Biblioteca do Educador

  • A Escola certa para o seu filho

    Martim tem nove anos e uma depressão infantil diagnosticada. Não gosta de ir à escola. Rita já está habituada à dislexia que, desde cedo, lhe valeu o rótulo de preguiçosa. As histórias que aqui se podem ler têm como protagonistas crianças em idade escolar e os seus pais. São crianças cujo comportamento não tem direito a ‘bolinhas’ verdes ou cujos nomes não entram nos quadros de honra. Nem sempre têm as melhores notas, porque não ‘encaixam’, porque se mexem demais, porque se concentram de menos, porque lhes falta entusiasmo ou simplesmente porque não conseguem.

    Neste livro, procura dar-se resposta a uma questão que preocupa muitos pais: qual a escola certa para o meu filho? E qual a escolas que temos? Carla Marina Mendes faz uma análise pertinente do panorama nacional atual e apresenta exemplos de diferentes pedagogias, da Waldorf ao Highscope, passando pelo Movimento da Escola Moderna ou pelo Ensino Doméstico.

    16.60
  • Ler é Compreender

    A iniciação à leitura é uma importante conquista para as crianças, mas é também uma tarefa árdua que requer um grande esforço de concentração e de vontade.

    Porém, cada vez mais vemos aumentar exponencialmente o número de crianças com sérias dificuldades na sua obtenção. Os estudos efetuados neste campo têm revelado ser completamente errado o mito de que são os alunos os culpados, que não estudam, que não possuem capacidades ou que não prestam atenção ao que o professor ensina.

    Na realidade, na maior parte dos casos o motivo são os procedimentos pedagógicos inadequados ou desatualizados.

    A presente obra procura descrever o processo de apreensão da leitura e da escrita para melhor se compreenderem as dificuldades mais comuns, identificar o papel do professor e apresentar formas de atuação pedagógica que preservem a autoestima da criança e que facilitem esta grande conquista que é a leitura.

    15.90
  • Tratamento do Insucesso Escolar com Técnicas da Psicologia: Manual Prático

    O insucesso escolar, resultante de fatores ambientais e biológicos, ou de ambos, manifesta-se de várias maneiras e provoca um desvio no desenvolvimento que impede as crianças de avançar dentro do sistema educativo regular e, em consequência, de progredir para uma vida adulta harmoniosa.

    O objetivo deste livro é propor estratégias de intervenção simples, eficazes e cientificamente fundamentadas, apresentando programas de treino, baseados na Psicologia, para o ensino individual de crianças com problemas de insucesso escolar, nomeadamente a teoria da aprendizagem cognitivo‑ comportamental.

    “O maior mérito deste livro, que faz a sua diferença, é precisamente o equilíbrio apresentado entre fundamentação metodológica e indicações operacionais muito detalhadas. A exposição teórica dos primeiros capítulos justifica o detalhe operacional e a estrutura de indicações concretas dos últimos.” do Prefácio do Professor Luís Joyce-Moniz.

    25.00
  • Vygotsky e a Aprendizagem Cooperativa

    Esta obra resulta de uma procura do sucesso dos alunos nas suas aprendizagens, uma vez que alguns modelos de aprendizagem implementados há décadas parecem já esgotados. A teoria socioconstrutivista de Vygotsky é uma revolução na aprendizagem, ao procurar ligar o Campo da Psicologia da Aprendizagem com o Campo da Sociologia, abrindo assim novas perspectivas aos professores. Para Vygotsky, psicólogo com preocupações pedagógicas, a aprendizagem é eminentemente social, ou seja, é um processo de interacção e de partilha, que permite aos alunos desenvolverem a sua Zona de Desenvolvimento Proximal. Esta zona, que é um conceito vygotskyiano, é inerente a todos os que aprendem com outras pessoas e induz novas maneiras de aprender. Ao longo desta obra o leitor não só toma contacto com a teoria de Vygotsky como partilha com as autoras deste livro os princípios, objectivos e actividades subjacentes à Aprendizagem Cooperativa, que se suporta teoricamente na teoria de Vygotsky. Por último, propõe-se ao leitor que acompanhe a implementação, na sala de aula, da teoria de Vygotsky e da Aprendizagem Cooperativa, numa experiência pedagógica inovadora, bem sucedida, com alunos do 8.º ano do ensino básico.

    14.36
  • Casa de Pais… Escola de Filhos,

    Orientações práticas da psicologia para as dúvidas e atritos do dia a dia. Casa de Pais… Escola de Filhos reúne uma série de textos simples e diretos, apresentando conselhos e orientações para resolver e contornar as dificuldades do dia a dia com que cada um se confronta na educação dos filhos. Das birras dos mais novos à questão do dinheiro ou da sexualidade dos mais velhos, passando pelas relações com a escola, com a família, o papel do psicólogo ou a importância dos modelos que se apresentam, eis um livro que nos ajudará a acompanhar os nossos filhos no caminho para a idade adulta e para uma melhor integração na sociedade. «Este livro não é um texto académico para psiquiatras ou psicólogos. Destina se a pais, avós, professores, profissionais e todos que lidam com crianças e adolescentes.» Do prefácio, do Prof. Doutor Hugo Gil Ferreira. Eva Delgado-Martins é Psicóloga e Especialista em Educação Parental.

    13.36
  • A Cidadania na Escola

    14.84
  • Educação Ambiental

    O livro começa por apresentar três visões distintas de ecologismo e inclui um estudo que visou identificar a incidência das referidas perspectivas em docentes de diferentes ciclos de escolaridade (do Pré-Escolar ao Ensino Secundário). Por fim, conclui com diversas sugestões didácticas para uma maior visibilidade das diferentes perspectivas ecológicas, de modo vivificar o ensino da educação ambiental, afastando-a de uma abordagem de mera promoção exclusiva da qualidade de vida humana, pondo em causa valores actualmente considerados inquestionáveis. Autor da obra para crianças, O Dono de Tudo, também editada pelos Livros Horizonte, António Almeida é membro do Centro Interdisciplinar de Estudos Educacionais (CIED) da Escola Superior de Educação de Lisboa, onde desenvolve actualmente projectos de investigação que visam uma articulação entre o ensino das Ciências e a Ética Ambiental. Licenciado em Geologia pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e doutorado em Ciências da Educação pela Universidade Aberta, António Almeida tem publicado vários títulos em áreas relacionadas com o Ambiente e a Educação.

    15.90
  • Instrução Pública no Portugal de Oitocentos

    Neste início do milénio, Portugal, como tantos outros países, vê-se a braços com problemas por resolver na área da Administração Escolar. Procura-se caminhos para tornar real a transferência de poderes e de funções dos centros políticos nacionais e regionais, para o âmbito local e, ao mesmo tempo, procura-se a efectiva autonomia dos estabelecimentos de ensino. Porém, ainda há um século e meio os problemas que se punham eram bem diferentes. A questão, na altura, era a de saber se devia existir ou não uma estrutura central administrativa, especialmente dedicada aos assuntos da Educação e Ensino. No estudo da história da educação em Portugal há perguntas incontornáveis: De que modo as reformas pombalinas contribuíram para o início da centralização régia? Que dinâmicas mais influíram para a criação e extinção de um Ministério de Instrução Pública em dois momentos diferentes? O que terá levado a intelligentsia oitocentista a considerar importante a sua criação? Qual o papel dos deputados e pares do Reino na autonomização de uma pasta específica dedicada às questões da Educação? Quais as medidas mais relevantes da responsabilidade dos titulares desses Ministérios? Estas são as questões que as autoras, Áurea Adão e Maria Neves Gonçalves, procuram responder. Áurea Adão possui o Doutoramento em Educação (História e Filosofia da Educação) pela Universidade de Lisboa, é professora de Humanidades e Tecnologias na Universidade Lusófona e Reitora da Universidade Lusófona de Cabo Verde, Baltazar Lopes da Silva. Foi investigadora na Fundação Calouste Gulbenkian. Recebeu o prémio “Dr. Rui Grácio”, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação. É autora de um conjunto amplo de estudos de história da educação portuguesa, publicados em livros e revistas nacionais e estrangeiros. Maria Neves Gonçalves, com o grau de mestre em Ciências da Educação pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, é professora do Ensino Secundário. Doutoranda da Universidade de Évora, está a preparar uma tese sobre o ideário educativo republicano, no período compreendido entre 1878 e 1910. É autora de estudos de história da educação e co-autora de livros didácticos para a disciplina de Português do Ensino Secundário.

    16.15
  • Animação Cultural

    Este livro apresenta, em três etapas, um “mapeamento” da Animação Cultural destas últimas décadas, com recolha de entrevistas e observação participante ao longo de duas décadas. As observações que detemos nos entrevistados são o ponto de partida para este trabalho reflexivo sobre a realidade sociocultural da Animação Cultural ou a sua integração em diversos processos de intervenção social e cultural no país.

    14.84
  • Memórias do Liceu Português

    Sim, dos liceus públicos e laicos, tanto quando estipulou a lei da sua criação em 1836, mas também de colégios particulares, escolas comerciais e industriais, de colégios militares, de escolas estrangeiras, de instituições religiosas, de Portugal continental e das Ilhas, das ex-colónias portuguesas. Memórias de mais de três gerações que, não apanhando quase a República (1910-1926), retratam o Estado Novo (1933-1974) nas suas diversas fases, e mesmo o pós 25 de Abril. Mais de oitenta testemunhos de mulheres e homens que hoje desempenham diversas profissões, todos eles contando, muitas vezes através de uma nostalgia não negada, recordações de professores e colegas, edifícios e actividades, livros e brincadeiras. Marcas eternas, de sinal positivo ou negativo, na formação de personalidades e caracteres. Tempo mais longo e mais perto que a Escola Primária, igualmente iniciático, dos 10 ou 11 anos até aos 15 ou 16, parece permanecer mais firme na memória de quem escreve, mais detalhado, mais conciso. A História é feita desta acumulação de memórias individuais, biográficas, a construção da Memória colectiva passa por esta fase, apesar de o todo ser mais que as partes, ser diferente mesmo. É esta aliciante leitura, mosaico de muitas peças, de muitas cores, que convidamos o leitor a percorrer. E assim, talvez, de alguma maneira, a fazer também, mentalmente, a “viagem” do que foi o tempo do seu “liceu”. A. H. de Oliveira Marques, Adriano Moreira, Almeida Santos, Belmiro de Azevedo, Rita Ferro, José-Augusto França, José Régio, Mário Crespo, Teolinda Gersão, Marçal Grilo, Leonor Xavier entre muitos outros testemunhos.

    20.70
  • A Língua Inglesa no 1º Ciclo do Ensino Básico

    Ao alargar a oportunidade de aprendizagem de uma língua estrangeira a segmentos da comunidade que tradicionalmente não o podiam fazer, o currículo dos primeiros anos de escolaridade tornou-se definitivamente mais inclusivo. Esta medida, que há muito tardava, surge para dar cumprimento a inúmeros acordos rubricados pelo nosso país nesse sentido e deve, de acordo com as disposições que lhe deram origem, perspectivar a aprendizagem de línguas estrangeiras pelos mais novos como um processo de construção de uma competência simultaneamente multilingue e multicultural, permitindo à criança olhar para o diferente enquanto objecto de curiosidade e descobrindo a substância das diferenças que o mundo tem para nos surpreender. Trata-se de um efectivo primeiro patamar de educação linguística e a sua implementação deve ser devidamente acautelada, enquadrada por orientações curriculares e recomendações metodológicas criteriosas, já que o contacto com uma língua estrangeira constitui um acervo vivo de experiência e de (in)formação que no contexto actual da educação em Portugal seria lastimável desbaratar. O conjunto dos textos aqui reunidos, publicados ao longo dos últimos quinze anos, ilustra bem como foi sendo sustentada a matriz do pensamento do autor, nas vertentes teórica e prática, sobre esta temática de tão grande actualidade.

    26.19
  • O Traço da Infância

    O Traço da Infância pretende equacionar a evolução da linguagem visual relacionando-a com a construção do imaginário e as etapas do desenvolvimento cognitivo e afectivo da criança. Sabemos que, nos primórdios da existência humana, os traços que invadem a superfície do desenho são uma fonte de prazer e uma necessidade tão natural como comer ou brincar. Todas as crianças desenham, embora poucos adultos o façam. – Não sei desenhar! Como, quando e porquê se começa a ter a noção desta incapacidade? Por que desenha a criança? Será preciso ensiná-la a desenhar? Só os adultos são artistas? Onde começa o real e a acaba a fantasia? O traço arrisca-se em busca de uma forma e revela-se como a marca de um gesto? Traçar uma forma é saber o que uma coisa é, para depois saber como a repre-sentar? Como se constrói o símbolo, casual ou intencionalmente? A realidade não é o real, mas o entendimento que temos das coisas?

    11.87
  • Poder e Ensino. Os manuais de história na política do Estado Novo

    Ao contrário da memória que o regime do Estado Novo construiu sobre si próprio, a sua afirmação não foi natural nem fácil e foi conseguida através de sucessivas vitórias no plano militar e institucional. O mesmo aconteceu no campo da educação e particularmente no ensino da História. No momento da génese e afirmação do projecto do Estado Novo confrontaram-se abertamente distintas perspectivas e projectos relativos à sociedade portuguesa. Os debates sobre o público a que o liceu se destinava, sobre as políticas de ensino, os programas e manuais escolares e sobre as finalidades e o objecto do ensino da História inserem-se neste confronto. Neste trabalho pretende-se perceber a expressão dos conflitos e dos consensos a nível da educação no processo de definição da nova ordem política. Pretende-se também determinar o lugar que as políticas educativas e as normas definidas para a produção dos manuais escolares para os liceus tiveram no projecto educativo do Estado Novo. E, no momento em que diversos modos de pensar a sociedade se debatiam, pretende-se perceber como é que os conflitos da sociedade portuguesa dos anos trinta se reflectiram na disciplina de História e se definiu o seu objecto, conteúdos e discurso, contribuindo para divulgar e impor um modelo e um imaginário de sociedade.

    17.71
  • À Descoberta da Pré-Adolescência

    Conviver e trabalhar com pré-adolescentes é, nas sociedades modernas, uma realidade repleta de desafios e de exigências. Todas as pessoas que têm a oportunidade de com esta faixa etária interagir sabem quão difícil é compreender e ajudar o indivíduo pré-adolescente a crescer em harmonia e segurança. Este, não raras vezes, vive num mundo de fortes emoções e de comportamentos inesperados e contraditórios, deixando a pessoa adulta confusa, sem saber o que fazer, como fazer e quando fazer. À Descoberta da Pré-Adolescência é uma obra que tem como intenção primeira e última ajudar as famílias, a classe docente e outros profissionais a encontrar respostas para as perplexidades e interrogações. Conhecer em profundidade as características da pré-adolescência constituirá, sem dúvida, um processo de enriquecimento pessoal, o qual conduzirá, naturalmente, à descoberta de discursos e práticas mais consentâneas com a árdua tarefa de educar as gerações mais novas.

    18.02
  • Um Roteiro da Educação Nova em Portugal

    Um Roteiro da Educação Nova em Portugal procura esclarecer o processo de implantação e de desenvolvimento do movimento da Educação Nova entre nós, no período de meio século compreendido entre 1882 e 1935. Para o esclarecimento do processo procedeu-se à identificação concreta de práticas pedagógicas inovadoras, de formas de organização das instituições escolares e de procedimentos pedagógicos. A análise efectuada permitiu evidenciar a estratégia utilizada (caracterizada por dois momentos cronológicos) e a dimensão atingida pelo movimento, assim como as principais características de que este se revestiu.

    30.08
  • Da Disciplina do Traço à Irreverência do Borrão

    Para além dos documentos habituais (legislação, programas de ensino, manuais escolares, imprensa especializada), Lígia Penim descobriu uma fonte perfeita: os relatórios dos professores auxiliares e agregados dos liceus. É este corpus documental que ela analisa à luz de aproximações teóricas muito interessantes (onde está Foucault, mas onde estão também as leituras que dele fizeram Thomas Popkewitz, Ivor Goodson, Tomaz Tadeu da Silva e tantos outros), examinando-o com extremo rigor metodológico. O resultado está à vista. O seu trabalho sugere uma renovação historiográfica nos estudos curriculares, ao mesmo tempo que abre para uma compreensão histórica das disciplinas escolares. É uma obra importante que merece ser lida e discutida, não só pelos historiadores, mas também pelos professores, sobretudo aqueles que têm a seu cargo o ensino do Desenho e dos Trabalhos Manuais.

    19.08