Product Tag - Ciências Sociais e Humanas

  • 101 Maneiras para Aumentar o Volume de Negócios

    No mundo empresarial, como acompanhar o ritmo actual de mudança e ultrapassar a concorrência? Para quem procura aumentar o volume de negócios, verá neste livro um guia de estratégias e técnicas empresariais inovadoras e originais. É como se tivesse um consultor particular ao seu lado, sempre apto a dar-lhe os melhores conselhos para cada situação!

    8.98
  • 101 Maneiras para Aumentar a Sua Motivação Pessoal

    O trabalho é para si uma obrigação rotineira? Falta-lhe a motivação e sente vontade de gritar quando se apercebe do que lhe falta fazer? Christine Ingham aponta 101 maneiras para desenvolver estratégias simples, mas eficazes, que o ajudem a ultrapassar obstáculos e a reencontrar a motivação pessoal no local de trabalho.

    8.45
  • 101 Maneiras para Comunicar Melhor

    Alguma vez teve de ler um memorando duas vezes por não conseguir perceber o seu sentido à primeira? Gostaria de aperfeiçoar a sua escrita comercial e de melhorar discursos e apresentações? Escrito a pensar nos empresários que sabem como é vital uma comunicação eficiente para alcançar o sucesso, este livro indica o caminho para a arte de bem comunicar.

    8.45
  • A Nova Luta Pelo Poder Mundial

    O mundo atravessa uma fase de tensão crescente. As sociedades não conseguem resolver os problemas que, internamente, as afrontam. Pelo contrário, mais parece que tudo se vai agravando. Para resolver esses problemas, a sociedade olha para os governos e governantes que tem. Não é para si mesma que olha. As organizações internacionais perdem a respeitabilidade que já tiveram. Ou cultivam a inoperância ou se transformam em instrumentos exclusivos do poder dominante. As situações de guerra, quaisquer que sejam os nomes que se lhes queira dar, multiplicam-se por todo o lado. É pois tempo de começarmos a analisar a decadência dos sistemas sociais que nos enquadram e de procurarmos sair deles, naturalmente pelas portas de saída que os próprios sistemas nos oferecem.

    6.56
  • Justiça, Comunicação Social e Poder

    Justiça, Comunicação Social e Poder aborda algumas das questões formuladas a propósito das relações entre a Justiça, o Direito, e o campo do poder da Comunicação Social. Os autores perfilham a ideia que anteriormente à emergência dos mass media existiram e foram ensaiados diversos mecanismos de “mediatização” da Justiça. Assim, a palavra mediatização constitui um termo datado e construído a partir do momento em que os jornalistas se passaram a definir e a legitimar como grupo sócio-profissional autónomo. A natureza das relações entre poder judicial e poder jornalístico é entendida como intrinsecamente conflitual, na medida em que é percorrida por lutas e mitos onde nidificam práticas discursivas como celeridade, transparência, direito de informar e espectacularização da Justiça. Dos vários ramos do Direito, aquele que mais tem atraído aa apetências da Comunicação Social é o Direito Criminal, embora em período mais recente os direitos económico e fiscal tenham passado a estar sob a mira dos repórteres.

    9.51
  • Os Mitos do Amor

    Toda e qualquer concepção do amor traduz uma certa ideia, do Homem e do sentido da Vida. Como tal, esforçarmo-nos por compreender as relações entre o espiritual e o Eros, equivale a interrogarmo-nos sobre as diversas noções do eu no seio das grandes religiões. Se o eu é apenas ilusão, tal como nos ensina o Oriente, como podemos amar o outro por si mesmo? Se é preciso, segundo diz o Evangelho, amar o outro «como a nós mesmos», não será porque se supõe uma diferença radical entre o eu natural e um «verdadeiro eu» de natureza espiritual? E este, confundir-se-ia com o Eu divino do Oriental? Na linha do seu célebre ensaio O Amor e o Ocidente, Denis de Rougemont tenta responder aqui a estas questões cruciais. Para o conseguir, segue um caminho original, que passa por uma «mitanálise» das figuras de Don Juan e Tristão, pelos escritos de certos pensadores fundamentais (Nietzsche, Kierkegaard, André Gide…) e por um novo estudo de personagens de grandes romances de amor contemporâneos. Todos eles constituem etapas de uma busca audaciosa nas profundezas da alma ocidental.

    17.97
  • O Sexo por Cá

    O Sexo por Cá é uma pequena viagem à história da sexualidade, do amor, do casamento, da família, nesta terra portuguesa. Somos portugueses, antes de tudo, mas, apesar disso, a nossa originalidade não supõe que sejamos superiores ou inferiores a qualquer outro povo do planeta. É quase certo que, entre os Descobrimentos antigos e as Emigrações recentes, espalhamos o sexo por toda a parte. É também inegável que sempre tivemos a arte de povoar o nosso imaginário de um lirismo amoroso, denso, angustiado e suspirado e que, por vezes, foi erótico e abertamente sexualizado. Nesse sentido, estamos longe de sempre termos vivido sob o signo da repressão sexual, que surge entrelaçada com os tempos da Inquisição ou com a austeridade dos costumes, mais recentemente sob o Corporativismo. E neste final de Milénio, existe cada vez mais evidência de que, num mundo de «globalizações» várias, é preciso encontrar na história um sentido para a nossa identidade e para a compreensão da nossa maneira de reagir. O Sexo por Cá, procura, de algum modo, contribuir para isso, no campo específico da sexualidade humana.

    20.08
  • A Rua – espaço, tempo, sociabilidade

    A rua como lugar estratégico para a observação da vida urbana é o tema central deste livro. A proposta é: procurar diferentes aproximações a esta realidade complexa a partir do olhar da antropologia, da história, da sociologia e da arquitectura, em contextos geográficos e temporais distintos. A rua condensa e viabiliza todo um imaginário feito de discursos e imagens, de memórias e emoções, que atravessam e elaboram simbolicamente a cidade naquilo que ela tem de mais original. Espaço, tempo e sociabilidade são três tópicos da presente colectânea. Na Paris popular oitocentista, nos actuais campos de refugiados ou na Lisboa dos séculos XIX e XX, vamos ao encontro do lugar da rua.

    15.09
  • As Ideias e os Números

    A relação entre as ideias, as práticas dos indivíduos e a cultura dos números é precisamente o tema deste livro que aborda a investigação policial e a situação dos criminosos, as teorias científicas e a aprendizagem dos alunos nas escolas, as lutas operárias e as reformas do Estado, a propaganda política e da estatística.

    15.90
  • Nós, os Ciganos e os Outros

    A intolerância, a incomunicabilidade e aconflitualidade estão geralmente presentes nas relações entre ciganos e sociedade maioritária, procura-se com este livro contribuir para um melhor e mais amplo conhecimento sobre os ciganos co-presentes na sociedade portuguesa. Este estudo pretende ser antes de mais, um contributo para colmatar as distâncias e o desconhecimento mútuo que existe entre ciganos e não ciganos. É neste vazio e ignorância recíprocas que se inscreve a formação de imagens totalizantes e estereótipos relativamente a uns e a outros, sobretudo por parte da maioria relativamente à minoria. Neste livro aborda-se o grupo étnico cigano na fronteira de vários domínios disciplinares, privilegiando-se uma anális qualitativa e transgressora de fronteiras científicas, com incidência nas questões da identidade e etnicidade cigana. Esta pesquisa foi realizada no âmbito do mestrado em Sociologia “Poder Local, Desenvolvimento e Mudança Social” da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

    19.12
  • Outros Trópicos. Novos destinos turísticos, novos terrenos da antropologia

    Este é um livro acerca de Turismo e de Antropologia. Desalinhados de Levi-Strauss, que abre o seu Tristes Trópicos com desdém pela viagem e pelos exploradores, antropólogos e outros cientistas sociais empenham-se aqui em demonstrar que os lugares turísticos podem ser terrenos férteis para a compreensão das culturas. Ao visitar destinos turísticos tão diversificados como as estâncias balneares marroquinas ou os locais de passeio domingueiro no Brasil, ao acompanhar encontros culturalmente tão eloquentes como aqueles que se estabelecem entre hospedeiros e antro-pólogos em Alte ou entre turistas, intelectuais e os media em Podence, ao analisar formas de consumo aparentemente tão distintas como as implicadas no termalismo de S.Pedro do Sul ou na gastronomia de Sintra, a destreza etnográfica atesta a eficácia da Antropologia para a análise dos novos lugares criados pelo turismo ao mesmo tempo que exibe uma disciplina sedutora e descomplexada que aceita os desafios da contemporaneidade e da interdisciplinaridade. Não é de crer que o turismo, pelo menos nas suas formas mais comuns, sirva, por si só, como por vezes candidamente se supõe, para a compreensão e o «diálogo entre as culturas». A análise das interacções turísticas empreendida pela antropologia pode, no entanto, contribuir para o esclarecimento de tensões entre comunidades imaginadas perante os efeitos da globalização.

    19.93
  • Introdução à Mediologia

    Longe da sociologia dos media com a qual é por vezes confundida, a mediologia tem como objecto as interacções, passadas e presentes, entre técnica e cultura. Trata-se de confrontar, ou melhor, de reconciliar estes dois campos, tradicional e perigosamente, opostos. Reflexão sobre o vestígio, o arquivo e a memória, o inquérito mediológico – que pode ir da história antiga até à nossa, da escrita à Internet –, traz à luz do dia os efeitos simbólicos de inovações técnicas como as condições culturais dos avanços tecnológicos. Para que serve: para exaltar os imperativos da transmissão face às urgências da comunicação. Reabilitar a superioridade dos tempos longos, que em breve poderia vir a ser comprometida pela conquista obsessiva dos espaços, tornou-se um objectivo fundamental da civilização. A iniciativa mediológica, entre outras, pode contribuir para que tal aconteça. Um domínio de estudos emergente tem nesta obra a sua primeira actualização, acompanhada de uma retrospectiva crítica sobre os seus pressupostos e envolvências. Uma síntese introdutória e acessível, para uso dos estudiosos bem como de simples curiosos.

    24.23
  • Nova Interpretação dos Sonhos (a)

    Desde 1899 nenhum psicanalista fez novas propostas para os postulados de Freud sobre os métodos de interpretação dos sonhos. Hoje em dia, a maioria dos investigadores que trabalham sobre os sonhos são neurocientistas que excluem completamente qualquer noção de interpretação. O problema mantém-se, portanto, intacto – e longe de ser resolvido. Sem medo de enfrentar os cânones, Tobie Nathan, professor de Psicologia na Universidade de Paris-VIII e autor de vários livros de sucesso, ousa uma «nova interpretação» de A Interpretação dos Sonhos de Freud, recorrendo às mais recentes investigações no campo das neurociências e integrando também as leituras das mitologias grega, africana, judia e árabe. O pai da Etnopsiquiatria vem assim refutar o legado do pai da Psicanálise e constrói como que um guia interior para ajudar o explorador dos sonhos a devolver dignidade a esta dimensão tão crucial das nossas vidas, fornecendo as chaves que nos permitem compreender: – como funciona um sonho; – para que serve sonhar; – a diferença entre um sonho e um pesadelo; – a quem podemos contar um sonho e a quem não se deve nunca contá-lo; – que cada sonho é único porque cada sonhador é único; – que o sonho é um sinal de alerta. Algumas curiosidades sobre os sonhos: Todos os animais de sangue quente sonham – mesmo os fetos dentro da barriga da mãe ou os pintainhos nos ovos. Os pássaros têm sonhos de 10 a 15 segundos. As vacas sonham cerca de 15 minutos por dia. Os gatos chegam aos 200 minutos diários, tornando-se assim os campeões oníricos! O ser humano sonha, em média, durante 100 minutos por dia. O sono ocupa um terço da nossa vida, e por sua vez 25% desse tempo é consagrado aos sonhos. Assim, uma pessoa com 60 anos passou 5 anos da sua vida a sonhar. Segundo o Talmud, “Um sonho não interpretado é como uma carta que não foi lida”.

    18.02
  • Psicologia Política e Líder Carismático

    Se é verdade que quem não aprende com o passado tem de pagar isso no futuro, esta obra de Alexandre Dorna assume uma importância fundamental, pois constitui um instrumento de estudo e de investigação no domínio da sociologia e da área do conhecimento que nesta obra é definida como Psicologia Política. É exemplo disso, o estudo do conceito e figura do líder carismático, que ressurge associado ao fundamentalismo religioso, à extrema-direita, mas também noutras áreas da política, tipificada em várias facetas pelo autor. Esta é, segundo Alexandre Dorna, uma “questão antiga, mas nunca verdadeiramente superada, que reencontra um lugar nas novas relações a céu aberto que a religião tece com a política através da reconversão religiosa dos antigos países comunistas, a visão providencial da ideologia liberal de G.W. Bush ou o envolvimento dos islamitas no terrorismo político”. Por vezes perturbador na sua análise profunda, o autor afirma noutro capítulo desta obra que a nossa sociedade “tornou-se reflexiva, autocrítica e global, mas o sociólogo da modernização está ocupado a desenvolver um fatalismo negativo e comportamentos ao mesmo tempo mais competitivos e individualistas”. Porém, acrescenta, “as relações sociais e as expectativas psicológicas mudaram de natureza. Em consequência, a abordagem das Ciências Sociais e Humanas não logra escapar a essa evolução geral”. Alexandre Dorna é Professor de Psicologia Social e Política na Universidade de Caen, França; é director da revista online Les C@hiers de Psychologie Politique (www.cahierspsypol.fr.st), e presidente Associação Francesa de Psicologia Política. Os domínios principais das suas investigações são: persuasão, discurso político, liderança, organizações, propaganda – áreas nas quais desenvolveu e publicou diversas obras.

    18.17
  • Temas e Debates em Psicologia Social

    O mundo em que vivemos está cada vez mais complexo, e as ciências sociais são constantemente chamadas a interpretar o comporta-mento humano neste novo contexto. Este livro aborda algumas das questões de hoje na perspectiva da Psicologia Social, integrando contributos de autores portugueses e estrangeiros. Com base em investigação recente, procura-se assim equacionar alguns problemas socialmente relevantes como as diferenças de poder, as questões do racismo e da discriminação contra as mulheres, a resposta aos novos riscos a que estamos sujeitos ou as mudanças que se verificam nas organizações. Este livro procura ainda contribuir para uma história desta disciplina, situando o seu desenvolvimento em Portugal no quadro da sua disseminação pela Europa e pelo mundo. Deste modo, apresenta-se como um instrumento útil para quem quiser compreender a sociedade em que vivemos e para os estudantes e investigadores na área das Ciências Sociais em geral e da Psicologia Social em particular. Conta com os textos dos seguintes autores: Andre Savoie, Berta Chulvi, Fabio Lorenzi Cioldi, Francisco Costa Pereira, Glynis Breakwell, Jacques-Philippe Leyens, Jean-Claude Deschamps, Jorge Correia Jesuíno, Jorge Vala, José Neves, Juan Perez, Lígia Amâncio, Luísa Lima, Marcus Lima, Margarida Garrido, Maria Benedicta Monteiro, Michel Désert, Nicole Kronberger, Paula Castro, Willem Doise e Wolfgang Wagner.

    29.28
  • Direitos do Homem e Força das Ideias

    Se as análises históricas, filosóficas e jurídicas acerca do tema dos direitos do homem se multiplicam, falta ainda o olhar da psicologia social sobre este aspecto do entendimento humano. As pesquisas precedentes que assentam nas relações e representações entre grupos, levaram o autor a abordar a problemática dos direitos humanos sob o ângulo da sua universalidade e dos seus limites. Ele considera estes direitos, acima de tudo, como ideias-força que visam orientar as relações de interdependência entre humanos. As pesquisas aqui relatadas comprovam que a Declaração Universal dos Direitos do Homem serve de marca para a organização dos saberes comuns, através de contextos nacionais diferentes. Elas mostram igualmente que os indivíduos, relativamente a estes direitos, se posicionam em função da eficácia que atribuem a eles mesmos ou às instituições para os fazer respeitar e que as suas tomadas de posição estão ligadas às prioridades de valores, às experiências de discriminação social, às pertenças profissionais e nacionais.

    16.96