Catálogo

  • A Cidadania na Escola

    14.84
  • Educação Ambiental

    O livro começa por apresentar três visões distintas de ecologismo e inclui um estudo que visou identificar a incidência das referidas perspectivas em docentes de diferentes ciclos de escolaridade (do Pré-Escolar ao Ensino Secundário). Por fim, conclui com diversas sugestões didácticas para uma maior visibilidade das diferentes perspectivas ecológicas, de modo vivificar o ensino da educação ambiental, afastando-a de uma abordagem de mera promoção exclusiva da qualidade de vida humana, pondo em causa valores actualmente considerados inquestionáveis. Autor da obra para crianças, O Dono de Tudo, também editada pelos Livros Horizonte, António Almeida é membro do Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais (CIED) da Escola Superior de Educação de Lisboa, onde desenvolve actualmente projectos de investigação que visam uma articulação entre o ensino das Ciências e a Ética Ambiental. Licenciado em Geologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e doutorado em Ciências da Educação pela Universidade Aberta, António Almeida tem publicado vários títulos em áreas relacionadas com o Ambiente e a Educação.

    15.90
  • Instrução Pública no Portugal de Oitocentos

    Neste início do milénio, Portugal, como tantos outros países, vê-se a braços com problemas por resolver na área da Administração Escolar. Procura-se caminhos para tornar real a transferência de poderes e de funções dos centros políticos nacionais e regionais, para o âmbito local e, ao mesmo tempo, procura-se a efectiva autonomia dos estabelecimentos de ensino. Porém, ainda há um século e meio os problemas que se punham eram bem diferentes. A questão, na altura, era a de saber se devia existir ou não uma estrutura central administrativa, especialmente dedicada aos assuntos da Educação e Ensino. No estudo da história da educação em Portugal há perguntas incontornáveis: De que modo as reformas pombalinas contribuíram para o início da centralização régia? Que dinâmicas mais influíram para a criação e extinção de um Ministério de Instrução Pública em dois momentos diferentes? O que terá levado a intelligentsia oitocentista a considerar importante a sua criação? Qual o papel dos deputados e pares do Reino na autonomização de uma pasta específica dedicada às questões da Educação? Quais as medidas mais relevantes da responsabilidade dos titulares desses Ministérios? Estas são as questões que as autoras, Áurea Adão e Maria Neves Gonçalves, procuram responder. Áurea Adão possui o Doutoramento em Educação (História e Filosofia da Educação) pela Universidade de Lisboa, é professora de Humanidades e Tecnologias na Universidade Lusófona e Reitora da Universidade Lusófona de Cabo Verde, Baltazar Lopes da Silva. Foi investigadora na Fundação Calouste Gulbenkian. Recebeu o prémio “Dr. Rui Grácio”, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. É autora de um conjunto amplo de estudos de história da educação portuguesa, publicados em livros e revistas nacionais e estrangeiros. Maria Neves Gonçalves, com o grau de mestre em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, é professora do Ensino Secundário. Doutoranda da Universidade de Évora, está a preparar uma tese sobre o ideário educativo republicano, no período compreendido entre 1878 e 1910. É autora de estudos de história da educação e co-autora de livros didácticos para a disciplina de Português do Ensino Secundário.

    16.15
  • Animação Cultural

    Este livro apresenta, em três etapas, um “mapeamento” da Animação Cultural destas últimas décadas, com recolha de entrevistas e observação participante ao longo de duas décadas. As observações que detemos nos entrevistados são o ponto de partida para este trabalho reflexivo sobre a realidade sociocultural da Animação Cultural ou a sua integração em diversos processos de intervenção social e cultural no país.

    14.84
  • Memórias do Liceu Português

    Sim, dos liceus públicos e laicos, tanto quando estipulou a lei da sua criação em 1836, mas também de colégios particulares, escolas comerciais e industriais, de colégios militares, de escolas estrangeiras, de instituições religiosas, de Portugal continental e das Ilhas, das ex-colónias portuguesas. Memórias de mais de três gerações que, não apanhando quase a República (1910-1926), retratam o Estado Novo (1933-1974) nas suas diversas fases, e mesmo o pós 25 de Abril. Mais de oitenta testemunhos de mulheres e homens que hoje desempenham diversas profissões, todos eles contando, muitas vezes através de uma nostalgia não negada, recordações de professores e colegas, edifícios e actividades, livros e brincadeiras. Marcas eternas, de sinal positivo ou negativo, na formação de personalidades e caracteres. Tempo mais longo e mais perto que a Escola Primária, igualmente iniciático, dos 10 ou 11 anos até aos 15 ou 16, parece permanecer mais firme na memória de quem escreve, mais detalhado, mais conciso. A História é feita desta acumulação de memórias individuais, biográficas, a construção da Memória colectiva passa por esta fase, apesar de o todo ser mais que as partes, ser diferente mesmo. É esta aliciante leitura, mosaico de muitas peças, de muitas cores, que convidamos o leitor a percorrer. E assim, talvez, de alguma maneira, a fazer também, mentalmente, a “viagem” do que foi o tempo do seu “liceu”. A. H. de Oliveira Marques, Adriano Moreira, Almeida Santos, Belmiro de Azevedo, Rita Ferro, José-Augusto França, José Régio, Mário Crespo, Teolinda Gersão, Marçal Grilo, Leonor Xavier entre muitos outros testemunhos.

    20.70
  • A Língua Inglesa no 1º Ciclo do Ensino Básico

    Ao alargar a oportunidade de aprendizagem de uma língua estrangeira a segmentos da comunidade que tradicionalmente não o podiam fazer, o currículo dos primeiros anos de escolaridade tornou-se definitivamente mais inclusivo. Esta medida, que há muito tardava, surge para dar cumprimento a inúmeros acordos rubricados pelo nosso país nesse sentido e deve, de acordo com as disposições que lhe deram origem, perspectivar a aprendizagem de línguas estrangeiras pelos mais novos como um processo de construção de uma competência simultaneamente multilingue e multicultural, permitindo à criança olhar para o diferente enquanto objecto de curiosidade e descobrindo a substância das diferenças que o mundo tem para nos surpreender. Trata-se de um efectivo primeiro patamar de educação linguística e a sua implementação deve ser devidamente acautelada, enquadrada por orientações curriculares e recomendações metodológicas criteriosas, já que o contacto com uma língua estrangeira constitui um acervo vivo de experiência e de (in)formação que no contexto actual da educação em Portugal seria lastimável desbaratar. O conjunto dos textos aqui reunidos, publicados ao longo dos últimos quinze anos, ilustra bem como foi sendo sustentada a matriz do pensamento do autor, nas vertentes teórica e prática, sobre esta temática de tão grande actualidade.

    26.19
  • O Traço da Infância

    O Traço da Infância pretende equacionar a evolução da linguagem visual relacionando-a com a construção do imaginário e as etapas do desenvolvimento cognitivo e afectivo da criança. Sabemos que, nos primórdios da existência humana, os traços que invadem a superfície do desenho são uma fonte de prazer e uma necessidade tão natural como comer ou brincar. Todas as crianças desenham, embora poucos adultos o façam. – Não sei desenhar! Como, quando e porquê se começa a ter a noção desta incapacidade? Por que desenha a criança? Será preciso ensiná-la a desenhar? Só os adultos são artistas? Onde começa o real e a acaba a fantasia? O traço arrisca-se em busca de uma forma e revela-se como a marca de um gesto? Traçar uma forma é saber o que uma coisa é, para depois saber como a repre-sentar? Como se constrói o símbolo, casual ou intencionalmente? A realidade não é o real, mas o entendimento que temos das coisas?

    11.87
  • Poder e Ensino. Os manuais de história na política do Estado Novo

    Ao contrário da memória que o regime do Estado Novo construiu sobre si próprio, a sua afirmação não foi natural nem fácil e foi conseguida através de sucessivas vitórias no plano militar e institucional. O mesmo aconteceu no campo da educação e particularmente no ensino da História. No momento da génese e afirmação do projecto do Estado Novo confrontaram-se abertamente distintas perspectivas e projectos relativos à sociedade portuguesa. Os debates sobre o público a que o liceu se destinava, sobre as políticas de ensino, os programas e manuais escolares e sobre as finalidades e o objecto do ensino da História inserem-se neste confronto. Neste trabalho pretende-se perceber a expressão dos conflitos e dos consensos a nível da educação no processo de definição da nova ordem política. Pretende-se também determinar o lugar que as políticas educativas e as normas definidas para a produção dos manuais escolares para os liceus tiveram no projecto educativo do Estado Novo. E, no momento em que diversos modos de pensar a sociedade se debatiam, pretende-se perceber como é que os conflitos da sociedade portuguesa dos anos trinta se reflectiram na disciplina de História e se definiu o seu objecto, conteúdos e discurso, contribuindo para divulgar e impor um modelo e um imaginário de sociedade.

    17.71
  • À Descoberta da Pré-Adolescência

    Conviver e trabalhar com pré-adolescentes é, nas sociedades modernas, uma realidade repleta de desafios e de exigências. Todas as pessoas que têm a oportunidade de com esta faixa etária interagir sabem quão difícil é compreender e ajudar o indivíduo pré-adolescente a crescer em harmonia e segurança. Este, não raras vezes, vive num mundo de fortes emoções e de comportamentos inesperados e contraditórios, deixando a pessoa adulta confusa, sem saber o que fazer, como fazer e quando fazer. À Descoberta da Pré-Adolescência é uma obra que tem como intenção primeira e última ajudar as famílias, a classe docente e outros profissionais a encontrar respostas para as perplexidades e interrogações. Conhecer em profundidade as características da pré-adolescência constituirá, sem dúvida, um processo de enriquecimento pessoal, o qual conduzirá, naturalmente, à descoberta de discursos e práticas mais consentâneas com a árdua tarefa de educar as gerações mais novas.

    18.02
  • Um Roteiro da Educação Nova em Portugal

    Um Roteiro da Educação Nova em Portugal procura esclarecer o processo de implantação e de desenvolvimento do movimento da Educação Nova entre nós, no período de meio século compreendido entre 1882 e 1935. Para o esclarecimento do processo procedeu-se à identificação concreta de práticas pedagógicas inovadoras, de formas de organização das instituições escolares e de procedimentos pedagógicos. A análise efectuada permitiu evidenciar a estratégia utilizada (caracterizada por dois momentos cronológicos) e a dimensão atingida pelo movimento, assim como as principais características de que este se revestiu.

    30.08
  • Da Disciplina do Traço à Irreverência do Borrão

    Para além dos documentos habituais (legislação, programas de ensino, manuais escolares, imprensa especializada), Lígia Penim descobriu uma fonte perfeita: os relatórios dos professores auxiliares e agregados dos liceus. É este corpus documental que ela analisa à luz de aproximações teóricas muito interessantes (onde está Foucault, mas onde estão também as leituras que dele fizeram Thomas Popkewitz, Ivor Goodson, Tomaz Tadeu da Silva e tantos outros), examinando-o com extremo rigor metodológico. O resultado está à vista. O seu trabalho sugere uma renovação historiográfica nos estudos curriculares, ao mesmo tempo que abre para uma compreensão histórica das disciplinas escolares. É uma obra importante que merece ser lida e discutida, não só pelos historiadores, mas também pelos professores, sobretudo aqueles que têm a seu cargo o ensino do Desenho e dos Trabalhos Manuais.

    19.08
  • Da Família à Escola

    Estes estudos de “perspectivas médico-psicopedagógicas” – resultantes de muitos anos de reflexões e intervenções de uma especialização em pedopsiquiatria –, agora apresentados em mais um livro na “Biblioteca do Educador”, pretendem chamar a atenção de pais, professores, políticos e demais cidadãos, responsáveis e interessados pelo futuro de crianças e jovens, para as complexas questões interrelacionando a família e a escola. Abordam-se vários problemas, desde “delinquência juvenil” a “educação especial” e aspectos relativos às dificuldades escolares”, entre os quais o do “insucesso escolar” tão preocupante socialmente, sugerindo-se, a título de exemplos, algumas “notas” no âmbito de uma Pedagogia Terapêutica, área a ter em conta no programa universitário de todos os professores, logo na formação de educadores de infância, quanto à obrigatoriedade constitucional de um Ensino Básico.

    13.12
  • O Caos da Criança – Ensaios de Antropologia da Educação

    Diz o autor que toda a sociedade é heterogénea e composta por várias gerações que coexistem quando aprendem umas com as outras. A criança tem sido o ser humano menos observado na Antropologia e o seu comportamento é vital para entender a memória social e os objectivos do grupo. O autor tem comparado a infância dos Picunche em Pencahue, Chile, entre os séculos XVI e XXI, bem como os de Vila Ruiva e Vilatuxe, durante esse mesmo tempo

    11.57
  • O Gosto pela Leitura

    O hábito de ler não caracteriza culturalmente a sociedade portuguesa e o prazer gratuito da leitura é algo que rareia. Este traço definidor incide muito visivelmente nos jovens que, regra geral, mostram relutância ao acto de ler. Se, porventura, os alunos se iniciam nos meandros da leitura, chegam ao secundário com perdas evidentes no hábito de usufruir dos benefícios do livro. Esta situação obsta a consecução de um conjunto de objectivos escolares e, inclusive, limita a existência plena do ser humano. Este livro inclui uma parte teórica sobre o contexto, processo, promoção e pedagogia da leitura e o resumo duma intervenção realizada numa escola. O objectivo desta última é verificar se um conjunto de estratégias é susceptível de motivar os alunos para a leitura programática e recreativa, recorrendo ao uso de audiovisuais, intertextualidade e interdisciplinaridade. Este trabalho é uma chamada de atenção para todos os que, directa ou indirectamente, têm a responsabilidade de promover o gosto pela leitura. O percurso a realizar implica empenhamento e dedicação, porém os benefícios são profícuos e aliciantes

    8.45
  • Desafios Pedagógicos para o Século XXI

    O alinhamento discursivo desta obra questiona a falta de abertura do currículo escolar face aos novos problemas que caracterizam a viragem do milénio. Repensa, em termos de uma inteligibilidade global, questões da ciência e da tecnologia na sociedade e no tempo actuais e equaciona as principais forças de mudanças que estão a influenciar reconceptualizações referentes à forma de aprender e de ensinar. Cruzando saberes, passa por valores e princípios básicos capazes de permear o ensino substantivo das disciplinas e pela construção de ambientes educativos que sejam eles próprios ambientes de cidadania.

    16.91
  • Visitas de Estudo: Concepção e Eficácia na Aprendizagem

    As visitas de estudo, no quadro das diferentes actividades práticas, têm vindo a ser implementadas por professores de diferentes áreas disciplinares, acentuando a ideia de que os docentes acreditam nas suas múltiplas potencialidades. Este trabalho constitui um estudo empírico onde se procura avaliar a eficácia das visitas de estudo no desempenho cognitivo e socioafectivo dos alunos, sendo apresentadas posições divergentes de vários autores. Indaga-se também acerca do conceito que os alunos têm sobre esta actividade. São mencionados ainda vários factores que podem diminuir algumas das vantagens decorrentes da sua implementação. Este livro pretende ser fonte de reflexão para todos os docentes que organizam ou desejem vir a organizar visitas de estudo, procurando contribuir de uma forma pragmática para uma prática pedagógica mais eficaz e consistente.

    17.44