Horizonte de Arquitectura

  • Urbanismo e Adaptação ás Alterações Climáticas-as frentes agua

    As alterações climáticas já se começam a fazer sentir. À medida que a comunidade científica avança com cenários de transformação do clima a médio e longo prazo, as ciências do território são confrontadas com a necessidade de avaliar as suas consequências e de as incorporar nos processos de planeamento. Resultado de uma rigorosa investigação e com o auxílio de muitas imagens e infografia, esta obra foca-se nas frentes de água, analisando os principais casos internacionais (Nova Iorque, São Francisco, Londres e Roterdão), sem deixar de fazer também uma primeira aproximação à realidade da cidade de Lisboa. «As cidades não podem viver de costas viradas para o mar ou de costas para os rios. O urbanismo, a arquitetura, não podem estar alheados dos desafios urgentes que a nova ordem ambiental exige. O futuro, também a este nível, é incerto (e essa talvez seja a única certeza).» Do prefácio, de José Eduardo Martins

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  • O Urbanismo Depois da Crise

    O Dubai coleccionava records: o maior hotel do mundo, a maior torre, a maior concentração de gruas… No fim de 2009, o Dubai e a sua jóia da coroa, a sociedade pública Dubai World, dificilmente escaparam à falência com uma dívida estimada em 59 mil milhões de dólares! Esta queda simbolizou o fim de um ciclo no desenvolvimento urbano e na forma de “fazer cidade”, no urbanismo. Este livro pretende, por um lado, compreender as profundas mudanças na forma de “fazer cidade” que se operaram nos últimos 30 anos sob a pressão do urbanismo liberal e as consequências das perturbações actuais e, por outro, desenhar pistas possíveis para o urbanismo depois da crise que, por agora, é ainda balbuciante. Um livro dinâmico e de leitura urgente.

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  • O Sentido da Cidade

    Dentro de que espaço queremos que cresçam os nossos filhos? Como percepcionamos o valor do espaço público ou a identidade de um lugar? Como se constrói a marca de uma cidade? Não constituirão as cidades-espectáculo, com a hipervalorização da autoria, uma mistificação do papel da arquitectura? Até onde nos deixamos levar pela competitividade? Ficamos pelo domínio da imagem ou queremos ser parte de um sentido? Lançando questões essenciais ao futuro da cidade, o Arquitecto Pedro Brandão propõe uma discussão audaciosa à luz do pensamento crítico, para focalizar a mudança e atender aos desafios emergentes. Porque mais do que um desenho a cidade é uma obra colectiva nunca acabada, uma entidade viva que reage, se transforma e se reinventa, a solução estará sempre lá, onde estão as pessoas.

    23.32€ 13.00€
  • Novos Principios do Urbanismo-3ª.edição

    A presente edição reúne as duas últimas obras de François Ascher sobre Urbanismo: Les nouveaux principes de l’urbanisme e Les nouveaux compromis urbains. Sociólogo e politólogo, François Ascher centrou nos últimos vinte anos a sua reflexão sobre a perturbadora dinâmica das formas de vida-e-urbanização do último meio século que caracteriza como passagem da modernidade para a hipermodernidade. A ele se deve não só a explicação das razões profundas – socioeconómicas, tecnológicas e culturais pelas quais as cidades que herdamos davam lugar a uma verdadeira mudança de “paradigma” territorial – mas também a justificação das políticas capazes de conduzir à convivência das diversidades de assentamento que Choay tinha anunciado como a passagem de “la ville a l’urbain”. Ascher pôs em circulação alguns conceitos sobre a “cidade contemporânea” que pela sua precisão se tornaram descritores expressivos das novas articulações da urbanidade que adoptamos e da urbanização em que nos movemos. Recordamos os termos que propõe nos próprios títulos, para não ir mais longe: “Meta(polis)” – em vez de mega ou metro – para acentuar a transversalidade e a extensividade, em vez da grandeza ou dos limites rígidos que caracterizavam a cidade; “plural” acentuando a diversidade, a complexidade, em vez da uniformidade ou da densidade dos seus assentamentos; “compromisso”, acentuando os défices de consenso sociocultural e de governância, em vez da unicidade das políticas e soluções.

    19.08€
  • A Habitação de Interesse Social em Portugal

    – Registo desenvolvido do que de mais significativo foi feito na promoção da habitação de interesse social portuguesa durante cerca de 20 anos, designadamente entre 1988 e 2005, numa amostragem de mais de 200 conjuntos habitacionais dos quais muitos premiados e mencionados no âmbito do Prémio do Instituto Nacional de Habitação (INH), cujas 18 edições ocorreram entre 1989 e 2006; – Documento onde se tenta assegurar o registo dos principais aspectos da evolução da dinâmica processual deste Prémio; – Ampla amostragem ilustrada e comentada de muitas dezenas de soluções habitacionais de referência; – Oferta de informação sistematizada de conjuntos residenciais, edifícios e fogos integrados em diversificadas condições de localização…

    23.32€ 13.00€
  • Panóptico, Vanguardista e Ignorado

    Nesta obra, de Vítor Albuquerque Freire, sustentada em fontes documentais recentemente detectadas, revela-se pela primeira vez um edifício de importância internacional,tão singular como fascinante: o Pavilhão de Segurança (1896) do Hospital Miguel Bombarda, Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa. Aqui é desvendada também a identidade do seu arquitecto, José Maria Nepomuceno, até agora menosprezado pela historiografia. O livro, ilustrado com 86 imagens, revela a existência em Lisboa de um edifício Panóptico, um dos poucos existentes no mundo, materializando a arquitectura preconizada por Bentham em 1791 (prisões circulares com vigilância desde uma torre central), um pré Big Brother de Orwell, símbolo de manipulação totalitária, depois descrito por Foucault, no mundo de hoje um conceito pleno de actualidade… O edifício está ligado ao pensamento de Miguel Bombarda (dirigente da revolução republicana de 1910), delineado para enfermaria-prisão de doentes mentais condenados ou inimputáveis, com um passado dramático de sofrimento e dor. No entanto, esta obra arquitectónica constitui, paradoxalmente, uma construção de grande beleza e elevado valor patrimonial. O pavilhão de segurança é também o expoente de como, em arquitectura, a “função gera a forma”. Um edifício que ostenta uma nova e visionária linguagem formal de superfícies arredondadas sem aresta, antecipando a revolução do design industrial e da arquitectura dos anos 20 e 30 do século XX. “Panóptico, Vanguardista e Ignorado” é um livro surpreendente, livre de preconceitos, que obriga a repensar parte da história da arquitectura portuguesa dessa época.

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  • João José Tinoco – Arquitecturas em África

    29.58€
  • Apontamentos para Uma Teoria da Arquitectura

    Pedro Vieira de Almeida é arquitecto formado pela Escola de Belas Artes, do Porto. Trabalhou em diversos ateliers de arquitectura, nomeadamente no de Nuno Teotónio Pereira, Bartolomeu Costa Cabral e Nuno Portas. Desde sempre privilegiou a abordagem de cariz teórico de temas da arquitectura, procurando manter esta investigação em paralelo com os aspectos mais pragmáticos e empenhados da sua prática profissional. Com o correr dos anos este aspecto não deixou de se acentuar. Estes textos soltos, agora publicados simultaneamente, são, no geral, tentativas de reflexão crítica sobre Arquitectura, deliberadamente rejeitando à partida qualquer tipo de abordagem do tema, na base de uma pretensa especulação filosofante, ou de esquisito recorte transcendental.

    15.90€ 13.00€
  • (Re)Construção de Uma Disciplina em Arquitectura

    Numa altura em que a Cidade, enquanto território privilegiado da Arquitectura, continua a ser palco de grandes transformações, qualquer intervenção urbana pressupõe o entendimento e descodificação dos diferentes tempos da construção, em matérias como a leitura do tecido e morfologia urbana. O quadro disciplinar da Arquitectura nestes domínios é (re)inaugurado nos anos cinquenta em Veneza com o trabalho de Saverio Muratori, com continuidade na década seguinte com Caniggia e Maretto, tendo Paolo Sica na reinterpretação da História Urbana, V. Gregotti na escala territorial e a tríade A. ROssi, C. Aymonino e G. Grasi como arquitectos representativos da nova postura em Arquitectura. As abordagens dos anos setenta e oitenta vieram consagrar a prática do Desenho à escala da cidade com R. Krier, C. Rowe, consubstanciada teoricamente mais tarde com I. Solà Morales, vindo o universo conceptual a materializar-se na segunda renovação em Barcelona. A presente obra corresponde a um conjunto de registos resultante da Prática de Docência em Desenho Urbano, em que algumas das grnades transformações urbanas foram objecto de reflexão, tanto a nível conceptual como no quadro instrumental que lhe está subjacente, onde apesar dos novos conceitos dos espaços públicos o “Sistema Operativo Romano” ainda constitui uma referência, associada ao quadro instrumental da cidade tradicional.

    13.02€
  • A Cidade Como Arquitectura-4ª.Edição

    “Vivemos em cidades, ou não cidades, cada vez mais feias, que nem por isso funcionam melhor; muitos técnicos se têm proposto a salvá-las, em muitos casos à custa de lacerações no seu tecido”. Ao colocar o dedo na ferida da vida urbana, Nuno Portas, nesta obra, apresentada pela Livros Horizonte, vem revolucionar concepções, “hábitos” e paradigmas não apenas da Arquitectura como área profissional, mas sobretudo da maneira de pensar e conceber o espaço, portanto a vida da cidade. Esta obra, editada pela Livros Horizonte –polémica e incontornável não apenas para arquitectos, engenheiros, e profissionais envolvidos em todos os aspectos da projecção, mas também para sociólogos e filósofos da paisagem – não é meramente um livro de crítica, mas sobretudo, segundo o seu autor, um contributo “para armar melhor uma disciplina em re-fundação: a arquitectura urbana”. Contém portanto, propostas técnicas e práticas, mas também conceptuais e filosóficas, nascidas da experiência e maturação do autor. Acessível ao público em geral (e cujos problemas e soluções dizem respeito ao público em geral), escrito em estilo conciso e fluente, este é um livro que apela à evolução e reconversão aberta à visão utópica na projecção dos espaços da vida humana, portanto do nosso habitat. Porém a obra não seria revolucionária se não revelasse um conhecimento tão actual e tão científico nas propostas apresentadas. Nuno Portas nasceu em 1934, em Vila Viçosa, diplomou-se em Arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa, em 1959. Nos últimos anos, conjuga a investigação e ensino no curso de pós-graduação em Urbanismo na Universidade Técnica de Lisboa (áreas relacionadas com as Questões Urbanas, Métodos de Planeamento e História da Teoria Urbanística) com a prática profissional em diversas cidades da Europa, África e América do Sul, como consultor dos programas financiados pela Organização das Nações Unidas. Em Portugal, participou dos Governos posteriores ao 25 de Abril, tendo participado na definição das linhas políticas para habitação, reabilitação urbana e actualização da legislação sobre urbanismo. Ao longo do seu percurso, Nuno Portas foi responsável pelos projectos urbanísticos de diversos bairros da periferia de Lisboa, mas também de várias cidades brasileiras. Destacam-se dos seus projectos o da Igreja do Sagrado Coração de Jesus (projecto conjunto com Nuno Teotónio Pereira) – que obteve o Prémio Valmor, em 1975 – e o do Campus da Universidade de Aveiro. Em 2005 foi agraciado com o Prémio Sir Patrick Abercrombie de Urbanismo, um dos cinco galardões atribuídos pela União Internacional de Arquitectos

    18.07€
  • O Arquitecto e Outras Imperfeições

    Análise valiosa acerca das convicções profissionais dos arquitectos, especialmente no que se refere às suas convicções éticas, ao seu autoconceito, paradigmas de trabalho, transformações dos processos e métodos de trabalho, posição do arquitecto na estrutura social e económica, relações com o poder político, entre outros.

    27.56€ 13.00€
  • A Cidade entre Desenhos

    Mutações urbanas e mutações profissionais constituem o objecto de estudo do autor.

    25.04€ 13.00€
  • Edifícios em Altura: Forma, Estrutura e Tecnologia

    EDIFÍCIOS EM ALTURA, como o próprio nome indica, dedica-se à análise da construção em altura. Justifica o aparecimento e a propagação de arranha-céus por motivos racionais de natureza urbana, sobretudo económicos e demográficos, explicando depois as formas, as estruturas e as tecnologias de que os edifícios se foram apropriando para responder às mudanças destas variáveis. Demonstra que a construção em altura não é um acto de exaltação do ego, embora seja estimulante e arrojada, mas que radica essencialmente na intensificação do uso de um solo de valores económicos elevados, onde a localização e a centralidade determinam a forma. Olhando o Futuro, consideram-se as utopias de torres de uma milha de altura, propondo um urbanismo vertical mais concentrado e menos poluente. Cidades verticais que sobrepõem malhas urbanas convencionais. Os edifícios em altura são o resultado de uma complexa equação cultural, tecnológica, económica e arquitectónica. A sua forma é a síntese que, a cada momento, os seus autores fazem de todas estas condicionantes. A Forma é o território dessa síntese. É a materialização do possível.

    20.09€
  • O Bairro de Alvalade-4ª.edição

    O Bairro de Alvalade constitui um paradigma no urbanismo em Portugal. É este o ponto de partida de um livro que percorre as fontes primárias que documentam o seu processo de planeamento, de urbanização e de edificação, cobrindo um período temporal situado entre o final dos anos 30 e meados dos anos 70. Ao longo da obra, o conhecimento detalhado de Alvalade não se esgota em si mesmo, servindo para sustentar a tese segundo a qual a sua realização se destaca no panorama do urbanismo português: o Bairro de Alvalade é um exemplo ecléctico de desenho urbano. No Bairro de Alvalade são identificados conceitos urbanísticos retirados de diferentes modelos de cidade e de várias experiências anteriores, alguns constituindo paradigmas na teoria do Urbanismo. Em Alvalade, esses modelos são aplicados já não pelo seu ideal, mas sim deles extraindo conceitos, técnicas, e formas particulares — instrumentos de um vocabulário nas mãos dos urbanistas. Não se aderiu ao movimento moderno, não se recriou a cidade-jardim, não se ficou preso a conceitos da cidade tradicional, não se recriou Amesterdão ou algum Siedlung Alemão. Pelo contrário, os vários modelos e experiências contemporâneos eram bem conhecidos, em cada um eram reconhecidos virtudes e defeitos, cada um foi decomposto em várias características morfológicas com aptidões próprias. No desenho de Alvalade atingiu-se uma síntese superior de vários destes modelos, reinterpre-tados numa nova proposta formal.

    16.96€
  • O Triunfo da Virtude

    10.06€