Vidas organizadas

Vidas organizadas

As agendas não são uma peça de memória, como organizadores, lembretes ou diários. E não passaram de moda

Tradição, hábito e organização. São vários os motivos que levam a que uma agenda seja um objeto essencial nas secretárias, nas carteiras e nos bolsos. E se a tudo isto se juntar a solidariedade? A agenda do IPO Lisboa para 2017 (€13,90) quer ter tudo o que uma agenda tradicional tem e ainda juntar-lhe um fator diferenciador: ser uma obra de arte. A capa é ilustrada por João Vaz de Carvalho e depois de aberta há mais três ilustrações do pintor. Lá dentro, por cada mês do ano, uma história marcante contada na primeira pessoa, assinada por nomes como Marcelo Rebelo de Sousa, Nuno Markl, Afonso Cruz e Catarina Furtado. À medida que o ano vai passando e se vai folheando a agenda encontram-se histórias do IPO. O objetivo é levar o IPO à comunidade. Todas as receitas resultam a favor do serviço de pediatria do hospital oncológico. O mundo das agendas não é destronado pelo dos telemóveis, tablets ou computadores. Bárbara Barroso lembra que como qualquer produto em papel, a agenda apenas se transformou. “Não acabou.”

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