Voz dos Leitores na Imprensa

A Voz dos Leitores na Imprensa

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O estudo, inédito no seu género em Portugal investiga o tipo de cartas, a definição do conceito, os critérios ou a discricionariedade usados na selecção, o seu entendimento pelo leitor – focando os aspectos que, a partir do exemplo paradigmático das “Cartas ao Director”, possam constituir-se como elementos de reflexão e ferramentas críticas aplicáveis a outros espaços de diálogo e fóruns de imprensa abertos. A qualidade e a independência deste trabalho não retiram o carácter de início de uma reflexão, que pode ser em certos momentos polémica, mas por certo útil. Desde muito cedo, os jornais compreenderam que ignorar os seus leitores tinha consequências negativas na sua imagem. É nesse sentido que emergem na imprensa espaços onde o público pode ter voz, como as cartas dos leitores. Este espaço de reflexão pode constituir um veículo de intervenção dos leitores, funcionando, ao mesmo tempo, como uma espécie de arena para a discussão pública. No entanto, verifica-se todo um conjunto de constrangimentos e de regras, definidas explicitamente (ou não) pelos próprios jornais, no que diz respeito à selecção das cartas aos leitores em termos de publicação. O livro analisa a forma como a voz dos leitores na imprensa é construída através das secções das cartas e, paralelamente, observar até que ponto ela se constitui como um lugar de debate crítico-racional, tomando como estudo de caso o Público, um dos principais jornais portugueses. No contexto do estudo dos media e do jornalismo, onde as cartas dos leitores nunca tinham sido estudadas de forma sistemática, esta pesquisa é totalmente inédita em Portugal.

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Descrição do Produto

O estudo, inédito no seu género em Portugal investiga o tipo de cartas, a definição do conceito, os critérios ou a discricionariedade usados na selecção, o seu entendimento pelo leitor – focando os aspectos que, a partir do exemplo paradigmático das “Cartas ao Director”, possam constituir-se como elementos de reflexão e ferramentas críticas aplicáveis a outros espaços de diálogo e fóruns de imprensa abertos. A qualidade e a independência deste trabalho não retiram o carácter de início de uma reflexão, que pode ser em certos momentos polémica, mas por certo útil. Desde muito cedo, os jornais compreenderam que ignorar os seus leitores tinha consequências negativas na sua imagem. É nesse sentido que emergem na imprensa espaços onde o público pode ter voz, como as cartas dos leitores. Este espaço de reflexão pode constituir um veículo de intervenção dos leitores, funcionando, ao mesmo tempo, como uma espécie de arena para a discussão pública. No entanto, verifica-se todo um conjunto de constrangimentos e de regras, definidas explicitamente (ou não) pelos próprios jornais, no que diz respeito à selecção das cartas aos leitores em termos de publicação. O livro analisa a forma como a voz dos leitores na imprensa é construída através das secções das cartas e, paralelamente, observar até que ponto ela se constitui como um lugar de debate crítico-racional, tomando como estudo de caso o Público, um dos principais jornais portugueses. No contexto do estudo dos media e do jornalismo, onde as cartas dos leitores nunca tinham sido estudadas de forma sistemática, esta pesquisa é totalmente inédita em Portugal.

Informação adicional

Peso 0.286 kg
ISBN 978-972-24-1493-3
Dimensões 17 x 24 cm
Número de Páginas 152
Encadernação Capa Mole
Faixa Etária Todas as idades