As histórias de infância de Marcelo, Boss AC ou Catarina Furtado

As histórias de infância de Marcelo, Boss AC ou Catarina Furtado

IPO de Lisboa lança agenda solidária para apoiar serviço pediátrico. 12 personalidades dão nome ao projeto. Desde o Presidente da República a investigadores, dos músicos aos políticos foram vários que aceitaram o desafio. João Vaz de Carvalho ilustrou o livro que está a partir de amanhã à venda por 13,90 euros.

Um dia a mãe do Presidente da República levou-o ao bairro do Casal Ventoso, em Lisboa. Queria que ele conhecesse um pouco do que fazia, onde trabalhava, um outro mundo. Queria que ele conhecesse o que eram desigualdades sociais. Marcelo Rebelo de Sousa conta esta história, que marcou a sua infância, num texto que escreve na agenda solidária do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, que a partir de amanhã estará à venda ao público, e cuja receita reverterá para o serviço de pediatria da instituição, onde são acompanhadas crianças e adolescentes com cancro.

Como Marcelo, mais 11 personalidades aceitaram o desafio do IPO de Lisboa e da Livros Horizonte: “Contar a memória mais marcante das suas vidas e que tenha contribuído para fazer a diferença no seu percurso pessoal e na sua relação com a sociedade.” Assim o fizeram o humorista Nuno Markl, o músico Boss AC, a eurodeputada Marisa Matias ou os investigadores Sobrinho Simões ou Elvira Fortunato. Por cada mês do ano que se folheia, uma história, uma experiência vivida e contada na primeira pessoa, e sempre com ilustrações inéditas de João Vaz de Carvalho.

Marcelo Rebelo de Sousa estará no IPO de Lisboa na manhã do dia 23 para visitar o serviço de pediatria do IPO e apresentar a agenda solidária, que terá o custo de 13,90 euros e estará à venda em livrarias, lojas Fnac, Bertrand, El Corte Inglés, Wook, grandes superfícies, áreas de serviço e papelarias selecionadas de norte a sul do país.

Em Portugal, e de acordo com dados oficiais, no ano de 2015, foram registados 400 novos casos de cancro em crianças e adolescentes, só o IPO de Lisboa, que é a única unidade oncológica pediátrica para o sul do País, recebeu 194 destas situações. Mas anualmente acompanha em tratamento, consulta e hospital de dia, 400 crianças e jovens.

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