Intervenções

  • Angela Merkel explicada aos não alemães

    Construiu o seu caminho entre as ruínas de um Estado e sobreviveu à crise profunda do seu partido.

    Hoje é venerada pelos seus eleitores como «Mutti», a «mãe», e olhada com desconfiança pelos países europeus economicamente menos sólidos. Este livro conta tudo — a ascensão ao poder, as ambiguidades, os extraordinários dotes políticos da mulher que, quer se goste quer não, silenciosamente, lidera toda a Europa.

    Quem foi e quem é Angela Merkel?

     

    O politólogo Michael Braun, correspondente em Itália do jornal berlinense Die Tageszeitung, traça a vertiginosa ascensão daquela que foi eleita a mulher mais poderosa do mundo pela​ Forbes.

    15.90€
  • Esquerda e Direita em Portugal – Consensos, Divergências e Antagonismos

    Há muitos anos que em Portugal não se falava tanto de Esquerda e de Direita como nos últimos tempos. Apesar da constante referência a esta dicotomia ideológica por parte dos orgãos de Comunicação Social, dos Partidos e Agentes Políticos muitos eleitores, políticos e investigadores, têm contestado a pertinência e a utilidade desta metáfora para a compreensão da vida política atual e para posicionamento dos partidos e dos eleitores. Os resultados apresentados neste livro parecem não dar razão a esta contestação mostrando que na última década os eleitores continuam a autoposicionar-se facilmente na escala Esquerda/Direita, tanto em Portugal como na Europa. Outra conclusão que os dados recolhidos permitem retirar é que, no caso europeu, houve um deslocamento dos eleitores para o posicionamento mais à direita, e no caso português, uma evolução para o reforço de posições do Centro-direita.

    14.60€
  • Saúde e Preconceito

    A espiral de gastos com saúde é controlável? Os hospitais públicos estão condenados à ineficiência? A privatização da oferta é a solução para a crise? Ambicionar um SNS geral e universal é um sonho ou um pesadelo? Uma obra essencial para compreender a organização do sistema de cuidados de saúde, escrita por uma das personalidades mais idóneas e respeitadas deste setor. Um livro em linguagem acessível, fluente mas rigorosa, que é um guia indispensável para profissionais de saúde, políticos, jornalistas e todos os interessados em entender as diferentes opções que se colocam e perceber os sacrifícios que necessariamente encerram. Correia de Campos conduz o leitor numa visita guiada a um conjunto de falácias e inverdades sobre a saúde, que de tantas vezes amplificadas pelos meios de comunicação social tendem a assumir-se como senso comum. Elas são aqui pacientemente desmontadas e escalpelizadas, permitindo ao leitor formar convicções próprias e sustentar as suas escolhas.

    19.40€
  • Wikileaks-Inimigo de Estado

    “Eu gosto de cuspir na sopa dos poderosos, admite Assange com um sorriso rasgado quando nos encontramos em Londres”, anotam os jornalistas Holger Stark e Marcel Rosenbach depois de um dos muitos encontros que aqui acompanhamos ao longo dos meses, seguindo os processos do Afeganistão, da guerra do Iraque e dos despachos diplomáticos, bem como as reacções dos visados e do próprio Assange. Assange tem a mania das grandezas, adora grandes aparições públicas, troca de roupa três vezes para a fotografia e é menos democrático que qualquer cooperativa de agricultores mas é também “Um interlocutor extraordinário e inspirador”, revelam nesta Grande Reportagem os jornalistas da Spiegel que há anos investigam o Wikileaks.

    19.08€
  • Vergílio Ferreira – Amor e Violência

    19.08€
  • Dois Exilados Alemães: Klaus Mann e Thomas Mann

    O século XX foi um dos mais bárbaros, homicidas e catastróficos da história da humanidade, uma centúria de exílios e exilados, de apátridas individuais e colectivos, de grupos nacionais, políticos, religiosos ou étnicos perseguidos, expulsos, violentamente forçados à imigração ou encerrados em campos de concentração – pensemos nos judeus, arménios, chechenos, tártaros, ciganos, palestinianos, irlandeses, além de minorias religosas, políticas ou culturais, sem esquecer, por fim, categorias demonizadas como os homossexuais ou algumas confissões, partidos políticos e seitas religiosas, ou seja, fracções humanas que, por este ou aquele crime “ideológico” ou “rácico” eram desligadas à força das comunidades nacionais a que pertenciam e lançados de modo arbitrário e coercivo nos caminhos da expatriação ou em cárceres.

    6.56€
  • A Nova Luta Pelo Poder Mundial

    O mundo atravessa uma fase de tensão crescente. As sociedades não conseguem resolver os problemas que, internamente, as afrontam. Pelo contrário, mais parece que tudo se vai agravando. Para resolver esses problemas, a sociedade olha para os governos e governantes que tem. Não é para si mesma que olha. As organizações internacionais perdem a respeitabilidade que já tiveram. Ou cultivam a inoperância ou se transformam em instrumentos exclusivos do poder dominante. As situações de guerra, quaisquer que sejam os nomes que se lhes queira dar, multiplicam-se por todo o lado. É pois tempo de começarmos a analisar a decadência dos sistemas sociais que nos enquadram e de procurarmos sair deles, naturalmente pelas portas de saída que os próprios sistemas nos oferecem.

    6.56€
  • José Régio e a Política

    Contrariamente à ideia de que José Régio viveu ensimesmado, encerrado numa torre de marfim, alheio ao mundo que o rodeava e aos grandes problemas com que os homens se debatiam, a verdade é que, ao longo da sua vida, ele nunca deixou de tomar posições marcadamente políticas através de textos que publicou, ou por outras formas mais directas, individualmente, ou pela participação em movimentos de cariz oposicionista e democrático. Neste livro são estudadas a suas ideias políticas e as intervenções de carácter cívico que pontuaram a sua vida, desde 1925, até ao ano da sua morte, em 1969. Uma antologia de escritos políticos de sua autoria permite compreender melhor uma das facetas menos conhecidas de José Régio.

    13.12€
  • Fernando Pessoa – A Penumbra do Génio

    A presente edição é uma versão do livro O Hábito de Beber no Contexto Existencial e Poético de Fernando Pessoa, galardoado com uma Menção Honrosa no Prémio Bial de 1994. Neste estudo, o autor apresenta uma análise interpretativa dos rasgos mais marcantes da personalidade e do percurso escolar, cultural e poético, assim como das manifestações excêntricas de Fernando Pessoa, onde tenta demonstrar que, na vida do poeta, para além da sua flagrante genialidadae, tudo parece ter um sentido. Todos os génios costumam ter as suas excentricidades. Entre estas, sobressai em Pessoa o uso da bebida, que a partir de certa altura se tornou, sem dúvida, bastante acentuado. O autor, como médico, apresenta, contudo, um estudo original, em que mostra que o poeta, possuindo uma resistência aos efeitos do álcool, nunca revelou dependências, alterações de comportamento e muito menos sinais de sofrer de cirrose hepática, como foram divulgando infundadamente, e alguns até com certo deleite, a maior parte dos seus biógrafos. “O que apreciei deveras, além da correcção científica que traz para retocar a imagem de Pessoa, é o facto de ter contextualizado a sua hipótese, recriando-a numa leitura mais vasta do mundo de Pessoa e do que se sabe da sua vida.” Eduardo Lourenço (Comunicação pessoal) “Este trabalho obteve imediatamente grande êxito nos meios literários portugueses: por assim dizer, desculpabiliza o poeta da sua própria morte e é todo um povo que assim é lavado de uma mácula que se pensava indelével. Entre nós, franceses, quem não sonharia com um Verlaine sóbrio, com um Genet honesto, um Céline resistente?” Robert Brechon, in O Estranho Estrangeiro

    16.96€
  • Memórias do Gato que Ri

    Gato de pêlo cinzento e espírito anarquista, sempre muito sarcástico, grande apreciador de café, cigarrilhas, nêsperas e broas de mel, sem falar da sua paixão por traduzir poesia em espanhol e inglês, o bichano Zé Maria conta ao narrador deste livro, na leitaria Via Láctea, à Lapa, a sua vida – e a do seu dono (que aliás, se mantém sempre teimosamente anónimo) – desde que nasceram ambos em Moçambique, viveram em Lisboa e depois regressaram a Lourenço Marques. Este Zé Maria está sempre ao lado do seu dono, excepto quando este é internado num colégio lisboeta, acompanhando-o depois no exílio francês, primeiro na Alsácia e depois na Provença, tendo regressado ambos a Portugal após o 25 de Abril, fazendo neste livro a sua jovial autobiografia politicamente incorrecta, ao mesmo tempo que nos vai narrando as aventuras dos anos de universidade, de luta contra o salazarismo, das suas leituras e outras gandais: tudo somado dá o retrato irónico, quando não vitriólico, de toda uma geração que fez greve universitária de 1962 e, assistiu, mais tarde, a Maio 68 em França, assim como se desenha ainda o retrato de uma família ligada ao mundo colonial português, sobretudo nas suas incríveis, grotescas e divertidas figuras femininas – a tia Clementina, a prima Palmira… Recordações ficcionadas (ou ficção memorialística?), estas Memória do Gato que Ri evocam de maneira mais irreverente, cómica e, por vezes, melancólica, o trajecto de uma geração nascida no começo da II Guerra Mundial, mais os seus sonhos e delírios, as aventuras e as desventuras de todo um Portugal que, apesar de imaginário, se parece com todos nós, pois é feito com retratos autênticos de muitos de nós.

    10.04€
  • Esgotado

    Testemunho de Neo-Realismos

    A publicação, em conjunto, como “Testemunho de neo-realismos”, de escritos dispersos acerca de personalidades artístico-literárias, significativas num movimento político cultural influente na sociedade portuguesa do século XX, além de opiniões próprias de um longo convívio e amizade, pretende ser também um mais concreto contributo para o entendimento da participação pessoal no “Encontro neo-realismo–neo-realismos”, realizado em Matosinhos, e ao qual, ainda em 1996, a revista Vértice dedicou o seu n.º 75.

    6.34€
  • Reler Eça de Queiroz

    Esta obra é constituída por cinco ensaios que estudam, numa perspectiva diferente e inovadora, a obra do grande escritor, desde a “campanha alegre” das Farpas (1871-72) até Os Maias (1888). A abrir, um estudo sobre o “riso que peleja” do alistado escritor e crítico que é o Eça moço, com os seus 25/26 anos. A partir dos textos primitivos das Farpas de Eça, procura-se mostrar, como nunca se tinha feito até agora, o que é que estes textos combativos trazem de novidade como agudíssima crítica de ideias e implacável crítica social para com o país que, mais tarde em romances, Queiroz continuaria a satirizar, de modo a entender-se que é nas páginas das Farpas que realmente começa o romancista. Três destes romances são em seguida examinados: O Primo Basílio (1878), A Relíquia (1887) e Os Maias. Dois ensaios perspectivam o primeiro a partir do confronto dramático e, por fim, fatal, de duas mulheres, a jovem e bela Luísa, burguesa fútil e ociosa, e a feia e azeda criada Juliana. Segue-se um estudo sobre A Relíquia, sátira ao farisaísmo católico lusitano, obra divertida mas cruel que teve um acolhimento furibundo por parte do “establishment” português, impiedosamente retratado. O livro conclui com a comparação entre duas obras fundamentais das literaturas ibéricas, Os Maias e Fortunata y Jacinta de Perz Galdós, duas grandes máquinas romanescas com uma profunda articulação com a História de Portugal e de Espanha, obras publicadas quase ao mesmo tempo, e em muitos aspectos com propósitos críticos semelhantes, embora em quase tudo distintas. Este cotejo ajuda-nos a compreender melhor o significado profundo da nossa obra prima do romance que é Os Maias. Depois de Eça de Queiroz e o Seu Tempo (1972), de Eça Político (19749 e de Eça de Queiroz e a Geração de 70 (1980), João Medina apresenta-nos aqui uma densa e inovadora análise do nosso maior romancista do século XIX, obra que decerto renova os estudos queirozianos em Portugal.

    10.57€
  • Justiça, Comunicação Social e Poder

    Justiça, Comunicação Social e Poder aborda algumas das questões formuladas a propósito das relações entre a Justiça, o Direito, e o campo do poder da Comunicação Social. Os autores perfilham a ideia que anteriormente à emergência dos mass media existiram e foram ensaiados diversos mecanismos de “mediatização” da Justiça. Assim, a palavra mediatização constitui um termo datado e construído a partir do momento em que os jornalistas se passaram a definir e a legitimar como grupo sócio-profissional autónomo. A natureza das relações entre poder judicial e poder jornalístico é entendida como intrinsecamente conflitual, na medida em que é percorrida por lutas e mitos onde nidificam práticas discursivas como celeridade, transparência, direito de informar e espectacularização da Justiça. Dos vários ramos do Direito, aquele que mais tem atraído aa apetências da Comunicação Social é o Direito Criminal, embora em período mais recente os direitos económico e fiscal tenham passado a estar sob a mira dos repórteres.

    9.51€

Estamos encerrados para férias de 7 a 18 de Agosto. As encomendas efectuadas nesse período serão expedidas a partir do dia 21 de Agosto.