparavam-se agora com um dilema antigo: mostrar um ao outro qual o melhor dos dois, ou juntos, unindo patas, descobrir o invasor que caíra do céu.

    13.90 12.51
  • O Grémio Literário e a sua história

    O “Grémio Literário”, fundado em 1846 por personalidades como Alexandre Herculano e Garrett, Rodrigo da Fonseca e Rodrigoues Sampaio, Sá da Bandeira e Loulé, é uma instituição cultural de “utilidade pública” e um clube social, instalado desde 1875 no palacete Loures, exemplar da arquitectura romântica, junto ao Chiado, com seus salões, sua biblioteca, seu restaurante e seu bar. Dele fizeram (e fazem) parte nomes notáveis da vida intelectual, política e social nacional – com a lembrança maior de Eça de Queiroz que numerosas vezes se lhe refere na sua obra. José-Augusto França propôs-se traçar a história do “Grémio Literário” ao longo de perto de 160 anos, com suas conferências, seus concertos e recitais, seus encontros de escritores, suas ante-estreias de filmes, seus jantares comemorativos – suas vivências, em suma, dando significativo relevo ao Salão dos Humoristas de 1912, que, com Almada Negreiros, Jorge Barradas ou Canto da Maia, marca a primeira data histórica do “Modernismo” português, ou do “Centro de Estudos do Século XIX”, que, cerca de 1970, sob a presidência de Vitorino Nemésio, realizou numerosos seminários, conferências e colóquios internacionais.

    26.65 17.00
  • O Macaco do Rabo Cortado

    Era uma vez um macaco muito janota. Vestia-se a preceito, com bata e mochila às costas. Queria aprender a ler, a escrever e a contar como os meninos que via passar. Este conhecido conto tradicional surge aqui devolvido à oralidade pela mão de Dora Batalim e enriquecido pelas ilustrações de Gonçalo Viana. A dignidade que os vários elementos conferem à personagem principal tornam esta versão imperdível.

    13.90 12.51
  • O Mistério da Estrada de Ponte do Lima – António Feijó e Eça de Queiroz,

    Apresentam-se, nesta edição, estreitas e até agora desconhecidas relações de amizade entre o poeta António Feijó e Eça de Queiroz e até surpreendentes afinidades entre ambos. Coincidência extraordinária é Feijó, a caminho de Estocolmo, onde era diplomata, ter ido a Neuilly com a intenção de participar o seu casa-mento ao casal Queiroz, na altura em que o romancista falecia. Constituem um precioso testemunho os comentários do poeta à personalidade e à obra de Eça de Queiroz, cuja estatueta, modelada por Francisco da Silva Gouveia em 1900, ele tinha sobre a sua secretária chamando-lhe «o nosso ídolo». O motivo principal deste livro é, todavia, a publi-cação integral de O Mistério da Estrada de Ponte do Lima, ou História dos Carecas, divertida efabulação engendrada por António Feijó, em 1880, no jornal O Comércio do Lima, de evidente inspiração queiroziana, que alvoroçou a sua terra natal e permanece, ainda hoje, na memória de muitos pontelimenses. A carta de António Feijó a João Gomes (cap. III), onde o poeta evoca a criação dos «Carecas», 32 anos mais tarde, constitui um dos mais interessantes e mais vivos documentos da sua extensa correspondência. Complementa a edição uma antologia de poemas de António Feijó e algumas cartas inéditas.

    21.14 12.00
  • O Nascimento das Estações

    O mito de Deméter e Perséfone, uma história de amor maternal e filial que os Gregos usavam para explicar a sucessão das estações do ano. Fabulosas ilustrações de uma artista – Octavia Mónaco – que cada vez se aproxima mais da perfeição.

    15.90 11.00
  • O Pequeno Livro da Vida

    A vida é muita coisa e nela muitas coisas passam. Transformam-se, vão-se embora. O sono termina. Uma pequena ferida cura-se. Há encontros e desencontros. Momentos felizes e outros que nos fazem chorar. A vida é a nossa história, é memória que permanecerá para sempre.

    Um pequeno livro ilustrado, puro e muito delicado, para todos os leitores, dos zero aos cem anos.

     

    12.60 11.34
  • O Rossio em Postal Antigo

    Rossio significa “praça pública”. Tem o mesmo sentido que a Ágora para os gregos ou o Forum, para os romanos. Este grande centro viu passar quase toda a História da cidade, as alegrias do povo em festa, as procissões lancinantes das vítimas inquisitoriais, as revoltas, os comícios, os corsos de carnaval. Descendo pelo vale que se fez avenida e pelas encostas que emolduram a praça, os acontecimentos vieram parar ao Rossio. Acontecimentos aqui evocados em 115 postais ilustrados antigos, que constituem belíssimas representações da Praça D. Pedro IV, em Lisboa.

    38.36 14.00
  • Onde Começa a Felicidade

    Todos precisamos de felicidade nas nossas vidas. Pode ser difícil dar com ela e às vezes parece estar longe.

    Mas há um lugar onde a felicidade pode sempre ser encontrada: é o lugar ao qual precisamos de voltar.

    12.90 11.61
  • Os Jerónimos em Postal Antigo

    O Mosteiro de Santa Maria de Belém – ou dos Jerónimos –, é aqui evocado em 115 postais ilustrados antigos, que datam desde finais do século XIX até às primeiras décadas do século XX. Através destas belíssimas reproduções é-nos proporcionada uma original viagem no tempo na qual podemos apreciar as várias fases da evolução e da construção última do monumento.

    32.81 14.00
  • Pássaro Amarelo

    Neste conto sobre partilha, o Pássaro Amarelo incentiva-nos a cuidar do mundo em que vivemos e a libertar as nossas ideias para o bem de todos.

    Descarregar desenhos para colorir:

    Pàssaro Amarelo_Para Colorir_OlgadeDios

     

    12.20 10.98
  • Pedrês a galinha bailarina

    Há muito, muito tempo quando as galinhas ainda tinham dentes  viviam numa quinta muitas aves diferentes. A uma dela chamavam Pedrês e era filha de um galo francês. Era uma ave bem invulgar e o seu maior sonho era dançar!

    Descarregue aqui sugestão de atividade:

    pedres- Atividade completa

     

    12.60 11.34
  • Portugal

    Portugal oferece ao geógrafo um manancial de meditações fecundas. Em contacto com o mundo atlântico e o mundo mediterrânico, pedaço do antigo soco da Meseta Ibérica, mas agitado por abalos sísmicos procedentes dos abismos oceânicos, Portugal é realmente uma região singular de geografia física zonal. Mas é princi-palmente pela riqueza e variedade da vida regional que nos prende a atenção.

    18.02 12.61
  • Postais Ilustrados. Eça de Queiroz

    As mensagens contidas nos bilhetes postais de Eça para os seus familiares, apesar de muito simples e breves, suscitam questões pertinentes que dizem respeito à personalidade do autor, às suas relações com os filhos e ao seu estado de saúde, inexoravelmente fragilizado nos últimos anos de vida. Como ilustrações, esses postais apresentam um valor intrínseco de carácter histórico, antropológico e iconográfico que se nos impõe à primeira vista.

    25.14 15.00
  • Povoações Históricas de Angola

    Para todos os que conhecem Angola, é um álbum de recordações. Para quem não conhece é o convite a uma experiência única: Uma viagem pelas Povoações Históricas de Angola. Este álbum apresenta fotos de grande beleza artística de diversas povoações de Angola, apresentando-nos um levantamento metódico de sítios e da arquitectura de há cerca de meio século atrás. O texto, que o editor optou por conservar sem alterações, está datado, mostrando-nos o enfoque, o ponto de vista de uma época. As imagens, a preto e branco, de profunda expressão plástica, possuem uma intensidade única. Mais que um álbum, o livro é uma sucessão de janelas para outro espaço e tempo, através das quais conseguimos quase sentir os cheiros, o calor da terra e o pulsar da vida.

    38.16 18.00
  • Princesa

    Pack composto pelo livro D. Catarina de Bragança (ou outro à escolha*) e uma lata de Queen Catarina’s tea (Chá Pu-erh com 10 anos de idade, extratos de canela e laranjas doces de Portugal) e um frasco de marmelada de laranja Queen Catarina’s Tea 125 g.

    Se pretende um título diferente, selecione da lista abaixo o que deseja receber e quando finalizar a encomenda indique a sua escolha em Notas da encomenda.

    *Lista de Livros:
    1. Catarina de Bragança (versão portuguesa)
    2. Catherine of Braganza (versão inglesa)
    3. Filipa de Lencastre (versão portuguesa)
    4. Philippa de Lancaster (versão inglesa)
    5. D. Maria II (versão portuguesa)
    6. D. Amélia (versão portuguesa)
    7.D. Isabel de Borgonha (versão portuguesa)

    38.40 26.00
  • Quando vou dormir o mundo para

    O que se passa com o mundo quando dormimos? Será que fica tudo quietinho no momento em que fechamos os olhos? Ou os nossos brinquedos continuam a brincar sem esperar por nós? Talvez seja como no jogo do macaquinho do chinês, mas ao contrário: as pessoas e as coisas só se mexem quando olhamos para elas… Será?!

    12.90 11.61
  • Sedafim

    Todos os bichos-da-seda são brancos ou cinzentos. Todos, exceto um: O Sedafim.

    13.30 11.97
  • Sistemas de Construção XVI – Técnicas para a reabilitação de edifícios

    XVI VOLUME DA COLEÇÃO SISTEMAS DE CONSTRUÇÃO

    Nos últimos anos disparou a procura pelo alojamento local, em especial nos bairros históricos, e tem-se assistido a “reabilitações” muito duvidosas que têm levado à gradual destruição do património arquitetónico.
    Este livro aborda a reabilitação dos edifícios de uma forma diferente, pois sabemos que nas malhas consolidadas das cidades existem edifícios de diferentes épocas, que não podem ser recuperados da mesma forma.
    Antes de intervir é preciso perceber o sistema construtivo usado em cada época, as suas fragilidades específicas, sendo aqui indicadas as características arquitetônicas e construtivas destes edifícios e a forma correta para a sua intervenção.
    O livro está dividido em duas partes, a primeira sobre trabalhos e exigências fundamentais e a segunda sobre a forma mais adequada de se intervir nos edifícios de cada época.

    23.00 20.70
  • Solares Portugueses

    O autor não pretende apresentar a história das residências – tarefa quase sempre difícil pela escassez de elementos informativos – mas sim caracterizar a casa nobre portuguesa e apresentar um esboço da sua evolução através dos tempos, tarefa que não fora tentada ainda com tal desenvolvimento. Além disso, o livro não se dirige apenas a historiadores de arte mas sim a todos os que se interessam pelo estudo do nosso património artístico. Assim, o texto tem por objectivo fornecer dados essenciais para se «ver» a nossa arquitectura doméstica de carácter erudito, expressão insuperada do temperamento e sensibilidade do posrtuguês. É, portanto um livro que no seu alcance didáctico e na forma como se apresenta, sai fora da linha de certos trabalhos que temos apresentado.

    51.27 22.00
  • The Smooth Guide to Travel Drawing

    Esta obra bilingue, em inglês e português, é literalmente um guia suave para o desenho em viagem. O seu autor, Eduardo Côrte-Real, Doutorado e docente em Desenho, apresenta aqui uma valiosa introdução com conselhos e indicações para todos os que pretendem aprofundar conhecimentos em Desenho, seguido de uma mostra rica dos seus desenhos a mão livre de vistas tomadas das mais diversas situações e países em todo o mundo. “Nesta obra, o artista funde-se com a paisagem, seja cidade ou montanha, árvore ou cadeira. O artista torna-se ele próprio um traço dinâmico e veloz que nos puxa gentilmente para as cores, os sons, os cheiros de cada um dos sítios e acaba assim por nos revelar novidade no mais visto dos lugares. E melhor: vai-nos sussurrando os modos de fazer, como se viajássemos nos passos e com os olhos de Eduardo Corte Real. Um autêntico miradouro portátil, este The Smooth Guide To Travel Drawing.” João Paulo Cotrim

    22.20 15.00
  • Três Tristes Tigres – Trava-Línguas, Piadas e Adivinhas

    Celebramos os 50 anos de carreira de Luísa Ducla Soares com trava-línguas, piadas e adivinhas, numa seleção muito divertida, pois brincar com as palavras é um modo especial de conhecer e saborear a nossa língua.

    14.90 13.41
  • Tristão e Isolda

    Havia um lugar na Cornualha, fustigado pelos ventos e varrido pelas ondas, onde as almas de dois amantes desafiavam o tempo infinito. Ele chama-se tristão, ela Isolda.

    15.90 11.00
  • Ver pelo Desenho

    33.83 15.00
  • Versos com Gatos

    Andam gatos a brincar saltitando em meu redor são a sombra dos meus passos vá eu para onde for. Os meus gatos são da rua mas são reis da minha casa vem o sol protegê-los debaixo da sua asa.

    10.39 4.16
  • Vicente, a Lebre Impaciente

    Vicente, a lebre, é muito impaciente e anda sempre a correr – não tem tempo para parar e conversar! Mas quando, com tanta correria, acaba dentro do lago, é Timóteo, a Tartaruga, quem o pesca lá de dentro e Vicente não tem outro remédio senão mudar de velocidade.

    Será que é capaz de aprender a desfrutar da vida em câmara lenta?

    Uma história carinhosa e divertida sobre amizade, bondade e o quanto perdemos quando andamos sempre a 100 à hora.

    12.20 10.98
  • Zé de Bragança Sem Papas na Língua!

    18 ANOS – crónicas, histórias e coisas assim… Do Zé de Bragança e do seu criador.
    “(…) Nasceu o Zé de Bragança. Desde então escreveu com a dureza e a ironia que a capacidade do criador lhe consentiu.
    Sem constrangimentos e em total liberdade. Verberando os unanimismos, o politicamente correto, os «dogmas» da «modernidade». Criticou muitos protagonistas do poder.
    Denunciou equívocos e sofismas. Publicitou o sentimento popular que não tinha eco na Imprensa. Expôs opiniões e nunca recusou a controvérsia. Terá sido, porventura, incorreto e injusto, como foi hiperbólico e encomiástico. Exagerou umas e acertou noutras. Parodiou situações, satirizou comportamentos, ironizou atitudes. Foi cáustico com alguns e indulgente com outros. Por vezes contraditório e incoerente, mas nunca indiferente. Houve crónicas em que descobriu a alma, deixou fluir sentimentos e correr a lágrima. Mas o criador do personagem tem pais – e que orgulho em tê-los –, é pai – e que orgulho em sê-lo –, marido – e que bênção a recebida –, amigo de bons amigos – e que privilégio sabê-lo. É filho de uma terra prodigiosa, onde se procura quando perdido e se reencontra em tranquilo repouso no regaço maternal dos montes que o cercam (…).”

    15.90 14.31