Memórias de Portugal

  • A Leal Legião Lusitana-Narrativa das Campanhas 1809-1811

    Esta obra dá conta das operações de um corpo especial criado em Inglaterra a partir de desertores da Legião Portuguesa ao serviço de Napoleão e de outros refugiados ali reunidos e dispostos a lutar contra o invasor francês, enquadrado e formado por oficiais britânicos e justamente denominado Leal Legião Lusitana, que foi enviado por Inglaterra para Portugal em 1808 sob o comando de Sir Robert Wilson para combater o exército invasor. Embora maioritariamente formada por portugueses, esta Legião incluiu também 26 suíços, 63 alemães e 15 piemonteses desertores do exército napoleónico. História redigida por dois antigos oficiais com destinos bem diferentes, A Leal Legião Lusitana narra, pouco tempo decorrido sobre os acontecimentos, as campanhas de um corpo que teve um papel determinante em algumas ocasiões fulcrais da Guerra Peninsular.

    22.26€
  • Campanhas do Exército de Portugal

    Este livro de memórias sobre a III Invasão Francesa, impresso em 1817, foi justamente apreciado, como Le Moniteur sublinhava por ocasião da sua publicação, pela objectividade demonstrada pelo autor, Pierre-François Guingret, Chefe de Batalhão e Oficial da Ordem Real da Legião de Honra. As suas memórias sobre a campanha de Portugal sob o comando de Massena são um notável testemunho pessoal, bastante objectivo, como sublinhava ainda o Mercure de France. O próprio autor, na nota introdutória, refere ter utilizado notas tomadas depois de cada marcha, depois de cada combate, por vezes mesmo durante a acção. E adverte que nem a veneração que dedicava a Massena o impediria de apontar os seus erros. Procurou, sem dúvida, ser objectivo. Guingret foi, acima de tudo, um militar empenhado na sua profissão e nas missões que lhe foram confiadas. Não admira que assim tenha dedicado o seu livro: “É AOS BRAVOS DOS EXÉRCITOS DE ESPANHA E DE PORTUGAL, aos meus camaradas de armas, que dedico este opúsculo militar; eles lerão com interesse os feitos de que foram os heróis e por vezes as vítimas: gostarão de se recordar dos perigos que afrontaram e dos louros que colheram. […] A minha veneração por Massena não me impediu de falar dos seus erros. Sei que na guerra é mais fácil repeti-los do que prevê-los; mas é sempre do interesse nacional que se chame a atenção para eles, a fim de que sirvam de lição para o futuro.” M. Guingret

    19.08€
  • Linhas de Torres Vedras

    Publicamos neste volume, pela primeira vez em língua portuguesa, oito textos de autores franceses sobre a III Invasão e as Linhas de Torres. Estes testemunhos autobiográficos escritos por integrantes do exército napoleónico, mas com perspectivas diferentes, ajudam-nos a compreender o complexo e dramático quadro em que decorreu a invasão de Massena e o choque que representou para os franceses depararem com as poderosas Linhas de Torres, após marchas duríssimas, flagelamentos constantes, a prática de terra-queimada que os privava de abastecimentos e a derrota do Buçaco. “De todas estas provações nascem o espírito militar, o apego à bandeira, a submissão, a disciplina, a constância nas fadigas, a tenacidade no ataque, a confiança no comando, tudo o que faz a força, a reputação, a glória dos exércitos, e, sou forçado a dizer, tudo o que, só por si, garante a independência das nações. Por causa disto nascem os heróis!”” Bussière, Journal des Débats, 6 de Outubro de 1848.

    23.32€
  • Memórias do Marechal Soult

    O comandante da segunda invasão francesa a Portugal, Soult, foi uma figura de primeiro plano durante o Império, a sua estrela não deixou de brilhar durante a Restauração, para refulgir ainda mais com a Monarquia de Julho, que o elevará aos mais altos cargos do Estado francês. Soult inicia as suas memórias em 1816, cobrindo o período de 1791 a 1802, sobre as campanhas dos Alpes e dos Pirinéus, a guerra da Vendeia, a expedição ao Egipto, a primeira campanha de Itália, a batalha de Marengo, o cerco de Gênes e Hohenlinden. E também sobre a Guerra Peninsular. A edição em língua portuguesa destas memórias de Soult sobre a guerra em Espanha e em Portugal coloca à disposição do grande público o testemunho directo de um dos mais notáveis marechais de Napoleão sobre a sua experiência na Guerra Peninsular

    19.08€
  • Diário da Primeira Invasão Francesa

    21.20€
  • Memórias de Massena

    Estas memórias de Massena, cuja parte referente a Portugal se publica pela primeira vez entre nós, foram redigidas por um seu camarada de armas e admirador, o general Jean-Baptiste-Fréderic Koch e constituem um valioso contributo para a biografia de Massena e, de um modo particular, para a História da 3.ª Invasão Francesa a Portugal.

    30.18€
  • Rainhas de Portugal-2ª.edição

    Pela pena de Francisco da Fonseca Benevides somos conduzidos através de uma viagem no tempo, cheia de descrições, imagens plásticas, tendo como fio condutor a acção e a as biografias das Rainhas de Portugal e a sua influência decisiva, quer como Rainhas, quer como consortes dos reis nos destinos de Portugal. O historiador, pesquisou e compilou documentos, pistas arqueológicas e depoimentos, realizando a mais vasta e completa investigação nesta temática – ainda não superada nos dias de hoje – obtendo uma visão de conjunto abrangente. Francisco Fonseca Benevides nasceu em Lisboa em 1836, tendo falecido em 1911. Foi professor de Física e de Hidrografia no Instituto Industrial de Lisboa, da Mecânica de Artilharia na Escola Naval de Lisboa, tendo quando conclui o curso da Escola Politécnica, ingressado na Marinha em 1851, onde permaneceu até 1856. Em 1854 foi nomeado, por concurso, Regente da cadeira de Física do Instituto de Lisboa e Lente de Matemática e Artilharia da Escola Naval. Fez parte das Comissões encarregadas de estudar as exposições Internacional do Porto (1856) e Universal de Paris (1867). Fonseca Benevides fundou o Museu Tecnológico do Instituto Industrial de Lisboa. Em 1866 foi admitido da Academia das Ciências. Foi nomeado inspector das Escolas Industriais de Portugal em 1884. Foi agraciado com os graus de Cavaleiro da Ordem de Cristo (1862), Cavaleiro da Ordem de Santiago (1866) e Comendador da Ordem de Cristo (1867), tendo ainda sido admitido como Sócio Correspondente da Academia Real das Ciências de Lisboa, em 1866.

    35.33€
  • Um Olhar Feminino Sobre Portugal

    “Um olhar Feminino sobre Portugal” é a edição da correspondência entre D. Mariana de Sousa Holstein, condessa de Alva, e a sua irmã, Teresa, esposa de D. José, diplomata em Madrid e futuro Conde de Vila Real, durante os anos de 1814 a 1819, época em que o irmão de ambas é nomeado Ministro dos Negócios Estrangeiros. A correspondência não só nos revela os aspectos da vida pessoal das duas irmãs e das suas famílias, intimamente entrosadas com os destinos do País, mas confere informações inéditas sobre política, a diplomacia e a sociedade da época, preenchendo lacunas importantes da historiografia que se debruça sobre o período oitocentista. O estilo fluente e elegante da autora permite que a obra seja lida como um romance tão fascinante quanto verídico, ao mesmo tempo que proporciona um olhar feminino, crítico e inteligente sobre o Portugal da época e dos meandros por de trás dos acontecimentos. D. Mariana Vicência de Sousa Holstein, Condessa de Alva, nasceu em Turim, a 5 de Maio de 1784. Casou em 1800 com seu tio D. Luís Roque de Sousa Coutinho Monteiro Paim, 3º Conde de Alva. D. Mariana era possuidora de uma cultura invulgar. Irmã do futuro Duque de Palmela, foi uma protectora das Artes e uma pintora de mérito. As vicissitudes da política levaram-na e a seu marido ao exílio, em 1828, quando D. Miguel subiu ao trono. E foi em França que, no ano seguinte D. Mariana viria a falecer.

    31.80€
  • Diário de Um Embaixador Português em Roma

    Descoberto no fundo geral da secção de Reservados da Biblioteca Nacional de Lisboa, o códice intitulado Diário da jornada que fez o illustríssimo Senhor Bispo de Lamego Dom Luís de Souza Embaixador Extraordinário do Príncipe Dom Pedro, a Santidade do Pappa Clemente Decimo, na era de 1675 annos, revela-se agora de grande importância para a ampliação dos conhecimentos relativos à actividade diplomática do que pode considerar-se um segundo momento na estratégia portuguesa a seguir à Restauração, a 1640. A presente obra apresenta um manancial de informações relevantes e precisas (raras nos manuscritos da época) nas descrições do traje, dos meios de transporte, dos códigos sociais vigentes no âmbito do cerimonial e do protocolo barrocos, etc. Mas aqui encontramos sobretudo uma aproximação à vida quotidiana de um diplomata português na Roma do último quartel de seiscentos.

    25.91€
  • George Borrow em Portugal (1835)

    Trazemos aqui parte dessa grande obra da literatura universal que é The Bible in Spain, da autoria do escritor britânico George Borrow, cujo segundo centenário do nascimento se comemorou em 2003. Embora em Espanha aquela obra tenha sido publicada pela primeira vez em 1921, numa tradução de Manuel Azaña, com múltiplas edições espanholas a partir de então, até em livro de bolso, tal nunca sucedeu entre nós. O interesse por Borrow e pela sua obra limitou-se a raras abordagens, o que é bem pouco para um autor e uma obra que mereceram uma atenção universal ao longo de século e meio. Cremos que justifica assim, plenamente, a edição que agora fazemos dos capítulos respeitantes a Portugal do livro The Bible in Spain. Quem foi esse homem singular, controverso e contraditório, que dedicou à Península Ibérica vários anos da sua vida?

    19.08€
  • Portugal na Balança da Europa

    “O ensaio que hoje dou a público é obra de longo trabalho, e que desde os fins de 1825 se começou a escrever. O fim que ora me proponho em publicar este quadro de factos e observações é pôr bem presente na memória dos Portugueses as causas e os efeitos de nossos erros e desgraças, para que no futuro se emendem uns, e se evitem as outras.” in Prólogo

    12.30€
  • O Portugal de 1834

    O Portugal de 1834 e a Guerra Civil Vistos por um Inglês constitui um estudo do relato de James Edward Alexander, Um Esboço de Portugal Durante a Guerra Civil de 1834, traduzido e publicado por Livros Horizonte. Procurando agradar a um público específico, os militares, o autor tem como principal objectivo elogiar o papel desempenhado pelos seus compatriotas durante a guerra, sublinhando como D. Pedro está em dívida para com a Inglaterra e omitindo os aspectos mais negros da participação britânica, nomeadamente a indisciplina dos voluntários e os desentendimentos do governo português com alguns oficiais britânicos. Porém, Alexander não se centra apenas nos cenários de guerra, descrevendo-nos Lisboa e os seus habitantes. Tópicos como a sujidade das ruas e a “água vai”, os rituais religiosos, os meios de transporte ou as figuras típicas lisboetas fornecem também um interessante retrato da capital portuguesa da época. Misto de crítica e de admiração, a obra fornece-nos o Olhar do inglês crente na sua superioridade, mas também seduzido pelo mítico Sul, território longínquo no tempo e no espaço, conotado com barbárie e incivilização, mas por isso mesmo, simultaneamente sonhado e desejado.

    12.11€

Estamos encerrados para férias de 7 a 18 de Agosto. As encomendas efectuadas nesse período serão expedidas a partir do dia 21 de Agosto.