Catálogo

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  • O Cinema da Não Ilusão

    Colecção de textos publicados em vários suportes, que traçam um retrato do cinema português contemporâneo.

    20.04 16.03
  • O Homem Imaginado

    Esta antologia reúne um vasto conjunto de textos escritos ao longo de cerca de 20 anos de trabalho científico e teórico em torno do cinema e dos seus problemas.

    20.04 16.03
  • Ceuta 1415

    “Completam-se este ano seis séculos sobre a conquista portuguesa de Ceuta. Excelente pretexto não para comemorar (comemorar o quê?), mas para evocar o acontecimento, para o repensar, para renovar as perguntas ao passado, aproveitando algumas sugeridas pelas sombrias inquietações do presente-futuro e, desse modo, tentar compreender melhor esse presente-futuro.” É assim que o historiador Luís Miguel Duarte, especialista em Idade Média neste período da nossa História, dá o tiro de partida para um livro único, que pela primeira vez pretende descentrar o olhar de Portugal, e procurar ver este episódio, em primeiro lugar, a partir de dentro da cidade muçulmana, mas também das aldeias e montanhas que a cercam, pelos olhos dos muçulmanos de Gibraltar e dos castelhanos de Tarifa, sem fugir ao desafio de examinar a empresa na ótica portuguesa, sem fugir ao desafio de examinar o protagonismo específico do Infante D. Henrique.

    22.00 17.60
  • Salazar a instauração da Ordem

    Entre 1932 e 1934, período capital para a instauração da “Nova Ordem”, Salazar monta cirurgicamente os pilares daquela que viria a ser a mais longa ditadura europeia do século XX. Seguindo o implacável plano arquitectado por Salazar, Arnaldo Madureira, investigador de História Contemporânea, desconstrói um a um os mecanismos que levaram à consolidação do seu poder.

    25.13 20.10
  • Consciência Histórica e Nacionalismo

    “Consciência Histórica e Nacionalismo” envolve a memória que os intelectuais portugueses foram construindo sobre a nação em que viveram e o seu passado, bem como a reflexão que foram empreendendo sobre o seu próprio ofício. A consciência histórica é consciência de que todo o presente tem uma anterioridade e de que todos os pontos de vista são relativos. O que remete para o sentido reflexivo da modernidade. Num outro sentido, trata-se de contributos para alargar o conhecimento de uma memória histórica construída e sedimentada por historiadores, tendo em conta a sua função na estruturação da consciência nacional. Reúne-se neste livro um conjunto de textos escritos desde 1992 , incluindo dois inéditos, agora revistos e ampliados.

    29.18 23.34
  • Salazar e a Igreja

    25.14 20.11
  • A Casa Palmela

    Outubro de 1838. D. Pedro de Sousa Holstein, primeiro Duque de Palmela e eminente diplomata, era acusado pela imprensa internacional de ter raptado D. Maria Luísa Sampaio, orfã do Conde da Póvoa e Senhora de uma fortuna invejável, quiçá a mais rica herdeira do Portugal de então. Dezasseis anos antes, havia sido promulgada a primeira Constituição Portuguesa que, apesar da sua curta vigência, instituiria uma Monarquia Constitucional e traria novos desafios à aristocracia, não lhe consagrando quaisquer prerrogativas especiais como até então possuía. Analisar as estratégias de afirmação que permitiram a esta Casa desempenhar os principais cargos palatinos e ser detentora de uma importante pujança financeira nas vésperas da implantação da República possibilitará um melhor conhecimento acerca da aristocracia portuguesa de século XIX.

    19.48 15.58
  • A Primeira Revolução Portuguesa

    Esta obra apresenta de forma sintética as causas que originaram o desencadeamento do processo revolucionário em Portugal, a partir do levantamento da cidade de Lisboa. Recorrendo a nova documentação, recolhida de norte a sul do país, comprova que toda a trama em curso se desenvolve fundamentalmente em torno da ideia da manutenção da independência nacional. Apresenta de uma forma sistemática e cronológica o comportamento das três principais forças em confronto que pugnavam pela conquista do poder em Portugal e os avanços e recuos de seus apoiantes em função dos progressos e retrocessos da dinâmica revolucionária. Comprova que eliminado o único poder legítimo existente, à luz da tradição portuguesa, que era o da rainha D. Leonor, só através da revolução é que se podia legitimar um novo rei ou impor pela força um rei estrangeiro. Evidencia que a vitória do mais fraco, o Mestre de Avis, sobre o mais forte, o rei D. João I de Castela, só foi possível porque a ideia da existência de Portugal independente já não era uma utopia mas sim uma realidade

    19.08 15.26
  • A Esquerda Democrática e o Final da Primeira República

    Este livro apresenta um estudo sobre o Partido Republicano da Esquerda Democrática (PRED), o último partido a ser constituído durante a Primeira República. Pretende dar a conhecer as suas origens, a sua natureza social e a sua estrutura orgânica; perceber a importância que teve no sistema partidário desse período, as responsabilidades que assumiu na queda do regime e avaliar o papel que desempenhou na oposição à Ditadura Militar e ao Estado Novo. É dado também um relevo especial à biografia do seu líder, o advogado portuense José Domingues dos Santos. Na parte final apresenta-se uma lista dos militantes do PRED e dá-se a conhecer a sua imprensa e as suas elites. Em termos cronológicos, embora incidindo com particular destaque nos anos finais da Primeira República, o livro abrange um período que se situa entre os inícios da década de 20 e o final da década de 50 do século xx.

    34.98 27.98
  • Estado Novo – Uma Cronologia

    Esta é a primeira cronologia com carácter monográfico que se publica acerca do Estado Novo. A Cronologia, além de ser uma ciência auxiliar da História, necessária a investigadores e estudiosos, é também uma ferramenta necessária a qualquer pessoa comum que deseje estar informada. É, poderíamos dizer, uma espécie de enciclopédia cronológica, fundamental para pesquisa e importante para consulta.

    38.80 31.04
  • O “Presidente-Rei” Sidónio Pais-2.ª edição

    Esta obra sobre o “Presidente-Rei”, como lhe chamaria Fernando Pessoa, associa a investigação completa e rigorosa à escrita fluente que se torna um prazer de leitura. Aqui é apresentada a análise da acção política de Sidónio Pais, que teve indubitável apoio nacional durante a sua vigência que decorreu até que foi morto a tiro à entrada da estação do Rossio por um Republicano exaltado. São aqui também alvo de estudo as intenções e o consulado de Sidónio Pais, bem como a sua pertença à Maçonaria portuguesa. Uma obra de invulgar qualidade literária e científica que faz uma análise cabal também dos paradoxos do percurso político deste chefe de Estado. O autor, João Medina, é Professor catedrático de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; nasceu em Moçambique em 1939; licenciou-se em Filosofia na Universidade de Lisboa; doutorou-se em em Sociologia na Universidade de Estrasburgo, tendo ensinado na Universidade de Aix-en-Provence (França). Em Portugal foi Director-Geral no Ministério da Comunicação Social (1975-1977); desde 1988 é professor catedrático de História na faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou ainda nas universidades de Colónia (Alemanha), Pisa (Itália), São Paulo (Brasil) e nos Estados Unidos. Tendo realizado um vasto percurso como conferencista, colaborador e cronista em vários países em todo o mundo.

    18.02 14.42
  • O Padroado Português no Extremo Oriente

    No contexto do Padroado, destacou-se uma parte com características próprias, a da diocese de Macau, designada por Padroado no Extremo Oriente. Aqui podemos encontrar situações específicas, que também levaram a resoluções diferenciadas nos diferentes espaços, conforme se tratasse de território português ou estrangeiro. Neste livro faz-se a análise destas e outras questões, mostrando as posições dos republicanos relativamente à religião e às colónias, para em seguida se analisar a forma como trataram o Padroado. Além deste estudo global de importância fundamental, nesta obra é aprofundada a questão mais específica do Padroado no Extremo Oriente, para se verificar a evolução da questão político-religiosa e, depois, o tipo de trabalho que aí foi realizado. A autora, Célia Reis, é licenciada em História e mestre em História do século XX pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Depois de fazer investigação sobre a Inquisição, dedicou-se essencialmente ao estudo da História portuguesa do século XIX e XX. Autora de diversas obras, tem-se dedicado a temas históricos sobre Macau e o Oriente, as colónias e Torres Vedras.

    18.44 14.75
  • História dos Municípios. 1050-1383

    30.18 24.14
  • O Conde de Tarouca e a Diplomacia na Época Moderna

    Revelando-nos curiosos aspectos do meio aristocrático onde nasceu e viveu, além das venturas e desventuras da prática diplomática que desenvolveu ao longo da vida, este livro dá a conhecer a complexa teia de conexões que na época se estabeleciam entre as trajectórias familiares e sociais e os percursos políticos. Diplomata de representação, Tarouca cedo assumiu o papel de diplomata de negociação, prenunciando as grandes mudanças que a especialização iria introduzir na prática da diplomacia após Utreque. São essas mudanças, desde o congresso de Vestefália até à Paz de Viena que o leitor poderá encontrar nesta obra. O quadro rigoroso que é traçado nesta obra, acerca da política externa europeia na época moderna e a consequente articulação com as opções políticas de Portugal, no quadro das relações internacionais, tornam-na, muito mais do que uma simples biografia, numa obra de referência. A autora, Isabel Cluny, é investigadora do Centro de história Contemporânea e professora-orientadora do núcleo de estágio, na Escola Secundária D. Luísa de Gusmão. É autora de diversas obras e artigos, dos quais destacamos “D. Luís da Cunha e a Ideia de Diplomacia e Portugal”, também editada pelos Livros Horizonte.

    35.23 28.18
  • Salazar e a Europa. História da Adesão à EFTA

    O que levou o regime de Salazar a quebrar o “orgulhosamente sós” e a apostar na adesão à EFTA, em 1956? E como conseguiu Portugal tornar-se membro fundador de uma organização a que pertenciam países altamente industrializados? O objectivo deste livro é esclarecer um processo negocial apontado como um dos mais bem sucedidos na história da política externa portuguesa do século xx.

    18.44 14.75
  • Marcello Caetano: Poder e Imprensa

    Este livro observa o poder político marcelista a partir dos seus discursos e representações na imprensa e observa a imprensa a partir dos jornais, dos jornalistas e dos grupos económicos.

    26.50 21.20