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Italiana Nunzia de Palma desvenda sentimentos de Lisboa através de azulejos das fachadas

O livro bilingue, português/inglês, “Hoje sinto-me – Diário dum azulejo”, de Nunzia de Palma, é prefaciado pelo escritor Gonçalo M. Tavares, que o qualifica de “bela e insólita”. A obra, escreve Gonçalo M. Tavares, revela “um extraordinário processo de atenção”, tanto mais que “os azulejos não gritam nem falam, mas murmuram”. “Hoje sinto-me – Diário dum azulejo – Today I feel – Diary of an azulejo”, em formato de um azulejo, intercala pequenos textos ou reflexões com fotografias de azulejos de Lisboa, devidamente localizados, ora na rua da Bempostinha, ora da Junqueira, Nova Loureiro ou na da Saudade, onde morreu o [...]

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E se os azulejos revelassem os sentimentos de Lisboa?

Uma autora italiana apaixonou-se pelos azulejos de Lisboa e escreveu um diário, onde tenta demonstrar as diferentes emoções que esta arte portuguesa soube reproduzir. O livro bilingue “Hoje sinto-me – Diário dum azulejo”, de Nunzia de Palma, é prefaciado pelo escritor Gonçalo M. Tavares, que a qualifica de “bela e insólita”. A obra, escreve Gonçalo M. Tavares, revela “um extraordinário processo de atenção”, tanto mais que “os azulejos não gritam nem falam, mas murmuram”. O livro, em formato de um azulejo, intercala pequenos textos ou reflexões com fotografias de azulejos de Lisboa, devidamente localizados, ora na rua da Bempostinha, ora da [...]

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Italiana Nunzia de Palma desvenda sentimentos de Lisboa através de azulejos das fachadas

O livro bilingue «Hoje sinto-me – Diário dum azulejo», de Nunzia de Palma, é prefaciado pelo escritor Gonçalo M. Tavares, que a qualifica de “bela e insólita”. A obra, escreve Gonçalo M. Tavares, revela “um extraordinário processo de atenção”, tanto mais que “os azulejos não gritam nem falam, mas murmuram”. “Hoje sinto-me – Diário dum azulejo – Today I feel – Diary of an azulejo”, de Nunzia de Palma, é apresentado na próxima sexta-feira, às 18:30, pelo realizador Ricardo Cortiço, no espaço Cortiço & Netos, na calçada de Santo André, em Lisboa. O livro, em formato de um azulejo, intercala pequenos textos [...]

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