O Sexo e a Sociedade

  • SEXO, A QUANTO OBRIGAS!

    Há quem seja demasiado rápido (a falar e não só), quem pagasse para voltar a sentar-se ao colo de uma madrinha de seios exuberantes e quem mantenha um namoro secreto com a própria ex-mulher.

    E ainda, homens que temem a impotência, mulheres que precisaram de uma segunda oportunidade para descobrir o prazer e, claro, os que ­fingem que a consulta não é para eles…

    Vasco Prazeres, médico e sexólogo, faz-nos rir e chorar com estes “contos”, baseados em episódios e histórias de vida que foi conhecendo ao longo da sua prática clínica, e que alterou com alguma fantasia, para salvaguardar a identidade dos protagonistas. Linha a linha revemos os nossos próprios medos e inseguranças, encontramos respostas para as perguntas que não temos a ousadia de colocar, para chegarmos à última página com a certeza de que, afinal de contas, não estamos sozinhos.

    A biografia erótica de cada um de nós é o resultado dos encontros e desencontros entre a biologia, os percursos da vida, as normas culturais e pessoais que nos impomos, e os comportamentos que nos permitimos. E quando esta complicada equação nos faz sofrer, não temos outra opção senão procurar ajuda para lidar com o que sentimos. É caso para dizer: sexo, a quanto obrigas!

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  • Esgotado

    Os Mitos do Amor

    Toda e qualquer concepção do amor traduz uma certa ideia, do Homem e do sentido da Vida. Como tal, esforçarmo-nos por compreender as relações entre o espiritual e o Eros, equivale a interrogarmo-nos sobre as diversas noções do eu no seio das grandes religiões. Se o eu é apenas ilusão, tal como nos ensina o Oriente, como podemos amar o outro por si mesmo? Se é preciso, segundo diz o Evangelho, amar o outro «como a nós mesmos», não será porque se supõe uma diferença radical entre o eu natural e um «verdadeiro eu» de natureza espiritual? E este, confundir-se-ia com o Eu divino do Oriental? Na linha do seu célebre ensaio O Amor e o Ocidente, Denis de Rougemont tenta responder aqui a estas questões cruciais. Para o conseguir, segue um caminho original, que passa por uma «mitanálise» das figuras de Don Juan e Tristão, pelos escritos de certos pensadores fundamentais (Nietzsche, Kierkegaard, André Gide…) e por um novo estudo de personagens de grandes romances de amor contemporâneos. Todos eles constituem etapas de uma busca audaciosa nas profundezas da alma ocidental.

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  • O Sexo por Cá

    O Sexo por Cá é uma pequena viagem à história da sexualidade, do amor, do casamento, da família, nesta terra portuguesa. Somos portugueses, antes de tudo, mas, apesar disso, a nossa originalidade não supõe que sejamos superiores ou inferiores a qualquer outro povo do planeta. É quase certo que, entre os Descobrimentos antigos e as Emigrações recentes, espalhamos o sexo por toda a parte. É também inegável que sempre tivemos a arte de povoar o nosso imaginário de um lirismo amoroso, denso, angustiado e suspirado e que, por vezes, foi erótico e abertamente sexualizado. Nesse sentido, estamos longe de sempre termos vivido sob o signo da repressão sexual, que surge entrelaçada com os tempos da Inquisição ou com a austeridade dos costumes, mais recentemente sob o Corporativismo. E neste final de Milénio, existe cada vez mais evidência de que, num mundo de «globalizações» várias, é preciso encontrar na história um sentido para a nossa identidade e para a compreensão da nossa maneira de reagir. O Sexo por Cá, procura, de algum modo, contribuir para isso, no campo específico da sexualidade humana.

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