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  • Eleições e Democracia em Espanha

    O problema político de Espanha na transição de Setecentos para Oitocentos foi o da invenção e reconstrução do Estado. A solução encontrada gerou um problema de governação – o monopólio do poder. A dificuldade da segunda
    metade de Oitocentos foi a conciliação de um liberalismo estável com a alternância política. O êxito da fórmula que aplicaram os homens da Restauração de 1875 – a Coroa como mecanismo de mudança e os partidos de clientelas – deixou em aberto a transição para a democracia como o problema do Novecentos espanhol, um processo lento e truncado, ainda que brilhante e definitivamente resolvido no último quartel do século XX. JOSÉ VARELA ORTEGA (n. 1944), historiador e actual presidente da Fundación José Ortega y Gasset, é autor de Los Amigos Políticos (1977), uma obra de referência na historiografia política da Espanha da Restauração (1875-1923). Mais recentemente
    dirigiu a importante obra colectiva El poder de la influencia. Geografía del caciquismo en España, 1875-1923 (2001).

    20.14
  • Ensaios de Política Comparada

    Giovanni Sartori foi, sem dúvida, um dos principais cientistas políticos da segunda metade do século XX. A sua vasta e intensa produção constitui um contributo fundamental para as ciências sociais, abordando de forma original problemas relevantes das sociedades modernas, muitos dos quais mantêm ainda extrema atualidade. Esta coletânea reúne alguns dos ensaios mais significativos da sua produção académica e representa um exemplo quer do poder analítico da sua abordagem teórica e empírica, quer das suas inovações conceptuais e metodológicas. A identificação da ciência política como disciplina autónoma, a importância do método comparado e a reflexão sobre a teoria democrática, assim como a análise dos sistemas de partidos e das formas de governo, são os principais temas abordados neste livro.

    16.96
  • NOVIDADE

    Os Anos de Ouro: Ensaios sobre a Democracia no Brasil

    “O Brasil viveu, durante duas décadas e meia, aquilo a que chamo de “anos de ouro”, nos quais a democracia se firmou e possibilitou significativo progresso no plano dos direitos de cidadania. Esses anos foram caracterizados por competição política acirrada entre centro-esquerda e centro-direita e convergência em torno de um núcleo de políticas moderadamente reformistas, compartilhadas pelos principais contendores. A combinação virtuosa de competição e convergência foi propiciada por um arranjo institucional de tipo consociativo – caracterizado por federalismo, pluripartidarismo e governos de coalizão – que favoreceu a negociação e, em consequência, a moderação política” (da Introdução).

    14.00