Catálogo

  • Aspectos Sociológicos do Desporto

    Neste livro encontram-se reunidas um conjunto de conferências proferidas em diferentes espaços de reflexão e debate sobre o fenómeno desportivo português. Os textos ora apresentados pretendem contribuir para o alargamento do conhecimento da complexidade do desporto na sociedade actual, desenvolvendo-se, para o efeito, diferentes temas susceptíveis de serem analisados numa perspectiva sociológica. Com esta publicação pretende-se introduzir o debate de temas distintos embora interligados entre si. Caberá ao leitor fazer a síntese dos mesmos, e assim, aumentar o seu conhecimento e reflexão crítica sobre a complexidade de que se reveste o fenómeno desportivo na actualidade.

    9.51
  • Pedagogia do Treino – A formação em jogos desportivos colectivos,

    Este livro destina-se aos treinadores de qualquer modalidade desportiva colectiva. Dividida em nove capítulos, a obra fala-nos sobre o processo de preparação e o papel da competição no processo de formação; define as principais capacidades do treinador; descreve o treino desportivo enquanto processo de ensino-aprendizagem, pormenorizando com os factores de eficácia do treino, a organização do processo de ensino-aprendizagem e de instrução e a elaboração do Programa.

    7.92
  • O Dirigente Desportivo Voluntário

    o dirigente desportivo vive, no presente, numa encruzilhada do tempo. O desporto transformou-se, diferenciando-se nas intenções, motivações e práticas. As transformações da sociedade provocaram esta mudança. Os clubes, na sua enorme diferenciação de situações, vivem numa crise que, de facto, constitui resultado directo da crise social global. As camadas populares mais desfavorecidas economicamente são as mais fortemente atingidas pelas suas consequências e aquelas que mais dificilmente têm acesso à prática desportiva. O clube popular, aquele que se encontra junto das populações e é por elas criado, gerido e mantido em funcionamento, encontra grandes dificuldades para o desempenho das suas funções. O dirigente desportivo benévolo (aqui designado por dirigente desportivo benévolo para marcar bem a sua identidade) encontra pela frente os mais complexos obstáculos. Que reserva o futuro para este importantíssimo “actor” da vida social? A crise, a manter-se e, provavelmente a agravar-se, irá provocar a sua “morte” como alguns vaticinam desde há muito? Ou, precisamente devido a este agravamento, a sua função social será, finalmente reconhecida e o dirigente desportivo devidamente apoiado como importante meio para enfrentar as “doenças” da modernidade? Este livro não trata de todos os dirigentes desportivos. Rejeitando a visão abusivamente hegemónica do dirigente responsável pelo espectáculo desportivo, afirma que outros tipos de práticas são possíveis e necessárias dentro do processo de democratização cultural da actividade desportiva. E é o clube popular, orientado pelo dirigente desportivo popular, que poderá fornecer resposta às necessidades específicas das camadas sociais mais desprotegidas economicamente (de facto, maioritárias). Todos aqueles que se interessam pelo fenómeno do associativismo, pela reviviscência do tecido social, e pela organização do desporto e da cultura, poderão encontrar neste livro um conjunto de sugestões, perspectivas e análises sobre esta vasta e complexa problemática sugeridas pela experiência e a reflexão do autor.

    14.27
  • Nenhuma Medalha Vale a Saúde de Uma Criança

    15.10
  • Problemas de Teoria e Metodologia nos Jogos Desportivos

    A Teoria Geral do Jogo Desportivo constitui importantíssimo sector da Educação Física que encontra este trabalho uma sólida fundamentação científica que emerge directamente de uma longa prática reflectida e investi-gada. A este aspecto do trabalho, já por si importante, é necessário acrescentar a sua função de aplicação prática no que se refere à metodologia do treino dos jogos desportivos, fechando assim o círculo que, partindo da prática, teoriza, para a ela voltar, orientando-a. A teoria do jogo desportivo constitui, por tudo isto, uma síntese feliz que integra numa visão totalizante (naturalmente em termos de avanço dialéctico da Ciência do Desporto) os diversos componentes da actividade motora de carácter lúdico, mas evoluindo para um autêntico processo de Educação e Cultura Física, componentes absolutamente indispensáveis para a formação completa do indivíduo e para a cultura de um Povo. Nesta perspectiva a “técnica”, a “táctica”, o treino físico e a sua “modelagem”, a “sessão de treino” ou a “lição” de educação física, a própria visão metodo-lógica dos processos de ensino e treino, da dinâmica da equipa e do jogador, assumem neste trabalho um significado novo, mais profundamente válido, e certamente que todos aqueles que desejam fazer progredir o nosso Desporto numa via correcta nele encontrarão elementos de insubstituível valor. Do prefácio de A. Melo de Carvalho

    14.13
  • O Cinema da Não Ilusão

    Colecção de textos publicados em vários suportes, que traçam um retrato do cinema português contemporâneo.

    20.04
  • O Homem Imaginado

    Esta antologia reúne um vasto conjunto de textos escritos ao longo de cerca de 20 anos de trabalho científico e teórico em torno do cinema e dos seus problemas.

    20.04
  • Ceuta 1415

    “Completam-se este ano seis séculos sobre a conquista portuguesa de Ceuta. Excelente pretexto não para comemorar (comemorar o quê?), mas para evocar o acontecimento, para o repensar, para renovar as perguntas ao passado, aproveitando algumas sugeridas pelas sombrias inquietações do presente-futuro e, desse modo, tentar compreender melhor esse presente-futuro.” É assim que o historiador Luís Miguel Duarte, especialista em Idade Média neste período da nossa História, dá o tiro de partida para um livro único, que pela primeira vez pretende descentrar o olhar de Portugal, e procurar ver este episódio, em primeiro lugar, a partir de dentro da cidade muçulmana, mas também das aldeias e montanhas que a cercam, pelos olhos dos muçulmanos de Gibraltar e dos castelhanos de Tarifa, sem fugir ao desafio de examinar a empresa na ótica portuguesa, sem fugir ao desafio de examinar o protagonismo específico do Infante D. Henrique.

    22.00
  • Salazar a instauração da Ordem

    Entre 1932 e 1934, período capital para a instauração da “Nova Ordem”, Salazar monta cirurgicamente os pilares daquela que viria a ser a mais longa ditadura europeia do século XX. Seguindo o implacável plano arquitectado por Salazar, Arnaldo Madureira, investigador de História Contemporânea, desconstrói um a um os mecanismos que levaram à consolidação do seu poder.

    25.13
  • Consciência Histórica e Nacionalismo

    “Consciência Histórica e Nacionalismo” envolve a memória que os intelectuais portugueses foram construindo sobre a nação em que viveram e o seu passado, bem como a reflexão que foram empreendendo sobre o seu próprio ofício. A consciência histórica é consciência de que todo o presente tem uma anterioridade e de que todos os pontos de vista são relativos. O que remete para o sentido reflexivo da modernidade. Num outro sentido, trata-se de contributos para alargar o conhecimento de uma memória histórica construída e sedimentada por historiadores, tendo em conta a sua função na estruturação da consciência nacional. Reúne-se neste livro um conjunto de textos escritos desde 1992 , incluindo dois inéditos, agora revistos e ampliados.

    29.18
  • Salazar e a Igreja

    25.14
  • A Casa Palmela

    Outubro de 1838. D. Pedro de Sousa Holstein, primeiro Duque de Palmela e eminente diplomata, era acusado pela imprensa internacional de ter raptado D. Maria Luísa Sampaio, orfã do Conde da Póvoa e Senhora de uma fortuna invejável, quiçá a mais rica herdeira do Portugal de então. Dezasseis anos antes, havia sido promulgada a primeira Constituição Portuguesa que, apesar da sua curta vigência, instituiria uma Monarquia Constitucional e traria novos desafios à aristocracia, não lhe consagrando quaisquer prerrogativas especiais como até então possuía. Analisar as estratégias de afirmação que permitiram a esta Casa desempenhar os principais cargos palatinos e ser detentora de uma importante pujança financeira nas vésperas da implantação da República possibilitará um melhor conhecimento acerca da aristocracia portuguesa de século XIX.

    19.48
  • A Primeira Revolução Portuguesa

    Esta obra apresenta de forma sintética as causas que originaram o desencadeamento do processo revolucionário em Portugal, a partir do levantamento da cidade de Lisboa. Recorrendo a nova documentação, recolhida de norte a sul do país, comprova que toda a trama em curso se desenvolve fundamentalmente em torno da ideia da manutenção da independência nacional. Apresenta de uma forma sistemática e cronológica o comportamento das três principais forças em confronto que pugnavam pela conquista do poder em Portugal e os avanços e recuos de seus apoiantes em função dos progressos e retrocessos da dinâmica revolucionária. Comprova que eliminado o único poder legítimo existente, à luz da tradição portuguesa, que era o da rainha D. Leonor, só através da revolução é que se podia legitimar um novo rei ou impor pela força um rei estrangeiro. Evidencia que a vitória do mais fraco, o Mestre de Avis, sobre o mais forte, o rei D. João I de Castela, só foi possível porque a ideia da existência de Portugal independente já não era uma utopia mas sim uma realidade

    19.08
  • A Esquerda Democrática e o Final da Primeira República

    Este livro apresenta um estudo sobre o Partido Republicano da Esquerda Democrática (PRED), o último partido a ser constituído durante a Primeira República. Pretende dar a conhecer as suas origens, a sua natureza social e a sua estrutura orgânica; perceber a importância que teve no sistema partidário desse período, as responsabilidades que assumiu na queda do regime e avaliar o papel que desempenhou na oposição à Ditadura Militar e ao Estado Novo. É dado também um relevo especial à biografia do seu líder, o advogado portuense José Domingues dos Santos. Na parte final apresenta-se uma lista dos militantes do PRED e dá-se a conhecer a sua imprensa e as suas elites. Em termos cronológicos, embora incidindo com particular destaque nos anos finais da Primeira República, o livro abrange um período que se situa entre os inícios da década de 20 e o final da década de 50 do século xx.

    34.98
  • Estado Novo – Uma Cronologia

    Esta é a primeira cronologia com carácter monográfico que se publica acerca do Estado Novo. A Cronologia, além de ser uma ciência auxiliar da História, necessária a investigadores e estudiosos, é também uma ferramenta necessária a qualquer pessoa comum que deseje estar informada. É, poderíamos dizer, uma espécie de enciclopédia cronológica, fundamental para pesquisa e importante para consulta.

    38.80
  • O “Presidente-Rei” Sidónio Pais-2.ª edição

    Esta obra sobre o “Presidente-Rei”, como lhe chamaria Fernando Pessoa, associa a investigação completa e rigorosa à escrita fluente que se torna um prazer de leitura. Aqui é apresentada a análise da acção política de Sidónio Pais, que teve indubitável apoio nacional durante a sua vigência que decorreu até que foi morto a tiro à entrada da estação do Rossio por um Republicano exaltado. São aqui também alvo de estudo as intenções e o consulado de Sidónio Pais, bem como a sua pertença à Maçonaria portuguesa. Uma obra de invulgar qualidade literária e científica que faz uma análise cabal também dos paradoxos do percurso político deste chefe de Estado. O autor, João Medina, é Professor catedrático de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; nasceu em Moçambique em 1939; licenciou-se em Filosofia na Universidade de Lisboa; doutorou-se em em Sociologia na Universidade de Estrasburgo, tendo ensinado na Universidade de Aix-en-Provence (França). Em Portugal foi Director-Geral no Ministério da Comunicação Social (1975-1977); desde 1988 é professor catedrático de História na faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Ensinou ainda nas universidades de Colónia (Alemanha), Pisa (Itália), São Paulo (Brasil) e nos Estados Unidos. Tendo realizado um vasto percurso como conferencista, colaborador e cronista em vários países em todo o mundo.

    18.02