Cidade de Lisboa

  • 28 – Crónica de um percurso | 28 – Chronicle of a journey

    O ELÉCTRICO 28, verdadeiro ex-líbris de Lisboa desde 1985, larga do Martim Moniz e nos Prazeres vai a enterrar, ressus­citando ali para regresso da cir­culação. É a linha mais longa e complexa da cidade, e riquíssima de informação urbana — subin­do à Graça, descendo pela Sé até à Baixa para trepar à Estrela, de colina para colina. E, como deve ser, “vendo por onde se vai antes de lá chegar”.

     

    THE 28, real ex-libris of Lisbon since 1985, departs from Martim Moniz and is buried in Prazeres, and is in turn resurrected there for the return trip. It is the lon­gest and most complex tour of the city, as well as rich in urban information — up to Graça, down past the Cathedral to the Baixa to then climb up to the Estrela, hill by hill. As it should be, “seeing where you’re going before you get there”.

    24.90 17.43
  • Belém e a Exposição do Mundo Português

    Em 1940 decorreram em Portugal as Comemorações dos Centenários – da Independência de Portugal e da sua Restauração –, de cujo programa sobressai a Exposição do Mundo Português, um dos eventos culturais mais destacados do Estado Novo. Belém foi o local estabelecido para a implantação do certame e em vez de o assumir como um dado adquirido, questionámo-nos sobre o que existia em Belém previamente, e mais concretamente sobre como se agiu sobre essas pré-existências no momento da sua edificação. Quais as modificações operadas naquele lugar? E de acordo com que critérios se interveio? E qual o impacto da Exposição no futuro urbano de Belém? Entendendo que estas e outras questões correlativas não estavam suficientemente desenvolvidas, enveredámos pelo caminho que relaciona a edificação da Exposição do Mundo Português com os universos da cidade, da urbanidade e do património urbano.

    16.90 11.83
  • Bispos e Arcebispos de Lisboa

    Direcção: João Luís Inglês Fontes

    Coordenação: António Camões Gouveia, Maria Filomena Andrade, Mário Farelo

    “Nas comemorações do tricentenário do Patriarcado de Lisboa inclui-se a publicação desta obra coletiva sobre bispos e arcebispos que o antece-deram. De Potâmio, no século IV, a D. João de Sousa, falecido em 1710, sucederam-se os prelados lisbonenses em várias épocas e contextos sociais e religiosos, aqui biografados por reconhecidos historia-dores de várias Universidades e Centros de Investigação. […]

    Que importam ao que nos liga aos outros, como humanidade, ao mesmo tempo tão igual e tão diversa de contexto a contexto.

    É nisto que a boa historiografia nos ajuda, sem anacronismos nem extrapolações. Sobra o que sobra, para além das diferenças e muitas vezes por contraste, já que por ali não se podia nem devia prosseguir. Sobrará mais humanidade e certamente mais cristianismo. Mas só depois se soube, dando razão póstuma aos profetas.”

    (D. Manuel Clemente, cardeal-patriarca de Lisboa)

    46.00 32.20
  • Invocações a Nossa Senhora na cidade de Lisboa

    Invocações a Nossa Senhora na Cidade de Lisboa é uma obra singular sobre a veneração a Nossa Senhora ao longo da história da cidade, desde a sua conquista até ao século XX, uma recolha das suas principais invocações em imagens, altares, capelas, ermidas, igrejas, conventos e mosteiros, e também no nome de instituições como confrarias, irmandades, paróquias e freguesias.

    As invocações são, na sua maioria, acompanhadas de pequenas notas históricas que ajudarão o leitor a compreender a razão da sua existência e a enquadrá-las no seu lugar e no seu tempo.

    16.90 11.83
  • Lisboa: Espaços Teatrais Setecentistas

    Estudar a dramaturgia de uma época implica estudar a forma ou formas que o espaço teatral apresentou desde uma estrutura «para-arquitectónica» até à concepção do edificio teatral. Foi nosso objectivo traçar num percurso cronológico, as metamorfoses do lugar teatral, desde a rua ao edifício construído para esse fim. Procuramos entender a génese de um modelo do teatro urbano, analisando a evolução da construção dos diferentes espaços teatrais até à edificação do Teatro São Carlos.

    Para além do edifício (arquitectura de pedra assumida como tal), abordamos a vertente plástica do espectáculo, ou seja a materialidade do espaço teatral, agrupando as diversas «cenas-tipo» conhecidas da cenografia barroca, expressa nos desenhos da escola italiana.

    12.55 8.79
  • O Mosteiro dos Jerónimos I

    11.51 8.06
  • O Mosteiro dos Jerónimos II

    16.28 11.40
  • O Mosteiro dos Jerónimos III

    16.28 11.40
  • Today I feel – Diary of an Azulejo | Hoje Sinto-me – Diário dum Azulejo

    Cada estrangeiro que chega a Lisboa descobre-se de repente azulejófilo por vocação e caminhante por profissão, gastando as suas solas para percorrer toda a cidade e conseguir captar a variedade de cores e desenhos colados nas fachadas.

    Eu também tive esta iniciação à cidade e à azulejaria portuguesa. Nos meus passeios caminhava com um ar maravilhado achando que ali, naquela fachada, tinha encontrado o mais lindo azulejo de Lisboa… até ao prédio seguinte. Alguns sapatos depois, comecei a reconhecer os azulejos de longe, como amigos que há algum tempo não vemos, e a notar as pequenas diferenças entre os padrões, tal como os mesmos amigos que, no tempo em que não os vemos, mudaram de óculos ou deixaram crescer o bigode. Assim o estrangeiro azulejófilo em Lisboa começa a desenhar na sua cabeça um mapa personalizado da cidade, inspirado nos desenhos e cores que encontra nos azulejos: aos bairros dá o nome de Ponta de Diamante, Padrão Camélias, e ainda outros.

    Naqueles passeios, naquelas horas de maravilha ótica, comecei a tirar fotos dos azulejos, tentando batizar cada um deles, e parecia que só um sentimento ou uma situação emotiva conseguiam explicar os azulejos, as suas cores, os seus padrões, as mudanças que o tempo e os habitantes da cidade tinham exercido sobre eles. Foi aí que comecei a ler o Diário dum azulejo, este diário, em que as aventuras sentimentais dum azulejo branco serão narradas por ele mesmo, que cada dia tira uma foto do seu estado emocional e tenta traduzir em sensações as cores, as imagens, o brilho que esta arte portuguesa soube produzir.

    8.90 6.23
  • O Rossio em Postal Antigo

    Rossio significa “praça pública”. Tem o mesmo sentido que a Ágora para os gregos ou o Forum, para os romanos. Este grande centro viu passar quase toda a História da cidade, as alegrias do povo em festa, as procissões lancinantes das vítimas inquisitoriais, as revoltas, os comícios, os corsos de carnaval. Descendo pelo vale que se fez avenida e pelas encostas que emolduram a praça, os acontecimentos vieram parar ao Rossio. Acontecimentos aqui evocados em 115 postais ilustrados antigos, que constituem belíssimas representações da Praça D. Pedro IV, em Lisboa.

    38.36 14.00
  • Caminho do Oriente – Guia Histórico I

    Este “Guia Histórico” corresponde a um projecto no âmbito do Caminho do Oriente de levantamento histórico do património existente na zona Oriental de Lisboa. É um projecto de estudo urbano da Zona Oriental de Lisboa com vista ao seu conhecimento para uma coerente intervenção e transformação na preparação da EXPO 98.

    32.78 19.00
  • Caminho do Oriente – Guia do Olhar – Fotografias da Zona Oriental de Lisboa,

    Este álbum de fotografias corresponde a uma parte do levantamento patrimonial e histórico efectuado no denominado “Caminho do Oriente”, zona oriental de Lisboa, antes da requalificação urbana então efectuada para preparação da Expo 98. A proposta feita a quatro finalistas do curso de fotografia do ARCO foi aceite, e o resultado é a captação de vários olhares com alma própria sobre uma área esquecida de Lisboa, com uma história feita de sobreposições, mal-entendidos e desencontros.

    18.50 14.00
  • Lisboa – What The Tourist Should See

    Trata-se de um guia de Lisboa em inglês (idioma do texto original), o universo fundamental de Pessoa, a cidade a que chama lar, provavelmente datado de 1925, propositadamente turístico, despojado de retórica, em que se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado verificar que apesar dos anos que passaram ainda podemos desfrutar do prazer de passear pelas ruas da cidade e reconhecer os locais de que Pessoa fala. Esta obra de Fernando Pessoa é agora reeditada pela 10ª vez, revisitada pelo Designer Fernando Coelho, que enriqueceu o guia com fotografías da Lisboa dos días de hoje, a cores, um novo desenho gráfico da capa e do interior, enaltecendo esta obra já por si única e grandiosa,

    16.90 11.83
  • Lisboa – O Que o Turista Deve Ver

    Trata-se de um guia de Lisboa, o universo fundamental de Pessoa, a cidade a que chama lar, provavelmente datado de 1925, propositadamente turístico, despojado de retórica, em que se percorre todo o património importante da cidade, seja ele arquitectónico, intelectual ou de puro lazer. É um prazer renovado verificar que apesar dos anos que passaram ainda podemos desfrutar do prazer de passear pelas ruas da cidade e reconhecer os locais de que Pessoa fala. Esta obra de Fernando Pessoa é agora reeditada pela 10ª vez, revisitada pelo Designer Fernando Coelho, que enriqueceu o guia com fotografías da Lisboa dos días de hoje, a cores, um novo desenho gráfico da capa e do interior, enaltecendo esta obra já por si única e grandiosa.

    16.90 11.83
  • Nova Ordem Industrial no Estado Novo-1933-1968

    Fruto de uma rigorosa investigação, que serviu de base à tese de doutoramento da autora, esta obra permite acompanhar o desenvolvimento da indústria portuguesa no período de 1933 a 1968 e compreender as transformações urbanas e sociais que as fábricas provocaram na cidade de Lisboa. A obra é enriquecida pela reprodução de imagens de inegável valor histórico, nomeadamente fotografias da época, retiradas dos arquivos de empresas e revistas entretanto extintas, e planos de urbanização e plantas arquitetónicas, fisicamente dispersas em vários arquivos de difícil acesso pelo grande público. Inclui um prefácio da arquitecta Ana Tostões, professora no Instituto Superior Técnico e Presidente do DoCoMoMo Internacional, e uma nota introdutória da autoria de Maria João Neto, professora na Faculdade de Arquitectura. «Uma leitura clara e absorvente, que importa ao especialista mas também ao leitor comum interessado no processo de modernização da sociedade portuguesa e em particular da industrialização da área de Lisboa.» in Prefácio, de Ana Tostões «Uma obra que prova, com a competência e engenho da sua autora, a possibilidade de ser trilhado um caminho seguro e sério no levantamento, estudo e classificação destes exemplares [fábricas], permitindo a sua selecção num contexto de preservação e salvaguarda.» in Nota introdutória, de Maria João Neto

    27.56 19.29
  • Lisboa e Amesterdão 1640 – 1705

    Nesta obra, Cátia Antunes identifica os agentes globalizadores que auxiliaram, influenciaram e determinaram as relações económicas e diplomáticas entre as Províncias Unidas dos Países Baixos e o Reino de Portugal. Segundo a autora, negócios e diplomacia foram elementos vitais nas relações socioeconómicas entre Lisboa e Amesterdão. Estes dois portos detinham um papel central no funcionamento de extensas e complexas redes de comércio, crédito e investimento, bem como sob vários mercados de trabalho, quer a nível local e regional, quer a nível intercontinental e global. Consequentemente, os mercadores, agentes económicos, representantes políticos e diplomatas que operavam a partir de Lisboa e Amesterdão foram importantes agentes da globalização expansionista da Idade Moderna.

    20.09 14.06