Products tagged “Gestão e Contabilidade”

  • Burnout e Engagement em Contexto Organizacional

    Burnout é a designação técnica para o estado de descontrolo por pressão de stress na vida profissional. O estudo do burnout, como síndrome de stress profissional crónico, ocupa um lugar de destaque nas publicações. Em análise está o que no contexto profissional contribui para prejudicar o bem-estar dos indivíduos, as repercussões desse mal-estar nas atitudes e comportamentos e, consequentemente, na a eficácia das organizações. Por outro lado, o estudo do engagement salienta a compreensão de como podemos criar contextos de trabalho que incentivem o bem-estar dos indivíduos, conseguindo que trabalhem de forma energética, motivada e comprometida, permitindo-lhes viver na actividade profissional momentos positivos e experiências óptimas.

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  • Psicologia Organizacional

    A Psicologia das Organizações é a disciplina que analisa as relações que entre as pessoas e as organizações em múltiplas situações da vida, especialmente aquelas onde trabalham. Esta obra é, portanto a peça que faltava no estudo da Psicologia Organizacional. São aqui aprofundados cientificamente: as características da organização; os principais métodos de análise; a interacção que ocorre entre as pessoas e as organizações de que são parte, integrando uma perspectiva ordenada e determinista do comportamento dos indivíduos, com uma visão das pessoas enquanto construtores da sua própria realidade. Destacamos a relevância da estrutura das organizações e da sua influência nas acções dos seus membros e nos seus níveis de eficácia.

    21.20€
  • Avaliação de Desempenho

    Nesta obra são apresentados de modo breve e sucinto os principais aspectos que pode comprometer a eficácia dos sistemas de avaliação, bem como alguns resultados de estudos empíricos, e expõem-se os dilemas que a avaliação coloca às organizações. São também aqui descritos quais os principais passos necessários para conceber e concretizar dispositivos de avaliação de desempenho. Uma ferramenta que pode ser adaptada a qualquer contexto organizacional, desde que se integrem as respectivas especificidades. Indispensável para as empresas e organizações que pretendem a excelência e a actualidade.

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  • Temas de Contabilidade de Gestão – Os Custos, os Resultados e a…4º.edição

    31.30€
  • Temas de Contabilidade de Gestão – Gestão Orçamental

    Esta obra concentra a experiência dos autores nas diferentes áreas de investigação do ISCTE (Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa). Aqui são abordados os temas de Contabilidade de Gestão relacionados com a gestão orçamental, incluindo a elaboração do orçamento anual e as metodologias de custeio básico, com a problemática dos preços de transferência internos em organizações multidivisionais e com gestão descentralizada. De um modo muito claro, Temas de Contabilidade de Gestão relaciona estes aspectos com as principais medidas financeiras de avaliação do desempenho empresarial. Além disso, os temas são apresentados de forma sintética, evocando as principais questões teóricas relacionadas. Para que o leitor possa, com facilidade, apreender e operacionalizar os conceitos, são aqui também apresentados vários casos resolvidos de aplicação prática. Adicionalmente propõem-se, em cada tema, casos para resolução. Esta é uma obra obrigatória para todos os interessados nos temas da contabilidade de gestão, especialmente os estudantes universitários do ISCTE e de outras instituições do ensino superior no domínio da gestão. A presente obra reúne trabalhos de Victor Seabra Franco, Ana Isabel Morais, Álvaro Vistas de Oliveira, Maria João Major, Rogério Serrasqueiro, Maria Antónia de Jesus e de Benvinda de Jesus Oliveira.

    31.01€
  • Avaliação da Formação. Estudos em Organizações Portuguesas

    Em 2000 o Conselho Europeu definiu como objectivo prioritário tornar a Europa na economia baseada em conhecimento mais competitiva e dinâmica do mundo. Tornou-se entretanto evidente que a Formação é um factor crítico para o desenvolvimento das competências. Mais: que esta constitui a alavanca fundamental para o sucesso empresarial e para a qualidade do emprego. “Avaliação da Formação – Estudos em Organizações Portuguesas” investiga e define temas como: a necessidade da Formação; a “transferência” da Formação, a motivação dos formandos, a análise dos efeitos da formação (se esta transforma as atitudes). Mas o contributo que este conjunto de estudos oferece, consiste principalmente no levantamento de construtos e modelos para a avaliação da Formação apoiada no método científico – de modo a que a avaliação tenha validade e rigor. Esta obra é o resultado de um trabalho de António Caetano (coordenador), em co-autoria com Ana Cláudia Miguel, Maria José Fonseca e Raquel Velada. O presente livro é o terceiro da nova Colecção “Ciências Empresariais” disponível ao público com a chancela da Livros Horizonte. António Caetano – Doutorado em Psicologia Social e das Organizações – é professor no Instituto Superior de Ciências do trabalho e da Empresa. Com experiência de mais de 25 anos em estudos de diagnóstico e de intervenção nas organizações, tem colaborado com empresas nacionais e multinacionais. A sua pesquisa centra-se na Avaliação do Desempenho e na Avaliação de Programas de Intervenção e Avaliação da Formação.

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  • Liderança e Cultura de Rede em Portugal – Casos de Sucesso

    Há vários anos que se sabe que o desenvolvimento empresarial dos países, depende sobretudo da flexibilidade e da capacidade das empresas trabalharem em rede. Ou seja, pequenas empresas trabalharem em conjunto para um fim comum, ou grandes empresas tornarem-se maiores ainda, até ao gigantismo. Aquilo que determina a capacidade de trabalhar em rede é fundamentalmente a confiança entre parceiros. A capacidade de confiar é um valor cultural colectivo. Nos povos da Europa do Norte e anglo-saxónicos (de matriz protestante) e no Japão, existe uma forte confiança nas relações familiares, mas, também, uma natural confiança entre não aparentados e nas instituições do país. Isso permite descentralizar, delegar funções, estabelecer parcerias, etc. As sociedades chinesas e os povos do sul da Europa (de matriz católica), apresentam índices de forte confiança na família, mas não no resto, onde até, prevalece a desconfiança. Daí ficarem-se sobretudo pelas empresas familiares. Como a cultura-base de um povo não se transforma de um momento para o outro (e a sua transformação implica factores de âmbito mais subjectivo), conclui-se que empresas com pouco “capital social” (sinónimo de “confiança”) estão condenadas ao subdesenvolvimento. Em Portugal como somos confiantes com a família, mas desconfiados e às vezes oportunistas com os outros, estamos condenados a empobrecer nesta era da globalização, em que a competitividade depende de cooperações sustentáveis em rede. Mas, será mesmo assim? Segundo Pedro Moreira não. Ou pelo menos não totalmente. Aplicando um rigoroso estudo ao tecido empresarial português, focando a cooperação inter-organizacional e, em particular o desenvolvimento organizacional do tecido industrial português, constituído por Pequenas e Médias Empresas, o autor descobriu que nas empresas e associações entre empresas que haviam “sobrevivido”, havia um factor comum: um líder. Com base na sua investigação o autor sugere que nas sociedades de fraco nível de confiança, como a nossa, é o “líder” e não a “confiança” que constitui o elemento federador, ultrapassando o papel de mero intermediário, de broker (ou de pivot), ou de “catalizador” de fluxos de informação, que assume frequentemente nas sociedades de elevado nível de confiança. Pedro Moreira demonstra que a confiança frágil ou até a desconfiança entre pares de empresários (ou na mesma empresa) não é forçosamente inibidora da sustentabilidade da rede de per si, desde que exista uma confiança resiliente, vertical, no líder. É exemplo disso, casos de empresas que se tornam gigantes, à sombra de um líder fundador – embora essas empresas ou grupos sofram crises e até a sua dissolução com a morte do líder ou do filho deste (ao contrário dos exemplos nórdicos). Se tal conclusão estiver correcta (e enquanto não se encontra “remédios” para a transformação da cultura), resta-nos segundo o autor um enorme desafio: criar e formar líderes com perfil adequado para gerir de forma eficaz organizações caracterizadas por uma cultura organizacional com baixo capital social.

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  • Tipologia da Aprendizagem Organizacional: Teorias e Estudos

    Primeiro livro de uma colecção temática inaugurada pela “Livros Horizonte”, Tipologia da Aprendizagem Organizacional é uma obra inovadora fundamental para todos os que querem melhorar as suas competências como gestores. O livro responde de forma magistral à questão de como facilitar a aprendizagem dentro das organizações, tornando-as mais competitivas no mercado global. É a primeira vez que em Portugal é abordado este tema, considerado hoje já indispensável nos países anglo-saxónicos. Entre outros aspectos, o livro faz a análise da evolução das empresas à luz das concepções de aprendizagem, apresenta uma sinopse da mais recente investigação da aprendizagem organizacional a actualidade; e centra-se na realidade portuguesa (serviços públicos, indústria, consultoria), complementando este aspecto com entrevistas a gestores de topo. A autora, Alexandra Fernandes, termina o livro com sínteses de informação, reflexões e conclusões de grande valor para a formação de gestão de organizações de todas as áreas.

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