Extra Colecções

  • A Bíblia não É Um Livro Sagrado

    A divindade, entendida na sua acepção espiritual, não está presente no Antigo Testamento. Concretamente, na Bíblia não está Deus nem qualquer culto que Lhe seja dedicado. É por essa razão que o título afirma que a Bíblia não é um livro sagrado.

    Quem interveio, ao longo dos séculos, para modificar a Bíblia?

    Seremos vítimas de um grande engano?

    Leia este livro e descubra muito do que está contido na Bíblia:

    • Temos apenas uma das muitas bíblias possíveis;
    • Nada sabemos sobre quem a escreveu nem quando;
    • A verdadeira natureza da Árvore da Vida tem-nos sido escondida;
    • Nós somos OGM (Organismos Geneticamente Modificados);
    • Deus cansa-se, suja-se e tem fome;
    • Há 11 livros bíblicos que estão oficialmente desaparecidos;
    • A criação do Homem, entendida como acto divino, é falsa;
    • O Pecado Original é apenas uma fábula;
    • O Deus bíblico não era o pai de Jesus;
    • Como se constrói uma religião.

    «Ler Mauro Biglino representa uma vertigem constante. Significa aceitar discutir todas as nossas certezas, influenciadas por séculos de doutrina, de catequese, de tradições populares construídas sobre as fundações do Antigo Testamento como texto revelado, a partir do qual Deus falou à Humanidade.»

    Sabrina Pieragostini (jornalista da Mediaset)

    13.90€
  • Agenda Solidária IPO

    Ao comprar está a ajudar o Serviço de Pediatria do IPO

    Porque é que esta agenda é para si?

    Porque são 365 dias solidários com as crianças e adolescentes com cancro, tratadas e acompanhadas no Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil.

    Doze meses marcados pelos textos de doze grandes personalidades portuguesas, que dão conta de uma memória marcante, que fez a diferença no seu percurso pessoal e na sua dádiva aos outros. Ilustrados pelo pintor João Vaz de Carvalho, que ofereceu o seu enorme talento a este projeto solidário.                                                                                                                         

    Textos presentes na agenda:

    Marcelo Rebelo de Sousa – «O choque da desigualdade»

    Nuno Markl – «O meu primeiro “ato público”»

    Elvira Fortunato – «Tornar a ficção em realidade»

    Clara de Sousa – «As palavras desconhecidas»

    Margarida Pinto Correia – «O poder de transformar»

    Boss AC –  «Quando preciso de me encontrar»

    Sandra Correia – «A noite dos milagres»

    Afonso Cruz – «Para o sótão e mais além»

    Victoria Guerra – «As palavras do meu pai»

    Prof. Sobrinho Simões –  «Entre os seus, até ao fim»

    Marisa Matias – «Um encontro para a vida»

    Catarina Furtado – «Em nome das mães»

    13.90€ 8.90€
  • Diário da Gravidez

    Este livro é um livro especial, um espaço onde as mães vão poder registar todos os momentos vividos durante os 9 meses de gravidez até ao primeiro mês de vida do seu bebé. Encontram curiosidades e uma pequena descrição, semana a semana, do desenvolvimento do bebé e das transformações sentidas pela mãe.

    Um livro através do qual, um dia mais tarde, vão relembrar juntos, o primeiro “bater de asas” de um filho.

    18.70€
  • O Livro da Minha Família de duas ou mais patas

    Quem sou eu, de onde venho, para onde vou! Quem vem comigo nesta viagem. Sem nunca esquecer os que me antecederam e a tornaram possível. Para todos aqueles que acreditam que a história de uma família é muito mais do que um registo de nomes e datas: neste livro, em formato de álbum, guardam-se relatos de acontecimentos importantes, férias memoráveis e, claro, receitas de cozinha, daquelas que a avó não dá a ninguém. Aqui não se esquecem, sequer, os animais de quatro patas, ou de duas asas, que fizeram história com os seus donos.

    14.60€
  • Peças Originais para Piano

    Peças Originais para Piano, de fácil execução, em diversos estilos, compassos e tonalidades, que se juntam a ilustrações divertidas num manual único para desenvolver o gosto e a destreza técnica dos músicos de nível iniciante.

    12.60€
  • José Maria Espírito Santo Silva

    Filho de pais incógnitos, é um padre que lhe dá o nome que marcaria a Economia portuguesa. Alexandra Ferreira conta a vida do homem que veio do nada e que acabou a fundar um Império.

    16.90€
  • Os Dias de Uma Mãe que não é Perfeita (nem quer ser!)

    Porque ser mãe não é fácil, pelo menos dia sim, dia sim, Isabel Stilwell empresta-lhe um bocadinho da sua experiência, para que viva um 2015 feliz, e quase sem culpa.

    15.90€
  • Celebrar – O melhor vinho para cada data especial do ano

    As datas importantes são para celebrar. O especialista Vasco d’Avillez, diz-lhe qual é o vinho certo para cada ocasião, envolvendo-o nas suas histórias.

    16.90€
  • Memórias para Após 2000

    Neste segundo volume de Memórias, José-Augusto França trata dos anos após 2000, em que completou, em 2012, noventa anos. Lembra os colegas e amigos das Artes e das Letras, e conta os seus setenta anos de ofício. Fala do que viu ou fez, ou lhe fizeram, e de muita gente que cruzou, retirando-se em terras do Anjou ou no Jardim da Estrela, à beira dos patos e dos gansos do lago. Ateu de cultura católica, e continuando sempre a ser, sobretudo, republicano espanhol de 1936, José-Augusto França é um especialista mundialmente conhecido e o mais considerado Historiador e Crítico de Arte português.

    23.00€
  • Confissões de Um Jovem Esctitor

    O brilhante escritor italiano leva-nos numa viagem aos bastidores do seu método criativo e recorda como arquitetou os seus mundos imaginários: partindo de imagens específicas, fez sucessivas escolhas ao nível da época, da localização e da caracterização do narrador – o resultado foram histórias inesquecíveis para todos os leitores. De forma alternadamente divertida e séria, mas brilhante como sempre, Umberto Eco explora a fronteira entre a ficção e a não-ficção, afirmando que a primeira deve assentar num intricado enredo que requer ao escritor a construção, através da observação e da pesquisa, de todo um universo até ao mais ínfimo pormenor. Por fim, revela ao leitor um precioso trunfo que permite vislumbrar o infinito e alcançar o impossível. Umberto Eco tinha quase 50 anos de idade quando a sua primeira obra de ficção, O Nome da Rosa, o catapultou para a fama mundial e se tornou um clássico moderno. Nestas “confissões”, o agora octogenário faz uma retrospetiva da sua carreira, cruzando o seu percurso como teórico da linguagem com a veia romancista que descobriu mais tarde na vida. Este “jovem escritor” é, afinal, um grande mestre e aqui partilha a sua sabedoria sobre a arte da imaginação e o poder das palavras.

    18.02€
  • Goa-O Preço da Identidade

    Nesta sua obra, Valentino Viegas traça um retrato vivo da sociedade goesa durante o derradeiro período da presença portuguesa naquela terra oriental, casando a realidade com a ficção. O autor denuncia de forma vigorosa as fortes desigualdades sociais que ainda persistem em numerosas partes daquele subcontinente, sem deixar de aflorar os abusos praticados pelos portugueses. Salazar, Vassalo e Silva, os metropolitanos, as descaradas mentiras dos jornais continentais portugueses, a voz do comum dos goeses, os sonhos, os desafios, os receios, os medos, as hesitações, os sentimentos, a emigração, o passado e o presente, tudo isto Valentino Viegas consegue irmanar no tratamento harmonioso das situações, tendo sempre Goa como pano de fundo.

    16.01€
  • A Morte do Heroi Português

    45 anos depois de ter chegado ao Norte de Angola a bordo do Vera Cruz, o historiador Valentino Viegas despe corajosamente a pele do académico para se confrontar com o furriel Viegas, um entre tantos outros que participaram na guerra colonial sem a questionar ou sem pôr em causa a razão de ser da sua presença nos territórios ultramarinos, e numa lenta mas crítica digestão entre a experiência pessoal e a verdade histórica dá-nos o retrato vivo do teatro das operações, entre emboscadas, massacres, stress psíquico e episódios insólitos como a adopção de uma criança pelo militar que lhe matou os pais. Por entre as densas matas angolanas, surge inesperadamente descrita a manhã de 18 de Dezembro de 1961, quando a União Indiana invade Goa e o herói português começa a tombar, contra toda as preces de Salazar a Deus e as ordens de não rendição dadas aos seus oficiais de “vitoriosos ou mortos”. Valentino Viegas viveu as duas guerras. Depois tomou o partido da História.

    16.60€
  • Madame Bovary e Primo Basilio

    A tónica fundamental deste trabalho, escrito numa linguagem de grande simplicidade, faz ressaltar a espantosa afinidade de Eça com Flaubert, no que toca às considerações que ambos nos deixaram a propósito do estilo e do esforço enorme que despenderam em prol do seu apuramento. Essa tónica não só nos dá o contributo de Flaubert para a construção do realismo queiroziano, mas também as posições tão divergentes que ambos sustentaram quanto ao propósito social desse realismo. Uma outra conclusão resulta clara deste trabalho minucioso: a inimitável originalidade do nosso autor. Por isso Dominique Sire nos comunicava, muito recentemente: «Son style et son humour sont incomparables et peu importe s’il a utilisé une trame existant déjà. Flaubert disait – le style est à lui seul une manière de voir les choses, et sur ce plan là, chaque auteur conserve indubita-blement sa personnalité». A. Campos Matos

    16.96€
  • Almada Dixit

    Se quem pela primeira vez pega neste livro cuida que ele é só para “intelectuais”, desengane-se. Não raro os tais “intelectuais” são pessoas que lêem mais do que pensam e (pior que isso) perderam “o sagrado dom da Ingenuidade”. Almada não é para esses – nem esses para Almada! O célebre programa Zip-Zip foi um dos sucessos estrondosos da nossa TV. E o mais estrondoso dos seus sucessos foi (pela primeira e única vez na TV!) a comparência de Almada em cena. Não foi nenhum “intelectual” quem lá o levou. Creio que nenhuma das pessoas que enchiam o Teatro Villaret, nem os apresentadores do programa, eram “intelectuais”. Eram “gente do povo” – do “nobre povo”, que isto de verdadeira nobreza não tem assim tanto a ver com classes sociais. E Almada falou e, no seu estilo peculiar, logo cativou e rendeu os presentes que, com a sua sagrada Ingenuidade, claramente viram que, ali defronte, se perfilava um grande e autêntico Homem. E logo nos dias seguintes, na Feira do Livro, que então corria, se esgotou Nome de Guerra, um dos maiores romances do nosso século xx. Felizmente há muitos que, lendo menos nos Livros, lêem mais na Vida. E esses “sentiam” e “sentem” Almada. É claro que os genuínos intelectuais, os homens de “honesto estudo” (Camões), cujos espíritos, sem embargo, não ficaram áridos de Poesia e de Ingenuidade, também aqui encontrarão muito e bom alimento. Esses também terão (e a seu modo) “alma até Almada”. Uns e outros aqui encontrarão, entre outras coisas, um saber antiquíssimo e eterno, em formulações tão originais quão actuais. Pode dizer-se que, pela primeira vez, aqui se oferece ao Povo, em forma compacta, abreviada e ordenada, uma bela amostra do “Almada por escrito”. Almada pertence ao Povo Português – e à Humanidade. Mas bom será que o Povo Português se não atrase com respeito à Humanidade. No fim do volume, quatro substanciais Apostilas contextualizam e elucidam algumas afirmações de Almada, em pontos que, até agora, a crítica não havia tocado.

    23.32€ 15.00€
  • Eça de Queiroz, Ramalho Ortigão

    O retrato da “Ramalhal figura” é um desmascaramento de Ramalho Ortigão, que nos dá a conhecer as controversas atitudes de Ramalho para com Eça de Queiroz, em particular a partir do falecimento deste em Paris. A indiferença perante a morte do amigo; a negligência inacreditável com que trata a obra póstuma de Eça e, simultaneamente, as suas tentativas de apropriação da autoria de romances conjuntos; os seus comentários dúbios; enfim, um quadro inédito que se desvela em doze cartas de Ramalho (uma delas inédita) numa lúcida e documentada análise de A. Campos Matos. Nesta obra fica-se a conhecer um Ramalho Ortigão até aqui desconhecido no que diz respeito às suas controversas atitudes para com Eça de Queiroz, muito particularmente a partir do falecimento deste em Paris, a 16 de Agosto de 1900. Atitudes documentadas objectivamente em doze cartas, publicadas na íntegra. Nessas cartas, por exemplo, é impossível não causar estranheza, no relato do convívio com Eça, uns dias antes da morte deste, e por ocasião do recebimento de tal notícia, a passagem súbita de plangentes expressões de dor, para sentimentos de grande gozo turístico e pormenorizadas descrições de trivialidades de foro pessoal. Igual perplexidade causa o diminuto papel na publicação da obra póstuma de Eça, essencialmente limitado à revisão das últimas páginas d’A Cidade e as Serras. Tarefa que lhe tinha sido confiada pela viúva do amigo, junto com o espólio de manuscritos, a que Ramalho acabou por votar uma negligência incompreensível. Ramalho Ortigão reverá também o texto d’O Mistério da Estrada de Sintra, em 1902, tendo praticado em ambos os casos revisões muito discutíveis e atrabiliárias. Neste caso (como já o fizera com As Farpas), Ramalho reclama para si a autoria principal. A. Campos Matos chama a atenção para o facto de que “a apreciação do comportamento de Ramalho ao longo dos anos que viveu após a morte de Eça, transcende os episódios por vezes insólitos que podemos historiar, para se assumir, no que a Ramalho diz respeito, num caso muito especial de difícil interpretação psicológica e até literária”. Para o autor trata-se de “um caso deveras estranho o deste relacionamento, que pela primeira vez se analisa na sua rica e complexa totalidade, constituindo valiosa contribuição para a biografia de ambos”.

    15.05€
  • Félix de Avelar Brotero. Uma História Natural

    30.29€ 18.00€