Product Tag - História

  • A Cultura das Luzes em Portugal

    Em que condições e com que meios se operou a abertura do espaço cultural português ao movimento de ideias das Luzes? Partilharão os agentes das novas correntes de pensamento uma filosofia comum? Que aspectos singularizam, afinal, a cultura portuguesa de Setecentos?

    14.13 9.89
  • Império e Grupos Mercantis – Do Oriente ao Atlântico. Século XVII,

    A obra analisa as relações externas de Portugal com o Império e a Europa, enfatizando as opções de negócio de certos estratos do grupo mercantil. Que vias usaram os comerciantes de grosso trato para actuarem como grupo de pressão; como e em que circunstâncias interferiram nas decisões políticas relativas ao Império; qual o impacto das actuações persecutórias da Inquisição ou da proximidade aos círculos do rei na debilidade ou prosperidade deste grupo, são perguntas que integram o questionário central desta síntese.

    13.78 9.65
  • As Misericórdias Portuguesas de D. Manuel I a Pombal

    Este livro apresenta o estado dos conhecimentos sobre as Misericórdias à luz da bibliografia recente sobre o tema, no período compreendido entre a sua fundação e o consulado de Pombal.

    12.68 8.88
  • História do Pensamento Económico Português

    Este livro organiza-se em torno de quatro temas essnciais para a compreensão da história do pensamento económico português. Começa com uma análise da relação entre ética e economia, na perspectiva do estudo da dimensão moral na actividade económica. prossegue com a elucidação do nexo que existe entre economia e direito e da sua importância para a compreensão do quadro normativo da vida económica. Procura depois explicar a diversidade de papéis atribuídos aos agentes económicos e esclarecer a complementaridade e antagonismo de funções exercidas pelo mercado e pelo estado. Finalmente, elucida sobre a arbitagem entre fecho e abertura da economia, tendo em atenção os fundamentos evocados por adeptos proteccionistas e livre-cambistas.

    10.57 7.40
  • O Fim do Império Português

    A guerra colonial marcou a sociedade portuguesa dos anos 60 e 70 do século XX e está na origem da forma peculiar do derrube do Estado Novo e da institucionalização da democracia. Esta obra pretende sintetizar e discutir o período do fim do império português, salientando sobretudo as atitudes da comunidade internacional perante a guerra, a resistência tenaz do salazarismo à descolonização, a indissociabilidade da descolonização e da transição à democracia, e o legado deste processo, quer para a consolidação democrática em Portugal quer para os novos países independentes de expressão portuguesa.

    9.51 6.66
  • Portugal na Monarquia Hispânica (1580-1640)

    Esta obra propõe uma visão de conjunto do período da união dinástica, 1580-1640. Trata-se de perceber o que na História – em parte comum – das coroas de Portugal e Castela tornou possível a incorporação de Portugal na monarquia Hispânica durante os reinados de Filipe II, Filipe III e Filipe IV.

    9.51 6.66
  • Falar de Mulheres – Historia e Historiografia

    25.14 17.60
  • História Comparada das Mulheres

    Este livro pretende abrir novas perspectivas sobre a história comparada das mulheres. O seu ponto de partida e cerne é a seguinte questão: como escrever uma história comparada das mulheres? Quatro proeminentes historiadores americanas das universidades de Columbia, Louisville, Nova Iorque e Stanford aceitaram o desafio de contribuir para este debate, e exploram as frutuosas contribuições da história das mulheres para a história comparada, centrando-se nos Estados Unidos e na Europa, desde o séuclo XVIII até ao século XX.

    16.96 11.87
  • Cabelos à Joãozinho

    A imagem de referência da mulher dos Anos 20 – os loucos anos, ou Era do Jazz-band –, advém dos cabelos cortados à rapazinho: curtos, que deixavam a nuca à mostra. Que normas e preceitos vigentes foram abalados por um corte de cabelo?

    16.96 11.87
  • Um Divórcio na Lisboa Oitocentista

    O divórcio a que o título deste livro se refere foi o do notável investigador e médico Bernardino António Gomes e de Leonor Violante Rosa Mourão, cujo processo se iniciou nas vésperas da insurreição militar de 1820 e terminou quase no final do breve triénio do regime liberal que se lhe seguiu. A partir de um caso concreto de separação pedida pela esposa, o leitor toma conhecimento do espaço a que a mulher casada estava circunscrita – pelas leis, pela religião, pelos costumes… A referência especial a dois dos filhos do casal remete ainda o leitor para a política persecutória de D. Miguel I.

    14.42 10.09
  • Não Aconteceu Nada em Hiroshima

    «Não aconteceu nada em Hiroshima é obrigar a olhar para lá, para esse turbilhão negro no ar, para os corpos mutilados no momento ou num futuro mutilado, e obrigar-nos a recuar […], e esse olhar não é fuga ao passado mas antes uma insistência que torna o presente mais acutilante: esse não aconteceu nada que diz que constantemente ele está ainda a acontecer, sob esta forma (na Ex-Jugoslávia, Palestina-Israel, nas guerras “desejadas” contra o Iraque, etc.) ou sob outra forma, proposta no texto, nesse desejo constante de vida, de afirmação de vida que, na companhia de Deleuze (e também de Guattari), Ana Isabel Crespo afirma com força que supera todos os obstáculos, todos os desejos de morte, proposta excessiva, apaixonada que nos deixa sem lugar para percebermos como essa afirmação excessiva de vida é possível, a partir de uma leitura nietzschiana da vida que Deleuze tornou possível, compreensível, no seu belís-simo livro Nietzshe et la Philosophie (1962). […] É também (im)pertinente o modo como, neste texto, há uma proposta de pensar o género e a Psicoterapia de orientação analítica (nas palavras da autora) e se assume nessa leitura, a partir do conceito de Deleuze/Guattari devir-mulher, uma outra postura face às lutas feministas que, na sua afirmação política, pretendem em geral tornar-se elas próprias um devir-maioritário, de domínio.» Teresa Joaquim

    18.17 12.72
  • Adeus, Até ao Teu Regresso

    Adeus, até ao teu regresso podia ter sido a resposta de muitas mulheres portuguesas à frase tantas vezes proferida pelos soldados que partiam para a guerra colonial e difundida pelos meios de comunicação social da época: “Adeus, até ao meu regresso”. Parafraseando esta expressão, Sílvia Espírito Santo dirige o seu olhar de historiadora sobre uma organização de mulheres que tentou acompanhar os soldados durante os 13 anos de guerra colonial: o Movimento Nacional Feminino.

    13.12 9.18
  • Leonor da Fonseca Pimentel – A Portuguesa de Nápoles

    Morta há duzentos anos, Leonor da Fonseca Pimentel continua na memória contemporânea como exemplo de autonomia e solidariedade, tanto mais notável por a sua vida ter sido extraordinariamente acentuada pelo trágico. Quase desconhecida entre nós. a “Portuguesa de Nápoles”, como também é chamada, figura no tristíssimo Panteón di Martiri dela Libertà, em Nápoles, ao lado dos companheiros revolucionários de 1797.

    15.10 10.57
  • Movimentos de Mulheres em Portugal

    A autora procura destacar a participação das mulheres nos diversos movimentos sociais após o 25 de abril de 1974 e o caminho percorrido na afirmação dos seus direitos. Valorizando o papel das associações de mulhres, a autora conclui da existência d eum movimento feminista em portugal nas décadas de 70 e 80 corporizado em diversas correntes. Inserido no nosso tempo histórico, que não era o da Europa ou o dos EUA, o feminismo português não teve, no entanto, espaço para se transformar num movimento mais amplo e demonstrou insuficiência teórica e falta de debate.

    13.21 9.25
  • A Leal Legião Lusitana-Narrativa das Campanhas 1809-1811

    Esta obra dá conta das operações de um corpo especial criado em Inglaterra a partir de desertores da Legião Portuguesa ao serviço de Napoleão e de outros refugiados ali reunidos e dispostos a lutar contra o invasor francês, enquadrado e formado por oficiais britânicos e justamente denominado Leal Legião Lusitana, que foi enviado por Inglaterra para Portugal em 1808 sob o comando de Sir Robert Wilson para combater o exército invasor. Embora maioritariamente formada por portugueses, esta Legião incluiu também 26 suíços, 63 alemães e 15 piemonteses desertores do exército napoleónico. História redigida por dois antigos oficiais com destinos bem diferentes, A Leal Legião Lusitana narra, pouco tempo decorrido sobre os acontecimentos, as campanhas de um corpo que teve um papel determinante em algumas ocasiões fulcrais da Guerra Peninsular.

    22.26 15.58
  • Campanhas do Exército de Portugal

    Este livro de memórias sobre a III Invasão Francesa, impresso em 1817, foi justamente apreciado, como Le Moniteur sublinhava por ocasião da sua publicação, pela objectividade demonstrada pelo autor, Pierre-François Guingret, Chefe de Batalhão e Oficial da Ordem Real da Legião de Honra. As suas memórias sobre a campanha de Portugal sob o comando de Massena são um notável testemunho pessoal, bastante objectivo, como sublinhava ainda o Mercure de France. O próprio autor, na nota introdutória, refere ter utilizado notas tomadas depois de cada marcha, depois de cada combate, por vezes mesmo durante a acção. E adverte que nem a veneração que dedicava a Massena o impediria de apontar os seus erros. Procurou, sem dúvida, ser objectivo. Guingret foi, acima de tudo, um militar empenhado na sua profissão e nas missões que lhe foram confiadas. Não admira que assim tenha dedicado o seu livro: “É AOS BRAVOS DOS EXÉRCITOS DE ESPANHA E DE PORTUGAL, aos meus camaradas de armas, que dedico este opúsculo militar; eles lerão com interesse os feitos de que foram os heróis e por vezes as vítimas: gostarão de se recordar dos perigos que afrontaram e dos louros que colheram. […] A minha veneração por Massena não me impediu de falar dos seus erros. Sei que na guerra é mais fácil repeti-los do que prevê-los; mas é sempre do interesse nacional que se chame a atenção para eles, a fim de que sirvam de lição para o futuro.” M. Guingret

    19.08 13.36