Media e Jornalismo

  • A Importância da Internet para Jornalistas e Fontes

    Com o advento da Internet, toda a vida quotidiana se transformou, mas o jornalismo é uma das áreas onde a acção da rede teve consequências avassaladoras, forçando empresas jornalísticas tradicionais a entrar no novo campo de acção. Mas será que a Internet contribuiu para localizar novas fontes de informação? Será que substitui o contacto telefónico ou pessoal entre jornalistas e fontes? Por sua vez, as fontes de informação “menos poderosas”, têm, através da rede, maior acesso ao campo jornalístico? Existem reflexos disso na elaboração e resultado final da peça jornalística? E, relativamente ao próprios jornalistas: Será que os blogs, chatgroups, newsgroups e fóruns são fontes inspiradoras de notícias? A net contribui para a exactidão das peças jornalísticas? As informações são fidedignas? A web facilita o trabalho entre os jornalistas? Estas são algumas questões que o autor procura responder através da apresentação de estudos teóricos e empíricos esclarecedores.

    14.84
  • Discursos e Práticas de Qualidade na Televisão

    O que é qualidade em televisão? Esta antologia oferece a mais ampla abordagem sobre as investigações que estão a ser desenvolvidas em Portugal, Brasil, Espanha, Argentina, México, Inglaterra e Itália e apresenta todos os enfoques que são negociados na discussão do conceito, nomeadamente de ordem política, económica, social, cultural, ética, estética e pedagógica. A primeira parte, Discursos de Qualidade, apresenta aspectos da definição da qualidade em televisão, contextualiza o desenvolvimento histórico de sistemas e modelos de radiodifusão, assim como as políticas adoptadas para a regulação do meio. Além de discutir aspectos pedagógicos e ressaltar a importância da aquisição de competências pelos telespectadores para que tenham uma atitude mais crítica perante o que consomem diariamente na televisão. Uma televisão de qualidade só se efectivará quando os telespectadores exigirem esta qualidade. A segunda parte, Práticas de Qualidade, centra-se na apresentação de metodologias de análise dos programas. No campo das narrativas ficcionais, dos programas infantis e do jornalismo, os autores analisam programas que se destacam pela sua preocupação ética, estética, pedagógica e/ou informativa. Na comemoração dos 50 anos da Rádio e Televisão de Portugal, este livro contribui para a discussão do conceito de qualidade, e apresenta definições de parâmetros e critérios de avaliação a partir dos discursos e das práticas do meio televisual.

    19.08
  • Imprensa Regional – Temas e Problemas…

    É o primeiro estudo completo actualmente na área da Comunicação Social sobre a Imprensa Regional. Num contexto em que a informação local encontra dificuldades para justificar o seu espaço, mercê do avanço tecnológico e cultural, este livro vai ao seu auxílio – especialmente da imprensa regional do distrito de Lisboa – na busca de soluções rumo a um panorama mais produtivo que tem, na fusão de órgãos e concentração de propriedade, um trilho seguro por onde caminhar… de preferência a par e passo com as técnicas de marketing e com as novas tecnologias, consciente da necessidade de investir na formação profissional e apta a demonstrar um profundo conhecimento da sociedade onde está inserida.

    13.78
  • Muçulmana e Mulher – A Representação das Mulheres Muçulmanas…

    No Irão usam o chaddor, um espesso manto negro que as tapa por inteiro, enquanto que no vizinho Afeganistão o preto é substituído pelo azul ou branco da burqa. Noutros pontos do mundo, as mulheres muçulmanas colocam o lenço à volta do rosto e do pescoço ou tapam apenas o cabelo. Será o uso do véu um sinal de repressão? Ou essa é apenas uma das suas leituras mais difundidas? Esta obra analisa casos que envolvem mulheres muçulmanas em diferentes realidades. Na imprensa encontramos as mulheres afegãs de burqa, ou a nigeriana Amina Lawal, como vítimas da religião: as primeiras porque reclusas na burqa e a segunda porque condenada à morte por apedrejamento. Já Benazir Bhutto, muçulmana do Paquistão candidata à chefia do Governo, coloca nuances de cinzento na cobertura noticiosa. Dessas nuances, que estabelecem na imprensa um guião associado às mulheres muçulmanas, trata este livro.

    12.72
  • Comunicação e Identidades Sociais

    Este livro apresenta uma perspectiva comunicacional sobre as identidades sociais como proposta teórica de âmbito geral e a análise de diversas situações e fenómenos sociais concretos, directamente relacionados com o modo como as identidades se expressam nos nossos dias: os nacionalismos e os estrangeiros, as mulheres e diversas minorias culturais (de sexualidade, de etnia e outras), as novas condições de cidadania (por exemplo as crianças como sujeitas de direito). O conjunto de textos reunidos nesta obra reconstitui alguns dos momentos mais marcantes do estudo da problemática dos efeitos dos meios de comunicação social – um tema central da Sociologia da Comunicação, em termos gerais, uma questão também incontornável de toda a pesquisa comunicacional ao longo das últimas décadas. Contra o velho paradigma da filosofia da consciência, os autores que pestam o seu contributo a esta obra asumem um ponto de vista intersubjectivo das identidades sociais. A esta luz coloca-se a questão: qual o sentido, em termos de de democracia, de fenómenos como a crescente complexidade das nossas sociedades e o pluralismo radicalizado a nível da cultura?

    15.90
  • Os Veículos da Mensagem Política

    Os media são actualmente a principal fonte de informação política para os eleitores. Por isso não é hoje possível pensar a política, as eleições e as campanhas eleitorais, sem pensar na sua mediatização. Este estudo das eleições legislativas de 1999 procura responder a questões fundamentais: Como é formada a informação a que temos acesso? Que influencias sofre essa informação? O que influencia a imagem que fazemos de determinada eleição, dos respectivos candidatos, e da campanha eleitoral? Questões fulcrais que são abordadas nesta obra da investigadora Susana Salgado.

    13.36
  • Aos Olhos do Mundo

    Como é que Portugal e os portugueses são vistos nos outros países? Parte importante dessa visão é dada pelos correspondentes estrangeiros em Portugal. Portanto, a pergunta pode ser colocada de outra forma: que perspectiva do país e dos portugueses possui a comunidade dos correspondentes residente em Portugal? A investigadora Ana Luísa Rodrigues, desvenda estes e outros aspectos num trabalho inédito sobre o retrato de Portugal e dos portugueses realizado pelos correspondentes estrangeiros em Portugal. Numa linguagem acessível, traça-se um retrato falado sobre o país, a várias vozes e tons. A obra também tira da obscuridade a comunidade de correspondentes estrangeiros em Portugal: quem são? Quantos são? Como se integram na vida portuguesa? Como tem evoluído a comunidade? De que forma seleccionam e constroem as notícias sobre Portugal? ‘‘Aos Olhos do Mundo’’ dá voz aos jornalistas estrangeiros que vivem em Portugal e trabalham para órgãos de comunicação de várias nacionalidades. Motivo da curiosidade: a ideia de que os correspondentes são testemunhas privilegiadas. Porque possuem um ‘‘olhar de fora’’, o estranhamento que permite reparar no que os portugueses nem sempre perspectivam. E porque têm por tarefa analisar a sociedade portuguesa e veicular discursos passíveis de influenciar as opiniões públicas internacionais. Baseado numa investigação que cruza vários contributos teóricos das ciências sociais e num trabalho de terreno junto dos correspondentes, ‘‘Aos Olhos do Mundo’’ é uma obra de interesse fundamental para investigadores e jornalistas mas também a um público mais generalizado. Ana Luísa Rodrigues, nasceu em Coimbra em 1975. Mestre em Ciências Sociais pelo ICS da Universidade de Lisboa. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Jornalista. Desde 1997 que exerce a profissão na RTP.

    15.14
  • Os Novos Movimentos Sociais e os Media

    Quando jovens de uma associação ecológica invadiram um milheiral em protesto contra a introdução de organismos geneticamente modificados, qual foi a impressão causada nos media e na opinião pública? Lançou o debate sobre os perigos das culturas e da alimentação geneticamente modificada, para a saúde e biodiversidade? Ou o que se reteve foi a invasão e destruição de propriedade privada? É só através da violência que as mensagens dos novos movimentos sociais saltam para a agenda mediática? Mas, por outro lado, não acontece que o uso da violência turve e obscureça a mensagem que se pretende passar? Este é o conflito em análise no livro Os Novos Movimentos Sociais e os Média. Vários novos movimentos sociais – de cariz ecológico, ou social, de defesa dos direitos humanos, ou de outro âmbito – recebem a designação generalista e imprecisa de “Movimentos AntiGlobalização”. Para os Media é um desafio novo abordar as acções destes movimentos, obtendo um retrato relativamente fiel da sua realidade. E para estes, é-o o de conseguir passar a imagem pretendida. Como acontece este complexo equilíbrio de forças contraditórias? Ana Isabel Cabo foi saber isso através de um estudo de análise de cerca de duas centenas de notícias publicadas no jornal Publico ao longo de um período de quatro anos (1999-2003). Os resultados são surpreendentes… Quando um jornal faz manchete com a morte de um jovem durante os confrontos entre a polícia e Movimentos Antiglobalização, ou quando rádios e televisões abrem os blocos informativos com esta mesma notícia, que imagem pública fica daqueles movimentos? Provavelmente uma imagem de incitação à desobediência e ao conflito. Mas estes movimentos também sabem que este poderá ser o preço a pagar para garantir o preenchimento dos critérios de noticiabilidade. Os Movimentos Antiglobalização estariam assim dependentes do poder dos media para que as suas iniciativas pudessem brilhar num espaço público cada vez mais mediatizado. Foi esta relação de aparente desequilíbrio que Ana Isabel Cabo procurou analisar neste livro a partir de cerca de duas centenas de notícias publicadas no jornal Público ao longo de um período de quatro anos (1999-2003). No fundo, procurou perceber como é construída a imagem final daqueles movimentos (e de uma forma mais ampla dos novos movimentos sociais) a partir do confronto entre a mensagem que querem difundir e aquela que são ‘‘obrigados’’ a construir. A autora quis perspectivar até que ponto os Movimentos Antiglobalização conseguem marcar a agenda mediática, impondo-se como actores relevantes num espaço público global. Ana Isabel Cabo nasceu em Coimbra em 1967. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, concluiu de seguida, naquela faculdade, uma pós-graduação em Direito da Comunicação. Em 2006, defendeu no Instituto de Estudos Jornalísticos da Universidade de Coimbra a dissertação de mestrado Os Media e os Novos Movimentos Sociais, trabalho que está na base desta obra. Todo o seu percurso profissional tem sido dedicado ao jornalismo. Iniciou a sua actividade na Rádio Universidade de Coimbra, tendo depois trabalhado nas delegações de Coimbra de alguns dos mais importantes jornais nacionais como o Público e o Diário de Notícias. Nos últimos anos, exerceu também funções de jornalista em projectos regionais de comunicação social como o canal de televisão TV-Saúde (onde foi coordenadora do Departamento de Comunicação) e o diário As Beiras, ambos sedeados em Coimbra. Ocupou igualmente lugares de assessoria de imprensa, em Lisboa, no Instituto das Comunicações de Portugal e no Sindicato dos Magistrados do Ministério Público. Actualmente trabalha, em Lisboa, no Gabinete de Imprensa da Representação da Comissão Europeia em Portugal. É autora do guia turístico Cidades Irrepetíveis – Coimbra, Aveiro e Viseu, editado em português e espanhol pela editora catalã Alhena Média.

    11.66
  • A Construção da Agenda Mediática da Infância

    13.57
  • 30 Anos de Jornalismo Económico em Portugal

    O livro, constitui uma oportunidade para começar a discutir um tema com impacto crescente na sociedade portuguesa actual. Com um estilo heterodoxo, marcado pela apresentação de casos recentes que influenciaram a prática do jornalismo económico nacional, a análise abrange várias vertentes. A primeira parte do livro dedica-se a estabelecer os critérios capazes de identificar, de forma genérica, os limites do jornalismo especializado e, em particular, aqueles que acompanham os temas económicos. Segue-se a análise de casos concretos de jornalismo especializado em economia em alguns dos maiores jornais portugueses, entre 1974 e 2004 («Diário Popular», «A Capital», «Diário de Notícias», «Correio da Manhã», «Público», «Expresso», «Semanário Económico» e «Diário Económico»). Uma observação que apresenta surpresas, até agora, não quantificadas. Da obra constam também entrevistas com seis jornalistas ou ex-profissionais da informação que passaram ou ainda estão presentes nas secções de economia, com destaque para o director da Rádio Renascença, Francisco Sarsfield Cabral, o director da RTP2, Jorge Wemans, e o director-adjunto do Expresso, Nicolau Santos. Um inquérito à comunidade jornalística em funções em 2004 e uma conclusão polémica, baseada na apresentação de casos concretos, em que os limites do jornalismo económico são colocados em questão, completam o trabalho. Esta é, pois, uma primeira análise, que pretende abrir as portas ao debate sobre a origem, o desenvolvimento e os caminhos que se abrem para o futuro do jornalismo económico em Portugal. Um trabalho que conjuga a experiência de 12 anos nas redacções de economia com a fundamentação de um trabalho de cariz académico.

    13.53
  • A Voz dos Leitores na Imprensa

    O estudo, inédito no seu género em Portugal investiga o tipo de cartas, a definição do conceito, os critérios ou a discricionariedade usados na selecção, o seu entendimento pelo leitor – focando os aspectos que, a partir do exemplo paradigmático das “Cartas ao Director”, possam constituir-se como elementos de reflexão e ferramentas críticas aplicáveis a outros espaços de diálogo e fóruns de imprensa abertos. A qualidade e a independência deste trabalho não retiram o carácter de início de uma reflexão, que pode ser em certos momentos polémica, mas por certo útil. Desde muito cedo, os jornais compreenderam que ignorar os seus leitores tinha consequências negativas na sua imagem. É nesse sentido que emergem na imprensa espaços onde o público pode ter voz, como as cartas dos leitores. Este espaço de reflexão pode constituir um veículo de intervenção dos leitores, funcionando, ao mesmo tempo, como uma espécie de arena para a discussão pública. No entanto, verifica-se todo um conjunto de constrangimentos e de regras, definidas explicitamente (ou não) pelos próprios jornais, no que diz respeito à selecção das cartas aos leitores em termos de publicação. O livro analisa a forma como a voz dos leitores na imprensa é construída através das secções das cartas e, paralelamente, observar até que ponto ela se constitui como um lugar de debate crítico-racional, tomando como estudo de caso o Público, um dos principais jornais portugueses. No contexto do estudo dos media e do jornalismo, onde as cartas dos leitores nunca tinham sido estudadas de forma sistemática, esta pesquisa é totalmente inédita em Portugal.

    13.02
  • Moeda e Comunicação

    O estudo de Maria João Silveirinha, que é agora apresentado pela Livros Horizonte, vêm preencher uma importante lacuna, na medida em que analisa o dinheiro em termos de consolidação de um sentimento de pertença a um espaço comum. Um aspecto não apenas incontornável para o estudo da União Europeia, mas “bastante interessante”, segundo a Chefe da Representação Europeia em Portugal, Margarida Marques – também prefaciadora desta obra. Segundo Margarida Marques, é também interessante “constatar o papel fundamental da comunicação social na formação da opinião pública, bem como na construção de um sentimento de pertença a um espaço e objectivos comuns, através da transmissão de significados e valores específicos”. Um estudo que nos interpela também “pela abordagem original de análise de uma União Europeia já economicamente consolidada e que procura, também através da sua moeda única, encontrar uma legitimação para uma União política”, acrescenta. Maria João Silveirinha é docente no Instituto de Estudos Jornalísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. É doutorada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa. Como investigadora tem centrado a sua atenção nos temas da identidade colectiva e nas suas relações com a comunicação e os media.

    19.08
  • Televisão: das Audiências aos Públicos

    As palavras são como as cerejas: eis um ditado popular que explica bem esta obra. De facto, Televisão: das audiências aos públicos tem origem num colóquio organizado pelo Centro de Investigação Media e Jornalismo, na Fundação Calouste Gulbenkian. Aí, Daniel Dayan fez uma intervenção em que se referiu aos públicos de televisão. Na altura questionei o conferencista. A resposta, aludindo à necessidade de criar tipologias de públicos, levou-me a planear e concretizar, em colaboração com este investigador, um outro momento de palavra, um curso da Arrábida.

    18.17
  • Viver a Telenovela

    Durante as últimas décadas, os estudos culturais, de natureza empírica, realizados sobre a recepção dos media, empenharam-se em demonstrar a importância das variáveis sociais na mediação do impacto dos conteúdos mediáticos. Mais concretamente, no que respeita a um produto televisivo como a telenovela, o género e a classe social destacam-se enquanto factores sociais que permitem compreender as diferenças na sua recepção. Aquela perspectiva ganha importância com as teorias pós-modernistas, para as quais o género não pode ser considerado uma categoria fixa e preexistente, mas sim como uma identidade social em permanente reconstrução. Este estudo sobre a recepção, em Portugal, da telenovela brasileira Terra Nostra, explora a possibilidade de, para lá da classe social e do género, outras variáveis sociais se revelarem decisivas para compreender a relação das audiências com os media. Propõe-se que, no que respeita às telenovelas, enquanto produtos de conteúdo romântico e melodramático, a trajectória familiar ganha relevância para compreender a diversidade das apropriações, na medida em que fornece aos indivíduos um conjunto de experiências sociais que torna mais (ou menos) complexa a sua grelha de interpretação. De facto, a análise dos dados recolhidos sugere que, em determinados aspectos, homens e mulheres divorciados parecem aproximar-se na sua apropriação da telenovela, tal como homens e mulheres casados. A ser assim, a trajectória familiar revela-se uma variável fundamental para compreender, não só a importância do melodrama para as audiências, mas também a forma como estas negoceiam permanentemente a sua identidade de género, quando assistem a este tipo de conteúdo ficcional.

    12.10
  • Os Diários Generalistas Portugueses

    O estudo feito ao Correio da Manhã, Diário de Notícias, Jornal de Notícias e Público dão conta do estado da evolução dos Media na Internet e da forma como a tecnologia e o novo suporte tem vindo a ser paulatinamente integrada na produção diária de um órgão de informação.

    12.10
  • Os Militares e a Censura

    Aqui se apresenta o processo de montagem da máquina censória, a definição política do modelo de censura prévia a implantar, bem como o seu papel na afirmação do projecto antidemocrático de poder e o relacionamento, nem sempre pacífico, com o aparelho de propaganda dirigido por António Ferro.

    16.96