Product Tag - Arte

  • Testemunho de Neo-Realismos

    A publicação, em conjunto, como “Testemunho de neo-realismos”, de escritos dispersos acerca de personalidades artístico-literárias, significativas num movimento político cultural influente na sociedade portuguesa do século XX, além de opiniões próprias de um longo convívio e amizade, pretende ser também um mais concreto contributo para o entendimento da participação pessoal no “Encontro neo-realismo–neo-realismos”, realizado em Matosinhos, e ao qual, ainda em 1996, a revista Vértice dedicou o seu n.º 75.

    6.34
  • Cores e Sons

    Partindo de uma análise sucinta do contexto político, social e artístico do século XX, Cores e Sons cruza os movimentos de vanguarda da Pintura com as linguagens de modernidade na Música. Debussy e Ravel são confrontados com os impressionistas; Picasso/Stravinsky e Duchamp/Cage são apresentados num paralelismo de percursos e estéticas; e Kandinsky e Schoenberg são pioneiros num caminho que se revelou determinante em cada uma das áreas disciplinares. Em Portugal é tempo de modernismo com Almada, Amadeo e Pessoa. No país de Salazar a situação assume outros contornos pois os regimes totalitários, tal como o nazismo e o estalinismo, condicionaram de múltiplas formas a criação artística, de que aqui damos conta.

    14.60
  • Design Gráfico em Portugal

    Nesta obra fundamental, a Investigadora em Design Margarida Fragoso apresenta-nos a evolução da comunicação visual, partindo dos seus contextos de configuração social, cultural, económico e político ao longo do séc. XX, relacionando-os com o desenvolvimento das técnicas, a influência do estrangeiro e as formações a aptidões profissionais em Portugal nesse período. Para completar esta abordagem historiográfica, o livro oferece uma recolha documental ilustrativa e recorre também às memórias, experiências e conhecimentos de quem interveio – e intervém -, apresentando entrevistas a atores significantes na área da expressão visual gráfica em Portugal: José Pedro Martins Barata, António Garcia, António Ruella Ramos, Carlos Rocha, Francisco Providência, Henrique Cayatte, Jorge Silva, José Brandão, José Cândido, Luis Filipe de Abreu, Maria Keil e Patrícia Reis.

    24.85
  • Palácio de Seteais Arquitectura e Paisagem

    O Palácio de Seteais foi o primeiro de muitos projectos cenográficos que Sintra e a sua serra viram nascer a partir de finais de setecentos e que foram determinantes para a paisagem de excelência que ainda hoje ali podemos observar. Ao longo de mais de dois séculos, conheceu vários proprietários e encantou gerações de sintrenses e forasteiros que por ali passaram. Perpetuado nos carnets de viajantes e na poesia e ficção de portugueses e estrangeiros, Seteais é, ainda hoje, uma das estruturas arquitectónicas mais extraordinárias do idílico cenário sintrense e seguramente um dos paradigmas do neoclássico português. A partir de documentos inéditos, aqui apresentamos pela primeira vez um estudo aprofundado e abrangente sobre as duas principais campanhas de obras, a paisagem envolvente e a literatura que imortalizou este monumento de incontornável importância para a História da Arte e da cultura portuguesa e europeia.

    19.80 14.00
  • Mundos de Arte

    Investigação sociológica das profissões implicadas no campo das artes, rica em casos concretos, muitos deles desconhecidos do grande público, este livro constitui uma análise focada na organização social daquilo que o autor designa por mundos da arte, revelando a importância de todos os domínios e protagonistas que circundam, integram e apoiam, das mais variadas maneiras, a criação e difusão de obras de arte.

    25.71 17.00
  • O Triunfo do Desenho

    The Triumph of Design / O Triunfo do Desenho é o primeiro livro resultante do projecto online The Radical Designist: A Design Culture Journal, que publica artigos científicos de referência na área do design e da cultura visual. Esta edição reúne uma selecção de textos de autores prestigiados e intervenientes no domínio do design, que provêm, alguns, desse projecto, outros de conferências e outros foram redigidos a convite para esta obra. Autores: Eduardo Côrte-Real, Lara Maia Reis, Martim Lapa, João Palla Martins, Fernando Oliveira, Helena Barbosa, Anna Calvera, Vasco Branco, João Paulo Martins, Verónica Devalle, Ana Lucia Lupinacci, Luz del Carmen Vilchis, Marisa Cobbe Maass, Mauro Pinheiro, Zeynep Tuna Ultav, Carlos A. M. Duarte, Richard Buchanan, Dennis Doordan, Victor Margolin, Ken Friedman, Clive Dilnot, Keith Russell, Leslie Atzmon, Ranulph Glanville e Leon Cruickshank.

    20.14 14.00
  • A Arte em Portugal no Séc. XX

    Esta é a quarta edição, revista e aumentada do primeiro estudo sistemático da Arte Portuguesa no século XX, com início nas primeiras propostas “modernistas” dos anos 10, esta obra, publicada em 1974 e com três edições até 1991. Uma publicação há muito esgotada, que cobre as décadas sucessivas até aos anos 60, terminados com a composição “Começar” de Almada Negreiros. Outras obras de José-Augusto França, mais resumidas, levaram a análise dos anos 1900 até ao seu termo, mas A Arte em Portugal no Século XX continua a ser indispensável, como informação original e como reflexão crítica aos estudiosos da arte e da cultura portuguesa do nosso tempo. Nesta edição o “Quadro Cronológico da Arte Portuguesa” foi completado até 2000

    35.29 20.00
  • Praças Reais – Passado, Presente e Futuro

    O presente volume corresponde ao crescente interesse que as praças reais, vêm registando como elemento cultural de primeira ordem na história do urbanismo e do património europeus. O colóquio Praças Reais: Passado, Presente e Futuro, estruturou-se em dois blocos autónomos. O primeiro destinado à análise do modelo da praça real, onde se procurou fixar a respectiva tipologia a par do impacto da sua difusão internacional. No segundo fez-se uma reflexão sobre a situação actual das praças reais, projectando cenários sobre a vocação futura destes espaços. Procurámos associar os interessados no passado das praças reais, a par dos envolvidos na respectiva leitura dinâmica do presente, tendo em vista a conservação e reabilitação vocacional, que estes espaços naturalmente equacionam, ao serem perspectivados olhando o futuro. Historiadores, Arquitectos, incluindo os paisagistas, Geógrafos e Urbanistas debateram durante três dias os temas eleitos contribuindo com as suas competências para uma consistente visão pluridisciplinar.

    19.99 14.00
  • Machado de Castro – 1731-1822

    O presente volume procura contribuir para a renovação dos estudos sobre Joaquim Machado de Castro preenchendo uma lacuna evidente na actual oferta editorial. Celebrando-se os 250 anos do início da reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755 impunha-se evocar o autor do principal conjunto escultórico, a estátua equestre a D. José da Praça do Comércio, que qualifica simbolicamente a reedificação da cidade. Machado de Castro foi igualmente o responsável pela criação da Escola de Escultura de Lisboa cuja tradição, de geração em geração, chegou até aos nossos dias. O presente conjunto de estudos procura oferecer ao público uma visão mais completa do grande escultor revendo e ampliando o conhecimento sobre as suas facetas de pedagogo, escultor régio e criador militante na secular luta pela emancipação do estatuto do Artista.

    16.96 13.00
  • Um Português em Roma – Um Italiano em Lisboa

    Quanto a João António Bellini, foi provavelmente o facto de não ser um escultor de primeira qualidade que o trouxe da sua Pádua natal até ao nosso país, onde procurou e encontrou boas oportunidades de trabalho. Acerca da sua obra, procurou-se essencialmente organizar e acertar os elementos já conhecidos e promover uma sistematização capaz de facultar uma visão da evolução do seu trabalho e, sobretudo, reconhecer características passíveis de funcionar como definidoras da sua maneira de esculpir. O que parece certo é que a sua obra e a mobilidade inerente à sua concretização no nosso país resultam essencialmente dos dois factores que ao longo do texto reconhecemos e procurámos clarificar: a parceria artística com o arquitecto João Frederico Ludovice e a relação com o grande encomendador que era a Companhia de Jesus, no Portugal da primeira metade da centúria de Setecentos. Da investigação desenvolvida acerca da actividade e produção dos dois escultores fica-nos porém a evidente convicção de que a obra apurada é apenas uma parte daquela efectivamente realizada. Finalmente, pensamos poder afirmar, apesar do muito que permanece por saber, que com a investigação realizada em torno destes dois artistas contribuímos para um melhor conhecimento da tão fértil produção artística que marcou o reinado do Magnânimo e parte do período subsequente, da sua riqueza e das suas contradições.

    15.90 12.00
  • Monserrate – Uma Nova História

    Sabia-se a que Monserrate nunca fora bem estudado e avaliado o seu valor; que nas influências citadas faltava o mais conhecido dos palazzos venezianos. Mas um novo estudo desvela agora pela primeira vez aquilo que era visto como um enigma: a sua semelhança com obras de Itália. Os criadores do palácio de Monserrate, oa arquitectos Knowles, terão lido The Stones of Venice, de John Ruskin, e foram influenciados pelo autor. Conclui-se nesta obra magistral que há um “Italianate” em Sintra. Isto é, um Venetian Gothic Revival – de primeira geração – como os melhores edifícios da Londres vitoriana. Um livro, de Glória Azevedo Coutinho, que conjuga a beleza com informações preciosas e inéditas na área da Arquitectura e história da Arte.

    29.68 18.00
  • A Igreja de Santa Catarina

    Outrora templo conventual, a igreja de Santa Catarina, na Calçada do Combro, alberga um espólio artístico dos mais ricos de Lisboa, no qual se destaca o grandioso retábulo-mor de talha dourada, encomendado em 1727. Último sobrevivente de um conjunto de retábulos de talha dourada de grandes dimensões, destinado a guarnecer as capelas-mores dos templos da capital, este altar-mor da igreja de Santa Catarina apresenta-se como um testemunho ímpar, quer da concepção do sagrado vivida à época da sua execução, quer da excelência artística dos nossos mestres entalhadores. Neste livro encontramos explicações, contextualização histórica e artística, feita pela autora – Doutorada em História da Arte –, que recorre frequentemente a citações de correspondência, contratos e outros textos da época. O livro é ainda ilustrado com fotos e imagens.

    20.19 14.00
  • A Basílica da Estrela

    O presente livro é o primeiro ensaio de sistematização da construção da Basílica da Estrela e o rigoroso trabalho de investigação levado a cabo resulta na criação de novas hipóteses interpretativas daquele que seria o alcance último deste principal empreendimento do reinado de D. Maria I. Com uma leitura renovada da obra, descortina-se um programa monumental bastante mais ambicioso do que aquele que nos é dado observar.

    20.19 14.00
  • O Mobiliário das Elites de Lisboa no Final do Século XVIII

    O Mobiliário das Elites de Lisboa na segunda metade do século XVIII é já um título de referência no panorama da historiografia do mobiliário português. Através do estudo do mobiliário, apercebemo-nos que o período entre 1750 e 1800 foi em Portugal um tempo de profundas mudanças no modus vivendi das elites europeias. Alterações no requinte da estruturação das suas habitações, na diversidade de objectos das chamadas artes de mesa, na quantidade de peças dos recheios, porque novos hábitos podem exigir peças diferenciadas das existentes para os integrar ou corporizar. O autor, Carlos Franco, é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e Mestre em História das Artes Decorativas pela Universidade Católica Portuguesa onde prepara, actualmente, uma dissertação de doutoramento sobre os ambientes decorativos das casas das elites de Lisboa na segunda metade do século XVIII e primeiro quartel do século seguinte.

    20.04 14.00
  • Rafael Bordalo Pinheiro

    Este é um livro sobre a vida e obra de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905): um valioso estudo biográfico de um grande desenhador, caricaturista, ceramista, jornalista e pensador. Mas é também uma peça fundamental para a compreensão da História política e social de Portugal (e mais especialmente Lisboa) do final do século XIX – sobre o estado das coisas no fim do período monárquico. O livro contém mais de 70 páginas de trabalhos – reflexões em desenho –, feitas com o humor mordaz de Bordalo Pinheiro, sobre a ética e a política que em muitos aspectos talvez não tenham perdido actualidade…

    28.77 18.00
  • Convento de São Pedro de Alcântara

    12.72