Cruzeiro do Sul

  • Como Tornar Verdes os Teus Pais

    Que horror! É o Terrível Aquecimento Global! O clima anda estranho. Os ursos polares andam ansiosos. O Terrível Aquecimento Global anda no ar. Mas não entres em pânico. Nem tudo está perdido. Sim, alguém está prestes a salvar o planeta e adivinha quem? Tu mesmo! Só tu podes levar os culpados a modificar os seus comportamentos. E quem são eles? Tu? Os teus amigos? Não! São os adultos trogloditas – os Troguis – e estão prestes a levar um pavoroso abanão! Vamos ajudar-te a criar uma Carta do Glorioso Verde para eles assinarem, e ensinar-te a castigá-los – oh sim – se eles não mudarem os seus comportamentos trogloditas. Está na hora de tornar Verdes os teus pais!

    9.71€
  • Ami Fron Pat – Histórias para não adormecer

    Dez jovens de diferentes nacionalidades, etnias e culturas, formam um grupo de amigos, como resultado das suas opções em defesa dos direitos humanos. Essa união será ainda reforçada, pelo desejo de aprender e pela força mágica transmitida por um mensageiro misterioso: Ami Fron Pat… Os jovens terão que combinar as suas faculdades pessoais e do grupo numa série de desafios e situações misteriosas. Como intervir, como actuar efectivamente, promovendo uma renovação no sentido de resolver os problemas socioambientais que põem em causa o futuro do planeta e da humanidade? Embora imaginárias, estas aventuras tratam de problemas tão reais e actuais quanto urgentes. Têm por isso o efeito colateral de despertar o leitor para questões graves da actualidade. Perpassa a obra um apelo à construção de visões críticas do mundo e a debates sobre saberes, atitudes e valores. E o resultado é que o leitor é transportado para realidades ainda mais surpreendentes do que as melhores ficções. Popularizar a ciência, estimular o diálogo, aprender a conviver com a diferença, discutir ambivalências éticas ligadas a interacções Ciência/Tecnologia/Sociedade (CTS) – de forma lúdica, divertida, rigorosa e viva –, são algumas das linhas de força deste livro, que promete ser uma referência para a literatura juvenil e um instrumento pedagógico para professores, pais ou outros educadores, que em situações escolares e não escolares procurem apoio para tratar questões actuais transversais aos currículos e à vida. Estes encontrarão aqui múltiplas temáticas/problemáticas transdisciplinares, transnacionais, transculturais e transcivilizacionais, tratadas numa perspectiva de “aprendizagem ao longo da vida”. A própria leitura da obra já implica participação. É o leitor quem decide os itinerários de leitura segundo as aventuras, os seus saberes e valores.

    18.02€
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    O Grande Abexim

    Com O Grande Abexim termina a saga de Pêro da Covilhã, espião português do século XV e um dos maiores aventureiros de todos os tempos. A sua viagem (ou viagens?), iniciada em 1487, foi uma espantosa e solitária peregrinação de cerca de cinco anos através da Europa, África e Ásia, durante a qual desvendou mitos e lendas velhas de muitos séculos, descobriu impérios perdidos e reinos nunca antes visitados, desenhando nos mapas imprecisos da sua época os contornos, rotas e trilhos do futuro. Num mundo hostil, dominado pelo medo e pela superstição, sem recurso a tecnologias de ponta ou sequer a armas de fogo ainda por inventar, Pêro da Covilhã só podia contar com a sua inteligência, engenho e coragem para cumprir com sucesso essa fantástica odisseia. Na última etapa da sua jornada, o Escudeiro de D. João II viaja incógnito até Medina e Meca, para conhecer a Caaba, percorre em seguida o Monte Sinai no rasto de Moisés e penetra finalmente na Etiópia para aí enfrentar o aguerrido povo das Amazonas e desvendar o encoberto reino do Preste João, o Grande Abexim. Uma saga tão fabulosa que se recusou a aceitar fronteiras, regras ou imposições de tempo, de espaço ou mesmo de autor, antes se rebelou e, recusando freio e rédeas, impôs o ritmo da sua própria vida, libertando-se da estreita prisão de um único livro, para se expandir por um universo de cinco volumes, cada um correspondendo a uma etapa ou viagem singular com existência própria, mas cujo total resulta maior que a soma das partes.

    11.10€
  • Esgotado

    A Pedra do Anel

    Em Um Homem das Arábias e O Espião d’El-Rei, são narradas as missões do espião de D. João II em Fez, no Norte de África, e as duas primeiras etapas da sua aventurosa viagem até à Índia, em busca da Rota das Especiarias. Em A Pedra do Anel, Pêro da Covilhã prossegue nas suas andanças e navegações, através de mundos até então desconhecidos no Ocidente, em busca do Reino do Preste João que toda a Cristandade procurava há mais de duzentos anos. Este espião e aventureiro português do século XV, ajudado por um pequeno grupo de amigos e aliados, empreende uma peregrinação que, em perigos, desafios e mistérios, nada fica a dever à do herói Aragorn, de O Senhor dos Anéis, na saga de Tolkien. Pêro da Covilhã segue de Goa para Ormuz e daí navega pela Costa Oriental de África, sendo não só o primeiro europeu, como também o primeiro homem branco a viajar, por aquelas paragens, até Sofala, último lugar aonde os barcos mouros podiam chegar, conhecendo gentes, lugares e estranhos costumes, nunca antes vistos por olhos de um ocidental. Herói contraditório, misto de grandeza e fraca humanidade (por isso mesmo tão próximo de nós), paga um pesado preço em sacrifício e sofrimento, para levar a cabo com sucesso a sua missão e alcançar a almejada glória. De novo este romance aborda temas e episódios verídicos (ou como tal descritos pelos cronistas e viajantes do tempo) que, pela sua violência e bruta-lidade, poderão ser eventualmente chocantes para determinadas sensibilidades ou leitores mais jovens. Deana Barroqueiro

    11.10€
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    O Espião d’El Rei – Pêro da Covilhã II

    Em Um Homem das Arábias (Pêro da Covilhã – I), ao terminar com êxito as suas missões de espionagem em Fez, o Escudeiro Pêro da Covilhã é enviado por el-Rei D. João II, juntamente com Afonso de Paiva, numa espantosa peregrinação (1487-1492) por terras incógnitas do Oriente, em busca da Rota das Especiarias e do Reino do Prestes João, que toda a Cristandade procurava em vão há mais de duzentos anos. Completa a primeira etapa da sua missão, navegando pelo Mar Vermelho até Adem, no sul da Arábia. Em O Espião d’el-Rei (Pêro da Covilhã – II), o espião português completa a 2.ª etapa da sua viagem, já sem o companheiro Afonso de Paiva, navegando e lutando com corsários no Oceano Índico, para resgatar no Grande Desafio de Bisnagá as cativas do pirata Timoja. Enfrenta perigos ainda maiores, na Costa do Malabar, para arrancar a persa Nurunnihar e a tuaregue Chems ed Douha das mãos dos seus raptores – os fanáticos bhaktha da deusa Kali – e vai descobrir finalmente o Paraíso das Especiarias e os estranhos segredos das Naires, na cidade de Calecute… Embora destinados de preferência a leitores do ensino secundário e universitário (e a adultos apreciadores destes temas), como romances históricos/de aventuras e viagens também podem ser lidos por leitores mais jovens, porém com maturidade suficiente para não se escandalizarem ou impressionarem com os assuntos e factos verídicos, eventualmente chocantes, que a autora procura narrar e descrever com a fidelidade de um cronista quinhentista, ou seja, de um “jornalista” do tempo dos Descobrimentos.

    11.10€
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    Um Homem das Arábias – Pêro da Covilhã I

    Nos finais do Século XV, Pêro da Covilhã, o Escudeiro e espião preferido de D. João II, parte em busca da rota das especiarias e do mítico reino do Preste João, viajando primeiro até ao Cairo com Afonso de Paiva e depois sozinho por três continentes, disfarçado de mercador mouro. Aventureiro dos quatro costados, misto de globetrotter, Indiana Jones e James Bond, Pêro da Covilhã possuía talentos extraordinários que o distinguiam de entre os grandes homens do seu tempo: uma memória quase fotográfica, a arte de criar os mais perfeitos disfarces para assumir novas identidades, uma mestria no manejo de todas as armas da época e a capacidade de falar árabe como um natural e aprender rapidamente as línguas mais estranhas. Primeiro nas missões de espionagem em Fez, depois durante a sua viagem de cerca de quatro anos pelo Oriente (1487-1492), enfrentou dificuldades e perigos terríveis e viu prodígios de tal modo espantosos quer nas zonas desertas do Norte de África e da Arábia, na selva monçónica ou na floresta tropical da Índia, quer ainda nas savanas e bosques espinhosos da costa oriental africana ou nas terras da Abissínia do Reino do Preste João. Poucos homens se puderam gabar de ter uma vida e um saber de experiências feito, sequer próximos dos seus, pois conheceu lugares, povos e animais nunca antes contemplados por olhos europeus. Esta Colecção destina-se não a um público infantil, mas a leitores já do Ensino Secundário e Universitário (e também a adultos de espírito jovem e aventureiro!), visto alguns romances abordarem com crueza temas e episódios verídicos que poderão ser eventualmente chocantes para determinadas sensibilidades. Escrevo intencionalmente para leitores desta faixa etária por achar que têm recebido muito pouca atenção da parte dos escritores nacionais, na medida em que, para este público, praticamente só se encontram no mercado livreiro traduções de autores estrangeiros, como Tolkien, enquanto abundam as colecções de romances portugueses para menores de 15 anos. Talvez, por isso, tantos jovens adultos afirmem não gostarem de ler…

    8.08€
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    Uraçá, o Índio Branco

    No ano de 1500, tempo de Descobrimentos e rivalidades com Castela e outras nações da Europa, Lisboa fervilha de espiões cujos serviços são pagos a peso de ouro. Gonçalo descobre um crime de alta traição e, para salvar a vida, tem de se engajar na armada de Pedro Álvares Cabral, onde sofre o destino terrível dos grumetes nas naus a caminho da Índia. Mesmo aí os seus inimigos o perseguem preparando-lhe (e a Mateus) uma armadilha de que dificilmente poderia escapar sem a ajuda de uns novos e inesperados amigos, os Tupi – uma tribo de gente nua, de uma raça nunca antes vista, com a pele cor de cobre coberta de pinturas e de penas –, encontrados numa terra intocada pelo homem dito “civilizado”. Neste novo mundo e entre tão estranho povo, o grumete vai conhecer o amor, sofrer uma angustiosa iniciação e renascer como Outro, após uma tremenda batalha dentro si mesmo, como um ser de dois mundos e duas civilizações opostas: “Gonçalo não sabia como lidar com as novas sensações e sentimentos descobertos desde que aportara àquela terra e conhecera um povo pardo e nu a viver como Adão e Eva no Paraíso. E a formosa filha da floresta, dormindo confiante nos seus braços, numa noite desfizera com as suas carícias os nós da revolta, do ódio e do medo, reabrindo no seu coração o espaço da ternura e do amor.” “É uma obra completa. A sensibilidade e a criatividade da autora embalam-nos numa aventura tão séria como divertida, cuja leitura é difícil de interromper; a qualidade literária e a honestidade intelectual, fazem deste livro uma contínua e admirável lição de português e da história dos Descobrimentos.” Fátima Pinheiro

    8.08€
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    O Cometa – Uma aventura impossível

    Skywalker, o herói da Guerra das Estrelas, navega pelo espaço à velocidade da luz, numa nave automatizada cujo computador lhe fornece o luxo de um hotel de cinco estrelas, lhe programa sem erro as rotas desconhecidas e lhe coloca os inimigos na mira de armas “laser”. Pelo contrário, num passado longínquo bem real, sem petróleo, electricidade ou energia nuclear, Bartolomeu Dias navegou quase dois anos por abismos de água nunca antes percorridos, no calor tórrido do Verão ou contra os ventos gélidos do Inverno, nessa minúscula arca malcheirosa e infestada de parasitas, feita de madeira, ferro, cordas, pano e sofrimento que era a “caravela de descobrir”, movida unicamente pela força do vento e o sonho de um homem. Comunicando com os outros dois barcos da sua minúscula armada por sinais de fogo, fumo ou tiros de bombarda, bebeu água salobra e comeu muitas vezes carne apodrecida, cheia de vermes. Singrou os mares quase às cegas (não era possível calcular a longitude), marcando as novas latitudes com astrolábios, balestilhas, quadrantes, ampulhetas e bússolas canhestras; sem outras armas de fogo (ainda por inventar) para além das bombardas na caravela, combateu os seus inimigos – animais monstruosos e raças de gentes para ele mais alienígenas do que extraterrestres –, com espada, punhal, lança e virotões de besta. Bartolomeu Dias surgiu e passou tal como o Cometa – uma seta a indicar o caminho, um rasto luminoso, uma memória breve de registos incompletos –, conhecido de poucos e ignorado por quase todos. Maior do que Vasco da Gama ou Pedro Álvares Cabral, ele foi o menos celebrado, talvez por a coragem e o valor serem virtudes silenciosas e os verdadeiros Super-Homens gostarem de se esconder sob uma aparência modesta.

    9.09€